Carte de la Baye de Sainte Helene. Dressée sur les Remarques des Navigateurs (Bellin, ca. 1751)
Coste Occidentale d'Afrique. Depuis le XIe. Dégré de Latitude Méridionale, Jusqu'au Cap de Bonne Espérance (Bellin, 1746 e 1757) (2)
Le Pays des Hottentots, aux environs du Cap de Bonne Espérance (Bellin, 1757)
Carte de la Coste Orientale d'Afrique. Depuis le Cap de Bonne Espérance, jusqu'au au Cap del Gada (Bellin, 1757)
La Basse Guinée, contenant les Royaumes de Loango, de Congo, d'Angola et de Benguela; avec la Cafrérie Occidentale et la Méridionale, ou le Pays des Hotentots (Bonne, 1787)
Carte du Canal de Mosambique, contenant l'Isle de Magdagascar avec les Côtes d'Afrique (Bonne, 1780-81)
CAFRERIA E IMPÉRIO MONOMOTAPA
Cafreria et Monomotapa (Du Val, 1681)
Monomotapa et la Craferie (Mallet, 1683)
A Baía de Santa Helena é um porto natural na costa atlântica da África do Sul, no município de Baía de Saldanha, na província do Cabo Ocidental, na África do Sul.
Foi descoberta a 7 de novembro de 1497 pelo navegador português Vasco da Gama, na sua viagem de descoberta do caminho marítimo para a Índia, onde mediu a latitude, cerca de 30 léguas a norte do Cabo da Boa Esperança. Aí fundeou a armada durante 9 dias para fazer reparações nos navios, reabastecer-se de água potável e víveres frescos, antes de dobrar o Cabo.
Carte de la Baye de Sainte Helene. Dressée sur les Remarques des Navigateurs
Jacques-Nicolas Bellin (1703-1772)
"Histoire Générale des Voyages”, do Abade Prevost d' Exiles, ca. 1751
Gravura: 163 x 212 mm
Coste Occidentale d'Afrique. Depuis le XIe. Dégré de Latitude Méridionale, Jusqu'au Cap de Bonne Espérance
Jacques Nicholas Bellin (1703-1772)
“Histoire Generale des Voyages”, do Abade Prevost d’ Exiles, edição holandesa, 1746
Gravura: 266 x 248 mm
Mapa da faixa costeira do sudoeste de África, do sul de Benguela ao Cabo da Boa Esperança.
“Histoire Generale des Voyages”, do Abade Prevost d’ Exiles, edição holandesa, 1757
Gravura: 265 x 248 mm
Le Pays des Hottentots, aux environs du Cap de Bonne Espérance
Jacques Nicholas Bellin (1703–1772)
“Histoire Generale des Voyages”, de Abbe Prevost d’ Exiles, edição francesa, 1757
Gravura: 350 x 248 mm
O mapa retrata as regiões do sul da África, incluindo o Cabo da Boa Esperança, a Namaqualândia, a pequena Cidade do Cabo com o seu forte, e as terras dos "hotentotes" (um termo europeu histórico para o povo Khoikhoi). Apresenta rios, nomes costeiros, assentamentos, territórios indígenas e rotas comerciais ativas em meados do século XVIII. O mapa de Bellin reflete tanto o conhecimento geográfico quanto os interesses coloniais europeus na região, especialmente em torno da Colónia Holandesa do Cabo.
Os elementos decorativos incluem uma cartela com o título "Le Pays des Hottentots aux Environs du Cap de Bonne Espérance" e detalhes topográficos finamente gravados. O mapa foi publicado como parte das contribuições de Bellin para "L'Histoire Générale des Voyages", editado por Antoine-François Prévost, e desempenhou um papel na formação da compreensão europeia da África Subsaariana durante o Iluminismo.
Carte de la Coste Orientale d'Afrique. Depuis le Cap de Bonne Espérance, jusqu'au au Cap del Gada
Jacques Nicholas Bellin (1703-1772)
“Histoire Generale des Voyages”, edição holandesa, 1757
Gravura: 222 x 244 mm
O mapa mostra o sudeste de África, do Cabo da Boa Esperança, terra de Natal, e Moçambique, até ao Cabo de Gada. A costa de Madagáscar aparece na margem oriental do mapa.
La Basse Guinée, contenant les Royaumes de Loango, de Congo, d'Angola et de Benguela; avec la Cafrérie Occidentale et la Méridionale, ou le Pays des Hotentots
Rigobert Bonne (1727-1795)
“Atlas Encyclopédique”, conhecido por Atlas de Bonne-Desmarets, 1787
Gravura: 234 x 346 mm
Carte du Canal de Mosambique, contenant l'Isle de Magdagascar avec les Côtes d'Afrique
Rigobert Bonne (1727-1795)
“Atlas de toutes les parties connues du Monde”, edição de Raynal, 1780-81
Gravura: 320 x 213 mm
Mapa da costa sudeste de África desde o Cabo da Boa Esperança, a Zanzibar, incluindo a Ilha de Madagáscar, e um detalhado encarte da área circundante à cidade do Cabo.
--- CAFRERIA E IMPÉRIO MONOMOTAPA ---
Cafreria, Kaffraria, Kaffiria, ou Kaffirland foi o nome descritivo dado à parte sudeste do que é hoje o Cabo Oriental da África do Sul. Cafreria (Kaffraria), ou seja, a terra dos Cafres (Kaffirs), já não é uma designação oficial, sendo agora o termo Cafre (kaffir) uma injúria racial ofensiva na África do Sul.
Os distritos agora conhecidos como King Williams Town e East London foram anexados pelos britânicos no início, e foram assim conhecidos como British Kaffraria (mais tarde anexado à Cape Colony em 1865). Todo o território Xhosa restante além do rio Kei, ao sul das montanhas Drakensberg e até a fronteira de Natal, permaneceu independente por mais tempo e era conhecido como Cafreria (Kaffraria) propriamente dito.
Como termo geográfico, foi mais tarde usado para indicar os territórios transkeianos das províncias do Cabo compreendendo as quatro divisões administrativas de Transkei, Pondoland, Tembuland e Griqualand East, incorporadas à Colónia do Cabo em vários períodos entre 1879 e 1894.
O Império Monomotapa (também grafado Mwenemutapa, Muenemutapa, ou ainda Monomatapa, que era o título do seu chefe) foi um império que floresceu entre os séculos XV e XVIII na região sul do rio Zambeze, entre o planalto do Zimbábue e o Oceano Índico, com extensões provavelmente até ao rio Limpopo. Segundo alguns, o império Monomotapa ficava em Mebiri, ao norte da atual cidade de Harare, no atual Zimbábue.
O primeiro europeu a tomar contato com a cidade de Grande Zimbábue, capital de Monomotapa, teria sido o navegador e explorador Português Sancho de Tovar. Este Estado africano possuía ricas minas de ouro. O ouro teria sido a razão pela qual os portugueses engendraram a conquista do território.
Numa primeira tentativa, procuraram cooptar a aristocracia local, sem sucesso. Em 1567, travou-se a guerra que veio destruir o império Monomotapa. Para tal, Portugal, com o ataque sob o comando do vice-rei Rui Lourenço de Távora, contou com a ajuda do rei do Maláui. Esta conquista possibilitou a consolidação dos portugueses no território de Moçambique.
Escudo concedido pelo Rei de Portugal
Cafreria et Monomotapa
Pierre Du Val (1500-1558)
“Geographiae Universalis”, edição alemã, publicada por Johann Hoffman,
Frankfurt, 1681. Com tradução de Johann Beer
Gravura: 125 x 102 mm
Mapa da longa área costeira que se estende de Angola a noroeste, ao sul pelo Cabo da Boa Esperança e até a Zanzibar, a nordeste. O interior está representado como o reino de Monomotapa com um errado conjunto de rios e um Lago Zachof inexistente.
Monomotapa et la Craferie
Alain Manesson Mallet (1630-1706)
“Description de l’ Univers”, edição alemã, 1683
Gravura: 102 x 146 mm
Mapa da metade sul do continente africano, com incidência no reino de Monomotapa. Como na época pouco era conhecido do interior de África, Mallet inteligentemente posiciona lá o título em banda. De realçar Sofala, agora em Moçambique, o principal porto do reino. Outros nomes reconhecíveis são Natal e o Cabo da Boa Esperança (Cape of Good Hope).