Antes da chegada dos Europeus e até o século XVII, a quase totalidade do território da Guiné-Bissau integrava o Reino de Gabu, tributário do legendário Império do Mali, dos mandingas, que florescera a partir de 1235 e subsistiu até o século XVIII. Os grupos étnicos eram os balantas, os fulas e os malinquês.
O primeiro navegador e explorador europeu a chegar à costa da atual Guiné-Bissau foi o português Nuno Tristão, em 1446. A colonização só tem início em 1558, com a fundação da vila de Cacheu. A princípio somente as margens dos rios e o litoral foram exploradas. A colonização do interior só se dá a partir do século XIX. No século XVII foi instituída a Capitania-Geral da Guiné Portuguesa. Mais tarde, durante o Estado Novo de Salazar, a colónia passaria a ter o estatuto de província ultramarina, com o nome de Guiné Portuguesa.
A vila de Bissau foi fundada em 1697, como fortificação militar e entreposto de tráfico de escravos. Posteriormente elevada a cidade, tornar-se-ia a capital colonial em 1941, estatuto que manteve após a independência da Guiné-Bissau.
Coste d'Afrique et les Isles comprises entre le Cap Rouge et la Riviere de Nunho (Bellin, 1757)
Vue de la Ville et du Fort de Kachao – Guiné-Bissau (Prevost, 1749)
Negres de Kachao et de Bissao qui preparent le Manioc - Guiné-Bissau (Prevost, 1749)
Coste d'Afrique et les Isles comprises entre le Cap Rouge et la Riviere de Nunho
Jacques Nicholas Bellin (1703-1772)
“Histoire Generale des Voyages”, de Abbé Prévost d’ Exiles, edição holandesa, 1757
Gravura: 260 x 206 mm
Mapa do estuário do rio Geba, na região que hoje corresponde à Guiné-Bissau. A miríade de ilhas e baixios mostra um reduzido número de povoados, sendo Forte Bissau aparentemente o maior.
Vue de la Ville et du Fort de Kachao – Guiné-Bissau
“Histoire Generale des Voyages”, de Abbé Prévost d’ Exiles, 1749 (Vol. 8º)
Gravura: 68 x 118 mm
Negres de Kachao et de Bissao qui preparent le Manioc - Guiné-Bissau
“Histoire Generale des Voyages”, de Abbé Prévost d’ Exiles, 1749 (Vol. 8º)
Gravura: 67 x 118 mm