3ª FEIRA DA 20 ª SEMANA COMUM
TEXTOS DAS LEITURAS - CNBB
1ª Leitura: Juízes 6,11-24a
Salmo Responsorial 84(85)-O Senhor anunciará a paz para o seu povo.
Evangelho Mateus 19,23-30
Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – Naquele tempo, 23Jesus disse aos discípulos: “Em verdade vos digo, dificilmente um rico entrará no reino dos céus. 24E digo ainda, é mais fácil um camelo entrar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no reino de Deus”. 25Ouvindo isso, os discípulos ficaram muito espantados e perguntaram: “Então, quem pode ser salvo?” 26Jesus olhou para eles e disse: “Para os homens isso é impossível, mas para Deus tudo é possível”. 27Pedro tomou a palavra e disse a Jesus: “Vê! Nós deixamos tudo e te seguimos. O que haveremos de receber?” 28Jesus respondeu: “Em verdade vos digo, quando o mundo for renovado e o Filho do homem se sentar no trono de sua glória, também vós, que me seguistes, havereis de sentar-vos em doze tronos, para julgar as doze tribos de Israel. 29E todo aquele que tiver deixado casas, irmãos, irmãs, pai, mãe, filhos, campos, por causa do meu nome, receberá cem vezes mais e terá como herança a vida eterna. 30Muitos que agora são os primeiros serão os últimos. E muitos que agora são os últimos serão os primeiros”. – Palavra da salvação.
Na primeira leitura vemos como Deus, por meio de um anjo, animou Gedeão a se lançar na luta contra os inimigos do povo de Deus. E lhe prometeu a vitória. Em nossas lutas de nosso dia a dia é preciso que também nós tenhamos certeza de que Deus nos ajudará a vencer o mal que nos ronda. Deus nos ama infinitamente e quer-nos juntos a ele após nossa morte. Cabe a nós nos animarmos a lutar para conquistarmos o paraíso! Lutar sem esmorecimento contra nossas más tendências, contra nossos vícios e contra tudo o que possa nos afastar da vida eterna juntos a Deus.
No Evangelho Jesus fala de uma vocação especial de renúncia a tudo pelo Reino, mas que também pode orientar a todos nós: vivermos desapegados dos bens materiais e de tudo o que há nesta terra para podermos usar tudo como Deus planejou desde a eternidade. A busca do Reino em primeiro lugar implica também em vivermos em plena comunhão uns com os outros. A caminhada não deve ser marcada pelo individualismo, mas pelo amor mútuo.