6ª FEIRA DA 2ª SEMANA COMUM
TEXTOS DAS LEITURAS - CNBB
Salmo responsorial 84(85)R- A verdade e o amor se encontrarão.
Evangelho de Marcos 3,13-19
Naquele tempo: 13Jesus subiu ao monte e chamou os que ele quis. E foram até ele. 14Então Jesus designou Doze, para que ficassem com ele e para enviá-los a pregar, 15com autoridade para expulsar os demônios. 16Designou, pois, os Doze: Simão, a quem deu o nome de Pedro; 17Tiago e João, filhos de Zebedeu, aos quais deu o nome de Boanerges, que quer dizer 'filhos do trovão'; 18André, Filipe, Bartolomeu, Mateus, Tomé, Tiago, filho de Alfeu, Tadeu, Simão, o cananeu, 19e Judas Iscariotes, aquele que depois o traiu. Palavra da Salvação.
Na primeira leitura vemos que Jesus é mediador de uma aliança bem melhor que a do Antigo Testamento, baseada em promessas melhores. Aliás, o estabelecimento da segunda aliança deu-se, de fato, por ser a primeira defeituosa. A característica desta nova aliança está no versículo 10: colocarei minhas leis na sua mente e as gravarei no seu coração, e serei o seu Deus, e eles serão o meu povo”. Todos conhecerão o Senhor. Ele terá misericórdia de nossas faltas e não se lembrará mais dos nossos pecados (v. 12). Esse poder de perdoar os pecados, Jesus o deu aos Apóstolos, que o transmitiram aos bispos e aos sacerdotes que os sucederam. É com alegria que devemos aceitar esse presente que Jesus nos deixou.
No evangelho, Jesus chamou “os que ele quis”. A vocação, como o nome já diz, é um chamado. Não somos nós que escolhemos o que vamos fazer, mas é Deus que nos chama, nos dá uma vocação. Cabe a nós aceitarmos ou não esse chamamento de Deus. Os apóstolos aceitaram o chamado de Jesus. Cabe lembrar se nós estamos aceitando o chamado que Deus nos faz à santidade.
Dentro do chamamento à santidade, existe um segundo chamado, que é mais específico ao que cada um vai fazer aqui na terra. É preciso vigiar e orar para não deixarmos de atender a esse chamado. Se por forças outras que não as nossas nós nos desviarmos da vocação, estou certo de que Deus nos dará uma segunda chance, Deus achará uma maneira de o servirmos com alegria e com santidade. Cabe a nós sermos humildes e aceitarmos tanto o convite divino como as circunstâncias que nos envolvem, e nunca deixarmos de ser-lhe fiéis.