De 1 a 4 de setembro de 2025, no espaço PRO MAGNO, na capital de São Paulo, a ABEF realizará a 11ª edição do SEFE e a 5ª Feira de Exposição do setor, com palestras, mesas redondas, minicursos e workshops sobre as mais avançadas técnicas de Engenharia de Fundações e Geotecnia, mediante exposição de casos reais de obras, destacando a importância da observação do Manual de Execução de Fundações da ABEF, das normas da ABNT e das NR’s de saúde e segurança no trabalho.
Nos primeiros três meses de lançamento do evento, 95% dos estandes foram adquiridos por importantes empresas patrocinadoras, sendo que as inscrições para os seminários já estão abertas. Aos interessados em apresentar trabalhos técnicos, basta acessar o regulamento neste site.
A presença da Ariadne na INCOTEP merece ser destacada.
Ela é daquelas profissionais que chegam somando com postura técnica, olhar atento e uma elegância natural que representa muito bem o compromisso da empresa com inovação, seriedade e excelência.
Ariadne carrega uma energia positiva que contagia. Sua participação na INCOTEP mostra não só o fortalecimento da equipe, mas também o quanto a empresa valoriza profissionais que sabem unir conhecimento, empatia e capacidade de diálogo.
Em eventos, reuniões e visitas técnicas, ela tem uma presença marcante: chega, observa, escuta, entende e entrega sempre o melhor. Não é apenas uma representante é uma ponte entre pessoas, ideias e soluções.
E para nós, que acompanhamos de perto a evolução da geotecnia, é muito bom ver talentos como ela ocupando seus espaços com competência e autenticidade.
Parabéns, Ariadne! Sua presença sempre engrandece a INCOTEP e inspira todos nós que caminhamos juntos nessa engenharia que move o Brasil.
📍 SEFE 11 – Encontro Nacional da Engenharia de Fundações e Geotecnia
De 1 a 4 de setembro de 2025, o Espaço Pro Magno, em São Paulo, será novamente o ponto de encontro dos grandes nomes da engenharia geotécnica brasileira.
O SEFE 11, promovido pela ABEF, trará uma programação técnica de altíssimo nível, com palestras, mesas redondas, minicursos e workshops, abordando desde as técnicas mais avançadas de fundações e geotecnia até a importância das normas da ABNT, das NR’s de segurança do trabalho e do Manual de Execução de Fundações da ABEF.
Nos primeiros meses de lançamento, o evento já demonstrou sua força: 95% dos estandes adquiridos por empresas líderes do setor. Uma demonstração clara de como a engenharia de fundações continua sendo um pilar essencial para o desenvolvimento do Brasil.
💬 Tive o prazer de reencontrar queridos amigos, colegas e parceiros de jornada, compartilhando conhecimento, experiências e a paixão por construir com segurança e excelência.
📸 Alguns registros desse grande encontro técnico e humano, que fortalece nossa profissão e inspira novas gerações de engenheiros.
A Juliana Cadore, da Sidrasul, é presença que marca.
Profissional firme, segura e extremamente preparada, ela representa uma geração que entende que engenharia e responsabilidade social caminham lado a lado. A Sidrasul ganha ainda mais credibilidade com alguém que transita entre técnica, ética e humanidade com tanta naturalidade.
Juliana tem aquele olhar que enxerga além do óbvio identifica riscos, propõe soluções, conversa com clareza e mantém o foco no que realmente importa: processos bem-feitos, relações profissionais saudáveis e compromisso com o resultado.
É raro encontrar alguém que combine tanto equilíbrio com determinação.
Nas discussões, ela não impõe: constrói.
Nas decisões, não atropela: orienta.
E no trabalho do dia a dia, não faz “só o que precisa”: faz o que transforma.
Para nós, que vivemos a engenharia e os desafios geotécnicos do país, é inspirador ver profissionais como a Juliana ocupando espaço com competência e autenticidade. Ela honra a Sidrasul e fortalece toda a cadeia de engenharia e segurança com sua postura exemplar.
Tem gente que ganha apelido por brincadeira.
O André ganhou por mérito.
Ser chamado de “Naresi da Tecnogeo” não é pouca coisa significa que ele é reconhecido pela entrega, pela dedicação, pelo cuidado com as pessoas e pelo amor real pela geotecnia. André é o tipo de engenheiro que não se esconde atrás de planilha nem de contrato: ele vai, olha, mede, revisa, explica, consola, resolve.
E a Tecnogeo só é o que é hoje porque tem nele um dos pilares mais sólidos.
Ele veste a camisa, mas também borda, passa, alinha e, se precisar, costura a bainha. É presença diária. É responsabilidade. É exemplo para a equipe, para os parceiros e para quem cruza com ele na obra.
André Fanaia tem aquela liderança de quem não precisa falar alto:
ele convence pelo jeito, pelo respeito, pela postura.
E talvez por isso o carinho ao seu redor seja tão grande.
No fim das contas, o apelido pegou porque faz sentido:
ele tem alma de Naresi, ética, humildade, coragem, generosidade e amor pela engenharia.
E isso faz dele um profissional raro e uma pessoa ainda mais especial.
A Tecnogeo ganha.
A geotecnia ganha.
E nós ganhamos em poder caminhar ao lado de alguém assim.
Hoje tive o prazer de visitar o stand da Tecnogeo, uma empresa que admiro não apenas pela capacidade técnica, mas pela maneira como conduz seus projetos, seu time e suas relações. Estar ali, recebido com carinho pela equipe especialmente pelo querido André Fanaia, o “Naresi da Tecnogeo” foi reencontrar amigos e reconhecer profissionais que realmente fazem a diferença na engenharia geotécnica do Brasil.
E não tem como passar pelo stand sem lembrar de uma obra emblemática que fizemos juntos:
a cortina atirantada executada com estaca prancha metálica revestida com tela e concreto projetado, no KM 80 da RUMO.
Foi uma solução ousada, moderna e perfeitamente ajustada ao desafio que tínhamos:
um talude crítico, condições geotécnicas severas e a necessidade de garantir segurança, reforço estrutural e velocidade de execução — tudo isso sem comprometer a operação ferroviária.
✔ A estaca prancha metálica proporcionou contenção imediata e estabilidade inicial.
✔ O revestimento com tela deu suporte à aderência do concreto e à proteção contra desplacamentos.
✔ O concreto projetado garantiu robustez, acabamento e durabilidade ao sistema.
✔ Os tirantes, bem ancorados e monitorados, completaram a segurança da contenção.
Foi engenharia pura.
Engenharia de verdade.
Daquela que exige cabeça fria, prática, união de equipes e confiança mútua.
E ver hoje a Tecnogeo apresentando seus trabalhos, seu time e sua história me dá um orgulho enorme. Afinal, quando a parceria é boa, a obra fica para sempre — não na paisagem, mas na lembrança do que construímos juntos.
Parabéns, PROGEO eTecnogeo!
Obrigado, Fanaia!
Seguimos firmes, construindo segurança, solução e geotecnia de alto nível no Brasil.
Hoje quero destacar alguém que admiro de verdade: meu amigo Cássio Abeid Moura, da CPP – Concreto Projetado Brasil.
Quem conhece o Cássio sabe que ele é daqueles profissionais que carregam a engenharia no olhar, na postura e na alma. E, além disso, é uma pessoa que a gente tem prazer em encontrar, conversar e aprender.
A CPP tem um nome respeitado no país inteiro, e muito desse respeito passa diretamente pelo Cássio. Ele conduz o trabalho com técnica, com seriedade e, ao mesmo tempo, com uma leveza e humanidade que fazem toda a diferença no nosso meio.
Cássio é daquele tipo raro:
✔ entende de gente,
✔ entende de obra,
✔ entende de concreto projetado como poucos,
✔ e entende a importância de fazer a engenharia com paixão e responsabilidade.
Cada conversa com ele rende boas risadas, bons ensinamentos e aquela sensação boa de estar ao lado de alguém íntegro, parceiro e comprometido.
E ter uma foto ao lado desse amigo no meu feed é mais do que registrar um encontro — é registrar uma história de amizade, respeito e admiração.
Meu abraço ao Cássio e à equipe da CPP.
Porque quando a engenharia encontra pessoas desse nível, tudo se torna mais leve, mais seguro e muito mais especial.
Falar sobre o Eng. Gilberto Manzalli é reconhecer a força de uma liderança que inspira e transforma a geotecnia brasileira.
No SEFE 11, o presidente da ABGF mostrou, mais uma vez, por que é uma das figuras mais respeitadas do nosso meio. Com equilíbrio, clareza técnica e uma capacidade rara de unir profissionais, Manzalli conduziu o evento com uma precisão que só quem vive intensamente a engenharia consegue oferecer.
O SEFE 11 foi grandioso por suas palestras, seu conteúdo, suas discussões, sua energia. E isso reflete diretamente o trabalho dedicado do Eng. Gilberto Manzalli, que tem à frente da ABGF uma missão que ele honra todos os dias: fortalecer a engenharia brasileira, valorizar a geotecnia e abrir espaço para o diálogo qualificado entre empresas, especialistas e entidades técnicas.
Sua gestão se destaca pela seriedade, pela organização e pela proximidade com quem está na linha de frente dos desafios geotécnicos reais. No evento, ficou claro: há propósito, há visão e há compromisso com o futuro da engenharia de fundações e contenções.
É uma alegria participar do SEFE 11 e testemunhar de perto a condução competente e inspiradora do Eng. Gilberto Manzalli.
Parabéns, presidente.
Parabéns à ABGF pela representatividade.
Parabéns ao SEFE 11 por mais um capítulo brilhante na história da engenharia brasileira.
Postar uma foto ao lado do Eng. Jorge Roberto Nouh é muito mais do que registrar um encontro é celebrar uma história.
Jorge, da NOUH Engenharia, não é apenas um grande nome da geotecnia brasileira. Ele é meu padrinho de casamento, meu mentor e um dos profissionais que mais influenciaram minha caminhada técnica e humana.
A NOUH Engenharia é uma verdadeira escola. Passaram por lá alguns dos melhores geotécnicos do país, todos marcados pela disciplina, pela visão prática e pela excelência que o Jorge sempre exigiu e inspirou.
Encontrá-lo no SEFE 11 foi especial. No meio de tanto conteúdo, tecnologia e discussões de alto nível, rever alguém que fez e faz parte da minha formação trouxe aquele sentimento de pertencimento, de gratidão e de reconhecimento por tudo o que já vivemos na jornada da engenharia.
Jorge Nouh é desses profissionais raros: firme nos princípios, brilhante na técnica e generoso no compartilhar conhecimento.
E poder caminhar ao lado dele, como colega, como afilhado e como amigo, é uma honra que carrego com muito orgulho.
Que venham muitos outros encontros, conversas e projetos.
A geotecnia agradece e eu também.
Falar do meu amigo Plazza, da Torcisão Tirantes, é falar de competência, seriedade e de uma amizade construída dentro da geotecnia.
No SEFE 11, tive a alegria de reencontrar esse grande profissional que se tornou referência nacional quando o assunto é tirantes e soluções especiais de contenção. A Torcisão é sinônimo de qualidade, precisão e compromisso — e muito disso vem da postura firme, correta e apaixonada do Plazza pela engenharia.
Ao longo dos anos, ele se consolidou como um dos nomes mais respeitados no mercado, sempre presente nas obras mais desafiadoras, contribuindo com técnica, experiência e aquela tranquilidade de quem sabe o que faz.
Encontrá-lo no SEFE 11 foi especial: entre tantas empresas, tecnologias e debates de alto nível, trocar ideias com o Plazza é sempre um aprendizado. É aquele tipo de conversa que só quem vive a geotecnia 24 horas entende — franca, direta, técnica e, ao mesmo tempo, leve como a amizade permite.
Plazza é daqueles amigos que a engenharia nos dá: parceiro, confiável e sempre pronto para somar.
E ver a Torcisão tão bem representada por ele no SEFE 11 reforça ainda mais o respeito que todos temos pelo seu trabalho.
Que venham mais encontros, mais obras e mais histórias boas para contar.
O sistema de reação em estacas helicoidais da Torcisão é um dos métodos mais eficientes, seguros e modernos para execução de provas de carga em tirantes e fundações especiais.
A solução utiliza estacas helicoidais cravadas ao solo como elementos de reação, substituindo estruturas tradicionais como blocos de concreto, vigas metálicas pesadas ou sistemas complexos de ancoragem temporária. Isso traz várias vantagens:
As estacas helicoidais são instaladas em poucos minutos, sem escavação, sem concreto e sem curing time.
O sistema fica pronto para teste praticamente de imediato — um ganho enorme de produtividade em obras com prazo apertado.
As helicoidais trabalham perfeitamente em tração, oferecendo capacidade elevada, previsível e estável.
Isso garante leituras mais confiáveis nos ensaios, com menos interferências e menos deformações parasitas.
O sistema se adapta a:
Ensaios de tirantes (ativos e passivos)
Provas de carga em estacas raiz
Microestacas
Sistemas emergenciais de contenção
Ensaios em áreas confinadas, taludes, cortes e estruturas urbanas
Ideal para infraestrutura pesada, obras ferroviárias, obras rodoviárias e contenções de grande responsabilidade — exatamente o universo que você domina.
Sem escavações, sem blocos, sem movimentação de grandes equipamentos.
A equipe trabalha de forma muito mais segura, reduzindo homens-hora de exposição ao risco um ponto que você sempre defende com propriedade.
A Torcisão utiliza células de carga, sensores e macacos de alta precisão, acoplados ao sistema de reação das helicoidais, permitindo ensaios:
Rápidos
Estáveis
Com excelente repetibilidade
Com registros detalhados para relatórios técnicos
Porque une experiência prática, rigor técnico e inovação, entregando um sistema de reação moderno, seguro e altamente competitivo.
O Plazza e sua equipe transformaram esse método em referência nacional, elevando o padrão das provas de carga no Brasil.
Falar do meu amigo Fábio Damasio Ferreira é revisitar um capítulo especial da minha trajetória profissional e pessoal.
Tive o privilégio de trabalhar ao lado dele na Geobras S.A., uma verdadeira escola de engenharia geotécnica. E, ali, pude ver de perto o profissional sério, disciplinado e profundamente competente que o Fábio é.
Fábio sempre foi daqueles engenheiros que marcam uma equipe:
— firme nas decisões,
— tranquilo diante dos desafios,
— leal com os colegas,
— e absolutamente comprometido com a qualidade técnica.
É um homem de caráter, daqueles íntegros, de palavra, que você sabe que pode contar em qualquer situação. Nos momentos de maior complexidade nas obras, o Fábio era sempre uma voz ponderada, uma presença segura, alguém que sabia unir experiência e sensibilidade.
Além do ser humano admirável: educado, amigo, generoso e com um senso de responsabilidade que inspira quem está por perto.
Carrego um enorme respeito pela história dele e por tudo que vivemos juntos na Geobras uma fase que moldou muitos de nós e que, com certeza, fez de mim um profissional melhor.
Fábio Damasio Ferreira é, sem dúvida, um dos grandes nomes com quem tive a honra de dividir a engenharia e a amizade.
Falar do meu amigo Vinícius Lorenzi é falar de paixão verdadeira pela engenharia geotécnica e pelas fundações — sem complicações, como ele mesmo gosta de dizer.
Vinícius, com seu trabalho admirável no Fundações Sem Complicações, tornou-se uma das vozes mais ativas na missão de desmistificar, ensinar e aproximar a geotecnia do público técnico e dos estudantes. Ele consegue traduzir temas complexos com clareza, leveza e uma didática que só quem vive profundamente o assunto consegue ter.
E talvez seja justamente aí que a gente se encontra:
na vontade de multiplicar conhecimento,
na busca por valorizar a engenharia verdadeira,
e no compromisso de fazer a geotecnia mais compreensível, segura e respeitada no Brasil.
Eu e o Vinícius compartilhamos a mesma visão:
que fundação não é só cálculo é responsabilidade, é critério, é respeito ao solo, é olhar humano para quem vai usar aquela obra.
Que geotecnia não é só diagnóstico é prevenção, é segurança, é cultura técnica, é estudo constante.
E que ensinar é uma forma de perpetuar aquilo que acreditamos.
Conversar com o Vinícius é sempre enriquecedor. A gente fala de estacas, taludes, contenções, sondagens, ensaios, projetos… mas também fala de ética, mercado, formação profissional e da importância de fortalecer a engenharia brasileira de verdade.
Vinícius Lorenzi é desses profissionais que somam, que elevam o nível, que inspiram.
E é uma alegria dividir com ele essa paixão pela engenharia geotécnica e pelas fundações sempre com respeito, amizade e muita troca boa.
Minha nova amizade com o engenheiro Cristiano Machado, da Progeo Ground, veio para reforçar aquilo que a engenharia tem de mais valioso: gente boa caminhando junto.
Cristiano é um daqueles profissionais completos — técnico, dedicado, atento aos detalhes e apaixonado pelo que faz. Desde que passamos a conviver mais de perto na Progeo Ground, nossa parceria se tornou natural. Trocamos experiências, debatemos soluções, buscamos caminhos melhores e, acima de tudo, construímos uma relação baseada em respeito e confiança.
Nossa trajetória juntos na empresa vem sendo marcada por desafios importantes, obras exigentes e decisões que pedem maturidade técnica. E o Cristiano sempre aparece com serenidade, método e uma leitura precisa dos problemas geotécnicos — características que elevam o nível de qualquer equipe.
É bonito ver como a amizade nasce exatamente ali, no dia a dia do trabalho sério: numa conversa de obra, num alinhamento técnico, numa solução bem pensada. Aos poucos, vira parceria. E dessa parceria, nasce uma confiança real — daquelas que não se fabricam, se constroem.
Cristiano Machado representa essa nova geração de engenheiros que honra a geotecnia, valoriza a prática, respeita o conhecimento e sabe trabalhar em equipe. E caminhar com ele dentro da Progeo Ground tem sido motivo de alegria e orgulho.
Que venham muitos projetos, muitas obras e muitos cafés de alinhamento geotécnico.
A engenharia agradece — e eu também.
Falar sobre a bibliografia e a trajetória do Eng. Maury Gottlieb é reconhecer a contribuição de um dos nomes mais sólidos e respeitados da engenharia geotécnica brasileira.
Maury é daqueles consultores que marcaram época não apenas pela experiência acumulada em décadas de atuação, mas pela forma como conseguiu transformar conhecimento técnico em orientação segura, assertiva e profundamente responsável. Sua carreira sempre esteve alicerçada na seriedade e no rigor que a geotecnia exige, especialmente nas áreas de fundações, contenções, investigação geotécnica e obras de infraestrutura pesada.
Ao longo da sua trajetória, Maury participou de projetos emblemáticos, sempre trazendo o olhar crítico e a maturidade técnica que caracterizam os grandes consultores. Sua atuação foi pautada por:
Diagnósticos precisos, construídos sobre uma base sólida de campo e teoria.
Posicionamentos firmes e fundamentados, sempre priorizando a segurança e o desempenho da solução.
Mentoria e orientação de equipes, deixando marcas em gerações de engenheiros que hoje ocupam posições importantes no setor.
Contribuição constante para a literatura técnica, seja em artigos, pareceres, relatórios ou apresentações que fortalecem o corpo de conhecimento da engenharia geotécnica nacional.
No Seminário de Fundações do (SEFE 11), sua presença remete exatamente a isso: a importância histórica dos consultores que construíram o caminho que hoje seguimos. Maury representa essa linhagem de profissionais que unem teoria, prática, responsabilidade e ética fundamentos que sustentam a engenharia verdadeira.
É sempre inspirador ver nomes como o dele sendo lembrados, reconhecidos e valorizados.
Afinal, a engenharia geotécnica se faz não só com máquinas e cálculos, mas com pessoas que dedicam a vida ao conhecimento e ao compromisso técnico.
A Liebherr Equipamentos de Fundação dispensa apresentações — é sinônimo de precisão, confiabilidade e tecnologia de ponta na engenharia mundial.
Suas máquinas — perfuratrizes, guindastes, equipamentos de estacas e soluções avançadas de monitoramento — são referência absoluta em obras de grande porte, garantindo produtividade, segurança e controle geotécnico em alto nível. Em qualquer canteiro sério, a Liebherr sempre aparece como protagonista.
E no SEFE 11 tive a alegria de reencontrar meu amigo Guilherme, que representa essa gigante com a competência e a seriedade que ela exige. O Guilherme é daqueles profissionais que carregam junto consigo o DNA da empresa: técnico, articulado, sempre atualizado e com um conhecimento profundo das soluções de fundações.
Conversar com ele no evento é sempre enriquecedor — falamos de tecnologia, de obras, de inovação em fundações profundas e, claro, da evolução dos equipamentos que fazem a diferença no campo. A amizade se mistura com a admiração profissional, porque o Guilherme é exatamente esse tipo de parceria boa: alguém que soma, esclarece, apoia e compartilha visão com respeito e simplicidade.
O SEFE 11 proporcionou mais esse reencontro valioso — entre colegas, amigos e empresas que movem a engenharia para frente.
A Liebherr segue como referência.
E o Guilherme, como sempre, é parte importante dessa história.
Conhecer o Luiz F. Salles na ABMS MG e reencontra-lo SEFE 11 foi uma daquelas surpresas boas que a geotecnia nos dá.
Logo na primeira conversa deu pra ver: ali tem paixão verdadeira pelo solo, pelas fundações e pelo estudo sério da engenharia geotécnica.
Luiz é daqueles profissionais que brilham pelo entusiasmo. Fala de contenções, sondagens, taludes e estacas com brilho no olho do jeito que só quem ama a área consegue falar. A gente se conecta rápido quando encontra alguém assim… porque essa paixão não se ensina, ela nasce com a pessoa.
No SEFE 11, entre equipamentos, palestras, debates e reencontros, criar essa nova amizade foi um dos pontos altos do evento. Trocamos ideias, experiências, visões de obra e de mercado aquela conversa boa que só a geotecnia proporciona. E percebi que o Luiz é da mesma linha que eu: valoriza técnica, responsabilidade, segurança e respeito pelo conhecimento.
É muito bom quando a engenharia nos apresenta pessoas que somam, inspiram e caminham na mesma sintonia.
O Luiz F. Salles é exatamente esse tipo de amigo novo daqueles que chegam pra ficar.
Que venham muitos outros encontros, projetos e boas conversas geotécnicas pela frente.
Encontrar a Zarry Bueno no SEFE 11 foi daqueles momentos que deixam o evento ainda mais especial.
A Zarry é uma profissional querida, inteligente e cheia de energia — dessas pessoas que iluminam qualquer ambiente técnico com simpatia, competência e presença marcante. Conversar com ela é sempre enriquecedor: a visão ampla, a escuta atenta e a forma leve com que ela transita pelos temas da engenharia fazem dela uma companhia única nos eventos do nosso setor.
No SEFE 11, no meio de tanta tecnologia, palestras e reencontros, ter esse momento de conversa e proximidade com a Zarry foi uma alegria. É esse tipo de encontro que faz o evento valer ainda mais a pena: pessoas boas, trocas verdadeiras e aquele sentimento bom de parceria que só a engenharia bem vivida proporciona.
Zarry Bueno é daquelas amizades que a geotecnia nos presenteia sincera, profissional e sempre pronta pra somar.
Que venham outros eventos e novos encontros assim!
Falar da Engenheira Geotécnica Elisângela Masutti é falar de competência, paixão pelo que faz e uma trajetória construída com muita dedicação.
A Elisângela é daquelas profissionais que honram a geotecnia: estudiosa, atenta aos detalhes, comprometida com a segurança das obras e com uma visão técnica extremamente sólida. Sua carreira reflete isso anos de experiência em projetos, consultorias, obras desafiadoras e um histórico de contribuições importantes para o fortalecimento da engenharia geotécnica no Brasil.
Além da técnica apurada, ela tem algo que não se aprende em livro: a capacidade de unir pessoas, trocar conhecimento com humildade e construir um ambiente de respeito onde quer que esteja.
Nosso encontro no SEFE 11 foi especial. Em meio a tantas palestras, reencontros e discussões técnicas, trocar algumas palavras com a Elisângela foi um momento de leveza e admiração. É sempre inspirador conversar com alguém que vive a engenharia com brilho nos olhos e propósito no coração.
Elisângela Masutti representa exatamente o que a geotecnia mais precisa:
profissionalismo, seriedade, humanidade e amor pelo oficio.
É uma alegria ter essa amizade e dividir esses momentos com ela em eventos tão importantes para o nosso setor.
Falar do meu amigo engenheiro Marcelo Ferreira, hoje diretor da Consutrix, é revisitar uma trajetória de vida que atravessa obras, tempo, histórias e respeito mútuo.
Nos conhecemos em um dos capítulos mais marcantes da minha carreira: a Terceira Ponte do Lago Paranoá, em Brasília — a famosa Ponte da Pedra que Pula. Lá, o Marcelo foi meu fiscal, aquele profissional rigoroso, firme e responsável que conduziu cada etapa com a seriedade que uma obra dessa magnitude exige.
Foram dias intensos, trabalhos desafiadores e uma convivência que deixou marcas profundas. A postura técnica, o equilíbrio e a integridade do Marcelo sempre me impressionaram. E, ao longo do tempo, isso se transformou em amizade. Daquelas verdadeiras, de estrada longa, que sobreviveram ao tempo e ao ritmo da vida.
Hoje, vê-lo como diretor da Consutrix, consolidado, maduro profissionalmente e conduzindo uma empresa que é referência no setor, é motivo de orgulho. Para mim e para todos que acompanharam sua ascensão.
E o reencontro no SEFE 11 foi emocionante.
A engenharia tem dessas coisas: ela costura histórias. Muitos anos depois, de repente, você se vê frente a frente com alguém que fez parte da sua formação e da sua trajetória. E a conversa flui como se o tempo tivesse apenas dado um intervalo, não uma distância.
Rever o Marcelo foi reencontrar não só o amigo, mas também o passado que ajudou a me construir.
E celebrar o presente de um profissional que continua fazendo diferença na engenharia brasileira.
Que essa amizade siga firme, como as obras que nos uniram.
Encontrar o presidente nacional da ABMS, Eng. Ricardo Quental Coutinho, no SEFE 11, foi um daqueles encontros que sintetizam a força e a grandeza da engenharia geotécnica brasileira.
Ricardo Quental é uma liderança que inspira: técnico, sereno, acessível e profundamente comprometido com o desenvolvimento da geotecnia no Brasil. Ele representa uma ABMS ativa, presente, moderna e verdadeiramente conectada com os profissionais que fazem a engenharia acontecer no dia a dia.
Conversar com ele no SEFE 11 foi uma alegria — troca rica, visão estratégica, respeito mútuo e aquela sensação boa de estar diante de alguém que conduz a nossa comunidade geotécnica com responsabilidade e postura exemplar.
Mas o momento ganhou ainda mais significado porque eu estava ladeado por tantos amigos queridos, colegas que fazem parte da minha história, da minha trajetória e das minhas memórias dentro da engenharia. Estar cercado dessas pessoas que admiro e que caminham ao meu lado há tantos anos é um privilégio que reforça como a geotecnia é mais do que técnica: é laço, é parceria, é família profissional.
O SEFE 11 proporcionou mais do que palestras e tecnologia — proporcionou reencontros que aquecem o coração e fortalecem a alma de quem vive a engenharia com amor.
É uma honra ter vivido esse momento ao lado de Ricardo Quental Coutinho e de tantos amigos que fazem a diferença.
Falar do Engenheiro Francisco Caputo Filho, da Brasfix Fundações, é revisitar um dos capítulos mais importantes da minha vida profissional — e, por que não, pessoal.
Foram oito anos de convivência intensa na Geobras, anos que moldaram quem eu sou como engenheiro. O Caputo foi mais do que um colega de trabalho: ele foi mentor, referência, farol técnico e humano.
Ao lado dele, vivi obras que marcaram época, aprendi valores que carrego até hoje e entendi, de verdade, o que significa fazer engenharia com seriedade, critério e responsabilidade.
Juntos, rodamos o Brasil construindo pontes e fundações profundas.
Pontes imensas, emblemáticas, daquelas que desafiam o solo, o tempo e a própria engenharia.
Pontes que nos ensinaram a resolver problemas, tomar decisões difíceis, respeitar o terreno e, principalmente, respeitar as pessoas.
E um dos marcos dessa jornada foi a participação na construção do Porto do Pecém, em Fortaleza, um projeto grandioso executado para a Andrade Gutierrez. Ali, entre estacas, os desafios de obra marítima, ficou ainda mais claro para mim o privilégio que era aprender com o Caputo dia após dia.
Ele tinha e ainda tem aquela calma firme de quem domina o que faz e sabe orientar sem impor, ensinar sem humilhar e liderar sem gritar. Um verdadeiro mestre de obra e de vida.
Encontrá-lo novamente agora, no SEFE 11, em São Paulo, fechou um ciclo de forma bonita.
No meio de tantas palestras, reencontros e avanços tecnológicos, rever o Caputo foi como reencontrar uma parte da minha origem. Aquele abraço carrega história, memória e gratidão.
Caputo Filho é daqueles profissionais raros, que deixam marca.
E eu tive a sorte de começar a minha carreira sob a orientação dele uma das maiores riquezas da minha trajetória.
Que venham mais encontros, histórias e lembranças boas. A engenharia é feita disso.
Tive o prazer de reencontrar o meu amigo Marcelo Boas (da Biosonda Comércio e Locação de Equipamentos) no recente Seminário de Fundações – SEFE 11.
A Biosonda atua fortemente no setor de fundações, geotecnia e meio-ambiente, fabricando equipamentos, realizando assistência técnica, reformas e modernizações para sondagens, estacas, tirantes e outros sistemas para obras geotécnicas.
Meu respeito ao Marcelo não é apenas pela parceria no evento, mas pelo conhecimento técnico que ele traz à mesa sempre com foco em soluções práticas, seguras e inovadoras para a engenharia de fundações.
A alegria de estar num ambiente como o SEFE11, cercado por profissionais de alta qualidade como ele, reforça o quanto a troca de ideias, o reencontro de amigos e a convivência técnica fazem diferença.
Obrigado, Marcelo, pela inspiração profissional e pela presença marcante no seminário!
Falar da G2 Base é falar de uma empresa que respira geotecnia com seriedade, técnica e compromisso.
E reencontrar meu amigo Marcelo Galdino e toda sua maravilhosa equipe no SEFE 11 foi uma alegria especial.
A G2 Base se consolidou como uma referência em investigação geotécnica, ensaios especiais e soluções de campo, sempre entregando qualidade, precisão e confiança três pilares fundamentais para qualquer projeto de fundações e geotecnia. A empresa cresceu baseada em competência, ética e no trabalho incansável de profissionais dedicados.
E no centro disso está o Marcelo. Um amigo querido, engenheiro de excelente formação e liderança natural. Ele conduz a equipe da G2 Base com firmeza, profissionalismo e respeito e isso se reflete em cada técnico, cada engenheiro, cada colaborador que cruza nosso caminho nos eventos do setor.
No SEFE 11, foi lindo ver essa energia de perto:
uma equipe afinada, motivada, estudiosa e totalmente conectada com o que há de mais moderno na investigação geotécnica.
É o tipo de presença que engrandece o evento e inspira quem vive a engenharia de verdade.
Reencontrar o Marcelo e sua turma foi reencontrar amigos, parceiros e profissionais que fazem o nosso mercado evoluir.
A G2 Base honra a geotecnia e o Marcelo lidera isso com maestria.
Que venham mais obras, mais cafés técnicos e mais encontros como esse.
A engenharia agradece e eu também.
A Máquina Solo é uma das empresas mais importantes e consolidadas do Brasil quando o assunto é tecnologia aplicada à geotecnia, fundações e obras de infraestrutura.
Ao longo dos anos, a empresa se especializou em fornecer equipamentos, sistemas e soluções completas para:
geotecnia e fundações especiais,
perfuração e injeção,
estabilização de solo,
controle geotécnico,
e tecnologias modernas para obras subterrâneas.
Além da locação e venda de equipamentos de alto desempenho, a Máquina Solo sempre se destacou pelo suporte técnico impecável, pela qualidade das soluções e pela capacidade de inovar dentro de um setor que exige precisão e responsabilidade.
Seu portfólio contempla desde equipamentos para solo grampeado, cortinas atirantadas, jet grouting e geoinstrumentação, até tecnologias consolidadas para obras complexas de contenção, fundações profundas e infraestrutura pesada.
É uma empresa que sempre caminhou ao lado da engenharia séria — aquela que você, Naresi, valoriza e defende.
E aproveito para deixar aqui um grande abraço para toda a equipe da Máquina Solo: profissionais comprometidos, competentes e apaixonados pelo que fazem.
Gente que ajuda a mover o setor para frente e que merece todo o reconhecimento.
A DYWIDAG é uma das maiores referências mundiais em tirantes, ancoragens e soluções de contenção de alto desempenho.
Com décadas de experiência internacional, a empresa se consolidou como sinônimo de qualidade, confiabilidade e tecnologia de ponta em obras geotécnicas e de infraestrutura.
Os tirantes da DYWIDAG são amplamente reconhecidos pela sua durabilidade, precisão, segurança e excelente comportamento ao longo do tempo características essenciais para projetos críticos que exigem desempenho geotécnico rigoroso.
No SEFE 11, em São Paulo, tive a alegria de reencontrar a equipe da DYWIDAG e registrar uma fotografia que simboliza muito mais do que um encontro técnico: simboliza amizade, respeito profissional e uma história construída com grandes nomes da engenharia.
Rever amigos queridos, trocar boas ideias e sentir essa energia de parceria é sempre especial.
A equipe da DYWIDAG representa exatamente isso profissionalismo, competência e paixão pela engenharia.
Foi um prazer enorme vê-los novamente no SEFE 11.
Um abraço cheio de admiração e respeito para toda a equipe da DYWIDAG.
Depois do SEFE 11, nada melhor do que encerrar o dia com boas conversas e grandes amigos.
E assim foi o nosso encontro no tradicional Famiglia Mancini, no coração de São Paulo — mesa farta, risadas soltas e aquele papo que flui naturalmente entre quem compartilha a mesma paixão pela geotecnia.
Ao meu lado estavam dois profissionais que admiro e respeito profundamente:
Um amigo querido, experiente, inteligente e com uma visão geotécnica afiada. O Armando carrega consigo a essência da INTERSOLO: seriedade, técnica e compromisso com o solo brasileiro. Conversar com ele é sempre aprender algo novo e trocar ideias de alto nível.
Meu parceiro de trajetória dentro da Progeo Ground, amigo leal e engenheiro dedicado. Cristiano tem aquela leitura precisa de obra e um olhar técnico maduro que engrandece qualquer conversa — principalmente quando o papo é geotecnia de verdade.
A noite foi daquelas que renovam a alma:
amigos, histórias, boas lembranças e um laço que vai além do profissional.
Porque a engenharia é isso também:
conexão, respeito e amizade construída ao longo do tempo.
Foi um prazer enorme estar com vocês, meus amigos.
Que venham muitos outros encontros — dentro e fora das obras.