128) PROVA DE CARGA EM PONTOS DE ANCORAGEM PARA ACESSO POR CORDA DUPLA EM TALUDES E LINHA DE VIDA

Autores:

Eng. Escalador N1 - Civil. Seg. Trab. Luiz Antônio Naresi Junior - Progeo

Nilton Cruz - Chefe de Produção - Progeo

Robson Andrade Nunes - Progeo - Encarregado de Geotecnia e N3 pela ANEAC e ABENDI

Treinamento prático na obra pelo Eng. Luiz Antonio Naresi Junior, formado em Engenheiro de Segurança do Trabalho pela Universidade Federal de Juiz de Fora a sua equipe de campo.

PROCEDIMENTO EM PROVA DE CARGA EM PONTOS DE ANCORAGENS :



ANCORAGEM

VISTA EM CORTE MOSTRANDO O FUNCIONÁRIO DESCENDO PELO TALUDE COM ACESSO POR CORDA DUPLA PARA ATINGIR O CESTO DE TRABALHO



DETALHE DA FIXAÇÃO EM PLANTA BAIXA


LAY OUT BÁSICO MERAMENTE INFORMATIVO

Trabalho em sincronismo em pontos de ancoragem

ACESSO EM CORDA DUPLA - NR35

PROVA DE CARGA EM PONTOS DE ANCORAGEM PARA ACESSO EM CORDA DUPLA - NR35 com Laudo Técnico e RT

Ensaio de Prova de Carga - PROVA DE CARGA EM PONTOS DE ANCORAGEM PARA ACESSO EM CORDA DUPLA - NR35 - Feito conforme Relatório Técnico Eng. Luiz Antonio Naresi Júnior,, executado e confirmado pela prova de carga pelo Eng. Thiago Lemos, Sr. Nilton Cruz, Escalador ANEAC N2 Robson Andrade Nunes, certificação ABENDI conforme vídeo abaixo confirmando os parâmetros geotécnicos calculados. Ensaio realizado dia 23/06/2020 as 11 h 06 min da manhã.

inicio do procedimento após a descida de corda dupla.



Para obras de curta duração:


Materiais Necessários para Teste de carga em Pontos de Ancoragem :


1) Talha com capacidade de carga mínima de 2.000,00 kg


2) Dinamômetro Analógico Com Ponteiro Morto 2.000,00 kgf Crown BR-2000


3) Clip (Especificação) capacidade 4 t


4) Corda 2.000,00 kg semi estática especificação para alpinista


5) Tubo metálico galvanizado diâmetro 2 1/2 “


6) fita para acesso por corda especificação 2.220,00 kg



1) Pontos de ancoragem:


É um ponto utilizado para determinada atividade


Os pontos de ancoragem devem possuir resistência para suportar a carga queiram sustentar e a escolha destes pontos deve considerar os resultados dos estudos da análise preliminar de risco.


As hastes de ancoragem deverão ser fixadas no sentido negativo do talude para melhor sustentação das cordas.

Utilizar a talha com corrente, e nunca utilizar o tifor diretamente, pois o risco da corda romper durante o ensaio ou o cabo de aço existe e pode machucar o trabalhador ao fazer o chicote.


Deverá ser realizada análise do solo, por engenheiro de preferencia com conhecimento civil geotécnico para instalação das ações que deverão ser fixados no mínimo a 1,20 m da crista do solo com aplicação de calda de cimento para fixação das hastes, para garantir a rigidez da mesma.


Após as instalações das artes estas deverão passar por testes de resistência.


1.1) Pontos de Ancoragem – Trabalho em Altura NR-35


O ato de ancorar corresponde à ação de amarrar ou prender algo ou equipamento em um lugar determinado, fazendo com que este permaneça estável, garantindo assim uma utilização mais segura e eficiente, definidas as cargas efetivas de trabalho.

Cuidado com a utilização e check list dos mosquetões

Os pontos de ancoragem são considerados como o coração de um sistema de segurança, não podendo ser considerado menos importante que um EPI.


Para que a corda segure um impacto ou queda, a ancoragem onde a corda será conectada juntamente com um ponto mecânico precisa estar bem dimensionada, para a atividade e pesos específicos que se vai utilizar na obra.


Podemos encontrar pontos de ancoragem definitivos na estrutura de algumas edificações, para fins de serviços de manutenção prediais.

Pontos de ancoragem fixos em estruturas de concreto armado

No caso de obras provisórios ou em taludes com auxilio de atividade de acesso por corda ou atividade em corda dupla, criamos recursos especiais seja fincando qualquer elemento estrutural que conhecemos a resistência do material a fim de suportar o peso do sistema somado aos equipamentos e do próprio funcionário.



Não se deve trabalhar com o tifor devido ao risco da da corda romper durante o ensaio e chicotear o trabalhador, devemos adotar a posição fora do risco do raio de chicoteamento do cabo prevendo no lugar do tifor, uma talha de correte com posicionada a distancia eliminado o risco de impacto caso a corda se romá do efeito chicote no retorno da reação junto ao trabalhador.

Os pontos de ancoragem devem ser constituídos por materiais resistentes a intempéries, não provocar esforços cortantes nas cortas, não causar abrasões e resistir a esforços de tração de 1.500 a 3.000 kgf, dependendo da situação especifica de cada atividade e do projeto a ser executada pode ser alterada para mais ou para menos, dependendo da situação e do projeto.



2) Modos de Ancoragem


2.1) Parafuso: O parafuso olhal passante é comum em paredes de alvenaria, é composto por aço forjado, galvanizado a fogo, tipo prisioneiro. Para garantir a resistência de 1.500 kgf nos pontos de ancoragem é importante realizar a verificação estrutural civil.

2.2) Placa olhal: As placas olhal em inox com dois chumbadores de 3/8″ de diâmetro são usadas em paredes de concreto. Esta placa pode ser fixada por parafusos ou soldada em superfícies metálicas.

3) Acesso aos pontos de ancoragem


3.1) Vara Telescópica


Com a vara telescópica é possível acessar os pontos de ancoragem situados a menos de 10 metros do solo. A regulagem e os ajustes do comprimento são facilmente realizados, de 2,5 a 7,5 metros.


4) Aplicações de pontos de ancoragem:


4.1) Em serviços de limpeza, manutenção de luminárias, exaustores e equipamentos industriais, taludes íngremes, serviços de corda dupla, os pontos de ancoragem impedem a movimentação das escadas.


4.2) Escadas de marinheiro.

4.3) Andaimes tubulares para manutenção de cortinas atirantadas

Esta linha de vida é utilizada para ser fixada nas paredes de cortinas atirantadas.

Atua de forma independente a estrutura do andaime.

Linha de vida fixa em cortina atirantada

5) Provas de Carga em pontos de ancoragem em trabalhos em taludes:


Os ensaios de resistência das ações deverão ser uma amostragem representativa do total de hastes instaladas na obra.


Os ensaios deverão ser através de aparelho dinamômetro e talha com capacidade de carga de pelo menos de 1,5 toneladas.

Dinamômetro reagindo contra um morto bem fixada, tomando o cuidado durante o ensaio para não permanecer próximo do raio de ação, pois o sistema poderá sai e se projetar contar o funcionário que estiver macaqueando o tifor aumentando e equalizando gradativamente a carga, devendo manter distancia segura fora do raio de projeção.

Devemos elaborar um projeto especifico da atividade de preferencia com ART do profissional e descritivo dos materiais destinado a haste de fixação.

Ponto de ancoragem em tubo metálico galvanizado

MOSTRANDO A HASTE PARA FIXAÇÃO EM CORDA DUPLA

VISTA LATERAL

(Não há necessidade de colocação desta abraçadeira fixa informada no croquis, isso dificulta e prejudica a instalação das cordas inclusive pode danificar a capa de proteção e meramente ilustrativo)


Deverá ter um projeto contemplando a distribuição das hastes da crista do talude.

A distribuição das hastes deverá ser de forma uniforme para atender todas equipes de ângulos estabelecidos em normas.


As hastes com ângulos equalizados deverão ser distribuídos de forma atender a carga em cada ponto da ancoragem não podendo ter ângulos inadequados que danifiquem a ancoragem e a equalização das cordas.


Mesmos os pontos de ancoragem em Rocha deveram ter suas hastes fixadas com nata de concreto.


6) Ancoragens em árvores:


Devem ser inspecionados visualmente para verificar se as árvores não tem problema de rigidez, ou doenças, não podem estar danificadas e se podem ser utilizadas para a finalidade de ancoragem.


As ancoragens em árvores poderão ocorrer em casos especiais, quando na avaliação do local da obra ou em caso de emergência. Não e indicado a ancoragem definitiva para realização das atividades regulares de trabalho.


Ancoragem sem estruturas existentes devem ser avaliadas junto ao consultor especializado para avaliação de procedimento e feita uma analise de carga antes da execução da atividade final.

Chamada também de Ancoragem Natural:


Podem ser árvores, grandes pedras ou qualquer outro ponto de apoio natural (desde que tenha peso suficiente para não ser arrastado), onde se possa prender todo o sistema. Geralmente uma árvore, de preferência uma de bom diâmetro e com raizes profundas, sempre oferecem uma grande capacidade de tração, sendo neste caso desnecessário a equalização (distribuição do peso entre outros pontos de apoio).


Dicas básicas para ancoragens:


Na hora de laçar uma ancoragem natural (uma árvore, por exemplo), lembre-se:


Nunca lace diretamente o ponto de apoio com a corda! Utilize fitas expressas ou cordas, envolvendo o ponto de apoio e feche tudo com mosquetões;


Em cada ponto da ancoragem, coloque sempre dois mosquetões com trava;


Nas extremidades da corda, utilize o mesmo tipo de nó usado nas ancoragens para escalada (o "nó de oito" ou o "nó de coelho").


Para maiores detalhes, escolha um dos 2 tipos de ancoragem natural:


Ancoragem Simples / Ancoragem Equalizada




7) PROCEDIMENTO DA PROVA DE CARGA EM PONTO DE ANCORAGEM FIXO EM TALUDES :


RELATÓRIO TÉCNICO



TESTES DE ANCORAGENS PARA ACESSO POR CORDAS


OBRA - NOME DA OBRA


INFORMAÇÕES GERAIS:

Empresa:

Razão Social:

Ramo de Atividade:

Endereço:

Local de Trabalho:


Contrato:

Gerência de Área:

Vigência:

Objeto do Contrato:

CNPJ:

Insc. Estadual:

CNAE :

Grau de Risco:

Responsável pela Contratada:


Objetivo:


Instruir o colaborador sobre a norma NR35 Trabalho em Altura, que estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o trabalho em altura, envolvendo o planejamento, a organização e a execução, de forma a garantir a integridade, segurança e a saúde dos trabalhadores envolvidos direta ou indiretamente com esta atividade, com complemento na prática de semeadura especifico em taludes e exercer com o maior segurança e experiência o serviço prestado.


Introdução:


Uma das principais causas acidentes de trabalho graves e fatais se deve a eventos envolvendo quedas de trabalhadores de diferentes níveis. Os riscos de queda em altura existem em vários ramos de atividades e em diversos tipos de tarefas. Os testes de ancoragens são necessários para que os trabalhos sejam realizados com segurança.


Por isso o presente relatório técnico foi elaborado pensando nos aspectos da gestão de segurança e saúde do trabalho para todas as atividades desenvolvidas em Acesso por Cordas na obra.



ANCORAGEM



VISTA EM CORTE MOSTRANDO O FUNCIONÁRIO DESCENDO PELO TALUDE COM ACESSO POR CORDA DUPLA PARA ATINGIR O CESTO DE TRABALHO



DETALHE DA FIXAÇÃO EM PLANTA BAIXA



Definição:


Os testes das ancoragens serão realizados de forma aleatória com a utilização de dinamômetro com capacidade de carga de superior a 1.500 kg.


As cargas serão aplicadas em estágios até atingir a carga máxima e os resultados devem ser registrados.


As ancoragens que obtiverem deslocamentos significativos para seu arrancamento serão invalidadas e deverão ser substituídas imediatamente e somente após o novo teste serão liberadas para o trabalho.


Devem-se adotar medidas preventivas em todos os trabalhos realizados com risco de queda, visando garantir a segurança de todos os colaboradores envolvidos na execução da atividade.



7.1) Fixar a corda na haste e no dinamômetro:

Teste de pontos de ancoragens feitos com tubos galvanizados

de 1,5 metro, afixadas no terreno com dois pontos.



7.2) Implantar uma segunda haste com as mesmas condições da primeira para servir de sistema de reação.

Morto envolvido na fita própria para escalador 2.220 kg dobrada suporta 4.440 kg alpinista de acesso por corda para servir de sistema de reação passivo, onde a talha servira para gerar o esforço que será transferido a reação para as duas cordas semi estáticas reagido contra os apoios que foram calculados, e chegando a 1.500 kg no dinamômetro caso visualmente não se constate nenhuma deformação no sistema ou ruptura da corda o ensaio se da por concluído e o serviço automaticamente estará liberado. Caso aconteça deformação será necessário aprofundar o sistema de cravação.


7.3) Conectar a talha entre a estaca de reação e a estaca a ser ensaiada:

7.5) Começar a macaquear a talha com movimentos alternados a fim de reagir a estrutura a estaca de reação.

Foi aplicado sistema de carga progressiva sobre os tubos, realizando-se ligeiras pausas para verificação do comportamento do sistema de ancoragem


Talha e presa no morto por uma cinta ou corrente que reage através de uma corrente nas duas cordas transferindo a reação para as ancoragens.

Chegando a 1.500 kg não havendo deformações em nenhuma parte do sistema visualmente

comprovado e nem rompimento da corda da por concluído o ensaio.

7.6) Efetuar a leitura visual direta no dinamômetro até a carga prevista de trabalho do projeto.

7.7) Verificar visualmente se houve deslocamento da haste para a carga final de trabalho previsto em projeto.


Caso não haja alteração ou flexão da haste esta feita a prova de carga, registrar o feito para controle e liberação.


Se a estrutura do solo ou edificação não variar a obra estará liberada.


Se houver mudança e perfil geológico geotécnico ou de estruturá, nova avaliação e projetos deverão ser feitos para a nova condição.

Agora mais um ensaio de teste das ancoragem dos sistema de ancoragem em dois pontos conforme pede a norma, puxados e equalizados de forma uniforme com dinamômetro até chegar a 1.500,00 Kgf



A NR 35,5,5,1 informa que de acordo com a norma técnica que o dispositivo de proteção contra a queda de retenção do trabalhador não seja maior do que 6 kn (600 kg), que possivelmente no exercito e aeronáutica eles estudaram nos saltos de paraquedas esse padrão. Mas não existe norma técnica aprovada para a resistência do corpo humano não afetar a ergonomia da coluna do paraquedista, chegado ao comportamento do fator de queda do cinto tipo paraquedista e da própria corda semi estática que se utiliza evitando o tranco bruto que pode inclusive quebrar a coluna.


Resultado:


Geralmente são realizados 1 teste em ancoragens, desde que o solo seja homogêneo, não ocorrendo deslocamento dos tubos e nem amassamento dos mesmos, o solo permanecendo estável muito menos apresentando fissuras após aplicação das cargas.


As ancoragens são consideradas seguras e o trabalho será liberado.



A seguir são descritos algumas medidas de proteção com aplicação obrigatória:


Medidas de proteção contra a queda:



Foi aplicado sistema de carga progressiva sobre os tubos, realizando-se ligeiras pausas para verificação do comportamento do sistema de ancoragem.


Teste de pontos de ancoragens feitos com tubos galvanizados de 1,5 metro, afixadas no terreno com dois pontos.


Resultado:


Fazemos o teste em pelo menos uma (01) ancoragem desde que não haja variação do solo, não ocorrendo deslocamento dos tubos e nem amassamento dos mesmos, e o solo permanecer estável e nem apresentar fissuras após aplicação das cargas.


As ancoragens são consideradas seguras e o trabalho será liberado.


A seguir são descritos algumas medidas de proteção com aplicação obrigatória.


Medidas de proteção contra a queda:

  • Qualificação dos colaboradores que executarão a atividade, por pessoal qualificado e em acordo com a NR 18, NR35, NBR15475 e NBR 15.595;

  • Necessita de um colaborador com treinamento, alem do executor da atividade, para supervisionar a execução da mesma;

  • Delimitação de área para prática de atividade (terá acesso a tal local ou área apenas pessoal devidamente treinado), zona de exclusão;

  • Estudar a área onde serão instalados os pontos de ancoragem detectando possíveis riscos de queda de colaboradores ou materiais e outros riscos existentes na realização da atividade;

  • O ponto de ancoragem deve ser instalado em terreno solido que não ofereça riscos de desmoronamento;

  • Após a instalação dos pontos de ancoragem deverão ser testados e avaliados, quanto à resistência dos mesmos;

  • Instalar equipamentos de proteção coletiva (EPC) linha de vida vertical, com corda de polietileno 12 mm e trava queda para a mesma, de forma que pontos de riscos sejam neutralizados;

  • Equipamento de proteção individual (EPI) próprios para a atividade;

  • Inspeção de todos os EPI’s e EPC’s no inicio e no final de cada atividade ou uso dos mesmos.

  • A ancoragem consiste em duas hastes cravadas em solo (Analise Preliminar de Risco APR)

  • Utiliza se como hastes tubos tipo ROHR ou similar com capacidade para suportar até 1.000 kg e com comprimento de 1,5 metros;

  • O responsável pela atividade deve certificar – se que o cravamento da haste ou tubo metálico tipo ROHR ou similar, siga corretamente o protocolo de acordo com a figura, com profundidade suficiente para garantir a estabilidade de toda estrutura instalada em terreno sólido (firme) e resistente;

  • A estabilidade da haste ou tubo metálico tipo ROHR deve ser verificada antes, durante e tendo um novo reinicio das atividades (pós-almoço);

  • A corda deve ser amarrada na base (pé) da haste ou tubo metálico tipo ROHR de acordo com a FIGURA 02 E FOTO; sendo executado nó oito com um nó fiel acima do mesmo garantido a estabilidade do mesmo;

  • Nos locais onde houver contato direto da corda com quinas vivas e/ou terreno, deverá ser utilizado à proteção de corda evitando o desgaste prematuro da mesma.

  • Realizar a retirada das cordas no fim do expediente, a fim de preservar as mesmas, contra coração, cortes e chuvas;


Normas pertinentes a este Relatório Técnico:


NR 06, NR 18, NR 35, NBR 15.595, NBR 15.475, NBR 15.986, EN 1891, NBR 14628, NBR 15834.


Responsabilidade técnica:



TERMO DE RECEBIMENTO E COMPROMISSO



Recebi da empresa XXXXXXXX o (PO) Procedimento Operacional, para as atividades diárias, estando ciente que todas as vezes que ocorrerem situações diferentes as relatadas neste documento, eu me responsabilizo a revisar este com o auxilio da equipe técnica da obra, tendo também como obrigação cumprir o cronograma de revisão mensal deste documento, assim assino este procedimento referente às minhas atividades, que foi elaborado atendendo a Portaria 3214/78.

______________________________, _______ de ____________________ de 20_______


DADOS DO FUNCIONÁRIO E ASSINATURA


Nome Legível:


Cargo:

Função:

Data:

Assinatura:



Nota:


Toda atividade que exija a necessidade do uso do ACESSO POR CORDAS, devera ter uma Analise de Risco (AR) da atividade a ser executada, elaborada pelo responsável direto ou Técnico de Segurança da obra de acordo com a NR 35 anexo I acesso por corda.


1.2 Em situações de trabalho em planos inclinados a aplicação deste anexo deve ser estabelecida por Análise de Risco.


Baseado na análise de risco, em função dos riscos específicos identificados, considerar-se-á ou não a adoção da técnica de acesso por corda nos trabalhos em planos inclinados, como trabalhos em taludes, telhados, silos, etc.

Capacete 3 pontos tipo A de Segurança com aba frontal e jugular: Proteção da cabeça do trabalhador contra impacto proveniente de quedas de objetos, colisões contra equipamentos, choques elétricos e outros.


Cinto de Segurança tipo Paraquedista 5 pontos: Utilizado em atividades a mais de 2,00 m de altura do piso, nas quais haja risco de queda do trabalhador.


Ascensor de Punho


Descensor Rig



Luvas de Vaqueta: Proteção das mãos do trabalhador contra cortes, escoriações, e etc.


Mosquetão oval de aço em rosca com carga de 22kn


Trava queda, dotado de duas trava de segurança para evitar abertura acidental.

Possui regulagem por mola que prende o equipamento sobre a corda (execução de trabalhos estacionários) ou quando solta permite que o equipamento deslize acompanhando o trabalhador em ascensões ou decidas travando automaticamente em caso de queda.

Conector com trava dupla de segurança e utilizados em cordas de 12 mm de diâmetro.



Trava quedas utilizado em corda de 12 mm




Para a atividade de rapel as cordas devem ser semi - estática com diâmetro de 11,5 mm de acordo com a norma em vigor.



Protetor de corda protege a corda de arestas ásperas ou cortantes e contato com o terreno, podendo ser utilizados pedaços de mangote de borracha como proteção.


CHECK-LIST EM SISTEMA DE ANCORAGEM

EMPRESA: Gerência: Data:

CONTRATADA:


Trabalho a ser executado:


Local / Equipamento:

Lista os equipamentos:


O Sistema de ancoragem não deverá ser utilizado quando houver uma resposta "Não" neste check-list. Quando houver item não aplicável colocar NA na coluna do “Sim”


EPI’s e EPC’s Sim Não

1. O cinto de segurança está em boas condições de uso, fitas, fivelas, costuras, limpas?

2. Trava quedas para corda em boas condições de uso, mosquetão e conectores limpos?

3. Foi verificada a existência de fissuras ou trincas na caixa do trava quedas?

4. Foi verificada a existência de fissuras ou desgaste no mosquetão?

5. As molas do mosquetão estão isentas de irregularidades?

6. A corda – apresenta desgaste, sujeira ou rigidez?

7. O talabarte em “Y” esta em boas condições de uso, mosquetão e conectores limpos?

8. Capacete de segurança esta em boas condições de uso, carneira, jugular e limpo?

9. Luvas de vaqueta esta em boas condições de uso, rasgada ou furos?

10. Óculos de proteção esta em boas condições de uso, aranhado ou quebrado?

11. Hastes tubos tipo ROHR para ancoragem

12. Empregado está regular para realizar atividade (treinamento dentro do prazo de validade)?

Responsável pela Inspeção


Assinatura e matricula:

Nome: Data:

Suspensão Inerte

A síndrome da suspensão inerte também é conhecida como hipotensão ortostática, trauma de suspensão inerte ou síndrome da cadeirinha. Geralmente, ela é produto das situações de queda ou do tempo de suspensão necessário à chegada do socorro. Ou seja, é fruto da condição de imobilidade e suspensão

Eng. Naresi e Robson em uma das Inspeções de Segurança,Treinamentos e definições Geotécnicas em Obras

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Luiz Antonio Naresi Júnior é engenheiro civil com ênfase na área de Saneamento, possui pós-graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho, Analista Ambiental pela UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora), e em Engenharia Geotécnica pela UNICID (Universidade Cidade de São Paulo). É especialista em obras de Fundação Profunda, Contenções de Encosta, Obras de Artes Especiais, Projetos de Contenção, Infraestrutura Ferroviária e Rodoviária. Atualmente é sócio da ABMS (Associação Brasileira de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica), diretor do Clube de Engenharia de Juiz deFora (MG) desde 2005, participa como voluntario pela ABMS como apoio a defesa civil de Belo Horizonte, Professor da Escalla Cursos para Mestre de Obras (CEJF / CREA/MG), consultor de fundação pesada e geotecnia, comercial e assessor da diretoria da Empresa ProgeoEngenharia Ltda .


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