362) 5° Congresso Brasileiro de Túneis e estruturas subterrâneas-2021-CBT

Abaixo os anais do 5o CBT


Engenheiro Civil, M. Eng.

Engenheiro civil formado pela Unochapecó-SC (2004), com Mestrado em Engenharia de Minas pela UFRGS de Porto Alegre-RS (2006). É servidor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes - DNIT desde 2007. Possui curso de extensão em Túneis feito no Politécnico de Turim, na Itália (2010). Desde 2011 atua em atividades de docência, de graduação e pós-graduação. Pelo DNIT, atuou diretamente em análise de projetos de túneis rodoviários e ferroviários, com especial atenção aos túneis da Duplicação da Rodovia BR-101, entre Palhoça-SC e Osório-RS.

LUIS ANTONIO NARESI JUNIOR

BELO HORIZONTE / MG

Eng. Civil Geotécnico Seg. Trab. e Ambiental

Luiz Antonio Naresi Júnior é engenheiro civil com ênfase na área de Saneamento, possui pós-graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho, Analista Ambiental pela UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora), e em Engenharia Geotécnica pela UNICID (Universidade Cidade de São Paulo). É especialista em obras de Fundação Profunda e hiperbarismo, Equipamentos de Fundação Mecanizada, Perfuratrizes Rotopercussivas, Engenheiro escalador, especialista em Projetos de Contenções de Encosta, Obras de Artes Especiais, espaços confiados e galerias, execução de enfilagens, escavação controlada de túneis, projetista de túneis com estudos e patologias e soluções para proteção e segurança na escavação de túneis e soluções de injeção de consolidação para garantia dos emboques frontais, superiores e tratamento de involucro em caso de se perceber que o perfil geológico geotécnico não seja compatível com o avanço do tínel com seguranças mínimas recomendadas, execução de bate chocos e obras de recuperação e reforço de túneis rodoviários e ferroviários feitos para a MRS, e Rodovia Fernão Dias com aplicação de tirantes, chumbadores e aplicação de tela metálica de alta resistência seguido de aplicação de concreto projetado e injeção de calda de cimento e resinas especiais para consolidação de vazios identificados nas escavações e túneis e tratamentos de cambotas e invert, incluindo obras de Infraestrutura Ferroviária e Rodoviária. Atualmente é sócio da ABMS (Associação Brasileira de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica), diretor do Clube de Engenharia de Juiz de Fora - CEJF (MG) desde 2005 até 2017, participa como voluntário pela ABMS como apoio a defesa civil de Belo Horizonte, Professor da Escalla Cursos para Mestre de Obras junto ao CEJF / CREA - JF inclusive disciplina de Segurança do Trabalho, Professor da Pontifica Universidade Católica de Minas Gerais, em Especialização lato sensu em M. ENG. EM ENGENHARIA GEOTECNICA, da disciplina, Fundações Especiais e Patologias e Soluções, Geotecnia Aplicada a Estabilidade de Encostas, 2019 a 2020, Professor de Engenharia Geotécnica , Fundações e Obras de Terra - INBEC pela UNIP 2020 até atual, consultor de fundação pesada e geotecnia, chefe do SESMT, comercial e assessor da diretoria da Progeo em especial na função de engenheiro ambiental e de segurança do trabalho sendo chefe do SESMET da Progeo Engenharia Ltda coordenando 37 técnicos de segurança. Tem uma página www.naresi.com onde atua como projetista geotécnico e fundações.

ARTIGO NARESI - RODRIGO E ELOI CBT.pdf

SOLUÇÕES SUBTERRÂNEAS PARA OBRAS URBANAS DE DRENAGEM EM RODOVIAS FEDERAIS

Veja quem já inscreveu trabalhos no 5º CBT. Apresente seu resumo até 7/2/2021

19 DE JANEIRO DE 2021 0 Comentários 431 VISUALIZAÇÕES


O engenheiro Luiz Naresi Júnior foi um dos primeiros a realizar a submissão do trabalho no 5CBT.

Com submissões abertas, o 5º Congresso Brasileiro de Túneis e Estruturas Subterrâneas já começou a receber os primeiros resumos de trabalhos envolvendo túneis e o espaço subterrâneo.O evento irá reunir nomes consagrados da indústria de túneis em todo mundo e está marcado para os dias 1 a 4 de dezembro de 2021.

O engenheiro Luiz Naresi Júnior foi um dos primeiros a realizar a submissão do trabalho, escrito com os engenheiros Rodrigo Pereira e Eloi Palma Filho. Para ele, esse é um meio de fomentar o conhecimento acadêmico sobre problemas enfrentados pela comunidade tuneleira, além de ajudar estudantes e engenheiros que estão iniciando-se na profissão.

O prazo para o envio dos resumos vai até o dia 7/2, via site. O processo acontecerá em três etapas: submissão de resumos; submissão dos artigos completos e submissão dos artigos completos com correções. Acesse aqui.

Confira a entrevista com Luiz Naresi Júnior sobre o seu artigo e a expectativa para o 5CBT:

Especialização em Engenharia Geotécnica com Prof. O engenheiro Eloi Angelo Palma Filho

Comitê Brasileiro de Túneis apresenta os nomes que devem compor a nova Diretoria a partir de 2021

13 DE AGOSTO DE 2020 0 Comentários 1004 VISUALIZAÇÕES

Cinco profissionais da área de túneis, com larga experiência dentro do Comitê Brasileiro de Túneis, foram convidados a compor a chapa única para as eleições da nova Diretoria, que tomará posse em 2021.

O engenheiro Eloi Angelo Palma Filho deve ser eleito presidente para a gestão 2021-2022. Participam da nova Diretoria o arquiteto Adriano Saldanha, vice-presidente, os engenheiros Pedro França, secretário geral, e Felipe Gobbi, secretário executivo, e a geóloga Daniela Garroux, tesoureira.

Palma Filho tem participado da Diretoria do CBT desde 2015. Ele já foi secretário geral, secretário executivo, tesoureiro e vice-presidente do CBT Young Members. “Sempre disse que gostaria de ser presidente do CBT um dia”, conta. “Conversando com toda a Diretoria, acreditamos que este dia chegou. Sinto-me muito honrado em ocupar esta função”.

Os desafios para 2021

A economia brasileira vive um período delicado desde 2014. No momento que o setor de obras subterrâneas começava a mostrar sinais de recuperação, veio a pandemia da Covid-19 e paralisou tudo. Esse é o cenário em que a nova Diretoria irá assumir o Comitê Brasileiro de Túneis. Um momento de incertezas. Um enorme desafio.

Um dos grandes destaques do CBT sempre foi a organização de eventos – de todos os portes – que reúnem a comunidade tuneleira e servem como meio de formação de networking para os profissionais e as empresas do setor. Este foi, justamente, o ponto mais afetado pela pandemia, que impôs o distanciamento social a todos.

“Temos um grande desafio pela frente”, reconhece o futuro presidente. “Mas estamos preparados para enfrentá-lo e esperamos que, aos poucos, possamos retomar este importante recurso do CBT, que é reunir as pessoas”.

Enquanto o distanciamento social é necessário, o Comitê procurou reinventar-se realizando eventos online com frequência, mantendo o compartilhamento de conhecimento e a reunião dos tuneleiros, ainda que virtualmente.

CBT digital

A pandemia do novo coronavírus impôs a utilização de novas ferramentas para que o CBT se mantivesse ativo na comunidade tuneleira. “Conseguimos manter as atividades por meio dos eventos digitais”, ressalta Eloi. “E são discussões muito ricas que estão sendo armazenadas no banco de dados do Comitê. É um conhecimento que está ali, disponível a todos. E esta é uma das missões do CBT – disseminar o conhecimento, as boas práticas e as inovações nas obras subterrâneas”.

A nova Diretoria acredita que este é um modelo que veio para ficar. Os eventos digitais do CBT devem continuar acontecendo, mesmo no ambiente pós-pandemia. “Vamos ajustando o tempo, a frequência. Mas é um modelo interessante que pode aproximar ainda mais a comunidade tuneleira mesmo quando pudermos nos reunir pessoalmente de novo”.

O Comitê já estuda também ferramentas e meios para oferecer cursos online para dar sequência aos treinamentos que o CBT vinha realizando antes da pandemia.

Focos da gestão

Os principais objetivos da gestão 2021-2022 do CBT serão a realização bem-sucedida do 5º Congresso Brasileiro de Túneis (5º CBT), marcado para dezembro de 2021, e a ampliação do quadro de associados do Comitê, aumentando o alcance do CBT tanto entre os profissionais, quanto na academia e na indústria.

Diante do novo cenário mundial, o 5º CBT chega com inúmeras incertezas em relação ao que será possível e necessário até a data marcada. O evento encaminha-se para utilizar o modelo híbrido – parte presencial, parte online. “É um novo desafio para todos nós”, lembra Eloi. “Ainda não sabemos ao certo o que o ‘novo normal’ vai nos impor. Mas temos uma equipe experiente e muito dedicada envolvida na organização e estamos confiantes de que será um grande sucesso”.

Em relação à ampliação do quadro de associados, o CBT acredita que ainda existem muitas pessoas e empresas envolvidas com obras subterrâneas que não fazem parte do Comitê. “Queremos chegar até eles, trazê-los para o CBT e arejar ainda mais as nossas discussões”.

Diretoria ampla

Desde a gestão 2015-2016, o CBT implantou o modelo da Diretoria ampla. Além dos cinco diretores estatutários – presidente, vice-presidente, secretário geral, secretário executivo e tesoureiro – são escolhidos mais alguns nomes que integram o grupo como diretores ad hoc. No biênio 2019-2020, este conceito foi estendido. O último presidente do CBT e o presidente e o vice-presidente do CBTym passaram a integrar a diretoria ampla.

“Quanto mais pessoas trabalhando, mais visões diferentes, mais ideias. Isso enriquece o trabalho”, afirma Eloi Palma Filho. “Num grupo grande, alguns são mais ativos em determinados momentos, outros em outros. Mas basta uma participação pontual de alguém, uma ideia que pode fazer toda a diferença e tornar as coisas muito mais efetivas”.

“Estamos confiantes que, com o envolvimento de todos, vamos conseguir realizar um bom trabalho em prol da engenharia de túneis. E contamos com toda a comunidade para isso!”

O engenheiro Eloi Angelo Palma Filho

Gaúcho nascido em Iraí (RS), o engenheiro civil Eloi Angelo Palma Filho graduou-se pela Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó), em Chapecó (SC), e conquistou seu título de Mestre em Engenharia de Minas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em Porto Alegre.

Eloi sempre quis trabalhar com obras de grande porte. Durante o mestrado, em Porto Alegre, em 2004, um professor o convidou para acompanhar as obras de túneis no Complexo Hidrelétrico Rio das Antas. Ele aceitou o desafio e passou a estudar túneis por conta própria.

Em 2005, teve a oportunidade de acompanhar as obras da Rota do Sol – ligação entre Caxias do Sul e o litoral gaúcho. “É uma serra que sai da cota 700 ou 800 metros e vai até a cota zero. Uma serra difícil de ser transposta. Foram necessários vários túneis”, lembra o engenheiro.

Durante quase um ano, Eloi morou na obra. “Aquela foi a minha grande escola. Pude acompanhar de perto todos os trabalhos, conversar com engenheiros, técnicos, mecânicos, encarregados e toda a equipe que tocava o serviço. Consegui aliar a prática da obra à teoria que adquiri na universidade”.

Em 2007, Eloi ingressou no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), por concurso público. Atualmente, é superintendente de construção na Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A., cedido pelo DNIT.

LISTAGEM DOS RESUMOS APROVADOS NA 1A. ETAPA


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