Há águas que não se veem, mas alimentam raízes, atravessam rochas e sustentam a natureza em silêncio.
Assim é a literatura para mim: um aquífero invisível e profundo que me abriga.
Este espaço nasce do desejo de partilhar essa água interior — palavras, histórias e pensamentos de escritores que já partiram e de outros que ainda vivem. Todos eles permanecem.
O nome Aquífero surgiu naturalmente. Acredito que cada um de nós guarda um reservatório secreto de emoções e memórias. E que a literatura, como a água, nos atravessa, nos molda e, muitas vezes, nos salva.