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        • Mãe: Uma Dádiva Divina
        • Especificidade dos Investimentos Públicos
        • Portugal. Camões e as Comunidades Portuguesas.- Diamantino Bártolo
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        • Investimento Público Social
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        • O sofrimento de um jovem apaixonado
        • CONTRIBUTO DA FILOSOFIA NA EXISTÊNCIA HUMANA
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        • Educação Cívica com Etiqueta
        • ELABORAR. CONCRETIZAR. AVALIAR. COMPATIBILIZAR PROJETOS
        • LÍDERES COM AUTORIDADE DEMOCRÁTICA
        • ETIQUETA COM ÉTICA
        • O VOTO DEMOCRÁTICO NA RESOLUÇÃO DOS PROBLEMAS
        • UM AMOR APUNHALADO PELA IGNÓBIL TRAIÇÃO
        • ÉTICA. PRÁTICA NORMATIVA DA VIDA
        • Democracia Fortalecida, com Cidadãos Bem Formados.
        • LOUVOR À VIDA
        • Titulares do Poder: responsáveis pelas boas, e/ou más práticas
        • Independência Pessoal. Quem a possui totalmente?
        • A CIDADANIA DOS DIREITOS, NÃO PODE DISCRIMINAR.
        • Morrer por amor
        • DEFESA INTEGRAL DO PLANETA TERRA E DAS PESSOAS
        • A HUMANIDADE TEM O DEVER DE EXIGIR A PAZ
        • Natal com «Amor-de-Amigo»
        • Natal. Abertura ao outro.
        • Cumprir Deveres para Usufruir Direitos
        • ANO NOVO: PERSPECTIVAS DE CRESCIMENTO?
        • EDUCAÇÃO INTERCULTURAL E BOAS-PRÁTICAS CÍVICAS.
        • INGRATIDÃO PARA COM O FIEL AMIGO
        • A Arte: Expressão Humana Genuína
        • . Compatibilidades para a Felicidade Matrimonial
        • ELEMENTOS PARA UM CASAMENTO FELIZ
        • O CASAL DEVE ANCORAR-SE NA COMPREENSÃO E NO BOM-SENSO.
        • A Felicidade do casamento deve ser protegida
        • A sociedade moderna tem o dever de valorizar a Mulher
        • Instrução Técnico-Científica: Saber-fazer
        • PÁSCOA: LUZ QUE CINTILA, NESTE MUNDO AGITADO
        • OS SEGREDOS HEDIONDOS NA QUINTA DAS ROSAS
        • EVOLUÇÃO DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO
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        • 25 de Abril de 1974 em Portugal. O Antes e o Depois.
        • SISTEMA DE DIREITOS. PERSPECTIVA HISTÓRICO-ESTRUTURAL
        • MÃE: AMOR INQUEBRANTÁVEL
        • FÉ E ESPERANÇA EM MARIA
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        • FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO DA CRIANÇA NA CONCILIAÇÃO DE PARADIGMAS
        • A ENERGIA DE AMORES CORRESPONDIDOS
        • GLOBALIZAÇÃO DA ATIVIDADE LITERÁRIA
        • A IMPORTÂNCIA DAS LETRAS E DA EDUCAÇÃO
        • REGRAS PARA MELHORAR A COMUNICAÇÃO
        • SISTEMA POLÍTICO DE SILVESTRE PINHEIRO FERREIRA (1769-1846)
        • 1926. O beijo que sela um amor
        • . GERIR RECURSOS HUMANOS COM SABEDORIA E HUMANISMO
        • ÉTICA E DEONTOLOGIA DA AUTORIDADE
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      • Maria Helena
        • CICLO DAS MÚLTIPLAS SENSAÇÕES (COROA DE SONETOS) - 1968
        • ALGUNS NOCTURNOS PARA AS MINHAS MÃOS CANSADAS (1960)
        • ... E A CARNE SE FEZ VERBO! (1957)
        • DE MÃOS DADAS (J.G. de Araujo Jorge & Maria Helena) - 1962
      • Maria Julieta Drummond de Andrade
        • O valor da vida
        • A amiga que viajou
        • A angústia domada
      • Max Ehrmann
      • Machado de Assis
        • Leia Machado de Assis
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Graça Aranha- biografia 


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Os Vagalumes



Os primeiros vagalumes começavam no bojo da mata a correr suas lâmpadas divinas. No alto, as estrelas miúdas e sucessivas principiavam também a iluminar. Os pirilampos iam-se multiplicando dentro da floresta, insensivelmente brotavam silenciosos e inumeráveis nos troncos das árvores, como se as raízes se abrissem em pontos luminosos. A desgraçada, abatida por um grande torpor, pouco a pouco foi vencida pelo sono; e deitada às plantas da árvore, começou a dormir… Serenavam aquelas primeiras ânsias da Natureza, ao penetrar no mistério da noite. O que havia de vago, de indistinto, no desenho das cousas, transformava-se em límpida nitidez.  

As montanhas acalmavam-se na imobilidade perpétua; as árvores esparsas na várzea perdiam o aspecto de fantasmas desvairados… No ar luminoso tudo retomava a fisionomia impassível. Os pirilampos já não voavam, e miríades deles cobriam os troncos das árvores, que faiscavam cravados de diamantes e topázios. Era uma iluminação deslumbrante e gloriosa dentro da mata tropical, e os fogos dos vagalumes espalhavam aí uma claridade verde, sobre a qual passavam camadas de ondas amarelas, alaranjadas e brandamente azuis. As figuras das árvores desenhavam-se envoltas numa fosforecência zodiacal. E os pirilampos se incrustavam nas folhas e aqui, ali e além, mesclados com os pontos escuros, cintilavam esmeraldas, safiras, rubis, ametistas e as mais pedras que guardam parcelas das cores divinas e eternas. Ao poder dessa luz o mundo era um silêncio religioso, não se ouvia mais o agouro dos pássaros da morte; o vento que agita e perturba, calara-se… Maria foi cercada pelos pirilampos que vinham cobrir o pé da árvore em que adormecera. A sua imobilidade era absoluta, e assim ela recebeu num halo dourado a cercadura triunfal; e interrompendo a combinação luminosa da mata, a carne da mulher desmaiada, transparente, era como uma opala encravada no seio verde de uma esmeralda. 

Depois os vagalumes incontáveis cobriram-na, os andrajos desapareceram numa profusão infinita de pedrarias, e a desgraçada, vestida de pirilampos, dormindo imperturbável como tocada de uma obra divina, parecia partir para uma festa fantástica no céu, para um noivado com Deus… E os pirilampos desciam em maior quantidade sobre ela, como lágrimas de estrelas. Sobre a cabeça dourada brilhavam reflexos azulados, violáceos, e dali a pouco braços, mãos, colo, cabelos, sumiam-se no montão de fogo inocente. E vagalumes vinham mais e mais, como se a floresta se desmanchasse roda numa pulverização de luz, caindo sobre o corpo de Maria até o sepultarem numa tumba mágica. Um momento, a rapariga inquieta ergueu docemente a cabeça, abriu os olhos que se deslumbraram. 

Pirilampos espantados faíscavam relâmpagos de cores… Maria pensou que o sonho a levara ao abismo dourado de uma estrela, e recaiu adormecida na face iluminada da Terra…


Texto do romance Canaã, de Graça Aranha, publicado pela primeira vez em 1902.  Em domínio público.

Tristeza


Não, eu não te fujo doce tristeza! Tu és a reveladora do meu ser, a razão da minha energia, a força do meu pensamento. Sobre ti me reclino, como si foras um insondável e voluptuoso abismo; teu me atraes, e estendo-te os braços nesse doloroso e invencível amor, com que o sonho ama o passado, a morte ama a vida. Antes de te conhecer, pérfida ilusão me entorpecia os sentidos, e a minha frívola existência foi a lúgubre marcha do inconsciente risonho por um caminho de dores. Nesse momento eu ainda te buscava, sol moribundo! No meu rosto se estampava o riso continuo e fatigante, e ele afastava de mim os homens, para quem a eterna alegria é morte... Mas tu, Tristeza, não estavas longe. Tu te sentaste à minha porta, numa postura de resignação e silêncio. E como esperaste! Um dia a alegria, de cansada, se extinguiu, e então soou para mim a hora da paz e da calma. entraste. E como desde logo amei a nobreza do teu gesto! Oh! Melancolia! minha alma é a morada tranquila onde reinas docemente.

A dor é boa, porque faz despertar em nós uma consciência perdida; a dor é bela, porque une os homens. É a liga intensa da solidariedade universal.. A dor é fecunda, porque é a fonte do nosso desenvolvimento, a perene criadora da poesia, a força da arte. A dor é religiosa, porque nos aperfeiçoa, e nos explica a nossa fraqueza nativa.

Tristeza! tu me fazes ir até ao fundo das remotas raízes do meu espírito. Por ti compreendo a agonia da vida; por ti, que és o guia do sofrimento humano, por ti, faço da dor universal a minha própria dor... Que o meu rosto não mais se desfigure pelas viagens do riso cansado e matador; dá-me a tua serenidade, a tua séria e nobre figura... Tristeza, não me desampares...Não deixes que o meu espírito seja a preza da vã alegria...Curva-te sobre mim; envolve-me com o teu véu protetor...Conduz-me, oh! bemfazeja! aos outros homens...Tristeza salutar! Melancolia!


Graça Aranha in Canaã

O brasileiro, logo que enriquece um pouco, dá-se por satisfeito, julga-se muito rico, descansa, diverte-se. Aparece-lhe o espírito latino, que o domina e o limita. 

O americano prossegue sempre no caminho da riqueza. 

Nada lhe basta. Aspira a um poder fabuloso da riqueza. Tem o culto do ilimitado.

 A marcha da ciência é como a nossa planície do deserto:

 o horizonte foge sempre.

Aquele que transforma em beleza todas as emoções sejam de melancolia, de tristeza, prazer ou dor, vive na perfeita alegria.

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