(Direction, location and spatial representing )
Semana nº. 36 - escala cartográfica - 07 a 11 de dezembro
Hello dear student! How are you ?
Você já pensou como é possível construir uma representação, com fidelidade, de áreas tá grandes como uma cidade, um país ou até mesmo o mundo? Vimos nas atividades anteriores algumas técnicas de confecção de mapas e também os elementos que os compõem. Iremos mais a fundo nos conhecimentos sobre os mapas para desvendar como superfícies imensas podem ser reduzidas para caber nos mapas. Para calcular essa redução, utiliza-se um dos elementos cartográficos que possui fundamental importância na fidelidade das representações espaciais, conferindo maior precisão às informações apresentadas. A escala possibilita a manutenção da proporcionalidade entre a realidade e o mapa, onde a superfície real é diminuída para ser possível representá-la com garantia das suas proporções. Vamos ver como funciona?
Assista aos vídeos a seguir para entender o processo de leitura das escalas existentes nos mapas, globos, plantas etc. É preciso saber diferenciar os tipos de escala como será demonstrado no vídeo, além de ser necessário o uso dos seus conhecimentos matemáticos, de modo a saber como funciona a Escala Métrica Decimal, aplicar as operações aritméticas necessárias e compreender o cálculo da escala. Acompanhe nos vídeos:
Assim, temos no exemplo a seguir 04 (quatro) diferentes representações e escalas cartográficas. Em qual delas consegue-se ver mais riquezas de detalhes? Mais símbolos e convenções cartográficas? Suponhamos que os mapas possuem as respectivas escalas: A= 1:15.000 | B= 1:30.000 | C= 1:50.000 | D= 1:100.000 .
Sabendo que o cálculo da escala (E = d/D) é uma operação de divisão, e que na divisão temos os termos numerador e denominador, em qual dos mapas vamos ter a "maior" escala? Ao lembrar dos conhecimentos sobre a divisão de números inteiros, para um mesmo numerador (no caso o "1") temos que quanto maior for o denominador, menor será o resultado da divisão, não é mesmo? Pense: uma pizza dividida para 10 pessoas tem um tamanho de fatia, mas um pizza dividida para 100 pessoas, o tamanho do pedaço de pizza deverá ser muito menor. Assim, aplicando o mesmo princípio com o mapa, responda: em qual dos mapas a escala é maior? E qual deles possui a menor escala?
Existem instrumentos de precisão que podem ser muito úteis no cálculo de distâncias por meio dos mapas. Um deles é a régua milimetrada, que auxilia a medição das distâncias diretamente nos mapas. Outro instrumento é o curvímetro, uma espécie de roda conectada a um contador de giros, que também permite a medição pequenas distâncias sobre um mapa, de forma direta, sem cálculos.
Apesar de muito simples, o uso da escala de um mapa para o cálculo de distâncias requer atenção nas operações aritméticas e conversões de medidas para se ter confiança nas informações levantadas. A depender da escala, um erro de apenas uma casa decimal pode representar um erro grosseiro na avaliação das distâncias reais na superfície terrestre. A leitura da escala gráfica do mapa também requer atenção às medidas muito pequenas, mas em geral o cálculo de escala é muito mais simples do que com a escala numérica. Você imagina o por quê?
Apesar de muito simples, o uso da escala de um mapa para o cálculo de distâncias requer atenção nas operações aritméticas e conversões de medidas para se ter confiança nas informações levantadas. A depender da escala, um erro de apenas uma casa decimal pode representar um erro grosseiro na avaliação das distâncias reais na superfície terrestre.
Vamos à atividade? Depois de compreender mais sobre esse elemento cartográfico com propriedades matemáticas, vamos ao desafio final da disciplina de geografia, que vai encerrando as remotas neste ano letivo. Utilize seus conhecimentos a respeito da escala para calcular a distância do trajeto total que a tocha olímpica percorreu em território brasileiro antes dos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro. Considerando que a distância indicada no mapa (d) mede cerca de 72 cm, qual a distância real (D) transformada em quilômetros, que a tocha olímpica percorreu no país, aproximadamente, de acordo com a escala do mapa? Respostas, com o seu cálculo, na seção de comentários, clicando aqui!
Pensem com calma, bons estudos e boníssimas e merecidas férias! See you next opportunity! Cuidem-se bem e estejam seguros! Feliz Natal e Ano Novo! Acredite no estudo, dias melhores virão!!!
\0/ #stayhealthy #keepgeothinking
Semana nº. 35 - representação espacial - 07 a 11 de dezembro
Hello dear student! How are you ?
Depois de conhecer mais sobre o princípio da cartografia e a utilização de técnicas para localização, veremos esta semana como se dá a utilização de mapas e outras representações espaciais. Com que finalidade se utiliza um mapa? Como realizar a leitura dos mapas? Quais são as principais partes de uma mapa? Quais são os tipo de mapas existentes? Essas e muitas outras questões nos ajudam a desvendar o código existente nas representações do espaço, facilitando a orientação e a localização, a análise da distância, a relação com o tempo histórico, a rápida assimilação das informações e outras facilidades que os mapas permitem. Por outro lado, há uma aproximação muito grande entre a Cartografia e a Arte. O uso de imagens, cores, linhas, pontos, símbolos etc dão um "que" de especial às representações cartográficas que passaremos a utilizar. Vejamos mais sobre elas.
Para compreender um pouco mais sobre a importância dos mapas, desde o seu surgimento, vejamos ao curto vídeo a seguir, narrado com um sotaque português um pouco diferente, das terras onde surgiram grandes cartógrafos e navegadores. Observe que os mapas surgem a partir dos mais diversos interesses e se constituíram como ferramenta fundamental para a sociedade humana. Preste atenção também as diferentes formas de representação que serão exibidas e pense um pouco sobre os diferentes materiais utilizados para a elaboração dos mapas até chegarmos ao mapa virtual dos dias de hoje. Qual a sua opinião sobre essas mudanças? É mais fácil usar um mapa hoje ou no passado?
Mas e quanto a leitura de uma mapa? Como é possível obtermos informações a partir de uma representação, que pode inclusive se aproximar mais de um desenho do que de um mapa? Como saber se as informações dos mapas são confiáveis? Acontece que as informações dos mapas são semelhantes a um código que necessita de uma chave para ser aberto. Essa chave está em nós, que precisamos conhecer o modo como acessar o código, no caso, o mapa. As informações dos mapas aparecerão para o leitor ou a leitora em diferentes formatos, constituídas pelos elementos do mapa que cada representação deve ter. São eles: o título (e subtítulo, se houver), a fonte, a escala, a legenda, a orientação (rosa dos ventos), as coordenadas geográficas e as convenções cartográficas. Vejamos o vídeo a seguir sobre o assunto:
Agora que vocês já conhecem sobre o "código" existente nos mapas, vamos à atividade da semana. Vocês devem selecionar um lugar qualquer a ser representado, pode ser um lugar próximo ou distante, visto do alto ou visto no mesmo plano. Você pode utilizar uma fotografia de uma paisagem para representar também. Depois de selecionar a porção do espaço a representar, utilize um folha de papel em branco (pode ser do caderno também) para elaborar um esboço do espaço. Faça uma escolha de pelo menos 04 (quatro) 'elementos do mapa' para fazer parte do seu esboço. Quais são os elementos mais importantes para você? Por que você os escolheu? Depois de realizado o desenho, publique-o no mural abaixo. Não esqueça de indicar a data e o número da atividade. Seja criativo e bons estudos!
Semana nº. 34 - representação espacial - 30 de novembro a 04 de dezembro
Hello dear student! How are you ?
Até aqui já vimos formas de orientação no espaço, com o uso ou não de instrumentos de navegação. Vimos também um modo preciso de localização espacial amplamente utilizado, sob a forma do sistema de coordenadas geográficas. Passaremos então a entender sobre a produção e a utilização de mapas, cartas e outras representações espaciais que juntos formam um eficiente método de navegação no espaço, que permite que pilotos de avião, navios, velejadores e até mesmo drones se desloquem no espaço geográfico com uma precisão incrível. Mas o bom e velho mapa ainda é uma referência, mesmo de forma virtual, com mapa digital, pois apresenta bem mais informações do que somente a localização dos lugares. É isso que começamos a desvendar. Para que se utiliza um mapa? Como e por quem são feitos os mapas? Que precisão eles possuem? O que eles nos dizem? Acompanhe mais a seguir nos vídeos disponíveis. Pense rápido: se você fosse elaborar um mapa, que lugar ou paisagem gostaria de representar? E por quê?...
Há diferentes formas de se representar o espaço geográfico e um mapa é apenas uma dessas formas. Como demonstrado nas imagens (Fig.2 a Fig.6), são múltiplas as maneiras de se fazer uma representação espacial e diferentes suportes para se representar o espaço. Note que cada representação possui uma finalidade, um interesse, então é preciso estar atento ao sentido de cada uma das representações. Quem as elaborou? Com que finalidade(s)? Quais são os elementos representados? Essas e outras perguntas devem ser feitas para melhor compreender as representações do espaço e as suas intenções. Leia seguir o texto do IBGE, órgão oficial brasileiro, sobre os mapas e as intenções existentes por trás para produzi-los. Os mapas podem ser elaborados em forma de obra de arte? Foi sempre o conhecimento científico que guiou a produção de mapas? Essas e outras respostas podem ser acompanhadas no texto "Arte dos mapas mostra transformações do Brasil colonial aos dias de hoje", clique aqui.
Os mapas de hoje em dia são formas muito bem elaboradas de representação espacial, e englobam um conjunto de técnicas e conhecimentos para representar a realidade do espaço. Ao representar o espaço geográfico, os mapas trazem consigo informações sobre os lugares, por meio de elementos visuais que recebem o nome de elementos cartográficos. Eles geralmente são formados por símbolos, cores, linhas, título, legenda, escala, rosa dos ventos, coordenadas geográficas e fonte. São fáceis de serem notados e juntos formam uma espécie de 'código' a ser desvendado. A confecção dos mapas é realizada pela Cartografia, ciência que reúne os conhecimentos e técnicas necessárias à arte de representar o espaço, embora a Geografia também trabalhe na elaboração de representações espaciais. Vejamos a seguir no vídeo como são feitos os mapas:
Quando pensamos em mapas há uma ideia de que eles são ferramentas cientificamente objetivas, que nos ajudam nos deslocamentos e que eles mostram verdades sobre o mundo em que vivemos. Entretanto, mapas são altamente subjetivos, isto é, eles possuem histórias para dizer e revelam muito a respeito da época em quem foram produzidos, como o mapa T-O vista da Fig. 1 acima. Além disso, o conjunto de técnicas e métodos científicos utilizados permitem a elaboração dos mapas de diferentes maneiras e formatos, isso explica como é possível termos um mapa, objeto plano, num globo ou outra superfície com volume como uma esfera, um cone etc. É que chamamos de projeção cartográfica. Você sabe o que é uma projeção? Veja os vídeos a seguir e acompanhe:
Para fechar a atividade, propomos a realização de um experimento em casa. Você poderá construir sua própria projeção cartográfica utilizando-se de alguns materiais de fácil acesso. Observe o vídeos a seguir para saber como fazer seu experimento. A atividade consiste em confeccionar o objeto sugerido, desenhar o mapa e as linhas de grade, iluminar o objeto e fazer a projeção cartográfica acontecer. Tire uma foto do objeto construído ou da projeção que você fez e compartilhe com a turma na sala de aula virtual do 6º ano, na parte do 'Chat geográfico' , nossa sala de bate papo. Não esqueça de colocar o seu nome, turma e o número da atividade. Participe e bons estudos!
\0/ # staysafe #keepgeothinking
Semana nº. 33 - localização espacial - 23 a 27 de novembro
Hello dear student! How are you?
Na atividade desta semana vamos iniciar o estudo de como localizar os lugares a partir dos conhecimentos sobre as direções mas também com os conhecimentos sobre o planeta, que você já aprendeu nas atividades anteriores. Localizar os lugares sempre foi uma necessidade humana: saber onde havia alimentos para caçar, onde havia água disponível, onde havia minerais para extração etc. Nos dias de hoje, localizar com precisão é super importante, pois é necessário saber onde fica determinado aeroporto ou cidade, onde fica certo porto, onde está localizada uma passageira do transporte por aplicativo, não é mesmo? Localizar objetos, pessoas e lugares é plenamente possível hoje em dia com o uso das tecnologias de geolocalização atualmente disponíveis. Mas toda técnica e toda tecnologia tem o conhecimento por trás. Que conhecimento está ligado ao ato de localizar lugares? Quais são as referências espaciais utilizadas? É o que você vai descobrir de agora em diante...
Para localizar os lugares com precisão no espaço geográfico, apenas a informação sobre os pontos de orientação (North-South-East-West) não é suficiente, sendo apenas uma localização aproximada. Então, foi necessário criar um sistema de localização mais preciso, embora diferentes sociedades possuam formas diferentes de orientar-se no espaço geográfico. Contudo, para facilitar os grandes deslocamentos e possibilitar a expansão dos meios de transporte, o uso de um sistema de precisão na localização dos lugares vem a calhar. Para encontrar determinados lugares ou objetos pode-se fazer uso de um sistema de coordenadas, construído a partir de linhas imaginárias que se espalham ao redor do planeta, como na figura a seguir:
Essas linhas imaginárias funcionam como o 'sistema de referências' para se localizar algo ao redor do planeta. Antes de saber como funciona, vamos à identificação das linhas: 1. as linhas que circulam o planeta na direção horizontal (----), sentido leste-oeste, são denominadas de paralelos; 2. já as linhas na direção vertical ( | ), sentido norte-sul (ou sul-norte), que formam semicírculos ligando um polo ao outros, são chamados de meridianos. Essas linhas, paralelos e meridianos, quando associadas ao conhecimento matemático sobre ângulos e figuras geométricas, formam o sistema de coordenadas geográficas, o que possibilita encontrar qualquer ponto do globo terrestre, independente do hemisfério ou localização em que esteja esse ponto. Basta utilizar-se das referências espaciais corretas. Assim é o princípio do modo de localização utilizado por todos os instrumentos de precisão na localização, como o GPS, o mapa e outros. Assista a seguir aos vídeos disponíveis sobre o assunto (não esqueça de incluir as legendas em português no segundo vídeo, clicando no botão "CC" do vídeo e escolhendo o idioma de sua preferência no botão "configurações" ou "settings" e "subtítulos" ou "subtitles"):
Você já entendeu que não há mistério para utilizar o sistema de coordenadas geográficas, mas é preciso toda a atenção para não confundir as direções cardeais, caso contrário o ponto localização pode estar do outro lado do mundo, distante do lugar que se pretendia encontrar. Pode-se afirmar que cada lugar possui uma localização geográfica única, dentro do sistema de latitudes e longitudes, facilitando a orientação e a utilização das coordenadas. Por ser uma linguagem universal, todos os pilotos de avião e helicóptero no mundo o utilizam, assim como os navegadores em barcos e navios ao redor do planeta. É incrível não é verdade? Hoje a utilização do GPS é imprescindível nos meios transportes, seja na cidade ou no interior dos continentes. Você lembra como funciona o GPS? Assista a mais um vídeo e fique por dentro:
A atividade desta semana é para ambientar você com a linguagem das coordenas geográficas. Você vai pensar em um país, depois procure na internet o nome de uma cidade ou da capital do país. Anote o nome da cidade e busque saber quais são as coordenadas geográficas desse lugar escolhido por você. Em seguida, busque uma imagem da cidade e publique no mural virtual Padlet a sua foto e as coordenadas geográficas do lugar. Atenção para a descrição correta das coordenadas, como visto nos vídeos. Que cidade você escolheu? Escolha uma boa foto e publique no mural logo abaixo. Divirta-se na pesquisa e bons estudos!
\0/ #staysafe #keepgeothinking
Semana nº. 32 - revisão das atividades - 16 a 20 de novembro
Semana nº. 31 - instrumentos de orientação - 09 a 13 de novembro
Hello dear student! How are you ?
Depois de conhecer mais sobre o sistema de referências para auxiliar os deslocamentos e a localização no espaço geográfico, vamos esta semana aprender mais sobre os instrumentos de orientação. Você sabe como surgiu a bússola? Sabe como empregá-la para a orientação? Será que há outros instrumentos que podem ser utilizados? Você já ouviu falar em GPS? Sabe o que significa? É por meio destes e de outros instrumentos de navegação que a humanidade pode explorar este mundo e até fora dele, deslocando-se com precisão de um lugar para outro, retornando com segurança ao ponto de partida. Há muitas formas de orientação com e sem o uso de aparelhos, mas esta semana vamos desvendar as técnicas e tecnologias utilizadas para a orientação espacial. Veja o vídeo a seguir sobre o surgimento da bússola.
Astrolábio, sextante, balestilha, nocturlábio, esfera armilar, quadrante, relógio de areia e, finalmente, GPS. Esses são alguns exemplos de instrumentos para se realização a navegação, isto é, a orientação no espaço geográfico, seja nos oceanos e mares seja no meio terrestre. As tecnologias de orientação possibilitam que navios e barcos, aviões e foguetes, automóveis e pessoas se desloquem por grandes distâncias sem que percam o caminho ou o rumo onde querem chegar. Incrível não é mesmo? Será que você já utilizou algum dia um instrumento de navegação no espaço? Nos dias atuais, o uso do GPS está muito difundido, principalmente, por meio dos aparelhos modernos de telefonia, o smartphone. Por meio desses aparelhos, é possível localizar lugares com boa precisão. Mas como tudo isso funciona? É o que você vai entender com os vídeos a seguir.
Agora que você já conhece sobre alguns dos principais instrumentos de navegação, que tal experimentar fazer o seu próprio aparelho de forma caseira? Vamos deixar algumas dicas em vídeo que ensinam a fazer de forma caseira um instrumento de orientação espacial. O desafio para esta semana é você construir seu próprio aparelho de navegação. Logo a seguir há alguns vídeos com tutoriais para a construção de aparelhos de orientação. Assista aos vídeos, monte sua estratégia, reúna os materiais necessários e....construa o instrumento de orientação de sua preferência. Ao final, faça uma selfie mostrando sua mais nova invenção e mostre na parte destinada aos comentários da nossa sala de aula virtual. Use a criatividade e bons estudos!
\0/ #staysafe #keepgeothinking
Semana nº. 30 - orientação - 04 de novembro
Hello dear student! How are you ?
Você certamente se lembra dos famosos 'pontos cardeais', lembra? Isso mesmo, o norte (N), o sul (S), o leste (L) e o oeste (O). Mas afinal, para que servem mesmo os pontos cardeais? Pontos cardeais e outros são parte de um sistema de referências criado pelos humanos para se deslocarem entre os lugares, principalmente, os lugares muito distantes. Como você viu na atividade anterior, é importante dispor de um "ponto de referência" na hora de encontrar lugares que ainda não conhecemos. Imagine encontrar uma cidade do outro lado do mundo, na Coreia do Sul, por exemplo. É muito longe daqui! Felizmente com ajuda das técnicas e das tecnologias inventadas pela humanidade, realizar uma viagem de avião ou navio para o outro lado do mundo se tornou perfeitamente possível! Não é incrível?
Então vamos lá, para criar todo um sistema e tecnologias para auxiliar a orientação, foi preciso muita observação dos elementos do planeta e de fora dele também. Como assim? É que a observação do sol, das estrelas e astros criou possibilidades novas para a vida na Terra. Inspirados nos astros, construímos instrumentos. Fazendo o sol e as outras estrelas como "pontos de referência", a humanidade construiu um sistema (com a super ajuda da matemática, claro) preciso e eficiente para localização e deslocamento das pessoas, dos meios de transporte e das mercadorias. Além de ser importante para designar a direção dos ventos, dos fenômenos físicos do planeta, usado para o estudo das outras ciências e muitas outras aplicações. No vídeo você pode acompanhar informações sobre "orientação no espaço" para relembrar as direções cardeais e conhecer um pouco mais sobre outras direções existentes. Assista-o.
Após assistir ao vídeo, é esperado que você tenha lembrado dos pontos cardeais e conhecido outras direções possíveis para o deslocamento. Você percebeu que as setas que indicam as direções cardeais e colaterais é semelhante a uma rosa quando estão agrupadas? É a famosa "Rosa dos Ventos", que indica todas as direções possíveis para ocorrer o vento, mas também para se deslocar, para saber a posição de um objeto, para indicar um caminho etc. A sua atividade de hoje é muito simples. Construa em seu caderno de geografia uma figura plana com todas as direções vistas no vídeo para que forme uma Rosa dos Ventos. Faça-a colorida, com cores diferentes para diferentes direções. Se quiser avançar um pouco mais, construa e pinte a Rosa dos Ventos em 3D, com o uso de materiais recicláveis como papelão ou plástico e tinta (se construir algo em 3D posta uma foto nos comentários). Não esqueça de indicar as siglas referente às direções (N, S, L, O...). Você também pode usar a convenção internacional e substituir o "L" (Leste) por "E" (East > Leste em inglês) e o "O" Oeste" por "W" (West > Oeste em inglês). É assim que é utilizado nos aparelhos como a bússola, o GPS etc. Vamos conhecer mais sobre esses aparelhos na próxima atividade. Bons estudos!
Obs: logo abaixo tem um vídeo mais longo para assistir caso você disponha de um bom sinal de internet. Veja o vídeo para aprofundar um pouco mais seus conhecimentos sobre orientação espacial.
\0/ #staysafe #keepgeothinking
Semana nº. 29 - happy halloween - 29 de outubro
Hello dear student! How are you ?
Esta semana se inicia um novo conteúdo para estudo da Geografia, o estudo da orientação, da representação e da localização no espaço dos fenômenos (humanos ou físico naturais existentes no planeta). E como se pode fazer isso? Ao longo da história a humanidade criou diversas formas para auxiliar as pessoas a se locomoverem, fixarem-se ou mesmo para planejar futuros deslocamentos. A utilização de técnicas e recursos para representar e localizar lugares foi e é de grande importância para a vida em sociedade. Afinal, quem nunca se fez a pergunta: "onde está...?, ou onde fica....?", não é mesmo? Bom, aproveitando que estamos a dois dias das comemorações do Halloween, vamos aproveitar para saber mais sobre o evento utilizando a linguagem da representação espacial. Let's go!
Imagine que você foi convidado(a) para ir até uma festa de comemoração do Halloween numa casa de uma amiga (Cecília) que você nunca visitou. Para facilitar a sua chegada e dos demais convidados e convidadas, a sua amiga colocou um pequeno 'croqui' ou 'desenho' de como chegar até a casa dela. Mais ou menos assim:
Fig,2 - croqui do bairro onde fica a casa de Cecília.
Ao observar a Fig.2, pode-se verificar que no cruzamento da rua "A" com a rua "C" fica a casa de "Cecília", anfitriã da festa do 'Dia das Bruxas' em 2020. Para facilitar a localização da sua casa, a menina elaborou uma representação do espaço para facilitar a sua orientação, o seu deslocamento no espaço. Isso ajuda muito na hora de encontrar lugares onde ainda não conhecemos. Veja que ao indicar também a localização do "Parquinho", o croqui elaborado se utiliza de um ponto de referência para auxiliar as pessoas a encontrarem o local da festa. Você já utilizou algum ponto de referência para encontrar determinado lugar? O que você acha dessa técnica? Facilita ou dificulta a localização dos lugares?
A utilização de pontos de referência ocorreu desde o passado muito distante para encontrar diferentes lugares, sendo inclusive utilizadas as estrelas como pontos de referência no céu. Essa técnica constituiu a base do processo de orientação espacial, ao utilizar os astros que não mudam de lugar para servir como referência espacial nos deslocamentos muito grandes e localizações dos lugares distantes.
Outra técnica utilizada foi a confecção de mapas, de representações planas do espaço, para facilitar a consulta sobre a direção a ser seguida, a distância a ser percorrida e a localização dos lugares. Você já ouviu falar em mapas? O que você sabe sobre eles? já confeccionou algum mapa antes? Essas e outras perguntas vão ajudar nas próximas atividades de Geografia. Para isso, como uma das atividades da semana, responda aqui o questionário sobre o assunto.
A segunda parte da atividade deste semana, é a localização dos lugares onde ocorrem a comemoração do Halloween. Fazemos parte uma escola bilíngue, portanto, conhecer as manifestações da cultura dos países de língua inglesa e de outros países também é interessante para o estudo da Geografia. Há um informativo sobre o Halloween (clique aqui para acessar) para você fazer uma leitura em inglês e responder em seu caderno de geografia as seguinte perguntas (em inglês ou em português):
O que é o Halloween? | Quando é comemorado o Halloween? | Como começou o Halloween? | Em que países e em qual continente o Halloween é bastante comemorado? | Escolha dois países e descreva como é comemorado o Halloween nesses lugares.
Não esqueça de escrever um cabeçalho para a atividade, colocar a data, o número da atividade e de copiar também as perguntas antes de respondê-las. Bons estudos!
\0/ #staysafe #keepgeothinking