Bela explicação do padre Paulo Ricardo
Liturgia é “o conjunto dos símbolos, cânticos e cerimônias pelas quais se externa o culto religioso”. É o ritual pelo qual expressamos, em comunidade, a nossa fé. A liturgia mostra a realização de nossa santificação por sinais sensíveis e solenes.
Diz o Catecismo Católico:- §1068 É este mistério de Cristo que a Igreja anuncia e celebra em sua liturgia, a fim de que os fiéis vivam e deem testemunho dele no mundo: Com efeito, a liturgia, pela qual, principalmente no divino sacrifício da Eucaristia, "se exerce a obra de nossa redenção", contribui do modo mais excelente para que os fiéis, em sua vida, exprimam e manifestem aos outros o mistério de Cristo e a genuína natureza da verdadeira Igreja.
A VELA :- representa Jesus Ressuscitado: Ele morreu, mas está vivo no céu;
AS FLORES:- enfeitam e, conforme suas cores, representam a alegria, a tristeza, o pesar, a reflexão sobre tal assunto, e assim por diante.
O ALTAR:- representa o próprio Jesus, no qual toda a liturgia se realiza.
A CRUZ:- sua paixão e morte.
O INCENSO:- o louvor a Deus, tão mencionado no Apocalipse e em outros livros da Bíblia.
O SACRÁRIO:-local onde se conserva a Eucaristia para os doentes e para a adoração.
A LUZ DO SACRÁRIO:- uma lampadazinha que indica a presença real de Jesus na Eucaristia.
VERDE :- usada nos domingos e dias de semana do tempo comum;
BRANCO:-usada no Natal, tempo de Natal, Páscoa, tempo Pascal, festas de N. Senhora, de Jesus Cristo e dos santos que não morreram mártires.
VERMELHO:- usada nas festas do Espírito Santo, Sexta-feira Santa e na comemoração dos santos mártires.
ROXO:- usada na Quaresma, Advento, Mortos.
ROSA:- usada no quarto domingo da Quaresma, terceiro domingo do Advento e, conforme aconselhado por várias equipes litúrgicas, pode ser usada no tempo todo do Advento.
TEMPO DO ADVENTO: Início do ano litúrgico. Vai desde o primeiro domingo do Advento, que ocorre geralmente no último domingo de novembro até o dia 24 de dezembro (3 ou 4 semanas).
TEMPO DO NATAL: Vai desde o dia 24 de dezembro até o domingo depois da Epifania, que cai sempre entre 2 e 8 de janeiro.
TEMPO COMUM: A primeira parte do tempo comum vai desde a segunda-feira depois do Batismo do Senhor até a terça-feira antes da quarta-feira de cinzas. A segunda parte vai desde a segunda-feira depois de Pentecostes até o primeiro domingo do advento, no final de novembro (33 ou 34 semanas).
TEMPO DA QUARESMA:- Desde a quarta-feira de cinzas até a Missa da Ceia do Senhor.
SEMANA SANTA:- Desde o domingo de Ramos até a Vigília Pascal.
TRÍDUO PASCAL:-Missa da Ceia do Senhor, na Quinta-feira Santa, Sexta-feira Santa, Vigília Pascal e domingo de Páscoa.
TEMPO PASCAL:- Desde o domingo de Páscoa até o Domingo de Pentecostes (50 dias).
LEITURAS BÍBLICAS
Em todos esses tempos são feitas as Leituras Bíblicas, sendo as do domingo distribuídas em três anos: ano A (São Mateus), ano B (São Marcos), ano C (São Lucas). O Evangelho de São João é lido no Tempo Pascal e em outras ocasiões especiais. Assim, o ano de 2011 é ano A, 2012 ano B, 2013 ano C, 2014 ano A, etc. No tempo comum a primeira leitura é sempre do Antigo Testamento, a segunda do Novo Testamento. No Tempo Pascal, ambas são do Novo Testamento.
Quanto às leituras semanais, há uma série de leituras para os anos ímpares e outra para os anos pares. Os evangelhos são repetidos todos os anos, mas são diferentes, é claro, em cada dia.
Redação (Quarta-feira, 05-12-2018, Gaudium Press) A vela sempre teve um significado especial para o homem, sobretudo porque antes de ser descoberta a eletricidade ela era a vitória contra a escuridão da noite. À luz das velas, São Jerônimo traduzia a Bíblia do grego e do hebraico para o latim, nas grutas escuras de Belém onde Jesus nasceu.
Em casa, a noite, quando falta a energia, todos correm atrás de uma vela e de um fósforo, ainda hoje.
Acender velas nos faz lembrar também a festa judaica de "Chanuká", que celebra a retomada da Cidade de Jerusalém pelos irmãos macabeus das mãos dos gregos do rei Antíoco IV.
Antes da era cristã os pagãos celebravam em Roma a festa do deus Sol Invencível (Dies solis invicti) no solstício de inverno, em 25 de dezembro. A Igreja sabiamente começou a celebrar o Natal de Jesus neste dia, para mostrar que Cristo é o verdadeiro Deus, o verdadeiro Sol, que traz nos seus raios a salvação. É a festa da luz que é o Cristo: "Eu Sou a Luz do mundo" (Jo 12, 8). No Natal desceu a nós a verdadeira Luz "que ilumina todo homem que vem a este mundo" (Jo 1, 9).
Na chama da vela estão presentes as forças da natureza e da vida. Cada vela marca um ano de nossa vida no bolo de aniversário. Para nós cristãos simbolizam a fé, o amor e o trabalho realizado em prol do Reino de Deus. Velas são vidas que se imolam na liturgia do amor a Deus e ao próximo. Tudo isso foi levado para a liturgia do Advento. Com ramos de pinheiro uma coroa com quatro velas prepara os corações para a chegada do Deus Menino.
Nessas quatro semanas somos convidados a esperar Jesus que vem. É um tempo de preparação e de alegre espera do Senhor. Nas duas primeiras semanas do Advento, a liturgia nos convida a vigiar e esperar a vinda gloriosa do Salvador. Nas duas últimas, a Igreja nos faz lembrar a espera dos Profetas e de Maria pelo nascimento de Jesus.
A Coroa é o primeiro anúncio do Natal. O verde é o sinal de esperança e vida, enfeitada com uma fita vermelha que simboliza o amor de Deus que se manifesta de maneira suprema no nascimento do Filho de Deus humanado. A branca significa a paz que o Menino Deus veio trazer; a roxa clara (ou rosa) significa a alegria de sua chegada.
A Coroa é composta de quatro velas nos seus cantos presas aos ramos formando um círculo. O círculo não tem começo e nem fim, é símbolo da eternidade de Deus e do reinado eterno do Cristo. A cada domingo acende-se uma delas.
As quatro velas do Advento simbolizam as grandes etapas da salvação em Cristo.
1. No primeiro domingo do Advento, acendemos a primeira vela - vermelha - que simboliza o perdão a Adão e Eva. Cristo desceu a Mansão dos mortos para dar-lhes o perdão.
2. No segundo domingo, a segunda vela - verde - acesa com a primeira, representa a fé dos Patriarcas: Abraão, Isaac, Jacó, que creram na Promessa da Terra Prometida, a Canaã dos hebreus; dali nasceria o Salvador, a Luz do Mundo.
3. A terceira vela - rosa - acessa com as duas primeiras, simboliza a alegria do rei Davi, o rei que simboliza o Messias porque reuniu sob seu reinado todas as tribos de Israel, assim como Cristo reunirá em si todos os filhos de Deus. É o domingo da alegria. Esta vela tem uma cor mais alegre, o rosa ou roxo claro.
4. A última vela - branca - simboliza os Profetas, que anunciaram um reino de paz e de justiça que o Messias traria.
Tudo isso para nos lembrar o que anunciou o Profeta:
"Um renovo sairá do tronco de Jessé, e um rebento brotará de suas raízes.Sobre ele repousará o Espírito do Senhor, Espírito de sabedoria e de entendimento, Espírito de prudência e de coragem, Espírito de ciência e de temor ao Senhor" (Is 11,1-2).
"O povo que andava nas trevas viu uma grande luz; sobre aqueles que habitavam uma região tenebrosa resplandeceu uma luz. Vós suscitais um grande regozijo, provocais uma imensa alegria; rejubilam-se diante de vós como na alegria da colheita, como exultam na partilha dos despojos. 3. Porque o jugo que pesava sobre ele, a coleira de seu ombro e a vara do feitor, vós os quebrastes, como no dia de Madiã. Porque todo calçado que se traz na batalha, e todo manto manchado de sangue serão lançados ao fogo e tornar-se-ão presa das chamas; porque um menino nos nasceu, um filho nos foi dado; a soberania repousa sobre seus ombros, e ele se chama: Conselheiro admirável, Deus forte, Pai eterno, Príncipe da paz. Seu império será grande e a paz sem fim sobre o trono de Davi e em seu reino. Ele o firmará e o manterá pelo direito e pela justiça, desde agora e para sempre. Eis o que fará o zelo do Senhor dos exércitos" (Is 9,1-6).
Por Professor Felipe Aquino
08/12/2020
Advento vem da palavra latina Adventus: "chegada", do verbo Advenire: "chegar a". Chegar a... onde? Ao Natal? O missal cotidiano diz que não é apenas uma espera pelo Natal: “O Advento celebra a vinda de Jesus Cristo no tempo e na história da humanidade para trazer-nos a salvação. É o tempo da expectativa, e nós somos chamados a vivê-lo em plenitude, totalmente. Dessa forma, estaremos recebendo dignamente o Senhor no momento em que ele vier”.
Ou seja: o advento é um tempo de preparação para recebermos Jesus Cristo em cada instante de nossa vida, preparando-nos também para o momento final, em que deveremos nos confrontar frente a frente com ele, após a nossa morte.
Os primeiros dois domingos do advento meditam a segunda vinda de Cristo, que ocorrerá nos fins dos tempos mas, se formos mais realistas, no dia de nossa morte.
Os dois últimos domingos do advento meditam o nascimento de Jesus, Deus que vem morar conosco para nos ensinar o caminho do céu e para nos salvar, com sua obediência plena ao Pai, que o levou a morrer na cruz por nosso amor.
Nossa resposta deve ser a de procurar levar uma vida santa. Resume assim o missal dominical:
“Estas devem ser as atitudes interiores que nos preparam melhor para esta vinda:
1- Mantermo-nos vigilantes na fé, na oração.
2- Mantermo-nos numa abertura atenta e disponível para reconhecermos os “sinais” da vinda do Senhor em todas as circunstâncias e momentos da vida e até o fim dos tempos.
3- Andarmos no caminho traçado por Deus, sem nos extraviarmos por caminhos tortuosos (cheios de “curvas” e “desvios”), ou seja, convertermo-nos para seguirmos a Jesus para o Reino do Pai.
4- Darmos testemunho da alegria que Jesus Salvador nos traz, com a caridade afável e paciente para com os outros, com a abertura para todas as iniciativas de bem, através das quais já se constrói o Reino futuro na alegria sem fim.
5-Mantermos um coração pobre e vazio de nós mesmos, imitando José, N. Senhora, João Batista, os outros “pobres” do evangelho que, precisamente por isso, souberam reconhecer em Jesus o Filho de Deus que veio salvar as pessoas.
6- Participarmos das celebrações eucarísticas deste Tempo de Advento acolhendo e reconhecendo o Senhor, que continuamente vem ficar no meio de nós, seguindo-o no caminho que leva ao Pai, a fim de que, com sua vinda gloriosa no fim dos tempos, ele nos introduza todos juntos no Reino, para fazer-nos “tomar parte na vida eterna” com os bem-aventurados e os santos do céu".
QUARESMA: DA ESCRAVIDÃO À LIBERDADE
Cidade do Vaticano (Quarta-feira, 1-03-2017, Gaudium Press)
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Cidade do Vaticano (Quarta-feira, 1-03-2017,Gaudium Press) Nesta quarta-feira de cinzas, início da Quaresma, o período em que se prepara para a Páscoa do Senhor, o Papa Francisco, dirigindo-se a milhares de fiéis e peregrinos reunidos na Praça São Pedro destacou que ela é um "caminho de esperança" que deve conduzir os fiéis católicos da "escravidão" à "liberdade".
Com isso o Papa deu continuidade ao ciclo de catequeses sobre a Esperança que ele vem realizando. Em suas palavras ele afirmou que a Quaresma "é um caminho certamente exigente, como é bom que seja, porque o amor é exigente, mas é um caminho cheio de esperança. Mais: o êxodo quaresmal é o caminho no qual a própria esperança ganha forma".
O Santo Padre lembrou as práticas penitenciais que são normalmente realizadas neste período de preparação para Páscoa. Ele ressaltou que "o cansaço de atravessar o deserto -com todas as provas, as tentações, as ilusões, as miragens- tudo isso serve para forjar uma esperança forte, sã".
Êxodo: saída da escravidão para a liberdade
Neste sentido, é preciso olhar para a experiência do Êxodo do povo de Israel, que Deus libertou da escravidão do Egito por meio de Moisés, e guiou durante quarenta anos no deserto até entrar na Terra da liberdade:
"Simbolicamente dura 40 anos, ou seja, o tempo de vida de uma geração. Muitas vezes, o povo, diante das provações do caminho, sente a tentação de voltar ao Egito. Mas o Senhor permanece fiel e guiado por Moisés, chega à Terra prometida: venceu a esperança. É precisamente um ‘êxodo', uma saída da escravidão para a liberdade. Cada passo, cada fadiga, cada provação, cada queda e cada reinício... tudo tem sentido no âmbito do desígnio de salvação de Deus, que quer para seu povo a vida e não a morte; a alegria e não a dor".
O Santo Padre afirmou, então, que "A Páscoa de Jesus é também um êxodo. Ele nos abriu o caminho e para fazê-lo, teve que se humilhar, despojar-se de sua glória, fazendo-se obediente até a morte na Cruz, libertando-nos, assim, da escravidão do pecado. Mas isto não quer dizer que Ele fez tudo e nós não precisamos fazer nada."
Sinal de conversão
Jesus nos indica o caminho da nossa peregrinação pelo deserto da vida, um caminho exigente, mas cheio de esperança. Reafirmando o sentido da Quaresma como "sinal sacramental de nossa conversão", o Papa concluiu:
"O êxodo quaresmal é o caminho no qual a própria esperança se forma. É um caminho dificultoso, como é justo que seja, mas um caminho pleno de esperança. Como o percorrido por Maria, que em meio ás trevas da Paixão e Morte de seu Filho, continuou a crer em sua ressurreição, na vitória do amor de Deus".
Quaresma
A Quaresma é um período de 40 dias marcado por apelos ao jejum, partilha e penitência, que serve de preparação para a Páscoa, a principal festa do calendário cristão.
Por isso foi que o Santo Padre, de modo apelativo, conclamou a todos para que "Com o coração aberto a este horizonte, entremos na Quaresma. Sentindo-nos parte do povo santo de Deus, comecemos com alegria este caminho de esperança". (JSG)
Cidade do Vaticano (Sexta-feira, 03-03-2017, Gaudium Press) O tema da homilia proferida pelo Papa Francisco na missa matutina celebrada na Capela da Casa Santa Marta foi o jejum. O verdadeiro jejum que agrada a Deus.
O VERDADEIRO JEJUM
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As leituras propostas pela liturgia falam do jejum, ou seja, "da penitência a que somos convidados a fazer no tempo da Quaresma" para aproximar-nos ao Senhor, conforme explicou Francisco que recordou também que, conforme diz o Salmo, a Deus agrada "o coração penitente", "o coração que se sente pecador e reconhece ser pecador".
Leitura do Profeta Isaías
Na primeira leitura, o Profeta Isaías mostra como Deus repreende a falsa religiosidade dos hipócritas. Eles jejuam e, enquanto cuidam dos próprios negócios, "ferindo com punhos iníquos", oprimem os operários e brigam.
Estes hipócritas, segundo o Papa, fazem penitência de um lado e cometem injustiças do outro lado. Eles fazem "negócios sujos".
Jejum Verdadeiro
Deus Nosso Senhor nos pede um jejum verdadeiro. Um jejum que esteja também com a atenção voltado para o próximo:
"O outro é o jejum "hipócrita" - é a palavra que Jesus tanto usa - é um jejum para se mostrar ou para sentir-se justo, mas ao mesmo tempo cometem injustiças, não são justos, exploram as pessoas. "Mas eu sou generoso, farei uma bela oferta à Igreja" - 'Mas me diga, tu pagas o justo às tuas domésticas? Paga teus funcionários sem assinar a carteira? Ou como quer a lei, para que possam dar de comer aos seus filhos? '", interrogou Francisco.
Para explicar seu pensamento, o Papa contou um fato ocorrido com o Superior Geral dos Jesuítas, Padre Arrupe.
Um grande homem de negócios procurou o Superior Geral para oferecer-lhe uma doação para suas atividades de evangelização. Ele trazia consigo um fotógrafo e um jornalista e entregou ao Padre um envelope que continha apenas 10 dólares...
O Santo Padre comentou com seus ouvintes:
"Nós também fazemos o mesmo quando não pagamos o justo a nossa gente. Pegamos de nossas penitências, de nossos gestos, do jejum, da esmola, aceitamos uma propina: é o suborno da vaidade, de se mostrar. E isso não é autenticidade, é hipocrisia. É por isso que Jesus diz: ‘Quando vocês rezarem, entrem no seu quarto, fechem a porta, no escondido, quando derem esmola não faça soar a trombeta, quando jejuar não fiquem tristes.
Isto é o mesmo que dizer: Por favor, quando vocês fizerem uma boa obra não aceitem propina desta boa obra, é somente para o Pai."
Isaías e nossos dias
Citando o Profeta Isaías, quando o Senhor fala aos hipócritas sobre o jejum verdadeiro, Francisco afirmou que elas são significativas também "para os nossos dias":
"Não é este o jejum que escolhi: quebrar as cadeias injustas, desligar as amarras do jugo, tornar livres os que estão detidos, e romper todo tipo de sujeição?
Não consiste talvez em dividir o pão com o faminto, deixar entrar em casa os pobres, os sem-teto, vestir o que está nu sem transcurar os próprios parentes?
Pensemos nestas palavras, pensemos em nosso coração, como nós jejuamos, rezamos, damos esmolas (...)
Nos fará bem pensar nisso."
(Da Redação Gaudium Press, com informações RV)
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O JEJUM HIPÓCRITA
Cidade do Vaticano (Segunda-feira, 06-03-2017, Gaudium Press) Em recente homilia feita na Capela da Casa Santa Marta, o Papa Francisco explicou como rezar, fazer jejum e dar esmola durante a quaresma.
O Papa advertiu àqueles que fazem um "jejum hipócrita", que só procuram o reconhecimento dos demais ou a própria satisfação.
Francisco afirmou que "Isto é o mesmo que nós fazemos quando não pagamos o justo a nossos funcionários. Nós recebermos por nossas penitencias, por nossos gestos de oração, de jejum, de esmola, é tirar proveito. É suborno de vaidade, de procurar sermos vistos. E isto não é autenticidade, é hipocrisia.
Por isso, quando Jesus disse: ‘Quando rezarem, façam às escondidas, quando derem esmola não façam soar a trombeta, quando jejuarem não se façam de abatidos', é como se dissesse:
‘Por favor, quando fizerem uma boa obra não tireis proveito desta boa obra. É só para o Pai'".
Conselhos evangélicos
"‘Por acaso não é este o jejum que quero: romper as correntes iníquas, desfazer os laços do jugo, pôr em liberdade os oprimidos e quebrar toda a opressão? Por acaso não consiste em repartir o pão com o faminto, fazer entrar em casa os pobres, aos sem teto, vestir os nus sem descuidar dos parentes?'", relembrou Francisco.
"Pensemos nestas palavras, pensemos em nosso coração, no modo como jejuamos, rezamos e damos as esmolas. Também vai nos ajudar pensar no que sente um homem depois de um jantar que custou 200 euros, por exemplo, e regressando para sua casa vê um homem faminto, nem olha para ele e segue caminhando. Vai nos fazer bem pensar nisto", concluiu o Papa.
(JSG)
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Para aprender a fazer o bem: ações concretas e não só com palavras, ensina Francisco
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Inspirando-se na primeira leitura do dia, em sua homilia o Papa indicou o caminho da conversão que a Quaresma pede: fazer o bem com ações concretas, não com palavras.
Na leitura comentada por Francisco, o Profeta Isaías lembra que na conversão deve-se afastar do mal e aprender a fazer o bem, um binômio inseparável neste percurso.
O Papa comentou o trecho afirmando que "cada um de nós, todos os dias, faz algo de mau", pois que, de fato, a Bíblia diz que "o mais santo peca sete vezes ao dia".
O problema, porém, disse Francisco, está em "não se acostumar em viver nas coisas feias" e afastar-se daquilo que "envenena a alma", que a torna pequena.
É preciso aprender a fazer o bem
"Não é fácil fazer o bem: devemos aprendê-lo, sempre. E Ele nos ensina. Mas: aprendam. Como as crianças. No caminho da vida, da vida cristã se aprende todos os dias. Deve-se aprender todos os dias a fazer algo, a ser melhores do que o dia anterior. Aprender. Afastar-se do mal e aprender a fazer o bem: esta é a regra da conversão. Porque converter-se não é consultar uma fada que com a varinha de condão nos converte: não! É um caminho. É um caminho de afastar-se e de aprender".
Aprende-se a fazer o bem com ações concretas
É necessário coragem para afastar-se do mal e humildade para aprender a fazer o bem que se explicita em fatos concretos, o Pontífice:
"Ele, o Senhor, aqui diz três ações concretas, mas existem muitas outras: busquem a justiça, socorram o oprimido, façam justiça ao órfão, defendam a causa da viúva... mas, ações concretas. Aprende-se a fazer o bem com ações concretas, não com palavras. Com fatos... Por isso, Jesus, no Evangelho que ouvimos, repreende esta classe dirigente do povo de Israel, porque ‘diz e não faz', não conhecem a concretude. E se não há concretude, não pode haver a conversão".
Francisco continua seus comentários a propósito da primeira leitura falando do convite do Senhor: "Vinde, debatamos". "Vinde": uma bela palavra, diz ele, uma palavra que Jesus dirigiu aos paralíticos, à filha de Jairo, assim como ao filho da viúva de Naim. E Deus nos dá uma mão para "ir".
E é humilde, se abaixa muito para dizer: "Vinde, debatamos". E o Papa, então, ressalta o modo como Deus nos ajuda: "caminhando juntos para ajudar-nos, para nos explicar as coisas, para nos tomar pela mão".
O Senhor é capaz e procura "fazer este milagre", que é de "nos transformar", continuamente, no caminho da vida e não de um dia para outro:
"Convite à conversão, afastem-se do mal, aprendam a fazer o bem ... ‘Vinde, debatamos, vinde a mim, debatamos e prossigamos'. ‘Mas tenho muitos pecados ...'
- ‘Mas não se preocupe: se os seus pecados são como escarlate, se tornarão brancos como a neve'.
Caminho da conversão
Aqui está o caminho da conversão quaresmal:
É um Pai que fala, é um Pai que nos quer bem, nos quer bem. O Senhor nos acompanha no caminho da conversão. Ele só nos pede que sejamos humildes. Jesus diz aos dirigentes: ‘Quem se exaltar, será humilhado e quem se humilha será exaltado'".
E aí está então, "o caminho da conversão quaresmal":
Afastar-se do mal, aprender a fazer o bem", levantar-se e ir com Ele e "os nossos pecados serão todos perdoados". (JSG)
(Da Redação Gaudium Press, com informações RV)
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A função essencial da liturgia cristã é a ação eficaz do Senhor Jesus na sua doação pascal mediante palavras e gestos simbólicos, como memória, presença e espera da salvação.
Dom João Bosco Óliver de Faria - Arcebispo Emérito de Diamantina -
Ensina-nos o Concílio Vat. II: o sacrifício eucarístico é o ápice de toda a vida cristã (LG 11). As páginas preciosas desse documento ensinam-nos ainda: exerce-se a obra de nossa redenção sempre que o sacrifício da cruz, pelo qual Cristo, nossa Páscoa, é imolado (1Cor 5,7), se celebra sobre o altar. Ao mesmo tempo, a unidade dos fiéis que constituem um só corpo em Cristo (1 Cor 10,17) é significada e realizada pelo sacramento do pão eucarístico. Todos os homens são chamados a essa união com Cristo, que é a luz do mundo, do Qual procedemos, por Quem vivemos e para Quem tendemos (LG 3). [...] Participando do sacrifício eucarístico, fonte e ápice de toda a vida cristã, oferece-se a Deus a Vítima divina e com Ela a si mesmos. [...] Assim, quer pela oblação, quer pela sagrada comunhão, todos – cada um segundo sua condição – exercem na ação litúrgica a parte que lhes é própria. Reconfortados pelo Corpo de Cristo na sagrada comunhão, mostram de modo concreto a unidade do Povo de Deus, apropriadamente significada e maravilhosamente realizada por este augustíssimo Sacramento (LG 11).
A função essencial da liturgia cristã é a ação eficaz do Senhor Jesus na sua doação pascal mediante palavras e gestos simbólicos, como memória, presença e espera da salvação.
O Senhor, crucificado e ressuscitado, é o sacramento primordial - mistério primordial - pelo qual Deus Pai se fez definitivamente vizinho, para dar-nos o Espírito Santo e a vida eterna.
Enquanto nas outras religiões os ritos são ações simbólicas das pessoas para exprimir a própria busca de Deus, na liturgia da Igreja, é o Senhor Jesus que une a Si os fiéis para reconduzi-los ao Pai. Na Missa, Cristo, presente na pessoa do sacerdote, oferece ao Pai Sua própria pessoa, real e verdadeiramente presente na hóstia consagrada. Nada de mais sublime, de mais santo e de mais sagrado sobre a terra, que a celebração da santa Missa, que é a celebração da morte de Cristo na cruz e de Sua ressurreição.
Observa-se, no entanto, um enfraquecimento quantitativo e qualitativo da catequese em algumas paróquias, quer pelo número exíguo de catequistas em relação ao número de crianças católicas nas escolas, quer pelo pouco valor e exíguo espaço que é oferecido à catequese na ação pastoral. Enfraquecida a catequese, raleia-se a compreensão da vida litúrgica e sacramental dos fiéis.
Nossas igrejas estão cheias de pessoas boas que querem ser santas, mas que tiveram pouca oportunidade de conhecer e de vivenciar as verdades da fé cristã e de saborear suas preciosas consequências na própria espiritualidade. Os tesouros da graça oferecidos nas celebrações dos sacramentos permanecem nebulosos e, às vezes, quase totalmente desconhecidos pelos fiéis.
Surge, então, aqui e ali, um conceito quase mágico do efeito da celebração dos sacramentos e sacramentais. Pode acontecer que, às vezes, as pessoas procurem o batismo para seus filhos, mas sem saber o porquê e o para quê.
Esse desconhecimento pode atingir igualmente o sacramento da Eucaristia, fonte e ápice de toda a vida cristã.
A Santa Missa, memorial sacrifical que perpetua o sacrifício de Cristo na Cruz, é, como escrevi, o banquete sagrado da comunhão no Corpo e no Sangue do Senhor, ação eficaz do Senhor Jesus na Sua doação pascal mediante palavras e gestos simbólicos, como memória, presença e espera da salvação que não pode ser instrumentalizada.
A Santa Missa é, pois:
um memorial de Cristo: Fazei isto em memória de mim (Lc 22,19 e 1 Cor 12,24);
um sacramento: Mistério. Mistério da fé. Sinal sensível e eficaz da graça. Todo sacramento significa uma graça e realiza a graça que significa;
um banquete: ensina-nos Santo Agostinho: Não sou eu que recebo Cristo, é Cristo que me recebe em mim;
Ao celebrar e ao receber a Eucaristia, a pessoa assume, de verdade, o desafio de levar aos irmãos o amor de Cristo e o desafio de vencer as desigualdades que reinam na sociedade e na comunidade.
A Santa Missa não pode, portanto, ser enfeite de festa ou um pretexto para a convocação de pessoas para uma determinada celebração qualquer. A Missa é central em si mesma, não pode ser instrumentalizada.
É uma verdadeira profanação o celebrar a Santa Missa em local, ambiente ou circunstância inadequados ao sagrado. Isso porque a Santa Missa é a celebração da morte de Cristo na Cruz e de Sua ressurreição.
A Eucaristia, supremo sacrifício de Cristo, dispensa adjetivos, “penduricalhos”, efeitos de imagem e de som ou música dissonante com o sagrado.
PE. MIKE SCHMITZ
O objetivo da missa é maior do que a presença de Jesus. A Encarnação torna o sacrifício de Jesus possível.
A presença real de Jesus faz o sacrifício possível. Então caímos numa grande armadilha e dizemos: “Oh, não, o fato é que Tu estás aqui!” Ou o fato de que posso Te receber. Estas coisas são incríveis! Mas o que nos salva é o sacrifício do Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus ao Pai em humilde obediência. E isso acontece no momento em que o padre segura o Corpo de Cristo e o Sangue de Cristo em suas mãos e diz: “Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e por todos os séculos dos séculos. Amém!”
Esse é o momento em que Jesus na cruz diz: “Pai, em Tuas mãos entrego o meu Espírito!” É neste momento que está acontecendo e Ele clama em alta voz e suspira pela última vez e, com aquele suspiro, Ele oferece na cruz seu Corpo, Sangue, Alma e Divindade na missa. Gente, não se trata apenas de olhar para Jesus. Quando você vê o Senhor levantado assim, você está olhando para o Calvário.
Quando você vê o Senhor levantado assim, você está participando da restauração do mundo. Você se torna parte da redenção da humanidade!
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Cedido pelo site Nova Liturgia
do dia 29/07/2014
Por uma Igreja que pensa – Pe. Zezinho, scj
Leitores que não preparam as leituras.
Cantores que não ensaiam os cantos.
Coroinhas que não ensaiam sua parte.
Sacerdotes que não preparam seus sermões.
Catequistas que não leem os documentos da Igreja.
Pregadores que não leram o catecismo.
Cantores de desafinados que insistem em liderar os cantos da missa.
Músicos sem ritmo e sem ensaios que tocam alto e errado.
Cantores que dão show de uma hora
sem perceber que a guitarra e o baixo estão desafinados.
De quebra, também um dos solistas…
Autores que não aceitam corrigir seus textos e suas letras,
antes de apresentá-los a milhões de irmãos na fé.
Cantores que teimam em repetir uma canção
cuja letra o bispo já disse que não quer que se cante mais.
Párocos que permitem que qualquer um lidere as leituras e o canto.
Párocos que permitem qualquer canção, mesmo se vier errada.
Sacerdotes que ensinam doutrinas condenadas pela Igreja,
práticas e devoções com ranços de heresia ou de desvio doutrinário.
Animadores de programas católicos com zero conhecimento de doutrina.
***
Parecemos um hospital que, na falta de médicos na sala de cirurgia,
permite aos secretários, porteiros e aos voluntários bem intencionados que operem o coração dos seus pacientes.
Há católicos aconselhando, sem ter estudado psicologia.
Há pregadores receitando, sem conhecer a teologia moral.
E há indivíduos ensinando o que lhes vem na cabeça,
porque, entusiasmados com sua fama e sua repercussão,
acham que podem ensinar o que o Espírito Santo lhes disse naquela hora.
Nem sequer se perguntam se de fato era o Espírito Santo que lhes falou
durante aquela adoração, ou aquela noite mal dormida!
CELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA – Último domingo de agosto ou em qualquer época.
*Espaço Celebrativo:( Flores, Bíblia,Cruz. Velas, Documento n. 26 da CNBB e outros símbolos que falam de renovação na catequese).
*Comentarista: Queridos(as) Catequistas!
Hoje, domingo, Dia do Senhor, a Igreja no Brasil celebra o Dia do Catequista e dos outros ministérios e serviços da comunidade. Reunidos como discípulos e discípulas de Nosso Senhor, desejamos louvar e bendizer a Deus em primeiro lugar pela vocação de cada um. Pois “Jesus chamou os que desejava escolher”. (Mc 3, 13 ). Agradecer por todos aqueles que ouviram o chamado do Mestre e disseram SIM. Senhor, “eis-me aqui, envia-me”(Is 6, 8).Com alegria também queremos trazer presente no altar do Senhor de maneira muito especial os mais de 30 ANOS DO DOCUMENTO CATEQUESE RENOVADA (nº 26 da CNBB). Revendo o caminho, é possível perceber quantas conquistas foram alcançadas como frutos desse documento, grande presente do Espírito para nós. Quantos encontros, semanas catequéticas, seminários e simpósios foram realizados. Quantos subsídios e Manuais surgiram desde então. Por tudo isso, queremos hoje dar graças a Deus.
1. RITOS INICIAIS
1.1 Procissão de Entrada: O Presidente acompanhado por todos os catequistas da comunidade (estes poderiam estar com uma vela acesa porque transmitem a fé da Igreja aos catequizandos).
1.2 Comentarista: Acolhendo a procissão de entrada, cantemos juntos:
Senhor se tu me chamas eu quero te ouvir, se queres que eu te siga respondo, eis-me aqui.
1. Profetas te ouviram e seguiram tua voz, andaram mundo afora e pregaram sem temor. / Seus passos tu firmastes sustentando seu vigor. Profeta tu me chamas: vê Senhor, aqui estou.
Senhor se tu me chamas eu quero te ouvir, se queres que eu te siga respondo, eis-me aqui.
2. Os séculos passaram, não passou, porém tua voz que chama ainda hoje, que convida a te seguir. / Há homens e mulheres que te amam mais que a si, e dizem com firmeza: vê Senhor, estou aqui.
Senhor se tu me chamas eu quero te ouvir, se queres que eu te siga respondo, eis-me aqui.
1.3 Saudação Inicial – por conta do presidente da celebração.
1.4 Ato Penitencial:
Comentarista: queremos trazer presente nesta celebração nossa revisão pelo que deixamos de fazer, pela nossa falta de coragem em testemunhar com ousadia e poder o Evangelho do Senhor. Também neste Ano da Fé reconhecemos nossa falta de fé nos momentos mais críticos de nossa e vida e do ministério da catequese.
*Catequista: Senhor, nestes trinta anos de caminhada da Catequese Renovada, que orienta para uma formação sistemática dos catequistas, queremos te pedir perdão, pelas vezes que não valorizamos os encontros de formação, que não aprofundamos tua Palavra e não fomos presença na celebração e na vida da comunidade.
Senhor, piedade, ó Cristo piedade. Piedade de nós compaixão, Senhor. (bis).
*Catequista: Cristo, a catequese renovada nos chama para uma experiência de Encontro Contigo, que ajude os catequizandos a conhecerem a Ti. Pelas vezes que não testemunhamos e não falamos de ti e do Teu amor, te pedimos perdão.
Senhor, piedade, ó Cristo piedade. Piedade de nós compaixão, Senhor. (bis).
*Catequista: Senhor muitas vezes não fomos missionários e não nos nos dedicamos de coração pela transmissão da fé, te pedimos perdão.
Senhor, piedade, ó Cristo piedade. Piedade de nós compaixão, Senhor. (bis).
- Celebrante conclui com a oração: “Deus todos poderoso tende....”
1.5 Hino de Louvor: Demos Glória ao Pai pelo Filho, no Espírito por toda obra de evangelização em sua Igreja, cantando com alegria (a escolha da equipe de liturgia com a coordenação de catequese.)
1.6 Oração do Dia
2. LITURGIA DA PALAVRA
2.1 Acolhida a Palavra
(Bíblia ou Lecionário, ladeado com duas velas e trazidos por catequistas).
Comentarista: A Sagrada Escritura é o Livro por excelência da Catequese, e esta é a grande responsável de colocar nas mãos de crianças, jovens e adultos a Palavra de Deus. Acolhamos com alegria esta Palavra Santa que é a luz que ilumina a catequese e sustenta a nossa vocação, cantando:
“É como a chuva que lava é como fogo que arrasa. Tua Palavra é assim, não passa por mim sem deixar um sinal.”
2.2 Primeira Leitura – Is 66,18-21
2.3 Salmo: 116(117)
2.4 Segunda Leitura – Hb 12,5-7.11-13
2.5 Canto de Aclamação: a escolha da equipe de liturgia com a coordenação de catequese.
2.6 Evangelho - Lc 13 , 22-30
2.7 Homilia - Tema: “Todas as pastorais e movimentos são responsáveis pala catequese, ou seja pela transmissão da fé”.
2.8 Profissão de Fé: enquanto os/as catequistas acendem as velas no Círio Pascal, motivar o mantra:
Canto: Ó luz do Senhor que vem sobre a terra, inunda meu ser, permanece em nós.
- O Presidente da Celebração: (explica o sentido deste gesto) para depois perguntar: Vocês creem em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra e assim o ensinam na catequese?
* Catequistas: Sim creio.
- Sacerdote: Vocês creem em Jesus Cristo único Senhor e Salvador e o seguem com fidelidade, levando os catequizandos a fazer a experiência do encontro pessoal com Ele?
*Catequistas: Sim creio e procuro segui-lo na fé, testemunhando-o aos meus catequizandos.
- Sacerdote: Vocês creem no Espírito Santo que com o Pai e o Filho formam a melhor comunidade de amor e incentivam os catequizandos a ter uma vida comunitária?
*Catequistas: Sim creio e incentivo.
- Sacerdote: Vocês creem que a Igreja Santa e Católica é caminho mais eficaz para a construção do Reino de Deus na história rumo ao Reino definitivo e ajudam a todos a vivenciar esta mesma fé nessa Igreja fundada por Cristo?
*Catequistas: Sim creio e procuro testemunhar.
Conclusão - Sacerdote: Esta é a fé da Igreja que no batismo recebestes. Renovai-a neste Ano da Fé e esforçai-vos para propagá-la e cultivá-la naqueles que vos foram confiados na catequese.
*Catequistas: Assim seja e para isto conto com a graça de Deus.
3. LITURGIA EUCARÍSTICA
3.1 Apresentação das Oferendas: aqui os catequistas das diversas comunidades podem trazer junto com o pão e o vinho, elementos que simbolizam a catequese: Livro usado para dar catequese, Sagrada Escritura, Catecismo da Igreja Católica etc.
3.2 Canto: a escolha da equipe de liturgia com a coordenação de catequese.
3.3 Oração Eucarística - segue normal até depois da comunhão, se o presidente achar oportuno os catequistas poderiam comungar no altar recebendo das mãos do presidente o Corpo e o Sangue do Senhor.
4. RITOS FINAIS
4.1 Ação de Graças: de acordo com cada realidade seria bonito se na Ação de Graças após o silêncio de adoração, a Equipe de liturgia ou o próprio padre/diácono fizesse uma homenagem a todos os catequistas e lhes desse uma pequena lembrança (cartão, um bombom etc) e ao entregar a lembrancinha a Equipe de Música cantasse um canto de homenagem aos catequistas e a sua belíssima missão.
4.2 Convite: o Padre poderia convidar mais pessoas da comunidade a serem catequistas e a procurar após a Celebração a coordenação da Catequese para preencher uma ficha, para futuramente passarem por uma formação.
4.3 Envio dos catequistas: Antes da Benção Final o presidente convida todos os catequistas a se colocarem diante do altar e lhes apresenta uma Bíblia (ou mais, de acordo com a quantidade de catequistas e da realidade) aberta na qual todos colocam sua mão direita, ou em sua direção.
4.1 Comentarista: A Bíblia é o livro por excelência da catequese. O Catequista é, por isso, considerado ministro da Palavra e sua missão é dar a conhecê-la para que seja amada e vivida.
4.2 Sacerdote: Animados pelo Espírito Santo e enviados pela comunidade continuai o caminho de educação da fé que tem sua fonte na Palavra de Deus. E que esta Palavra também seja Luz e força para realizar esse apostolado de transmissão da Fé, juntamente com o Catecismo da Igreja Católica.
4.3 Bênção: Estendendo as mãos invoca a Bênção de Deus de forma solene:
*Que o Senhor vos proteja e vos guarde,
*Que faça iluminar sobre vós a sua face e vos dê a Paz!
*(e dirigindo-se a todos): Abençoe-vos o Deus todo-poderoso, o Pai, o Filho e o Espírito Santo.
Todos: Amém.
Canto final: a escolha da equipe de liturgia com a coordenação de catequese.
4. CONFRATERNIZAÇÃO
De acordo com cada realidade seria edificante se depois da Missa, houvesse uma confraternização de todos os catequistas (ex: churrasquinho na casa de alguém , onde cada um levasse algo, como salada, a carne etc; ou cada um levasse um prato de salgado e refrigerante para a confraternização.
Abraço fraterno,
Pe. Flávio Júnior
CÂNTICOS
1- EU LOUVAREI (5 VEZES) AO MEU SENHOR!
1- João viu o mundo dos redimidos e todos louvavam ao Senhor, /uns oravam, outros cantavam, e todos louvavam ao Senhor
2- Todos unidos alegres cantavam glória e louvores a Deus Pai:/ Glória ao Pai, glória ao Filho, glória ao Espírito de Amor!
3- Somos filhos, de ti, Pai Eterno, tu nos criaste por amor! Nós te adoramos, te bendizemos e todos cantamos teu louvor!
2-ADVENTO
1- Senhor, vem salvar teu povo, das trevas, da escravidão/ Só tu és nossa esperança, a nossa libertação! VEM SENHOR, VEM NOS SALVAR, VEM COM TEU POVO, VEM CAMINHAR (BIS)
2- Contigo o deserto é fértil, a terra se abre em flor, da rocha brota água viva, da terra nasce o esplendor ( Refrão)
3- Tu marchas à nossa frente, és força, caminho e luz. Vem logo salvar teu povo, não tardes, Senhor Jesus! (refrão)
3-ATO PENITENCIAL- 2- Perdão Senhor, por ter te ofendido, aos teus pés volto arrependido. Perdão Jesus, reconheço os meus pecados! Certeza tenho de ser perdoado.
PERDÃO SENHOR, SENHOR MEU DEUS, TEM PIEDADE DOS FILHOS TEUS
4-ATO PENITENCIAL Senhor que viestes salvar os corações arrependidos!
PIEDADE, PIEDADE, PIEDADE DE NÓS! (BIS)
Ó Cristo que viestes chamar os pecadores humilhados!
Senhor que intercedeis junto a Deus Pai que nos perdoa
5-ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO Vai falar no evangelho Jesus Cristo, aleluia! Sua palavra é alimento, que dá vida, Aleluia! GLÓRIA A TI, SENHOR, TODA GRAÇA E LOUVOR (bis)
A mensagem da alegria, ouviremos, aleluia! De Deus as maravilhas cantaremos, aleluia!
6-ACLAMAÇÃO DEUS está aqui, Aleluia! Tão certo como o ar que eu respiro, tão certo como o amanhã que se levanta, tão certo como eu te falo e podes me ouvir
JESUS está aqui, Aleluia! Tão certo como o ar que eu respiro, tão certo como o amanhã que se levanta, tão certo como eu te falo e podes me ouvir
O ESPÍRITO está aqui, Aleluia! Tão certo como o ar que eu respiro, tão certo como o amanhã que se levanta, tão certo como eu te falo e podes me ouvir
7-Glória ao Pai dos homens, dos anjos, do mundo criador, R)- GLÓRIA A TI, SENHOR! Glória a Cristo, Filho de Deus, nosso irmão Redentor! (R) Glória Deus, Espírito Santo e santificador! R
8-OFERTÓRIO – Deus Eterno, a Vós louvor, glória à vossa majestade! Anjos e homens com fervor, vos adoram, Deus Trindade, Santo, Santo sois, Senhor, cante a terra com amor (bis)
Pai Eterno, a criação, que chamastes vós do nada, que sustenta a vossa mão, com acorde imenso brada: quem me fez foi vosso amor, glória a vós, Pai Criador!
Filho Eterno, nosso irmão, vossa morte deu-nos vida! Vosso sangue, salvação, toda a Igreja agradecida: exaltando a vós, Jesus, glórias cante a vossa cruz! (B)
Espírito Santo do Amor, eis vos louvam vossos santos, qual de um íris o fulgor, entoando eternos cantos: nós também, com grato ardor, celebramos vosso amor
9- COMUNHÃO – Ao lado teu, Senhor, ao lado teu, venço sereno a dor que me abateu, no meu dolente pranto, serei feliz enquanto permanecer, Senhor, ao lado teu!
Ao lado teu, Jesus, ao lado teu! Brilha serena a luz, no caminho meu! Brame feroz tormenta, o meu valor sustenta, quero lutar, Jesus, ao lado teu!
Ao lado teu, feliz, ao lado teu, minha alma te bendiz, Senhor, Deus meu! No derradeiro dia, na paz e na alegria, quero morrer feliz, ao lado teu
10-DEUS ENVIOU seu Filho amado, para morrer em meu lugar. Na cruz pagou por meus pecados, mas o sepulcro vazio está, porque ele vive!
R-PORQUE ELE VIVE, EU POSSO CRER NO AMANHÃ. PORQUE ELE VIVE, TEMOR NÃOHÁ! MAS EU BEM SEI QUE MEU FUTURO ESTÁ NAS MÃOS DO MEU JESUS, QUE VIVO ESTÀ (BIS)
Um dia eu vou cruzar os rios e verei, então, um céu e luz, e verei que lá, em plena glória, vitorioso vive e reina o meu Jesus!
A minha vida está nas mãos de Deus! Confio a Ele os problemas meus. Sei que Maria me levará um dia à liberdade, pois seu Jesus comigo está.
11-MAIS PERTO ó Deus, de Ti, mais perto sim! Também quando uma cruz me leva a ti.
R-SE AO SOL SE ESTENDE A FLOR, E OS RIOS VÃO AO MAR, PERTO DE TI, MEU DEUS, QUERO MORAR (BIS)
A pérfida ilusão me fere o coração. Quão triste eu fiquei quando eu te deixei!
R-ONDE EU SONHAVA AMOR, JAMAIS O CONSEGUI. TUDO É FRIEZA E DOR, LONGE DE TI (BIS)
Suavíssima uma voz me segredou. Eu a conheci, Senhor, era a tua voz.
R- E QUAL SERVO FIEL, LOGO TE RESPONDI: CONSERVA-ME, Ó JESUS, PERTO DE TI!
12-EU NAVEGAREI no oceano do Espírito e ali adorarei ao Deus do meu amor (bis)a
R- ESPÍRITO, ESPÍRITO, QUE DESCES COMO FOGO, VEM COMO EM PENTECOSTES, E ENCHE-ME DE NOVO (BIS)
Eu adorarei ao Deus de minha vida, que me compreendeu sem nenhuma explicação (BIS)
13-NÓS VOS SAUDAMOS em cada dia, Imaculada Ave Maria, Imaculada, Salve!
No mar da vida, fulgente guia, sois aos errantes Ave Maria, Imaculada, Salve!
Também na morte, amor valia, de vós teremos Ave- Maria, Imaculada, Salve!
14-VIRGEM PURÍSSIMA, mãe do Senhor! Ó candidíssima, célica flor!
R- Ó CARINHOSA, OS FILHOS OLHAI! TODOS AO PÁTRIO CÉU NOS GUIAI! (BIS)
O vosso auxílio, ó Mãe de amor, de nosso exílio consola a dor!
Sois de clemência manancial, vossa potência não tem igual!
15-NESTE DIA, Ó MARIA, nós te damos nosso amor! (bis)// Céus e terra, estão cantando, celebrando teu louvor (bis)./// Dá-nos sempre, mãe querida, nesta vida, puro amor (bis).///E na morte, no momento, traze o alento do Senhor (BIS)
16-ESPERO EM TI, SENHOR, quando eu vejo que as aves não ceifam, mas cantam teu santo louvor. Espero em ti, Senhor, quando eu vejo que os lírios não tecem, mas vestem roupagens de luz
R- QUANDO EU VEJO UMA CRUZ, ONDE O TEU CORAÇÃO ME PROVOU TEU AMOR, ESPERO EM TI, SENHOR!
Espero em Ti, Senhor, quando eu vejo no sol e no orvalho presentes de teu grande amor. Espero em Ti, Senhor, pois eu sei que por nós, pobrezinho, nasceu o Teu Filho, Jesus!
R- QUANDO EU VEJO UMA CRUZ, ONDE O TEU CORAÇÃO ME PROVOU TEU AMOR, ESPERO EM TI, SENHOR!
Espero em ti, Senhor, quando eu sinto teu sopro de vida aumentar o teu reino de amor. Espero em Ti, Senhor, sei que o teu coração vencerá a ingratidão dos que erram, sem luz
R-SEI QUE UM DIA VIRÁ QUANDO ENTÃO HAVERÁ UM REBANHO E UM PASTOR, ESPERO EM TI, SENHOR!