Nameless

A poesia, finalmente,
é uma prosa corrupta.
                                                                   Isaias Carvalho, (in)versos (1999)


Monclar Valverde  


A música de Monclar Valverde tem vocação cênica . Alternando ambientes de leveza, ambiguidade e tensão, ela tenta traduzir um movimento expressivo, oscilando entre lirismo e uma forma de dramatismo futurista.  








Imagine a singela "Cantiguinha" de Carlos Drummond de Andrade transformada numa solene oração cantada em latim. Ou uma canção que explora as indicações rítmicas e melódicas da tradução francesa de A Metamorfose de Franz Kafka. Ou ainda um texto do maior poeta alemão (Heinrich Heine) transplantado para uma envolvente canção de amor com nítidos ingredientes pop. Estranho, não? Pois essa é a proposta do CD Word Music, do cantor e compositor baiano Monclar Valverde.





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Word Music
 





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Word Music

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  Nameless

Álbum: Word Music 
Artista: Monclar Valverde 
Compositor: Isaías Carvalho @
Gravadora: Monclar (Tratore), 2003 

Name, my name: a trace 
in the face of life, 
the face of faith. 
A nearly nothing in utmost shame, 
an abyss for blindness, 
flameless fire in the depth of darkness. 
endless night; name, my name: 
seed of no deed – the shade of love. 

Mind, my mind: insane 
graveyard thought for 
angel, muse and dream. 
I dug the ground of being and I sowed 
many young lost shadows, 
doomful roses bloomed and faded, lonely, 
shy to light, never bright. 
My mind: the shade of life, what life?



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Monclar Valverde

MPB
MONCLAR VALVERDE


Monclar Valverde nasceu em Salvador, Bahia, e ainda criança recebeu de seu avô as primeiras aulas de piano, despertando seu interesse pela música erudita. Desenvolveu habilidades em diversos instrumentos e, com o tempo, suas composições enveredaram por um caminho onde se cruzam aspectos vocais típicos da world music, com palavras de diversos idiomas, aspectos instrumentais da música pop e recursos rítmicos do mundo eletrônico. Gravou em 2003 seu primeiro disco, “Word Music”, no qual musicou textos de Carlos Drummond de Andrade e Franz Kafka. Em 2005, lançou “Cinema Imaginário”, unindo trilhas de cinema à linguagem pop.