Muito comum, principalmente nos que vivem sozinhos e ou isolados.
Para parar de fumar, lave todas as roupas que entraram em contato com a fumaça, tome quatro banhos por dia durante uma semana, pare com o café pelo menos durante aquela semana e temperos picantes. Quando der vontade de fumar, beba uns dois copos de água. Essa é a "receita" dos adventistas.
O corpo deixa de fabricar o hormônio que nos acalma, quando fumamos, e só recomeça a fabricá-lo após pelo menos uma semana sem fumar (revista Saúde).
Nessa semana, tome muito suco de maracujá natural (não serve o artificial). Se você continuar a fumar um cigarro que seja, não vai conseguir parar.
Quanto ao álcool e as drogas, só com a ajuda de outros é possível deixá-los, e talvez sejam necessários alguns medicamentos.
Não aconselho você a deixar o álcool ou as drogas sozinho (a). Procure um AA ou NA, ou alguma casa de recuperação de dependência química.
No nosso site temos um conjunto de reuniões próprias para reflexão sobre esse assunto, com os doze passos de quem quer deixar de beber.
O segredo é não experimentar o primeiro baseado, nem tomar o primeiro gole, nem fumar o primeiro cigarro.
Quem conseguir beber socialmente, não se preocupe: pode tomar algum aperitivo ou uma cerveja, ou vinho às refeições. Mas tome muito cuidado para não se viciar. Jesus tomava vinho (com álcool) e S. Paulo Apóstolo aconselha Timóteo a não tomar só água, mas um pouco de vinho, em 1ª Timóteo 5,23.
Acho este um ponto muito difícil de abordar, porque todos nós temos algum tipo de vício, ou de mau hábito, ou de mania. Há parentes meus que são viciados em álcool, mas eu me sinto impotente para ajudá-los. O pior problema é que não querem ajuda! Como fazer? Não sei. O que eu sei, digo a seguir:
Acho que Deus gostará muito de nós quando lutarmos para vencer os vícios e manias, mesmo que nunca o consigamos. Nesse assunto, o que importa é o desejo firme de vencer e a luta. Se não conseguirmos a vitória, Deus compreenderá. O importante é nunca desanimar, e lutar para vencer. Nunca ficarmos estatelados no chão, nunca desistirmos de caminhar. NO MEU DICIONÁRIO NÃO EXISTE A PALAVRA DESANIMAR!
Os vícios estragam as pessoas que querem trabalhar pelos outros na comunidade. Muitas vezes a pessoa é boníssima, mas tem algum vício que estraga todo o bem que ela fez. Vou comentar a respeito de alguns vícios e manias. Não estão em ordem de gravidade, mas na ordem em que apareceram em minha cabeça, lá nos anos 90.
É um vício aceito pela sociedade, mas muitas vezes faz mal à pessoa, e nesse caso, é pecado fumar. Você que tem problemas por causa do fumo, tem a obrigação moral de deixar de fumar, pois pode ser que para você seja um lento suicídio. Só não é pecado grave porque quem fuma está viciado e não controla suficientemente seus impulsos.
As regras básicas para quem quiser deixar de fumar são estas (conselhos da Igreja Adventista):
1- Pegue vários tocos de cigarros e ferva numa lata. A cada manhã, em jejum, cheire o caldo obtido.
2- Tome três banhos por dia e lave todas as suas roupas, no dia em que parou de fumar.
3- Não tome café, não coma pimenta nem coisas muito temperadas, enquanto estiver deixando o vício.
4- Chupe balas de menta. Isso substitui o hábito de fumar quando não há o que fazer.
5- Não ponha cigarro algum na boca, e tome chá de erva cidreira (capim santo) até durante o dia todo, se quiser.
Eu li numa revista, acho que “Saúde”, que temos um hormônio que nos dá paz e conforto internos. Quando começamos a fumar, o corpo pára de fabricar esse hormônio, que é substituído pela nicotina. Quando deixamos de fumar, nem o corpo nem nós estamos provendo-nos desse hormônio, e é por isso que ficamos desesperados. Tão logo o corpo perceba que não está sendo mais ingerida a nicotina, o que demora no mínimo uma semana, recomeça a fabricar o tal hormônio, e tudo volta ao normal. Essa semana é muito importante e dolorida para o fumante. Se conseguir vencê-la, tudo se torna mais fácil. É por isso que não pára de fumar quem diminui aos poucos. Ou se deixa de uma vez, ou nunca se deixa. É por causa desse hormônio. Logo que o ex-fumante fuma um só cigarro, o corpo imediatamente pára de fabricar o dito cujo, e a pessoa recomeça a fumar.
Quando a pessoa não consegue controlar a bebida alcoólica, deve deixá-la de uma vez. Como no cigarro, essas pessoas que têm tendência ao alcoolismo não podem nem experimentar nada de álcool, e isso é por toda a vida. As que não têm tendência e conseguem controlar a quantidade de bebida ingerida, não precisam se preocupar, a não ser que comecem a exagerar nas doses.
A bebida estraga qualquer pessoa, e estraga mesmo! Os que sentem tendência para isso precisam rezar, lutar e até se espernear para deixá-la.
COMO DEIXAR DE BEBER
1- Deixe de beber qualquer bebida alcoólica, nem remédios que tenham álcool em sua composição, como certos fortificantes.
2- Vá a um médico e fale-lhe do problema. Ele vai lhe receitar alguns tipos de vitaminas que ajudarão a recuperar suas forças e a deixar de beber. Ele talvez receite também um remédio calmante.
3- Tome chá de erva cidreira (capim santo), que acalma bastante e não é psicotrópico
4- Não ponha nenhum produto que contenha álcool na pele, como loção após barba, desodorantes com álcool , água de colônia, perfumes baseados em álcool. Para desinfetar a pele após a barba, use salmoura ou algum creme que não contenha álcool.
5- Não coma salada com vinagre, mas só use limão. O vinagre contém álcool. Cuidado com as maioneses compradas. Muitas são feitas com vinagre.
6- Não chupe balas nem coma bolos feitos à base de rum ou licores.
7- Pratique algum esporte ou faça alguma caminhada diariamente.
8- Quando vier a vontade de beber bebidas alcoólicas, tome algum refrigerante ou coma um doce, ou beba pelo menos dois copos de água.
9- Coma pelo menos um dente de alho por dia, ou faça chá de alho pela manhã em jejum, antes do café. Se for cardíaco, consulte antes um médico.
10- Procure e frequente o AA mais próximo de você, ou procure algum outro grupo de alcoólicos abstêmios.
11- Sobretudo, peça a Deus que interfira em sua vida e o ajude a parar de beber. Você é a única pessoa neste e no outro mundo que pode fazer isso. Nem Deus faz isso sem seu consentimento. Coloque-se em suas mãos de Pai misericordioso.
O uso das drogas, seja do jeito que for, só traz aborrecimentos, prejuízos e até a morte. Para esse tipo de vício não há como se tratar em particular: procure um médico especialista ou uma casa de recuperação.
COMO DEIXAR
1- Procure um grupo de recuperação. Há sempre pelo menos um em cada cidade.
2- Aos pais dos drogados: há dois modos de lidar com isso, mas seria preciso consultar os grupos especializados em familiares dos dependentes químicos. Um desses métodos é o amor-exigente: os filhos que não querem seguir as normas da casa, devem ir morar em outro lugar. É um método drástico, e se for empregado, os que dele participam devem ter muito cuidado para a coisa não ficar pior.
O outro método é baseado na compreensão, carinho, amor. A brutalidade, violência e xingação não vão surtir efeito algum e até podem levar o que se droga a ir mais ao fundo do poço. Tente conversar com ele (ela) numa boa, não só como pai/mãe, mas também como amigo/amiga. Esse carinho, entretanto, deve ser exigente e firme. Tenha cuidado para não entrar nas mentiras do dependente químico, nem em suas chantagens afetivas. Para curar, o remédio às vezes é amargo!
3- Pratique esportes, ou pelo menos, caminhadas longas.
4- Chás naturais calmantes, como a erva-cidreira (capim santo)
5- Nunca fique sem fazer alguma coisa. Ocupe-se sempre, mesmo quando estiver de folga O descanso é mudar de atividade.
6- Não frequente amigos que se drogam. Forças negativas, quando se soma, só dão positivo em matemática: na vida real, não fazem mais do que aumentar a carga negativa. É preciso uma força positiva que neutralize a negatividade.
7- Leia bastante livros bons. Muitas pessoas, no mundo todo, se converteram a partir da leitura de bons livros.
8- Reze. A oração é a única forma de darmos liberdade para que Deus entre em nossa vida.
Este é um outro vício que requer orientação médica. Geralmente as pessoas culpam sua gordura à gula. Entretanto, a própria gula já é efeito de uma causa, como a ansiedade, o nervosismo, a frustração...
Para acabar com a gula, além da orientação médica, a pessoa precisa também de uma orientação psicológica para vencer o estado de ansiedade e angústia. Muitas vezes a prática em si da religião, de modo sadio, já nos permite dominar isso.
Sinta-se filho(a) de Deus, amado sobremaneira por Ele. Ele nos perdoa, e não há por que se preocupar, sentir-se culpado (a), desprezado (a), na fossa, ou coisas assim, Deus nos ama como somos, e não como desejaríamos ser. Ele nos acolhe, seja o que quer que sintamos, qualquer problema que tivermos. Veja o que nos diz Jesus em Mateus 11,28-30: “Vinde a mim todos os que estais cansados sob o peso do vosso fardo e eu vos darei descanso. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para vossas almas, pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.”
É bobeira nossa ficar preocupados com isto ou aquilo. Trabalhando com paciência, as coisas acabam se ajeitando, se colocarmos nossa confiança em Deus.
COMO DEIXAR
1- Procure um médico endocrinologista e um diretor espiritual. Coloque ao diretor espiritual seus problemas, seus complexos de culpa. Faça uma boa confissão.
2- Faça caminhadas diárias, contato com a natureza.
3- Tome chás naturais calmantes
4- Não fique sem fazer nada, pois isso favorece a gula. Esteja sempre ocupado(a).
5- Quando tiver vontade de comer fora de hora, tome um chá calmante natural, adoçado com adoçante dietético ou sem adoçar, ou mesmo alguns copos de água. Ajudam bastante.
6- Coma pouco, mas mais vezes ao dia, e não fuja de alguns horários que você estabelecerá para você mesmo (a). Quando quiser comer fora de horário, pense que dali a tantos minutos ou horas você irá se alimentar, e esse pensamento o (a) ajudará a esperar a hora marcada.
7- Sobretudo, procure um trabalho apostólico dentro da Igreja.
Este é outro problema que às vezes só se consegue deixar com a ajuda de um psicólogo. Jesus exige de nós uma vida simples e pobre, se quisermos segui-lo. Libertemo-nos de nossas bugigangas!
"Não julgueis para não serdes julgados" (Mt 7,1). Não falemos mal de ninguém! Nossa Senhora falou para Jacinta que ela deveria se afastar de quem fala mal dos outros.
Quando não vermos nada de bom para falar do fulano (da fulana), digamos frases como " Não quero comentar esse assunto".
O fofoqueiro se arrepende, mas a fofoca continua fazendo estragos e acabando com a vida da "vítima".
Não podemos atirar a primeira pedra (João 8). "Não faleis mal uns dos outros, irmãos! Quem és tu para julgar o teu próximo?"(Tiago 4,11-12).
É um mau hábito muito grave, um vício medonho. A pessoa que mente acaba não acreditando em ninguém e nem em si mesmo.
Jesus Cristo gosta muito da sinceridade. Veja o que ele disse a Natanael em João 1,47 “Jesus viu Natanael vindo até ele e disse a seu respeito: Eis um verdadeiro israelita, em quem não há dolo (=fraude, má intenção).
E o mesmo Jesus criticava muito os fariseus por serem hipócritas: “Ai de vós (fariseus), porque sois como esses túmulos disfarçados, sobre os quais se pode pisar sem o saber! “(Lucas 11,44). Também Mateus 23,13-32, especialmente os vers. 27-28: “Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! Sois semelhantes a sepulcros caiados, que por fora parecem bonitos, mas por dentro estão cheios de ossos mortos e de toda podridão: assim também vós: por fora pareceis justos aos homens, mas por dentro estais cheios de hipocrisia e de iniquidade”.
A mentira se vence com a virtude que lhe é contrária, ou seja, a verdade.
COMO DEIXAR
1- O mais importante é a gente ser a gente mesmo, e não querer ser o que ainda não somos, o “ser ideal” que está em nossos sonhos. Assim, se somos:
-Magros, não queiramos parecer gordos
-Feios, não queiramos parecer bonitos
-Loiros, não queiramos parecer morenos
-Brancos, não queiramos parecer negros
-Negros, não queiramos parecer brancos
-Sem instrução, não queiramos parecer instruídos
-Ruim para a música, não queiramos parecer músicos
-Sem graça alguma, não queiramos parecer engraçados
-Desajeitados, não queiramos parecer certinhos
-Simples, não queiramos parecer complicados
etc.
Ou seja, se estivermos no meio de pessoas que são instruídas num determinado assunto e nos fizermos uma pergunta a que não sabemos responder, não devemos mentir para não parecermos o que não somos: simplesmente digamos que não sabemos qual é a resposta correta: “Desconheço esse assunto”. É muito melhor e faremos mais “bonito” agindo assim do que responder mal e todos perceberem que parecemos ser o que realmente não somos. Se agirmos como realmente somos, todos nos compreenderão.
Por mais sem instrução que uma pessoa seja, há muitas coisas que ela conhece dentro de seu trabalho, por exemplo. Naquilo, ninguém a supera. Ora, basta que essa pessoa seja ela mesma, sem falsidade, e contribua, na conversa, com o assunto que conhece bem.
Certa vez fui jantar na casa de uma família chique. Colocaram tantos pratos e pratinhos, tantos copos, talheres etc, que eu me vi perdido: não sabia o que deveria ser usado com o quê. Não pensei duas vezes: simplesmente falei à anfitriã: “Dona Fulana, a senhora me perdoe, mas eu não estou habituado a usar tudo isso. A senhora pode indicar-me quando e o quê devo usar?”
A senhora minha amiga riu com bondade, e disse: “Nem eu gosto disso. É que eu pensei que o senhor, que tem a mesma profissão do meu tio, fosse tão sofisticado como ele!” Conclusão: fomos todos almoçar na cozinha, com pratos e copos comuns. E ficamos amigos! De vez em quando eu aparecia por lá, e eles sempre me trataram bem, e de modo simples. Se eu quisesse bancar o “chique” teria me saído mal!
Outro caso é o de um operário inglês eleito operário do ano. Foi recebido pela rainha da Inglaterra num jantar especial. A dado momento, ele bebeu a água numa tigelinha, que ali estava para serem lavados os dedos. A rainha não titubeou: ela bebeu também a água, mesmo sabendo que não era para beber, e sim para lavar os dedos (acho que estavam servindo algo com osso, como frango, ou algum fruto marinho), e toda a “corte” fez o mesmo. Tudo isso para não deixar o pobre e simples operário sem jeito.
Não mintamos nunca! Sejamos sempre nós mesmos. É claro que, ao nos perguntarem coisas íntimas, devemos manter aquilo em segredo. Simplesmente digamos que não podemos ou não queremos falar sobre tal assunto.
Eu sempre faço assim quando me perguntam coisas sobre outras pessoas. Eu não minto, mas não falo coisa alguma. Digo coisas deste tipo: “Acho que esse assunto, você deveria perguntar diretamente à pessoa em questão”. A conversa imediatamente muda de assunto.
2- Assumamos nossa culpa quando fizermos algo de errado. Não mintamos. Se a gente quebra um copo, não digamos que não sabemos quem o quebrou, pois estaremos prejudicando pessoas inocentes.
3- Às vezes responder perguntas indiscretas com a verdade nua e crua desconcerta tanto o outro que ele não acredita na verdade. Ou então, mesmo que você não tenha feito aquilo, se você exagerar no que eles acham que é a verdade, não acreditam. Vou dar um exemplo:
Um rapaz de 12 anos às vezes urinava na cama por um distúrbio qualquer. Estava já em tratamento médico. Uma vez seus colegas tomaram coragem e chatearam com ele sobre o assunto. Ele disse, sério, sem rir ou hesitar, com a cabeça erguida: “Sim, é verdade. Eu urinei várias vezes por ano nos anos passados. E estou fazendo um tratamento para parar com isso.”
O resultado foi surpreendente! De instrumento de gozação, o fato tornou-se uma amostra de coragem e determinação, e o rapaz ficou bem cotado entre os colegas..
4- Se uma pessoa tem doença grave, incurável, nunca diga a ela. Se ela lhe perguntar sobre o assunto, se você sabe de alguma coisa, peça-lhe para perguntar ao próprio médico.
OBSERVAÇÃO:
Muitas vezes não podemos nos abrir em público, para não estragar nosso trabalho. Os religiosos de algumas ordens religiosas, por exemplo, usam um nome de consagração, diferente do nome de Batismo. Isso não quer dizer que sejam mentirosos ou falsos. Eu uso meu nome de consagração, que fiz há dez anos. Vida nova, nome novo. É o que fez Jesus com Pedro e ocorreu também com tantas outras pessoas no decorrer da história. Nesse caso, o relacionamento nosso é feito na base da confiança. Não se preocupem, por exemplo, em saber tudo da vida de quem escreve, mas reflita e faça o propósito de seguir tudo o que você achar que deve seguir, seja quem for quem escreveu.
Dificilmente você seria um ladrão, mas às vezes pecamos nesse assunto, quando:
- pegamos emprestado e não pagamos;
- buscamos o lucro fácil sem trabalhar
- pagamos um salário indigno para os empregados;
- deixamos de pagar as horas extras;
- não permitimos férias
- não devolvemos troco ou mercadorias que nos deram por engano;
- quando praticamos a "lei de Gerson", ou seja, de tirarmos vantagem em tudo;
- quando sujamos e não limpamos
- quando nunca pagamos a despesa nos encontros com os amigos;
- quando cortamos para nós o miolo da melancia e deixamos a casca para os demais.
- quando pegamos a melhor parte da mistura e deixamos a pelanca ou os ossos para os demais.
Diz Mateus 5,40-42: "Aquele que quer pleitear contigo para tomar-te a túnica, deixa-lhe também o manto, e se alguém te obriga a andar uma milha, caminha com ele duas. Dá ao que te pede e não voltes as costas ao que de pede emprestado".
Os (as) testemunhas de Jesus Misericordioso devem sempre pensar nos outros e não agirem como "desesperados" na partilha do que quer que seja, sempre nos lembrando que Deus nos ajuda sempre e nunca vamos passar fome, se nele confiamos.
Romanos 12,10: "Com amor fraterno, tende carinho uns para com os outros, cada um considerando os outros como mais digno de estima". Ver também Fil 2,3-5 e Mt16,26: " Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se vier a perder a sua alma?" Ou ainda Lucas 16,9 (granjear amigos com as riquezas desta terra).
Jogos de azar, nunca. Quando muito, algumas vezes em encontros festivos, mas sempre por brincadeira, sem apostas. Quem tiver o vício do jogo deve abandoná-lo de vez.
Não perca horas de sono! Alimente-se bem! Tire sua folga semanal e tenha um "hobby", um passatempo! A impaciência e a irritação vêm disso: sono, fome, muito trabalho.
A meditação diária é muito importante em nossa vida, assim como um tempo de silêncio, para nos mantermos na paciência, vivermos em paz.
Tratemos sempre bem os outros, como se nada mais tivéssemos o que fazer. São Francisco de Sales dizia que se a gente estiver rezando e alguém pedir nossa atenção, devemos parar de rezar e atender a pessoa.
Muitos católicos "viram" evangélicos justamente porque eles tratam melhor as pessoas e lhes dão maior atenção.
Ao atender alguém, pensemos estar atendendo o próprio Jesus! A parábola do bom samaritano nos ensina bem isso (Lucas 10,25-27): o sacerdote e o levita não pararam para ajudar o ferido porque, se o fizessem, ficariam impuros e não poderiam ir ao templo. Jesus disse que preferia a misericórdia (=atender os outros) ao sacrifício (= ir ao templo, à missa) Matgeus 9,13; 12,7). Se não pudermos atender bem tal pessoa, marquemos um outro dia, agendemos uma hora para podermos atendê-la como ela merece ser atendida!
Quem atende bem a alguém, está atendendo bem o próprio Jesus. Atenda a pessoa como você nada mais tivesse a fazer. Isso, entretanto, não impede que você seja breve, se tiver outro compromisso. Só relaxe e pare de olhar para o relógio!
Efésios 4,29-31: "Não saia de vossa boca nenhuma palavra inconveniente, mas, na hora oportuna, a que for boa para a edificação, que comunique graça aos que a ouvirem (...) Toda amargura e exaltação e cólera, e toda palavra pesada e injuriosa, assim como toda malícia, sejam afastados de entre vós"
Tiago 3,8-9: " Mas a língua, ninguém consegue dominá-la: é mal irrequieto e está cheia de veneno mortífero. Com ela bendizemos ao Senhor, nosso Pai, e com ela maldizemos os homens feitos à semelhança de Deus"
Os palavrões negativizam o ambiente em que vivemos e o maligno fica à vontade para agir. A espiritualidade acaba, assim como o clima de oração.
Nunca faça ninguém de bobo, nem humilhe a ninguém, nem faça brincadeiras idiotas. Tenha muito respeito pela pessoa do outro.
Pare um pouco a internet, mesmo que seja coisa séria, e vá rezar um terço, caminhar um pouco, fazer outra coisa. Isso ajuda a não nos viciarmos. Lembre-se de que se você for aposentado(a), precisa ter um trabalho manual ou uma coisa que tome o seu tempo, a fim de não se viciar em tevê e internet.
19 de janeiro de 2012
Hoje o autor do Livro de Samuel toca uma tecla muito sensível para os tempos dele, e para os nossos também: a inveja. Saul matou mil, mas Davi matou dez mil. Assim cantavam, em coro, as jovens de Israel, diante da vitória de Davi sobre Golias.
Mas este canto não agradou a Saul. “A mim deram-me apenas mil, enquanto a este pastorzinho lhe dão dez mil?” E, a partir daí, começa uma triste história de perseguição de Davi, por parte de Saul.
Que é a inveja? A inveja é uma patologia que nos habita, e ninguém de nós se diga imune de inveja. Quando se dá a inveja? A inveja, esta patologia que nos habita, e que normalmente não vem bem tratada, manifesta-se quando alguma pessoa de nosso conhecimento nos sobressai; quando alguma pessoa de nosso círculo é elogiada, ou elevada: “porque ele e não eu? Porque ele recebe mais do que eu? Porque ele é mais considerado do que eu?” E assim começa a inveja, que corrói o coração, e lhe retira a paz e a tranquilidade, até se manifestar na forma de perseguição, que é o que acontecerá aqui, entre Davi e Saul.
Repito; é uma doença patológica, que se aninha em nossos corações. Não suportamos a superioridade dos outros; não suportamos o elogio que é dado aos outros, não suportamos que alguém seja mais importante do que eu. E, como consequência desta patologia, vem as mais diversas formas de eliminação, ou pretensão de eliminação, daquele rival.
Quem de nós nunca se tornou vítima desta doença? Quem de nós nunca sentiu inveja de alguém? Atenção; simplesmente gostar de ter uma coisa que o outro tem, não é o vício da inveja. Simplesmente gostar eu de ter um carro, ou uma casa que o outro tem, não é ainda inveja. A inveja acontece quando eu me entristeço ou, sobretudo, quando eu não tolero que ele possua, o que eu não possuo; quando eu não tolero que ele seja elogiado, e eu não. E, a partir daí, começo a olhá-lo com suspeição, ou com olhos maus, desejando, eu mesmo, a sua destruição.
Este é um pecado capital; um pecado realmente grave, que corrói o nosso interior e nos tira a paz. Examinemos a fundo, diante desta página, quantas vezes tivemos inveja, e o mal que a inveja faz a nossos corações.
A Igreja Católica diz que o único modo permitido de um relacionamento sexual é o exercido dentro de um casamento verdadeiro, entre um homem e uma mulher. Tudo o que estiver fora desse parâmetro não é permitido. A bíblia, sobretudo o Novo Testamento, principalmente as cartas de São Paulo, confirmam essa atitude da Igreja.
A castidade é sempre possível e desejável por Deus, tanto fora como dentro do casamento. Fora do casamento, deve haver castidade plena. Dentro do casamento, a castidade se refere principalmente em não se manter relações sexuais contra a natureza.
A masturbação é um vício que pode ser vencido sem dano algum para a saúde. O método mais prático é diminuindo aos poucos. Sem esse vício, a pessoa fica mais livre, mais leve, tanto física como espiritualmente, e dá-se mais à oração e às coisas divinas. O corpo compensa a continência, nos homens, com a polução noturna involuntária. Se você não sabe o que é isso, procure na internet, por favor.
O adultério é bastante condenado na bíblia. São João Batista morreu por denunciar o adultério de Herodes com Herodíades.
O homossexualismo, mesmo quando não deixa a pessoa, pode ser vencido e controlado com a oração, o hobby sadio, o trabalho, os esportes sem contato físico com outros. Dificilmente uma pessoa homossexual deixa a tendência. Mas a prática homossexual, com a graça de Deus, pode, sim, ser vencida, com a oração e a vigilância.
Podemos buscar a castidade na vigilância, na oração e, principalmente, não recalcando os problemas, os traumas e coisas desse tipo. A maior causa de recaídas nesse campo são os recalques.
O que é um recalque? Explico: quando você empurra uma bola, ela tende a pular para fora com a mesma intensidade com que você a empurrou. Assim os nossos pensamentos: quanto mais os recalcamos, mais fortes ficam. Desse modo, se um diabético vê um doce, ele recalca o desejo de dizer que o doce não presta, está estragado, engorda, ou coisa desse tipo. Se fosse história em quadrinhos, no quadrinho seguinte ele estaria comendo o doce todo.
Nessa história do diabético, ele não estará recalcando se reconhecer que não pode comer doces, apesar de estar uma delícia, pois faz mal à sua saúde. Vai, então, fazer uma gelatina diet e conseguirá vencer a vontade de comer o tal doce.
Aplique isso a qualquer pensamento que você está querendo que saia de sua cabeça: em vez de enfrentá-lo, SUBSTITUA-O por outros pensamentos, por alguma conta de cabeça, como por exemplo, quanto é 230 mais 163. Naturalmente o pensamento indesejável vai deixando você em paz.
O maior problema nesse assunto é que é difícil não querer ter o pensamento. Eles deleitam a mente e nos torna fracos para querer que eles nos deixem.
Se você está querendo deixar um relacionamento sexual com alguém, a única forma de vencer isso é não mais encontrar esse alguém, até que a atração diminua de força. Se isso não for possível, não fique sozinho (a) com ele (ela) nem por um só momento. Ninguém é forte nesse assunto. Todos somos fracos, dependendo da pessoa com quem estivermos.
A oração, a vigilância e o jejum (de alimentos e de outras coisas, como a televisão) são armas poderosas para vencermos essas tentações.
Que temos nós para nos sentirmos vaidosos? Olhos, cabelos, boca, nariz e pernas, tudo isso nos foi dado pela genética dos nossos pais. Não temos merecimento algum nisso. Somos “produzidos” ou por nossos pais, ou pelos meios de comunicação social, ou pela sociedade em que vivemos. Se usamos roupa é porque nossa sociedade exige isso. Se o índio não a usa, é pelo mesmo motivo.
É ridículo ver mulheres de 60 ou 70 anos dizerem que têm 45 o 50, escondendo a idade. É preciso SABER ENVELHECER! Se tivermos 50,60,70, vamos agir, pensar e sentir como tal, e nunca como um jovenzinho imaturo de 20 (que, aliás, pode ter mais juízo que um de 60).
Eu não sou jovem. Sou uma pessoa idosa. Minha juventude já passou! Já era! Quero ser alegre, participar, trabalhar, conviver, mas como uma pessoa de mais de 60, e não como uma de 20 (estou achando interessante digitar isto, pois o rascunho eu o escrevi quando tinha 50, e agora já passei dos 75!).
Sei que não vou poder voar de asa delta, ou mergulhar nas Bahamas, porque, em primeiro lugar, não aprendi isso quando jovem, em segundo lugar, não tenho dinheiro para isso, e, em terceiro lugar, não tenho mais idade para iniciar esse tipo de esporte.
Você que já tem 80 anos, orgulhe-se deles! Seja uma digna pessoa de 80 anos! Mas viva sua vida, leia, pratique algum hobby, caminhe, participe da sociedade, tudo como se fosse viver até os 110 anos!
COMO PROCEDER
1-- Esteja sempre apresentável. Isso não é vaidade: é obrigação. Use os enfeites e roupas que combinem com sua idade. É ridículo e hilariante ver uma senhora ou um homem de 70 vestidos como mocinhas e mocinhos de 18! Cada idade tem seus enfeites e tipo de roupa e atrativos próprios. Eu, por exemplo, gosto muito dos meus poucos cabelos brancos!
2- Aprenda a envelhecer. Não queira ter a idade de seus filhos ou netos. Conscientize-se de que, depois dos 40, você vai precisar mais médico, vai estar mais enfraquecido (a), não vai mais estar no pique dos 20.
3- Cuide bem de sua saúde. De sua aparência também, mas sem exageros. Não queira esconder rugas, careca, barriga. Você não vai conseguir enganar a você mesmo.