Conceitos Básicos
Rosseti (2002) destaca que a palavra economia é de origem Grega oikos = casa e nomos= governo, administração.
Economia é uma ciência social, pois estuda a situação econômica da sociedade. A economia se ocupa das questões relativas a satisfação das necessidades dos indivíduos e da sociedade.
Definição de Economia
A economia estuda a maneira como se administram os recursos escassos, com o objetivo de produzir bens e serviços e distribuí-los para seu consumo entre os membros da sociedade.
Escolas Econômicas
ANTIGUIDADE
Os modelos econômicos tiveram diferentes configurações ao longo dos séculos. Na Grécia houve a predominância do pensamento filosófico sobre o econômico, desprezavam as riquezas e pregavam a igualdade social e criaram inúmeras idéias políticas.
Roma não deixou nenhum escrito notável sobre economia, mas sobre justiça e moral. Lei da usura, a imoralidade dos juros altos e o lucro justo.
FEUDALISMO
Surgiu com a desintegração dos impérios Romanos e dos modos de produção escravocrata. O Feudalismo caracteriza-se como a organização social e econômica da idade Média. Entre suas características:
-Grandes propriedades de terras da nobreza e do clero, chamados de Feudos que eram auto-suficientes;
-Servos (chamados de camponeses), trabalhavam pela subsistência, pertenciam a terra.
Eram protegidos religiosamente pelo clero a segurança era papel dos feudalistas, pagavam seus impostos através do trabalho, produtos ou dinheiro.
Pessoas que não trabalhavam com a terra pertenciam à classe dos estéreis, salvo o clero e os militares. Os trabalhadores das cidades, também pagavam impostos ao Senhor Feudal, dono das terras onde as cidades estavam erguidas;
Durante o século XV ocorre o crescimento das cidades, como resultado das expansões territoriais -descobrimento de novas terras, e do progresso das atividades comerciais. O declínio do feudalismo ocorre pela expansão do comércio e da manufatura das cidades e com a ampliação do poder da Monarquia.
Na Rússia os camponeses foram libertados em meados de 1861, no Japão por volta dametade do século XIX e nos países da África e Arábia Saudita mantiveram-se até o século XX.
MERCANTILISMO
Fase que caracteriza o período histórico chamado de Revolução Comercial. Marcado pela desintegração do Feudalismo e pela formação dos Estados nacionais.
Princípios básicos:
A riqueza dos Estados Nacionais, dependiam do aumento da população e principalmente do volume de estoque de metais preciosos;
O comércio e a indústria são mais importantes que a agricultura.
O comércio exterior -com outros Estados Nacionais deve ser estimulado, pois é através da balança comercial que se aumenta o volume de riqueza, que é medido através do estoque de metais preciosos, principalmente prata e ouro;
Intenso protecionismo estatal e ampla intervenção do estado na economia.
Considerava-se que o governo de um país seria mais forte e poderoso quanto maior fosse seu estoque de metais preciosos. Com isso, o mercantilismo acabou estimulando a guerra, exacerbou o nacionalismo e manteve a poderosa e intensa presença do estado em assuntos econômicos.
FISIOCRACIA
Combate os ideais mercantilistas e formulação de maneira sistemática e lógica a teoria do liberalismo econômico. Centrou sua análise econômica na produção. Argumentava que somente a terra (natureza) possuía a capacidade de gerar excedentes, riquezas. Segundo estes pensadores a indústria e o comércio não geravam excedentes, pois somente transformavam bens em mercadorias e as distribuíam os produtos gerados dos recursos naturais. Dividia a sociedade em produtores (agricultores e servos), proprietários de terra (nobreza e clero) e os estéreis (comerciantes, empresários, manufatureiros, etc). defendiam:
-A liberdade econômica e repudiavam as barreiras feudais e o intervencionismo do estado pregado pelo mercantilismo.
-Adoção de imposto único que incidiria sobre a propriedade de bens.
-Ao estado cabe a função de manutenção da ordem econômica e da propriedade privada.
Surgiu como reação ao Mercantilismo, significa “regras da natureza”. Bens produzidos com a ajuda da natureza -Traduziram os ideais do liberalismo. Novos fundamentos vieram onde à liberdade de empreender era o carro chefe, a livre iniciativa, a livre concorrência e a propriedade dos meios d produção passaram a ser da iniciativa privada.
ESCOLA CLÁSSICA (1723 -1790)
Pensadores econômicos que seguiam parcialmente as doutrinas da fisiocracia-fisiocrata, tais como o liberalismo e o individualismo. Refutam os fisiocratas na questão da riqueza, onde o trabalho é o único meio de se gerar riqueza e o fator gerador de valor é a mão de obra dos agentes, demonstrada pela Teoria do Valor-Trabalho. Segundo essa escola de pensamento econômico a geração de riqueza está diretamente relacionada com a produtividade da mão-de-obra, e esta produtividade será constantemente crescente, decorrentes da especialização das tarefas produtivas e da divisão do trabalho.
A Teoria Clássica é elaborada em função de uma sistemática de equilíbrio automático da economia, onde esta se harmoniza ou se reequilibra através das forças naturais dos mecanismos de demanda e oferta. As crises e desequilíbrios apresentados pela economia são temporários, ou designados como desvios temporários de equilíbrio que serão sanados pela demanda e oferta.
Entre as teorias que se destacam nesta escola, a Teoria da Renda da Terra de David Ricardo, onde o valor dos aumentos e da renda das terras com maior produtividade aumentam simultaneamente de acordo com o aumento da sociedade, que exige que seja produzida uma maior quantidade de alimentos. Neste caso existe a necessidade de utilização de terras com menor produtividade e como resultado tem-se o aumento dos custos de produção que serão repassados aos alimentos (custos representados pelo transporte, insumos, etc), causando um aumento na renda das terras com mais produtividade.
A Teoria de Adam Smith, considerado o pai da economia, por ser o primeiro economista a ter formulado uma visão completa da economia e com maior fundamento lógico e sistemático. Sua teoria de maior importância é a Teoria da Mão Invisível, onde o pensador demonstra que as pessoas são movidas por ideais individualistas, quando estes fossem livremente desenvolvidos seriam um fator natural de harmonização que resultaria no bem estar coletivo. Os mercados livres e a concorrência funcionariam para o emprego do capital e dos recursos naturais de forma que eles sejam empregados de maneira mais produtiva possível, contribuindo de forma positiva ao bem-estar econômico, esta maximização egoísta do lucro para canais socialmente úteis-com que fossem produzidas as mercadorias que as pessoas precisassem e mais desejassem.
As idéias de Smith tiveram maior impacto depois da publicação de suas teses que foram feitas simultaneamente com a Revolução Industrial, e esta corroborada com as afirmações do economista.
A defesa do mercado como regulador das decisões econômicas de uma nação traria muitos benefícios para a coletividade. O objetivo era claramente identificado e método de análise sobre a riqueza. Primeira escola de pensamento econômico onde Adam Smith lança o seu livro pioneiro sobre a Riqueza das Nações, em 1776.
CAPITALISMO
Baseia-se na divisão do trabalho entre os possuidores de capital, que contratam a mãode-obra e os que vendem a mão-de-obra. Prima pela liberdade individual, o direito a propriedade privada dos meios de produção, a não intervenção do estado na economia e obtenção de lucro através da economia de mercado.
2. FATORES DE PRODUÇÃO AGENTES ECONÔMICOS
Os agentes econômicos - as famílias, as empresas e o setor público -são os responsáveis pela atividade econômica. Em relação ao seu comportamento, supõe-se que são coerentes quando tomam decisões.
A atividade econômica e os agentes econômicos
Atividade econômica caracteriza-se na produção de ampla gama de bens e serviços, cujo destino último é a satisfação das necessidades humanas. Os homens, mediante sua capacidade de trabalho, são os organizadores e executores da produção.
A organização dos fatores produtivos (terra, trabalho e capital) dentro das empresas, assim como a direção de suas atividades, recai sobre pessoas ou grupos de caráter privado ou público. Na economia, os diversos papéis que desempenham os agentes econômicos, isto é, as famílias ou unidades familiares, as empresas e o setor público, podem ser agrupados em três grandes setores.
O setor primário abrange as atividades que se realizam próximas às bases dos recursos naturais, isto é, as atividades agrícolas, pesqueiras, pecuárias e extrativas.
O setor secundário inclui as atividades industriais, mediante as quais são transformados os bens.
O setor terciário ou de serviços reúne as atividades direcionadas a satisfazer as necessidades de serviços produtivos que não se transformam em algo material.
As empresas
Na sociedade moderna, as empresas produzem e oferecem praticamente totalidade dos bens e serviços.
A empresa é a unidade de produção básica. Contrata trabalho e compra fatores com o fim de fazer e vender bens e serviços.
As famílias ou unidades familiares
Os diferentes agentes econômicos podem ser divididos em privados e públicos. Os agentes privados básicos são as famílias e as empresas.
As funções das famílias constituem em, por um lado, consumir bens e serviços; por outro, oferecer seus recursos, isto é, trabalho e capital as empresas. Entretanto as famílias que pretendem maximizar a satisfação obtida no consumo são limitadas pelo orçamento de que dispõem.
O setor público
Entende-se por setor publico mais do que somente o Estado-Nação das organizações políticas atuais.
O governo destaca-se como agente econômico devido às particularidades que envolvem suas ações econômicas. O governo é um agente coletivo que contrata diretamente o trabalho de unidades familiares e que adquire uma parcela da produção das empresas para proporcionar bens e serviços úteis à sociedade como um todo. Trata-se, pois, de um centro de produção de bens e serviços coletivos. Suas receitas resultam de retiradas compulsórias do poder aquisitivo das unidades familiares e das empresas, feitas por meio do sistema tributário.
Além de interagir com os demais agentes econômicos, o governo é um centro de geração, execução e julgamento de regras básicas para a sociedade como um todo.
2.3.1 Bens Econômicos
Dallagnol (2008) destaca que a produção de bens e serviços – ou produção econômica – pode ser classificada em três categorias, de acordo com a sua destinação:
• Bens e serviços de consumo: são aqueles bens e serviços que satisfazem às necessidades das pessoas quando consumidos no estado em que se encontram como alimentos, roupas, serviços médicos etc.
Possamai (2001) afirma que os bens e serviços de consumo, de uso imediatos ou duráveis, são destinados ao atendimento das necessidades da população. Nos sistemas econômicos modernos, as solicitações de bens e serviços de consumo evolvem não somente a satisfação de necessidades da biofisiológicas, como principalmente o desejo (em grande parte dos casos artificialmente estimulados) de diversificação e sofisticado conjunto de produtos resultantes de atividades secundárias e terciárias. É, exatamente em decorrência destas últimas solicitações, em geral excitada por promoções desenvolvidas pelas próprias unidades de produção, que as necessidades de bens e serviços de consumo são consideradas como ilimitadas.
• Bens e serviços intermediários: são os bens e serviços que não atendem diretamente às necessidades das pessoas, pois precisam ser transformados para atingir sua forma definitiva. Como exemplo, podemos citar as chapas de aço que são empregadas na produção de automóveis; os serviços de computação que preparam as folhas de pagamentos para empresas etc. (DALLAGNOL, 2008)
Os bens e serviços intermediários são constituídos por insumos destinados ao reprocessamento. Esses bens reingressam no aparelho de produção da economia, para que sejam transformadas em bens capazes de atender a necessidades finais. As sementes, as fibras naturais ou sintéticas, os minérios e uma multiplicidade de outros bens da mesma natureza são identificados como intermediários. No campo dos serviços, há também os que apenas se destinam a servir de suporte para as atividades de produção do sistema. Esses também são considerados intermediários, uma vez que se destinam a atender às exigências operacionais das empresas e não às necessidades finais da sociedade. A todos os bens e serviços desta categoria, ao retornarem às unidades de produção, são adicionados novos esforços ativos, que não apenas modificarão suas características, como também o seu valor econômico. Em cada uma delas mobilizam-se novos recursos e combinam-se novos fatores, elevando-se em conseqüência a soma dos valores adicionados. (POSSAMAI, 2001)
• Bens de capital: também não atendem diretamente às necessidades dos consumidores, mas destina-se a aumentar a eficiência do trabalho humano no processo produtivo, como as máquinas, as estradas etc. (DALLAGNOL, 2008)
Para Possamai (2001), os bens de capital são constituídos por uma categoria especial de bens filiais. São bens que, embora não destinados ao consumo, consideram-se como terminais em relação aos fluxos de produção de que se originaram. As bases infraestruturais da economia (constituídas por ferrovias, portos hidrelétricas, rodovias, entrepostos de abastecimento e outros recursos fixos de utilização coletiva), somadas às edificações fabris, aos implementos agrícolas, aos equipamentos industriais e a outros instrumentos de produção, são exemplos típicos de bens desta terceira categoria. Estes bens, através das atividades de investimento, destinam-se a se incorporar ao estoque de capital da economia. Nesse sentido, não atendem diretamente às necessidades humanas de consumo. Todavia, ao se incorporarem ao estoque disponível de capital, quer para sua manutenção, renovação ou ampliação, aumentam a eficiência do trabalho humano, constituindo-se numa das fontes mais significativas do processo de crescimento econômico.
Renda (Y)
É aquela percebida pelo indivíduo em forma de salário, lucro, juro, aluguel, arrendamento ou remuneração por serviços prestados. É a renda total de todos os indivíduos antes que tenha pago o Imposto de Renda e os demais impostos pessoais. Inclui um volume substancial de pagamentos de transferências do governo, que não são incluídos na renda nacional. Inclui também pagamento de transferência feitos pelo setor privado.
Consumo ( C )
Utilização, aplicação, uso ou gasto de um bem ou serviço por um indivíduo ou uma empresa. É o objeto e a fase final do processo produtivo, precedido pelas etapas de fabricação, armazenagem, distribuição e comercialização. A função consumo depende substancialmente da renda.
Impostos (Tx)
Taxas obrigatórias pagas ao Estado, que devem reverter à coletividade sob forma de benefícios de interesse geral: transporte, educação, saúde, etc...
Subsídios ou Transferências (Tr)
Tecnicamente, pode ser definido de várias formas:
a) benefícios a pessoas ou a empresas, pagos pelo governo, sem contrapartida em
produtos e serviços;
b) despesas correspondentes da transferência de recursos de uma esfera do governo em favor de outra;
c) despesas do governo visando a cobertura de prejuízos das empresas (públicas ou
privadas) ou ainda para financiamento de investimentos;
d) benefícios aos consumidores, na forma de preços inferiores que, na ausência de tal
mecanismo, seriam fixados pelo mercado;
e) benefícios a produtores e vendedores mediante preços mais elevados, como acontece com a tarifa aduaneira protecionista;
f) concessões de benefícios pela via do orçamento público ou outros canais.
Poupança (s)
Em economia, parte da renda nacional ou individual que não é utilizada em despesas, sendo guardada e aplicada depois de deduzidos os impostos.
Investimento (I)
Aplicação de recursos (dinheiro ou títulos) em empreendimentos que renderão juros ou lucros, em geral em longo prazo. Num sentido amplo, o termo se aplica tanto à compra de máquinas, equipamentos e imóveis para a instalação de unidades produtivas, como à compra de títulos financeiros (letras de câmbio, ações, etc...).
Exportações (X)
Vendas, no estrangeiro, de bens e serviços de um país. Resulta, como a importação da divisão internacional do trabalho, pela qual os países tendem a se especializar na produção dos bens para os quais tem maior disponibilidade de fatores produtivos, garantindo um excedente exportável.
Importações (Z)
Entrada de mercadorias e serviços estrangeiros num país. Os serviços, cujo valor não figura na receita comercial, constituem as chamadas importações invisíveis. Para manter a balança comercial favorável ou menos equilibrada, os países submetem as importações a diversas formas de controle.
As funções de Exportações e Importações pertencem única e exclusivamente a Economias Abertas, as demais funções são passivas ocorrer nos dois tipos de economias.
3.1 Sistemas de Trocas
Além da produção e do consumo, existe outra atividade que é comum em qualquer sistema econômico e que tem grande importância: as trocas. A forma de adoção das trocas é diferente em cada sistema.
Cada sujeito geralmente possui habilidades e recursos diferentes dos demais e deseja consumir bens diversificados. Por isso, a tendência natural é colocar-se em contato entre si para trocar aquilo que se possui abundância pelo que não se tem e beneficiar-se mutuamente pelo intercâmbio. O intercâmbio faz possível a especialização e a divisão de trabalho, e esta contribui para a eficiência, entendida como a obtenção do maior volume de produção possível com a menor quantidade de recursos.
3.1.2 Fluxo Real e Monetário
Para entender o funcionamento do sistema econômico, imagina-se uma economia de mercado que não tenha interferência do governo e não tenha transações com o exterior (econômica fechada). Os agentes econômicos são as famílias (unidades familiares) e as empresa (unidades produtoras). As famílias são proprietárias dos fatores de produção e os fornecedores às unidades de produção (empresas) no mercado dos fatores de produção. As empresas, pela combinação dos fatores de produção, produzem bens e serviços e os fornecem às famílias no mercado de bens e serviços.
A esse fluxo de fatores de produção, bens e serviços denominam fluxo real da economia.
Como pode ser observadas na figura acima, família e empresa exercem um duplo papel. No mercado de bens e serviços, as famílias demandam bens e serviços, enquanto as empresa os oferecem; no mercado de fatores de produção, as famílias oferecem os serviços dos fatores de produção (que são de sua propriedade), enquanto as empresas os demandam. No entanto, o fluxo real da economia só se torna possível com a presença da moeda, que é utilizada para remunerar os fatores de produção e para o pagamento dos bens e serviços.
Desse modo, paralelamente ao fluxo real, temos um fluxo monetário da economia.
4.2 TEORIA DA EMPRESA
4.2.1 Concorrência perfeita
A estrutura de mercado caracterizada por concorrência perfeita é uma concepção ideal, porque os mercados altamente concorrenciais existentes, na realidade, são apenas aproximações desse modelo, posto que, em condições normais, sempre parece existir algum grau de imperfeição que distorce o seu funcionamento, de acordo com Pinho e Vasconcellos (1998).
O seu conhecimento é importante não só como estrutura ideal, que é empregada em muitos estudos que procuram descrever o funcionamento econômico de uma realidade complexa, como, também, pelas inúmeras conseqüências derivadas de suas hipóteses que condicionam, o comportamento dos agentes econômicos em diferentes mercados.
Uma estrutura de mercado descrita como de concorrência perfeita deve preencher todas as seguintes condições:
• Atomização: o número de agentes compradores e vendedores é de tal ordem que nenhum deles possui condições para influenciar o mercado. A expressão de cada um é insignificante.
• Homogeneidade: o bem o serviço, no mercado de produtos, o fator de produção, no mercado de fatores, é perfeitamente homogêneo. Nenhuma empresa pode diferenciar o produto. O produto vindo de qualquer produtor é um substituto perfeito do que é a ofertados por quaisquer outros produtos.
• Mobilidade: cada agente comprador e vendedor atua independente de todos os demais. A mobilidade é livre e não há quaisquer acordos entre os que participam do / no mercado.
• Permeabilidade: não há quaisquer barreiras para entrada ou saída dos agentes que atuam ou querem atuar no mercado. Barreiras técnicas, financeiras, legais, emocionais ou de qualquer outra ordem não existem.
• Preço limite: nenhum vendedor de produto pode praticar preços acima daquele que está estabelecido no mercado, resultante da livre atuação das forças de oferta e da procura. Em contrapartida, nenhum comprador pode impor um preço abaixo dos de equilíbrio, o preço limite é dada pelo mercado.
• Extrapreço: não há qualquer eficácia em formas de concorrência fundamentadas em mecanismos extrapreço. A oferta de quaisquer vantagens adicionais, associáveis o produto ou fator, não faz qualquer sentido. Essa característica é subproduto da homogeneidade.
• Transparência: por fim, o mercado é absolutamente transparente. Não há qualquer agente que tenha informações privilegiadas ou diferentes daquelas que todos detêm. As informações que possam influenciar o mercado são perfeitamente acessíveis a todos.
4.2.2.Monopólio
O monopólio situa-se em outro extremo. Essa estrutura se situa no extremo oposto do da concorrência perfeita. As condições que caracterizam são:
• Unicidade: há apenas um vendedor, dominando inteiramente a oferta. Sob monopólio, os conceitos de empresa e de atividade sobrepõem-se. A indústria monopolista é constituída por uma única firma ou empresa.
• Insubstitutibilidade: o produto da empresa monopolista não tem substituto. A necessidade que ela atende não tem como ser igualmente satisfeita por qualquer similar ou sucedâneo.
• Barreira: a entrada de um novo concorrente no mercado monopolista é, no limite, impossível. As barreiras de entrada são rigorosamente impedidas. Podem decorrer de disposições legais, de direitos de exploração outorgado pelo poder público a uma única empresa, do domínio de tecnologias de produção e de condições operacionais exigidas pela própria atividade.
• Poder: a expressão poder de monopólio é empregada para a caracteriza a situação privilegiada em que se encontram com monopolista, quanto as duas importantes variáveis do mercado preço e quantidades.
• Extrapreço: devido a seu pleno domínio sobre o mercado, os monopólios dificilmente recorrem às formas convencionais de mecanismos extrapreço, para estimular ou desestimular comportamentos de compradores.
• Opacidade: os monopólios são, por definição, opacos. O acesso a informações sobre fontes supridoras, processos de produção, níveis de oferta e resultados alcançados dificilmente são abertos e transparentes. A empresa monopolista e caracteriza-se por ser impenetrável.
4.2.3 Oligopólios
As estruturas oligopolistas não se caracterizam por fatores determinantes puros e extremados. Os tipos possíveis, de fato, observadas na realidade são de alta variabilidade. Em todas as características desta estrutura de mercado, os conceitos são mais flexíveis, comparativamente aos casos extremados de concorrência perfeita e de monopólio.
• O número de concorrentes: geralmente, é pequeno. Palavras como limitados, poucos, alguns, vários, são empregadas para indicar o número de concorrentes nas estruturas oligopolistas.
• Diferenciação: outra característica de alta variabilidade se refere a fatores como homogeneidade, substitutibilidade e padronização dos produtos. Isto por que tanto podem ocorrer oligopólios de produtos diferenciados, como de produtos não diferenciáveis.
• Rivalização: tipicamente, os concorrentes que atuam sob condições de oligopólio são fortes rivais entre si. Há casos até de rivalizações que transparecem campanhas publicitárias e em práticas comerciais desviadas de padrões de ética e a lealdade. Mas, no outro extremo, encontra-se também situações de oligopólio em que os concorrentes se unem em acordos setoriais, todos respeitando rigorosamente as regras negociadas e definidas.
4.2.4. Concorrência Monopolística
Esta estrutura contém características que se encontram nas definições usuais de mercados perfeitamente competitivos e monopolizados. Na concorrência monopolística, o número de concorrentes é grande. O consumidor encontra facilmente substitutos, não ocorrendo dessa forma à caracterização essencial do monopólio puro. As características principais desta estrutura de mercado são:
• Competitividade: é elevado o numero de concorrentes, com capacidade de competição relativamente próximas.
• Diferenciação: o produto de cada concorrente apresenta particularidades capazes de distingui-lo dos demais e de criar um mercado próprio para ele.
• Substitutibilidade: embora cada concorrente tenha um produto diferenciado os produtos de todos os concorrentes substituem-se entre si. Obviamente, a substituição não é perfeita, mas é possível, conhecida e de fácil acesso.
• Preço-prêmio: a capacidade de cada concorrente controlar o preço depende do grau de diferenciação percebido pelo comprador. A diferenciação quando percebida e aceita, pode dar origem a um preço-prêmio, gerando resultados favoráveis e estimuladores.
• Baixas barreiras: as barreiras de entrada em mercados monopolisticamente competitivos tendem a ser baixas. Há relativa facilidade para ingresso de novas empresas no mercado.
Para Pinho e Vasconcellos (1998), embora apresente, como a concorrência perfeita, uma estrutura de mercado em que existe um número elevado de empresas, a concorrência monopolista (também chamada concorrência imperfeita) caracteriza-se pelo fato de que as empresas produzem produtos diferenciados, embora substitutos próximos.
Por exemplo, diferentes marcas de cigarros, perfumes, sabonetes, refrigerantes etc. Trata-se, assim, de uma estrutura mais próxima da realidade que a concorrência perfeita, onde se supõe um produto homogêneo, produzido por todas as empresas.
Nesta estrutura, cada empresa tem certo poder sobre a fixação de preços. Ou seja, a curva de demanda com a qual se defronta é negativamente inclinada, embora bastante elástica, pois a existência de substitutos próximos permite aos consumidores alternativas para fugirem de aumentos de preços.
4.4 TEORIA DO CONSUMIDOR
A Demanda
A demanda ou procura pode ser definida como a quantidade de certo bem ou serviço que os consumidores desejam adquirir em determinado período de tempo. (Dallagnol, 2008). A procura depende de variáveis que influenciam a escolha do consumidor. São eles:
• O preço do bem ou serviço; esta é a variável mais importante para que o consumidor decida o quanto vai comprar do bem; se o preço for considerado barato, provavelmente ele adquirirá maiores quantidades do que se for considerado caro;
• O preço de outros bens; se o consumidor deseja adquirir manteiga, por exemplo, ele não olhará somente o preço desta, mas também o preço de bens substitutos tais como a margarina ou o requeijão; da mesma forma, se ele desejar adquirir arroz, considerará não somente o preço do arroz, mas também o preço do feijão já que, em nosso país, o consumo destes bens está freqüentemente associado um ao outro;
• A renda do consumidor; embora muitas vezes o consumidor considere atrativo o preço do bem, ele pode não ter a renda (y) suficiente para comprá-lo;
• Hábitos ou preferência do indivíduo; esta é uma das variáveis mais importantes porque, embora o preço de um bem esteja adequado, o consumidor se não tiver o hábito não será influenciado pelo preço.
Para estudar-se a influência isolada dessas variáveis utiliza-se a hipótese ceteris paribus. Condição “ceteris paribus”: é impossível compreender a influência e importância de cada uma das variáveis, se elas sofrerem todas uma alteração ao mesmo tempo. Assume-se que o estudo da função procura é determinada por uma variável, sendo todas as demais constantes. Esta condição é conhecida em economia como a condição ceteris paribus.
Assim, por exemplo, caso se deseje saber o que ocorre com a demanda do bem X se o preço do mesmo aumentar é preciso supor que todas as demais variáveis que influenciam a demanda permaneçam constantes, de modo que a variação da demanda seja atribuível exclusivamente à variação do preço.
A demanda, ou procura, é definida como a quantidade de um bem ou serviço que o consumidor deseja comprar em um determinado período.
A Lei da Demanda
As várias quantidades que os consumidores estarão dispostos e aptos a adquirir, em função dos vários níveis de preços possíveis, em determinado período de tempo representa a Lei da Procura.
ou
Quanto menor o preço de um produto no mercado maior a quantidade de pessoas que irão querer comprar esse produto.
De acordo com Pinho e Vasconcellos (1998), a escolha do consumidor é influenciada por algumas variáveis que em geral serão as mesmas que influenciarão sua escolha em outras ocasiões. Dessa forma, costuma-se apresentar quatro determinantes de procura individual:
I -preço do bem;
II -preços dos outros bens;
III – renda do consumidor
IV -gosto ou preferência do indivíduo.
DESLOCAMENTOS DA DEMANDA
Os fatores determinantes da procura são constituídos por um conjunto de elementos que podem alterar, para mais e para menos, a própria posição da curva, deslocando-a positiva ou negativamente. Entre outros, os enunciados a seguir são considerados os de maior importância:
1º) Dimensão do mercado;
2º) Variação do poder aquisitivo;
3º) Atitudes e preferências dos consumidores;
4º) Preços dos produtores substituídos;
5º) Expectativas sobre a evolução da oferta.
Curva de Demanda é a representação gráfica das diferentes quantidades de um bem que os consumidores estão dispostos a comprar aos diferentes preços por unidade de tempo.
Lei da Demanda expressa a relação inversa existente entre a quantidade demandada de um bem e seu preço. Indica que quanto maior o preço de um bem, menor será a quantidade demandada desse bem. Também é chamada de Lei da Procura.
A OFERTA
De acordo com Dallagnol (2008), pode-se conceituar oferta como as várias quantidades que os produtores desejam oferecer ao mercado em determinado período de tempo.
ou
Quanto maior o preço do produto no mercado maior é a quantidade de empresas que irão querer produzí-lo.
Da mesma maneira que a demanda, a oferta depende de vários fatores dentre eles:
• De seu próprio preço;
• Do preço (custo) dos fatores de produção;
• Das metas ou objetivos dos empresários.
Diferentemente da função demanda, a função oferta mostra uma correlação direta entre as quantidades ofertadas e nível de preços, ceteris paribus. É a chamada lei geral da oferta.
A relação direta entre a quantidade ofertada de um bem e o preço desse bem deve-se ao fato de que, ceteris paribus, um aumento do preço de mercado estimula as empresas a elevar a produção; novas empresas serão atraídas, aumentando a quantidade ofertada do produto.
Além do preço do bem, a oferta de um bem ou serviço é afetada pelos custos dos fatores de produção (matérias-primas, salários, preço da terra), por alterações tecnológicas e pelo aumento do número de empresas. Fica claro, portanto, que a relação entre a oferta e o custo dos fatores de produção é inversamente proporcional. Por exemplo, um aumento dos salários ou do custo das matérias-primas deve provocar ceteris paribus, uma retração da oferta do produto.
A relação entre a oferta e nível de conhecimento tecnológico é diretamente proporcional, dado que as melhorias tecnológicas promovem melhorias da produtividade no uso dos fatores de produção, e, portanto aumento da oferta. Da mesma forma, há uma relação direta entre a oferta de um bem ou serviço e o numero de empresas ofertantes do produto no setor.
Oferta e quantidade ofertada
Como no caso da demanda, também deve-se distinguir entre a oferta e a quantidade ofertada de um bem. A oferta refere-se à escala (ou toda a curva), enquanto a quantidade ofertada diz respeito a um ponto específico na curva de oferta. Assim, um aumento no preço de um bem provoca um aumento da quantidade ofertada, ceteris paribus, enquanto uma alteração nas outras variáveis (como nos custos de produção ou no nível tecnológico) desloca a oferta (isto é a curva de oferta).
Por exemplo, conforme se observa na figura anterior, um aumento no custo das matérias-primas provoca uma queda da oferta, mantido o mesmo preço P0, ceteris paribus, as empresas são obrigadas a diminuir a produção.
Por outro lado, uma diminuição no preço dos insumos, ou uma melhoria tecnológica na utilização dos mesmos, ou, ainda um aumento no número de empresas no mercado, conduz a um aumento da oferta, dados os mesmos preços praticados, deslocando-se desse modo, a curva da oferta para a direita, conforme se observa na figura acima.
Do mesmo modo que a demanda, a oferta de um bem real depende de um conjunto de fatores. São eles: a tecnologia, os preços de fatores produtivos (terra, trabalho, capital etc.) e o preço do bem que se deseja oferecer . Se permanecerem constantes todos os fatores citados, menos o preço do bem que se oferece, obteremos a relação existente entre o preço de um bem, por exemplo, as laranjas, e a quantidade de laranjas que um agricultor desejaria oferecer por preço, por unidade de tempo. (DALLAGNOL, 2008)
4.5.3. Equilíbrio de Mercado
Quando colocamos em contato consumidores e produtores com seus relativos planos de consumo e produção, isto é, com suas respectivas curvas de demanda e oferta em um mercado particular, podemos analisar como acontece a interação entre ambos os agentes.
Isoladamente, nem a curva de demanda, nem a curva de oferta poderiam nos dizer até onde podem chegar os preços ou em que medida os planos dos consumidores e dos produtores são compatíveis. Para isso, deve-se realizar um estudo conjunto de ambas as curvas e proceder por tentativa e erro, analisando para cada preço a possível compatibilidade entre a quantidade vendida e a demandada.
O preço de equilíbrio, e a quantidade oferecida e demandada (comprada e vendida) denomina-se quantidade de equilíbrio. Costuma-se também dizer que o preço de equilíbrio zera o mercado.
Na situação de equilíbrio igualam-se as quantidades oferecidas e demandadas. Quando o preço é maior que o de equilíbrio, por exemplo, R$ 7,00 por quilo de laranja, a quantidade que os produtores desejam oferecer (120 kg) excede à quantidade que os demandantes desejam adquirir (50 kg), ou seja, provoca um excesso de oferta. E, devido à pressão da mercadoria excedente, que não é vendida, a concorrência entre os vendedores fará o preço descer até a situação de equilíbrio. Ao contrário, se o preço é menor que o de equilíbrio, por exemplo, R$ 2,00 por quilo de laranja, a quantidade que o demandante deseja adquirir (110 kg) é maior que a oferecida pêlos produtores (40 kg), isto é, há excesso de demanda. Nesse caso, os compradores que não obtiveram a quantidade desejada do produto pressionarão a elevação de preços até adquirir a quantidade desejada.
O preço de equilíbrio é aquele que coincidem os planos de demandantes ou consumidores e dos ofertantes ou produtores.
Na visão de Dallagnol (2008), são as forças e os mecanismos de mercado, através das leis da oferta e da procura, que conduzem à fixação de um preço de equilíbrio, capaz de harmonizar o permanente conflito de interesses entre os produtores e os consumidores.
O preço de equilíbrio que ajusta os interesses dos que realiza a oferta e dos que exercem a procura é o resultado de um prolongamento do jogo de ensaios e de erros. Partindo da hipótese de o mercado está submetido a uma situação de concorrência perfeita, o preço de equilíbrio será determinado pela livre manifestação das forças da oferta e da procura.
• No Preço de Equilíbrio, a quantidade procurada se iguala a quantidade oferecida.
• Graficamente, o equilíbrio ocorre na intersecção das curvas da Procura e da Oferta.
• Para qualquer preço inferior, haverá excesso de procura e o preço tenderá a aumentar; para qualquer preço acima do de equilíbrio, haverá um excesso de oferta e o preço tenderá a baixar.
• O Preço de Equilíbrio é aquele onde as quantidades procurada e oferecida se igualam.
Quando aquela igualdade não se verifica, diz-se que o mercado não está em equilíbrio ou está em desequilíbrio.
Fonte: Dallagnol (2008, p.58)
Hipóteses relativas a um mercado concorrencial ou competitivo
1) as curvas da procura têm um declive negativo em toda a sua extensão;
2) as curvas da oferta têm um aclive positivo em toda a sua extensão;
3) verifica-se uma alteração do preço, se e só se houver excesso de procura: no
sentido da subida se o excesso de procura for positivo, e no sentido da descida se o excesso de procura for negativo.
Implicações das hipóteses do mercado concorrencial ou competitivo
1) só pode haver um preço para o qual a quantidade procurada e oferecida se
igualam;
2) só ao preço de equilíbrio o preço de mercado é constante;
3) se verificar um deslocamento da curva da procura ou da curva da oferta,
também o preço e a quantidade de equilíbrio se alterarão.
BIBLIOGRAFIA
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WESSELS, W. Economia. 2 ed. São Paulo: Saraiva, 2003.
EXERCÍCIOS:
1.Do que a economia se ocupa?
2.Qual a definição de Economia?
3.Esclareça em forma de tópicos as características do Mercantilismo.
4.Esclareça em forma de tópicos as características da Fisiocracia.
5.Esclareça em forma de tópicos as características da Escola Clássica.
6.Esclareça em forma de tópicos as características do Capitalismo.
7. Agora, faça uma comparação entre Mercatilismo, Fisiocracia, Escola Clássica e Capitalismo.
8. Quais as diferenças entre setor primério, secundário e terciário.
9.Qual a relação entre: empresa – famílias, mercado de bens de consumo, mercado de bens de produção.
10. Compare os tipos de Bens.
11. Defina Renda, Consumo, Impostos e Subsídios ou Transferências.
12. Defina Poupança, Investimento, Exportações e Importações.
13. Compare Concorrência Perfeita, Monopólio, Oligopólios e Concorrência Monopolística ressaltando somente o que as diferencia.
14. O que é a Demanda? E como se constrói um gráfico da demanda?
15. O que é Oferta? E como se constrói um gráfica da oferta?
16. De que fatores depende a oferta?
17. Diga quais os tipos de elasticidade da oferta.
18. Como poderia ser definido o Equilíbrio de Mercado? E como se constrói o gráfico de equilíbrio de mercado?
19. E como se define o preço do equilíbrio?