ABDOME GASTRO
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO ABDOME TOTAL
(RELATÓRIO DE EMERGÊNCIA)
Técnica: Aquisição volumétrica, com contraste venoso.
Indicação:
Achados:
Demais achados relevantes no contexto de emergência:
Alças intestinais com calibres preservados e paredes de espessura normal.
Apêndice cecal de aspecto tomográfico preservado.
Ausência de linfonodomegalias, coleções ou pneumoperitônio.
Não há dilatação das vias biliares ou sinais de pancreatite.
Não há uropatia obstrutiva.
Os demais órgãos abdominais avaliados não apresentam alterações relevantes no contexto de emergência.
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE ABDOME E PELVE
Método:
Obtidas imagens axiais por metodologia multislice, -------------antes e após a injeção intravenosa do meio de contraste. ---------------------------Administrado previamente contraste iodado diluído por via oral / retal.
Dados clínicos:
[XXXXXXXXXX]
Análise:
Fígado de dimensões normais e contornos regulares, com atenuação preservada.
Veias hepáticas e porta pérvias.
Ausência de dilatação das vias biliares.
Pâncreas com dimensões e atenuação preservadas. Não há dilatação do ducto pancreático principal.
Baço e adrenais sem particularidades.
Rins de dimensões normais. Não há cálculos ou dilatação do sistema coletor.
Aorta de trajeto e calibre preservados.
Bexiga com boa repleção, paredes regulares e conteúdo homogêneo.
Ausência de linfonodomegalias abdominais ou de líquido livre.
Apêndice cecal de aspecto tomográfico preservado.
ABDOME RESUMIDO
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE ABDOME E PELVE
Metodologia:
Imagens obtidas por tecnologia de múltiplos detectores, antes e após a administração do meio de contraste endovenoso.
Administrado previamente contraste iodado diluído por via oral.
Análise:
Fígado, baço, pâncreas, rins e adrenais sem alterações significativas.
Veia porta pérvia.
Ausência de dilatação das vias biliares.
Ausência de linfonodomegalias abdominais ou de líquido livre.
Aorta e artérias esplâncnicas sem alterações significativas.
Bexiga com boa repleção, paredes regulares e conteúdo homogêneo.
ABDOME UROLITÍASE
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE ABDOME E PELVE
Metodologia:
Imagens obtidas por tecnologia de múltiplos detectores, sem o uso de contraste endovenoso.
Protocolo direcionado para a pesquisa de litíase em vias urinárias.
Análise:
Estudo negativo para litíase ureteral.
Rins tópicos, de dimensões normais, contornos regulares e com atenuação e espessura do parênquima sem alterações significativas. Ausência de cálculos ou hidronefrose.
Gordura perirrenal preservada.
Bexiga com boa repleção e paredes regulares.
Ausência de líquido livre ou coleções.
As demais estruturas analisadas não apresentam alterações significativas, ressalvando-se as limitações do estudo sem contraste.
CORPO INTEIRO
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE CORPO INTEIRO
(CRÂNIO, FACE, CARÓTIDAS, COLUNA, TÓRAX, ABDOME E PELVE)
Metodologia:
Imagens obtidas por tecnologia de múltiplos detectores, antes e após a administração do meio de contraste endovenoso.
Protocolo dirigido para avaliação de lesões decorrentes de politraumatismo.
Análise:
Segmento craniocervical:
Ausência de lesões traumáticas intracranianas.
Artérias carótidas e vertebrais de aspecto preservado.
Ausência de fraturas faciais.
Não há lesões traumáticas na coluna cervical.
Segmento torácico e abdominalpélvico:
Ausência de derrame pleural, pericárdico ou pneumotórax.
Ausência de lesões torácicas traumáticas.
Ausência de hematomas mediastinais.
Ausência de lesões aórticas. Pedículo vascular esplâncnico preservado.
Ausência de lesões em vísceras parenquimatosas abdominais.
Ausência de líquido livre.
Não há fraturas na cintura escapular, nas costelas, na coluna vertebral e no sacro ou nos ossos da bacia.
Sondas e cateteres:
Cânula de intubação orotraqueal bem posicionada.
Sonda digestiva com extremidade gástrica.
Sonda vesical bem posicionada.
Achados adicionais não relevantes no contexto atual do trauma:
PS TÓRAX + ABDOME
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE TÓRAX, ABDOME E PELVE
Metodologia:
Imagens obtidas por tecnologia de múltiplos detectores, antes e após a administração do meio de contraste endovenoso.
Administrado previamente contraste iodado diluído por via oral.
Análise:
Estruturas ósseas sem alterações relevantes.
Espaços pleurais virtuais.
Parênquima pulmonar com atenuação habitual.
Estruturas vasculares mediastinais sem anormalidades.
Não se observam linfonodomegalias mediastinais.
Traquéia e brônquios principais patentes, de calibres normais.
Fígado, baço, pâncreas, rins e adrenais sem alterações significativas.
Veia porta pérvia.
Ausência de dilatação das vias biliares.
Ausência de linfonodomegalias abdominais ou de líquido livre.
Aorta e artérias esplâncnicas sem alterações significativas.
Bexiga com boa repleção, paredes regulares e conteúdo homogêneo.
PS TEP
ANGIOTOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO TÓRAX PARA PESQUISA DE TROMBOEMBOLISMO PULMONAR
Metodologia:
Obtidas imagens axiais por metodologia multislice, após a injeção do meio de contraste intravenoso.
Análise:
Exame negativo para tromboembolismo pulmonar.
Também não há evidências de trombose venosa profunda nas imagens obtidas do abdome e membros inferiores (até a região poplítea).
Espaços pleurais virtuais.
Parênquima pulmonar de morfologia e atenuação normais.
Estruturas vasculares mediastinais sem anormalidades.
Não se observam linfonodomegalias mediastinais.
Traquéia e brônquios principais patentes, de calibres normais.
PS ANEURISMA DE AORTA
ANGIOTOMOGRAFIA DE AORTA
Metodologia:
Imagens obtidas por tecnologia de múltiplos detectores, antes e após a administração do meio de contraste endovenoso.
Estudo dirigido para a aorta.
Análise:
Aorta e artérias ilíacas de trajeto tortuoso, com múltiplas placas calcificadas parietais e com calibre normal.
Aneurisma fusiforme com trombos murais irregulares do segmento #torácico #abdominal #tóraco-abdominal, iniciando-se a - cm da emergência da artéria #subclávia #renal esquerda, estendendo-se por aproximadamente - cm até a bifurcação aortoilíaca, sem envolvê-la.
O seu diâmetro transverso máximo é de - cm. O colo do aneurisma mede - cm de calibre.
Boa opacificação em todo o seu trajeto.
Ausência de hematomas parietais.
Não há extravasamento do meio de contraste ou coleções periaórticas.
Os demais órgãos analisados não apresentam alterações relevantes nas imagens obtidas.
PS DISSECÇÃO DE AORTA
ANGIOTOMOGRAFIA DE AORTA
Metodologia:
Imagens obtidas por tecnologia de múltiplos detectores, antes e após a administração do meio de contraste endovenoso.
Estudo dirigido para a aorta.
Análise:
Aorta e artérias ilíacas de trajeto tortuoso, com calibre normal e placas calcificadas parietais.
Dissecção iniciando-se no segmento torácico #ascendente, #da crossa, #descendente, a cerca de - cm da emergência da artéria subclávia esquerda, estendendo-se até o segmento abdominal, com cerca de - cm.
A falsa luz envolve as artérias -
Hematoma intramural no segmento # caracterizado por espessamento e hiperdensidade em crescente na parede.
Úlcera penetrante caracterizada por descontinuidade intimal que se estende à camada média em
Não há extravasamento do meio de contraste ou coleções periaórticas.
Os demais órgãos analisados não apresentam alterações relevantes nas imagens obtidas.
PS AORTA NORMAL
ANGIOTOMOGRAFIA DE AORTA
Metodologia:
Imagens obtidas por tecnologia de múltiplos detectores, antes e após a administração do meio de contraste endovenoso.
Estudo dirigido para a aorta.
Análise:
Aorta e artérias ilíacas de trajeto habitual, com paredes preservadas e com calibre normal.
Aorta e artérias ilíacas de trajeto tortuoso, com calibre normal e apresentando placas parietais calcificadas.
Boa opacificação em todo o seu trajeto.
Ausência de aneurismas, dissecções ou hematomas parietais.
Não há coleções periaórticas ou extravasamento do meio de contraste.
Os demais órgãos analisados não apresentam alterações relevantes nas imagens obtidas.
PS ARTICULAR
TC DE -- DIREITO ESQUERDO
Metodologia :
Imagens obtidas por tecnologia de múltiplos detectores, sem o uso de contraste endovenoso.
Análise:
Pele e tecido celular subcutâneo sem alterações.
Estrutura e morfologia normais dos ossos.
Não há sinais de fraturas.
Espaços articulares conservados.
Não evidenciamos derrames articulares.
Plano músculo-tendíneo sem anormalidades.
PS COLUNA CERVICAL
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE COLUNA CERVICAL
Metodologia:
Imagens obtidas por tecnologia de múltiplos detectores, sem o uso de contraste endovenoso, da transição occipito-cervical até T1.
Análise:
Exame dirigido para avaliação de politraumatismo, sem sinais de fraturas ou desalinhamentos.
Alterações degenerativas na coluna cervical caracterizadas por osteofitose marginal, redução da altura de espaços discais, artrose das articulações interapofisárias e uncoartrose, determinando redução do calibre de alguns forames de conjugação.
Corpos vertebrais de altura e morfologia preservadas.
Estruturas dos arcos posteriores preservadas.
Não há herniações discais.
Canal vertebral de calibres normais.
Saco dural com atenuação característica nos segmentos acessíveis.
Forames de conjugação de amplitude normal.
Estruturas paravertebrais sem anormalidades.
PS COLUNA DORSAL
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE COLUNA DORSAL
Metodologia:
Imagens obtidas por tecnologia de múltiplos detectores, sem o uso de contraste endovenoso, do segmento D1 a D12.
Análise:
Corpos vertebrais alinhados, de altura e morfologia preservadas.
Estruturas dos arcos posteriores preservados.
Articulações interapofisárias, costo-vertebrais e costo-transversas preservadas.
Não há sinais de fraturas ou lesões focais agressivas.
Não há herniações discais.
Saco dural de forma e atenuação preservados.
Canal vertebral de calibres normais.
Forames de conjugação de amplitude normal.
Estruturas paravertebrais sem anormalidades.
PS COLUNA LOMBAR
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE COLUNA LOMBAR
Metodologia:
Imagens obtidas por tecnologia de múltiplos detectores, sem o uso de contraste endovenoso, do segmento L1 a S1.
Análise:
Corpos vertebrais alinhados, de altura e morfologia preservadas.
Estruturas dos arcos posteriores preservados.
Não há sinais de fraturas ou lesões focais agressivas.
Articulações interapofisárias preservadas.
Não há sinais de herniações discais.
Canal vertebral de calibre normal.
Saco dural com forma e atenuação preservada.
Forames de conjugação de amplitude normal.
Estruturas paravertebrais sem anormalidades.
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE COLUNA LOMBAR
Metodo:
Imagens obtidas por tecnologia de múltiplos detectores, sem o uso de contraste endovenoso.
Análise:
Retificação da curvatura lordótica lombar fisiológica em decúbito.
Discreta retrolistese degenerativa de L5 sobre S1. Demais corpos vertebrais alinhados.
Alteração focal da atenuação do corpo vertebral de T12, provável hemangioma.
Corpos vertebrais com redução difusa da sua atenuação (desmineralização) e com altura preservada.
Espondilodiscopatia degenerativa multissegmentar caracterizada por redução da altura dos discos intervertebrais, com degeneração gasosa intradiscal em alguns níveis e osteofitose marginal.
Níveis T12-L1 e L1-L2: ausência de protrusões ou de abaulamentos discais significativos.
Nível L2-L3: abaulamento discal assimétrico com maior componente à esquerda, que toca o saco dural anteriormente, com insinuação biforaminal e que determina obliteração parcial dos recessos laterais, sem conflito radicular.
Nível L3-L4: redução do espaço discal, com degeneração gasosa no seu interior, apresentando abaulamento discal assimétrico com maior componente a direita, que toca o saco dural anteriormente, com insinuação biforaminal e determinando redução da amplitude dos forames de conjugação e conflito com a raiz emergente de L3 deste lado. Os osteófitos marginais e as alterações degenerativas interapofisárias contribuem para redução da amplitude foraminal.
Nível L4-L5: abaulamento discal difuso, que toca o saco dural anteriormente, com insinuação biforaminal que oblitera parcialmente os recessos laterais, com redução da amplitude dos forames de conjugação e que toca as raizes emergentes de L4. Os osteófitos marginais e as alterações degenerativas interapofisárias contribuem para redução das amplitudes foraminais. Há redução da amplitude do canal vertebral neste nível.
Nível L5-S1: abaulamento discal difuso, que toca o saco dural anteriormente, com insinuação biforaminal que oblitera parcialmente os recessos laterais, com redução da amplitude dos forames de conjugação e que toca as raízes emergentes de L5. Os osteófitos marginais e as alterações degenerativas interapofisárias contribuem para redução das amplitudes foraminais.
Demais porções do canal vertebral com amplitude preservada.
Musculatura paravertebral com trofismo preservado.
Alterações degenerativas das articulações sacroilíacas.
PS COLUNA TOTAL
TC DE COLUNA CERVICAL, DORSAL E LOMBAR
Metodologia:
Imagens obtidas por tecnologia de múltiplos detectores, sem o uso de contraste endovenoso, da transição crânio-cervical ao sacro.
Análise:
Exame dirigido para avaliação de politraumatismo, sem sinais de fraturas ou desalinhamentos.
Corpos vertebrais alinhados, de altura e morfologia preservadas.
Alterações degenerativas na coluna cervical caracterizadas por osteofitose marginal, redução da altura de espaços discais, artrose das articulações interapofisárias e uncoartrose, determinando redução do calibre de alguns forames de conjugação.
Articulações interapofisárias, costo-vertebrais e costo-transversas preservadas.
Estruturas dos arcos posteriores preservados.
Não há sinais de fraturas ou lesões focais agressivas.
Articulações interapofisárias preservadas.
Não há sinais de herniações discais.
Canal vertebral de calibre normal.
Saco dural com forma e atenuação preservada nos segmentos acessíveis.
Forames de conjugação de amplitude normal.
Estruturas paravertebrais sem anormalidades.
PS CRÂNIO
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE CRÂNIO
Metodologia:
Imagens obtidas por tecnologia de múltiplos detectores, sem o uso do meio de contraste endovenoso.
Análise:
Sistema ventricular de morfologia e dimensões preservadas.
Não há desvio de estruturas da linha mediana.
Cisternas e sulcos corticais de amplitude dentro dos limites normais.
Parênquima encefálico com coeficientes de atenuação habituais.
Ausência de coleções extra-axiais nos cortes obtidos.
PS CRÂNIO AVCH
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE CRÂNIO
Metodologia:
Imagens obtidas por tecnologia de múltiplos detectores, sem o uso de contraste endovenoso.
Análise:
Hematoma intraparenquimatoso na região _ direita, com pequeno edema perilesional determinando efeito de massa com apagamento de cisternas e sulcos corticais adjacentes, compressão do ventrículo lateral direito e desvio de estruturas da linha mediana para o lado esquerdo.
Hematoma intraparenquimatoso na região _ esquerda, com pequeno edema perilesional determinando efeito de massa com apagamento de cisternas e sulcos corticais adjacentes, compressão do ventrículo lateral esquerdo e desvio de estruturas da linha mediana para o lado direito.
Mede aproximadamente _ x _ x _ cm, com volume estimado em _ cm³.
# Sinais de extensão para o sistema ventricular, com pequena moderada acentuada dilatação do mesmo.
# Não há desvio de estruturas da linha mediana.
PS CRÂNIO AVCI
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE CRÂNIO
Metodologia:
Imagens obtidas por tecnologia de múltiplos detectores, sem o uso do meio de contraste endovenoso.
Análise:
Sistema ventricular de morfologia e dimensões preservadas.
Não há desvio de estruturas da linha mediana.
Cisternas e sulcos corticais apagados na região _ direita, esquerda, onde se nota zona hipoatenuante córtico-subcortical, compatível com evento isquêmico recente.
Hipoatenuação da substância branca periventricular.
Restante do parênquima encefálico com coeficientes de atenuação habituais.
Ausência de coleções extra-axiais nos cortes obtidos.
Zona hipoatenuante córtico-subcortical na região _ direita, esquerda, determinando efeito de massa com apagamento de cisternas e sulcos corticais.
Associa-se ainda, discreta compressão sobre o sistema ventricular ipsilateral e desvio contralateral de estruturas da linha mediana.
Hiperdensidade da artéria cerebral média
PS CRÂNIO COM
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE CRÂNIO
Metodologia:
Imagens obtidas por tecnologia de múltiplos detectores, antes e após o uso do meio de contraste endovenoso.
Análise:
Sistema ventricular de morfologia e dimensões preservadas.
Não há desvio de estruturas da linha mediana.
Cisternas e sulcos corticais de amplitude dentro dos limites normais.
Parênquima encefálico com coeficientes de atenuação habituais.
Após a injeção de meio de contraste, não se observam áreas de realce anômalo.
Ausência de coleções extra-axiais nos cortes obtidos.
PS CRÂNIO E ÓRBITAS
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE CRÂNIO E ÓRBITAS
Metodologia:
Imagens obtidas por tecnologia de múltiplos detectores, antes e após o uso de contraste endovenoso.
# Imagens obtidas por tecnologia de múltiplos detectores, sem o uso de contraste endovenoso.
Análise:
Estruturas ósseas íntegras, sem sinais de fratura.
Globos oculares simétricos e de dimensões normais, com atenuação característica.
Musculatura ocular extrínseca preservada.
Nervos ópticos de espessura normal, simétricos.
Ápices orbitários livres.
Gorduras extra-conal e intra-conal com atenuação preservada.
Glândulas lacrimais de aspecto preservado.
Compartimentos pós-septais preservados.
Seios cavernosos sem alterações detectáveis.
Ausência de coleções.
As porções evidentes das cavidades paranasais apresentam-se normoaeradas.
Sistema ventricular de morfologia e dimensões preservadas.
Não há desvio de estruturas da linha mediana.
Cisternas e sulcos corticais de amplitude dentro dos limites normais.
Parênquima encefálico com coeficientes de atenuação habituais.
# Após a injeção endovenosa do meio de contraste não se observam áreas de realce anômalo.
Ausência de coleções extra-axiais nos cortes obtidos.
PS HEMATOMA EXTRADURAL
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE CRÂNIO
Metodologia:
Imagens obtidas por tecnologia de múltiplos detectores, sem o uso do meio de contraste endovenoso.
Análise:
Hematoma extra-axial na região _ direita, determinando efeito de massa com apagamento de cisternas e sulcos corticais adjacentes, compressão do ventrículo lateral direito e desvio de estruturas da linha mediana para o lado esquerdo.
Hematoma extra-axial na região _ esquerda, determinando efeito de massa com apagamento de cisternas e sulcos corticais adjacentes, compressão do ventrículo lateral esquerdo e desvio de estruturas da linha mediana para o lado direito.
Coleção de morfologia subdural, hipoatenuante, porém com áreas hiperdensas de permeio, compatível com reagudização, situada na região _ direita esquerda bilateral, determinando efeito de massa com apagamento de cisternas e sulcos corticais adjacentes.
Nota-se ainda, compressão do ventrículo lateral ipsilateral e desvio contralateral das estruturas da linha mediana.
PS CRÂNIO HSA
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE CRÂNIO
Metodologia:
Imagens obtidas por tecnologia de múltiplos detectores, sem o uso do meio de contraste endovenoso.
Análise:
Dilatação de aspecto hipertensivo do sistema ventricular.
Não há desvio de estruturas da linha mediana.
Sinais de hemorragia meníngea.
Cisternas basais e sulcos corticais de amplitude reduzida.
Parênquima encefálico com coeficientes de atenuação habituais.
Ausência de coleções extra-axiais nos cortes obtidos.
PS CRÂNIO IDOSO
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE CRÂNIO
Metodologia:
Imagens obtidas por tecnologia de múltiplos detectores, sem o uso de contraste endovenoso.
Análise:
Proeminência do sistema ventricular.
Não há desvio de estruturas da linha mediana.
Cisternas, fissuras e sulcos corticais alargados.
Hipoatenuação da substância branca periventricular.
O restante do parênquima encefálico apresenta atenuação preservada.
Sinais de ateromatose.
Ausência de coleções extra-axiais nos cortes obtidos.
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO CRANIO
Metodologia:
Obtidos cortes por metodologia multislice, sem o uso de contraste endovenoso (solicitação clínica).
Análise:
Acentuação difusa dos sulcos corticais, fissuras encefálicas e cisternas basais, com leve proeminência do ventrículo laterais e III ventrículo.
Tênues hipodensidades esparsas em substância branca supraventricular dos hemisférios cerebrais, mais evidentes em regiões subcorticais frontoparietais,
Ausência de coleções extra-axiais ou sinais de hemorragia aguda intracraniana.
Não há desvio de estruturas da linha mediana.
Ateromatose carotídea e vértebro-basilar manifesta por calcicações parietais vasculares. (Calcificações parietais nos segmentos cavernosos das artérias carótidas internas)
Ausência de coleções extra-axiais nos cortes obtidos.
PS CRÂNIO MASSA
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE CRÂNIO
Metodologia:
Imagens obtidas por tecnologia de múltiplos detectores, sem o uso do meio de contraste endovenoso.
Imagens obtidas por tecnologia de múltiplos detectores, antes e após o uso do meio de contraste endovenoso.
Análise:
Massa sólida _ na região _ direita com edema perilesional, determinando efeito de massa com apagamento de cisternas e sulcos corticais adjacentes, compressão do ventrículo lateral direito e desvio de estruturas da linha mediana para o lado esquerdo.
Massa sólida _ na região _ esquerda com pequeno edema perilesional, determinando efeito de massa com apagamento de cisternas e sulcos corticais adjacentes, compressão do ventrículo lateral esquerdo e desvio de estruturas da linha mediana para o lado direito.
Após a injeção do meio de contraste, nota-se realce
PS CRÂNIO PONC
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE CRÂNIO
Metodologia:
Imagens obtidas por tecnologia de múltiplos detectores, sem o uso do meio de contraste endovenoso.
Imagens obtidas por tecnologia de múltiplos detectores, antes e após a injeção endovenosa do meio de contraste.
Análise:
Sistema ventricular de morfologia e dimensões preservadas.
Ventrículos laterais assimétricos, sendo menor à direita. esquerda.
Ventrículos laterais assimétricos, sendo maior à direita. esquerda.
Cateter de derivação ventricular à direita. esquerda.
Desvio de estruturas da linha mediana para a direita. esquerda.
Não há desvio de estruturas da linha mediana.
Cisternas e sulcos corticais alargados à
Cisternas e sulcos corticais apagados à
Zona hipoatenuante heterogênea córtico-subcortical na região , compatível com o leito cirúrgico.
Parênquima encefálico com coeficientes de atenuação habituais.
Restante do parênquima encefálico com coeficientes de atenuação habituais.
Pneumocrânio.
Craniotomia fronto-têmporo-parietal à direita. esquerda.
Craniectomia de fossa posterior.
Controle pós-operatório de neurocirurgia. Em relação ao exame de <> não se observam alterações evolutivas relevantes.
PS CRÂNIO, FACE E COLUNA CERVICAL
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE CRÂNIO, FACE E COLUNA CERVICAL
Metodologia:
Imagens obtidas por tecnologia de múltiplos detectores, sem o uso de contraste endovenoso.
Análise:
Exame dirigido para avaliação de traumatismo.
Espessamento e densificação de parte moles superficiais na região _
Ausência de imagens compatíveis com C.E.
Estruturas ósseas íntegras, sem sinais de fratura ou desalinhamentos.
Cavidades paranasais preservadas e normoaeradas.
Globos oculares simétricos e de dimensões normais, com atenuação característica.
Musculatura ocular extrínseca preservada.
Gorduras extra-conal e intra-conal com atenuação preservada.
Sistema ventricular de morfologia e dimensões preservadas.
Não há desvio de estruturas da linha mediana.
Cisternas e sulcos corticais de amplitude dentro dos limites normais.
Parênquima encefálico com coeficientes de atenuação habituais.
Ausência de coleções extra-axiais nos cortes obtidos.
Corpos vertebrais de altura e morfologia preservadas.
Alterações degenerativas na coluna cervical caracterizadas por osteofitose marginal, redução da altura de espaços discais, artrose das articulações interapofisárias e uncoartrose, determinando redução do calibre de alguns forames de conjugação.
Estruturas dos arcos posteriores preservadas.
Não há herniações discais.
Canal vertebral de calibres normais.
Saco dural com atenuação característica nos segmentos acessíveis.
Forames de conjugação de amplitude normal.
Estruturas paravertebrais sem anormalidades.
PS FACE
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE FACE
Metodologia:
Imagens obtidas por tecnologia de múltiplos detectores, sem o uso de contraste endovenoso.
Análise:
Estruturas ósseas íntegras, sem sinais de fratura.
Cavidades paranasais preservadas e normoaeradas.
Globos oculares simétricos e de dimensões normais, com atenuação característica.
Musculatura ocular extrínseca preservada.
Gorduras extra-conal e intra-conal com atenuação preservada.
Ausência de coleções.
Ausência de imagens compatíveis com C.E.
PS MASTOIDE
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE MASTOIDE
Metodologia:
Imagens obtidas por tecnologia de múltiplos detectores, sem a administração do meio de contraste endovenoso.
Imagens obtidas por tecnologia de múltiplos detectores, após a administração do meio de contraste endovenoso.
Análise:
Estruturas ósseas íntegras, sem sinais de fratura.
Células das mastoides normopneumatizadas e não-veladas.
Antros, esporões, caixas timpânicas, ossículos, cócleas, canais semicirculares, vestíbulos, condutos auditivos internos e externos, canais dos nervos faciais, janelas ovais e redondas e cápsulas óticas com aspecto normal.
Ângulos ponto-cerebelares livres.
OSSOS TEMPORAIS
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE OSSOS TEMPORAIS
MÉTODO:
Imagens obtidas por aquisição volumétrica "multislice" sem a administração intravenosa do meio de contraste iodado.
Imagens obtidas por aquisição volumétrica "multislice" após a administração intravenosa do meio de contraste iodado.
ANÁLISE:
Osso temporal direito:
Conduto auditivo externo de aspecto preservado.
Mastoide normopneumatizada.
Caixa timpânica normoaerada.
Cadeia ossicular sem alterações.
Cóclea, vestíbulo, canais semicirculares e conduto auditivo interno de aspecto habitual.
Canal do nervo facial preservado.
Bulbo jugular e canal carotideo sem alterações.
Osso temporal esquerdo:
Conduto auditivo externo de aspecto preservado.
Mastoide normopneumatizada.
Caixa timpânica normoaerada.
Cadeia ossicular sem alterações.
Cóclea, vestíbulo, canais semicirculares e conduto auditivo interno de aspecto habitual.
Canal do nervo facial preservado.
Bulbo jugular e canal carotideo sem alterações.
PS ÓRBITAS
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE ÓRBITAS
Metodologia:
Imagens obtidas por tecnologia de múltiplos detectores, sem o uso de contraste endovenoso.
Imagens obtidas por tecnologia de múltiplos detectores, antes e após o uso de contraste endovenoso.
Análise:
Estruturas ósseas íntegras, sem sinais de fratura.
Globos oculares simétricos e de dimensões normais, com atenuação característica.
Musculatura ocular extrínseca preservada.
Nervos ópticos de espessura normal, simétricos.
Ápices orbitários livres.
Gorduras extra-conal e intra-conal com atenuação preservada.
Glândulas lacrimais de aspecto preservado.
Compartimentos pós-septais preservados.
Seios cavernosos sem alterações detectáveis.
Ausência de coleções.
As porções evidentes das cavidades paranasais apresentam-se normoaeradas.
PS PESCOÇO
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE PESCOÇO
Método:Imagens obtidas por aquisição volumétrica "multislice" após a administração intravenosa do meio de contraste iodado.
Análise:
Faringe apresenta contornos preservados.
Epiglote, pregas ariepiglóticas, bandas ventriculares e cordas vocais apresentam contornos preservados..
Não se evidenciam linfonodomegalias.
Glândulas parótidas e submandibulares sem alterações.
Glândula tireoide sem particularidades.
Estruturas ósseas preservadas.
Não se observam realces anômalos.
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE PESCOÇO
Metodologia:
Imagens obtidas por tecnologia de múltiplos detectores, após a administração do meio de contraste endovenoso.
Análise:
Plano ósseo normal.
Estruturas da faringe apresentando morfologia e contornos preservados.
Laringe sem alterações.
Traquéia com calibre conservado.
Glândulas parótidas e submandibulares com forma, dimensões e coeficientes normais de atenuação.
Tireoide sem anormalidades.
Aspecto normal dos vasos do pescoço.
Não notamos linfonodomegalias.
Ausência de coleções.
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DAS ÓRBITAS
Método: Exame realizado no plano axial com posterior reformatação coronal, antes e após a administração endovenosa do meio de contraste iodado.
Análise:
Bulbos oculares simétricos e preservados.
Glândulas lacrimais de aspecto habitual.
Musculatura ocular extrínseca preservada.
Nervos ópticos com forma e coeficientes de atenuação preservados.
Canais dos nervos ópticos simétricos e preservados.
Cone orbitário livre e com densidade normal.
Espaços intra e extraconais livres.
Ápices orbitais e quiasma óptico sem sinais de compressão.
Seios cavernosos opacificados e com características normais.
Não há sinais de deiscência óssea nos canais ópticos ou carotídeos.
OPINIÃO:
Estruturas analisadas dentro da normalidade.
PS SEIOS DA FACE
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DOS SEIOS DA FACE
Metodologia:
Imagens obtidas por tecnologia de múltiplos detectores, sem o uso de contraste endovenoso.
Imagens obtidas por tecnologia de múltiplos detectores, antes e após o uso de contraste endovenoso.
Análise:
Estruturas ósseas íntegras, sem sinais de fratura.
Cavidades paranasais preservadas, normoaeradas.
Complexos óstio-infundibulares pérvios.
Fóveas etmoidais simétricas.
Não há desvio do septo nasal.
Fossas pterigopalatinas preservadas.
Ausência de coleções.
PS TÓRAX COM
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE TÓRAX
Metodologia:
Imagens obtidas por tecnologia de múltiplos detectores, após a administração do meio de contraste endovenoso.
Análise:
Estruturas ósseas sem alterações relevantes.
Espaços pleurais virtuais.
Parênquima pulmonar com atenuação habitual.
Traquéia e brônquios principais patentes, de calibres normais.
Estruturas vasculares mediastinais sem anormalidades.
Não se observam linfonodomegalias mediastinais.
PS TÓRAX SEM
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE TÓRAX
Metodologia:
Imagens obtidas por tecnologia de múltiplos detectores, sem a administração do meio de contraste endovenoso.
Análise:
Estruturas ósseas sem alterações relevantes.
Espaços pleurais virtuais.
Parênquima pulmonar com atenuação habitual.
Traquéia e brônquios principais patentes, de calibres normais.
Estruturas vasculares mediastinais com calibre externo conservado.
Não se observam linfonodomegalias mediastinais.
PS AORTA E MEMBROS INFERIORES
ANGIOTOMOGRAFIA DE AORTA ABDOMINAL E ARTÉRIAS DOS MEMBROS INFERIORES
Metodologia:
Imagens obtidas por tecnologia de múltiplos detectores, após a administração do meio de contraste endovenoso.
Análise:
# Ateromatose difusa, caracterizada por placas parietais calcificadas, predominando ##############.
Aorta abdominal
Tronco celíaco
Mesentérica superior
Mesentérica inferior
Renal direita
Renal esquerda
Membro Inferior Direito
Ilíaca comum
Ilíaca interna
Ilíaca externa
Femoral comum
Femoral profunda
Femoral superficial
Poplítea
Tibial anterior
Tronco tíbio-fibular
Tibial posterior
Fibular
Pediosa
Plantares
Membro Inferior Esquerdo
Ilíaca comum
Ilíaca interna
Ilíaca externa
Femoral comum
Femoral profunda
Femoral superficial
Poplítea
Tibial anterior
Tronco tíbio-fibular
Tibial posterior
Fibular
Pediosa
Plantares
# pérvia
# afilada
# ocluída
# reenchida por colaterais
# com irregularidades parietais
# com estenose leve / moderada / grave
Achados adicionais:
PS ANGIO CRÂNIO INTRA
ANGIOTOMOGRAFIA DE CRÂNIO
Metodologia:
Imagens obtidas por tecnologia de múltiplos detectores, após a administração do meio de contraste endovenoso.
Análise:
Segmento intracraniano das artérias carótidas internas de trajeto habitual e calibre preservado.
Não há placas. Não há evidência de estenoses.
Segmento intracraniano das artérias vertebrais de trajeto e calibre preservado.
Artéria basilar de trajeto e calibre preservado.
#Padrão fetal na circulação posterior _ (hipoplasia/agenesia de P1 com calibre normal após a confluência da artéria comunicante posterior homolateral).
Principais artérias intracranianas apresentando trajeto, calibre e contrastação conservados.
Não há evidências de aneurismas detectáveis pelo método.
Boa contrastação dos seios durais, das principais veias superficiais e profundas e do segmento superior das veias jugulares.
Não se observam falhas de enchimento intraluminais venosas.
PS ANGIO CRÂNIO INTRA E EXTRA
ANGIOTOMOGRAFIA DE CRÂNIO E CARÓTIDAS
Metodologia:
Imagens obtidas por tecnologia de múltiplos detectores, após a administração do meio de contraste endovenoso.
Análise:
Emergência dos segmentos arteriais da crossa da aorta sem estenoses significativas.
Artérias carótidas de trajeto e calibre preservado.
Não há placas. Não há evidência de estenoses.
Artérias vertebrais de trajeto e calibre preservado.
Artéria basilar de trajeto e calibre preservado.
#Padrão fetal na circulação posterior _ (hipoplasia/agenesia de P1 com calibre normal após a confluência da artéria comunicante posterior homolateral).
Principais artérias intracranianas apresentando trajeto, calibre e contrastação conservados.
Não há evidências de aneurismas detectáveis pelo método.
Boa contrastação dos seios durais, das principais veias superficiais e profundas e do segmento superior das veias jugulares.
Não se observam falhas de enchimento intraluminais venosas.
PS COTOVELO
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO COTOVELO XXX
Técnica:
Foram obtidas imagens por aquisição volumétrica multislice, sem a administração endovenosa de contraste, com reformatações multiplanares.
Análise:
Estruturas ósseas de forma conservada, sem sinais de fraturas.
Espaços articulares de contornos regulares.
Não há sinais de derrame articular.
Planos musculares sem alterações tomográficas.
Conclusão:
Exame dentro dos padrões da normalidade.
Achados:
Densificação difusa das partes moles próximas ao foco de fratura, compatível com edema / hematoma infiltrativo.
PS HEPATOPATIA
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO ABDOME TOTAL
Método: aquisição volumétrica multislice ANTES E APÓS a injeção de contraste iodado endovenoso.
FÍGADO:
Sinais de hepatopatia crônica caracterizados por proeminência dos segmentos laterais do lobo esquerdo e caudado, contornos serrilhados/lobulados e parênquima heterogêneo.
Fígado apresentando proeminência dos segmentos laterais do lobo esquerdo e contornos ondulados.
LESÕES HEPÁTICAS SUSPEITAS PARA HEPATOCARCINOMA
(hipervascularização na fase arterial do exame, rápido wash-out ou “ lavagem do contraste” e presença de pseudocápsula):
- segmento xx, medindo xx cm;
- segmento xx, medindo xx cm.
OUTRAS LESÕES HEPÁTICAS:
Focos hipervascularizados mal definidos menores que 1,0 cm esparsos pelo parênquima hepático, inespecíficos.
Nódulos de regeneração disseminados pelo parênquima.
Nódulo com realce pelo meio de contraste, porém sem lavagem significativa nas fases tardias, podendo corresponder a nódulo displásico , medindo ______cm e localizado no segmento _________.
Área hipovascularizada mal definida medindo ______ cm no segmento _______ hepático, sem áreas de realce arterial, podendo corresponder à área de (alcoolização /embolização arterial/radioablação) prévia.
Imagem com aspecto de lesão tratada de ______ cm no segmento _______ hepático. Ausência de focos hipervasculares.
Presença de foco hipervascular no interior, sugestivo de neoplasia viável.
VASCULARIZAÇÃO:
Veias porta, esplênica e mesentérica superior pérvias.
Trombose da veia porta intra e extra-hepática com transformação cavernomatosa. Veias esplênica e mesentérica superior pérvias. A veia mesentérica superior tem calibre de _____ cm na região retropancreática. A veia gástrica esquerda tem calibre de ____ cm.
Circulação colateral periesofágica, perigástrica, no leito da veia gástrica esquerda e periesplênica. Recanalização da veia paraumbilical. Presença de anastomose esplenorenal espontânea. Presença de varizes esofágicas de _____ calibre.
Tronco celíaco sem variações anatômicas.
Artéria hepática direita originando-se da artéria mesentérica superior.
Artéria hepática esquerda / Ramo arterial para o lobo esquerdo hepático originando-se da gástrica esquerda.
LINFONODOS:
Linfonodos em número aumentado peripancreáticos e no espaço portocava.
BAÇO:
Esplenomegalia homogênea.
Esplenomegalia com nódulos sideróticos.
ASCITE:
Ausência de líquido livre.
Pequena / Moderada / Volumosa ascite.
OUTROS ACHADOS:
Pâncreas, adrenais e rins sem particularidades.
Vias biliares sem dilatações.
PS JOELHO
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO JOELHO DIREITO
Técnica:
Foram obtidas imagens por aquisição volumétrica multislice, sem a administração endovenosa de contraste, com reformatações multiplanares.
Análise:
Estruturas ósseas de forma conservada, sem sinais de fraturas.
Espaços articulares fêmoro-tibiais e fêmoro-patelar conservados.
Não há sinais de derrame articular.
Planos miotendíneos sem alterações detectáveis ao método.
Conclusão:
Exame dentro dos padrões da normalidade.
Achados:
Densificação difusa das partes moles próximas ao foco de fratura, compatível com edema / hematoma infiltrativo.
PS OMBRO
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO OMBRO XXX
Técnica:
Foram obtidas imagens por aquisição volumétrica multislice, sem a administração endovenosa de contraste, com reformatações multiplanares e reconstruções tridimensionais.
Análise:
Estruturas ósseas de forma conservada, sem sinais de fraturas.
Articulações gleno-umeral e acrômio-clavicular de contornos regulares.
Não há sinais de derrame articular.
Planos musculares sem alterações tomográficas.
Conclusão:
Exame dentro dos padrões da normalidade.
Achados:
Densificação difusa das partes moles próximas ao foco de fratura, compatível com edema / hematoma infiltrativo.
PS PUNHO
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO PUNHO XXX
Técnica:
Foram obtidas imagens por aquisição volumétrica multislice, sem a administração endovenosa de contraste, com reformatações multiplanares.
Análise:
Estruturas ósseas de forma conservada, sem sinais de fraturas.
Espaços articulares de contornos regulares.
Alinhamento rádio-ulnar distal e das fileiras cárpicas preservado.
Não há sinais de derrame articular.
Planos musculares sem alterações tomográficas.
Conclusão:
Exame dentro dos padrões da normalidade.
Achados:
Densificação difusa das partes moles próximas ao foco de fratura, compatível com edema / hematoma infiltrativo.
PS SACRO-ILÍACAS
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DAS ARTICULAÇÕS SACRO-ILÍACAS
METODOLOGIA
Foram obtidas imagens por aquisição volumétrica, sem a administração endovenosa de contraste iodado, com reconstruções multiplanares nos planos sagital, coronal e axial.
ANÁLISE
Articulações sacroilícas de contornos regulares. Não há sinais de erosões corticais.
Ausência de derrame articular significativo.
Corpos vertebrais sacrococcígeos alinhados no plano sagital, de altura e sinal da medular óssea conservados, sem sinais de fraturas.
Forames de conjugação amplos, com livre emergência das raízes neurais.
Musculatura paravertebral sem alterações. Ventres musculares piriformes tróficos e simétricos.