TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO CRÂNIO
TÉCNICA:
Aquisições helicoidais de imagens axiais sem a injeção de contraste iodado.
ACHADOS:
Sulcos corticais e fissuras encefálicas com amplitude normal.
Sistema ventricular com dimensões normais.
Parênquima encefálico com morfologia e atenuação preservadas.
Ossos da calota craniana sem evidências de anormalidades focais.
Cavidades paranasais aeradas nos segmentos avaliados pelo estudo.
Mastoides aeradas.
IMPRESSÃO
Exame do encéfalo dentro dos limites da normalidade.
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO CRÂNIO (IDOSO)
TÉCNICA:
Aquisições helicoidais de imagens axiais sem a injeção de contraste iodado.
ACHADOS:
Alargamento dos sulcos corticais, fissuras inter-hemisférica e sylvianas, assim como aumento dos ventrículos laterais e III ventrículo. Cisternas da base e sulcos / fissuras cerebelares amplas.
Insinuação liquórica à cavidade selar (frequente na faixa etária).
(Discretas) Hipodensidades na substância branca dos hemisférios cerebrais, (confluentes) ao redor dos cornos anteriores (e átrios) dos ventrículos laterais, (difusas) (nos centros semiovais), (esparsas em) (regiões frontoparietais subcorticais) (e subinsulares).
(Alguns) (Múltiplos) focos com densidade liquórica nos núcleos (caudados,) (lentiformes,) (ramos anteriores das) (cápsulas internas) (e tálamos), sem efeito expansivo.
Calcificações nas paredes dos segmentos intracranianos das artérias carótidas internas (e vertebrais) (, por vezes com distribuição circunferencial).
Hiperostose frontal (frontoparietal) benigna.
Cristalinos não caracterizados.
Cavidades paranasais aeradas nos segmentos avaliados pelo estudo.
Mastoides aeradas.
IMPRESSÃO:
Sinais de redução volumétrica do encéfalo e de ateromatose intracraniana.
Hipodensidades na substância branca dos hemisférios cerebrais, inespecíficas, mais frequentemente relacionadas a rarefação de mielina / gliose.
(Alguns) (Múltiplos) espaços perivasculares amplos e/ou lacunas nas regiões nucleocapsulares (e tálamos).
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO CRÂNIO E ANGIOTOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DAS ARTÉRIAS CERVICAIS, ARTÉRIAS E VEIAS INTRACRANIANAS
TÉCNICA: Aquisição helicoidal multislice de imagens axiais, durante e após a injeção intravenosa do meio de contraste iodado, sendo posteriormente realizadas reformatações multiplanares e tridimensionais, segundo intensidade máxima.
ACHADOS:
Sulcos corticais e fissuras encefálicas com amplitude normal.
Sistema ventricular com dimensões normais.
Parênquima encefálico com morfologia e densidades normais.
Ossos da calota craniana sem evidências de anormalidades focais.
Cavidades paranasais aeradas nos segmentos avaliados pelo estudo.
Mastoides aeradas.
AngioTC arterial:
Arco aórtico com trajeto e calibre normais. Origem habitual dos seus ramos.
Bulbos carotídeos e emergências das artérias carótidas internas com contornos regulares.
Grandes troncos arteriais cervicais, intracranianos e seus principais ramos com trajeto, calibre e contrastação normais.
Variações da normalidade: assimetria entre os calibres das artérias vertebrais, maior à esquerda.
AngioTC venosa:
Grandes seios intracranianos de drenagem venosa e principais veias cerebrais com trajeto, calibre e preenchimento pelo contraste normais.
Assimetria do calibre dos seios transversos, sigmoides e bulbos jugulares, menores e com contornos regulares à direita, de aspecto mais provavelmente constitucional.
IMPRESSÃO
Exame do encéfalo dentro dos limites da normalidade.
Ausência de estenoses ou dilatações aneurismáticas evidenciáveis ao método.
Ausência de obstrução ao fluxo venoso intracraniano.
RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DO CRÂNIO
TÉCNICA:
Aquisições multiplanares de imagens ponderadas em T1, T2, FLAIR, SWAN/SWIp e difusão. Após a injeção intravenosa do meio de contraste paramagnético, obtidas aquisições 3D e 2D em T1, com supressão do sinal do tecido adiposo.
Não foi administrado o meio de contraste paramagnético intravenoso, conforme (solicitação) (clínica) (do paciente) (devido ao antecedente alérgico) (devido aos altos níveis de creatinina sérica).
ACHADOS:
Sulcos corticais e fissuras encefálicas com amplitude normal.
Sistema ventricular com dimensões normais.
Parênquima encefálico com morfologia e densidades normais.
Não foram observadas áreas de contrastação patológica ou de restrição à difusão.
IMPRESSÃO:
Exame do encéfalo dentro dos limites da normalidade.
RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DO CRÂNIO
ANGIORRESSONÂNCIA ARTERIAL CERVICAL E INTRACRANIANA
ANGIORRESSONÂNCIA VENOSA INTRACRANIANA
Método:
(SE CRÂNIO COMPLETO) Imagens realizadas em seqüências multiplanares FSE e GRE, ponderadas em T1, antes e após a administração intravenosa de meio de contraste paramagnético, T2, SWIp/SWAN, FLAIR e difusão.
Angiorressonância magnética arterial e venosa intracraniana, e arterial cervical, com imagens realizadas antes e após a administração intravenosa de contraste paramagnético (gadolínio), pelas técnicas 3D-TOF e 3D-MPRAGE, e reconstruídas com o algoritmo de projeção da intensidade máxima de sinal (MIP). Realizadas de forma complementar imagens do pescoço ponderadas em T1 com técnica de saturação do sinal da gordura.
(SE CRÂNIO COMPLEMENTAR) Realizadas de forma complementar imagens do crânio ponderadas em T2, SWIp/SWAN, FLAIR. difusão e T1 pós-contraste, além de imagens do pescoço ponderadas em T1 com técnica de saturação do sinal da gordura.
Análise:
A análise comparativa com estudo de angioRM de WW/YY/XXXX evidencia:
Demais achados não apresentam alterações evolutivas significativas:
Sulcos corticais e fissuras encefálicas com amplitude normal.
Sistema ventricular com dimensões normais.
Parênquima encefálico com morfologia e densidades normais.
Não foram observadas áreas de contrastação patológica ou de restrição à difusão.
AngioRM arterial:
Arco aórtico e origem dos vasos da base sem particularidades.
Tronco braquiocefálico, segmento proximal das artérias subclávias, artérias carótidas comuns, internas e externas e artérias vertebrais com trajeto, calibre, contornos e sinal preservados.
Bulbos carotídeos de morfologia e calibre preservados.
Artérias cerebrais anteriores, médias e posteriores e artéria basilar de trajeto, calibre, contornos e sinal preservados.
Não há evidências de aneurismas ou estenoses significativas.
AngioRM venosa:
Calibre e fluxo preservado nos grandes seios venosos durais, e no sistema venoso superficial e profundo de drenagem encefálica.
Assimetria do calibre dos seios transversos, sigmoides e bulbos jugulares, menores e com contornos regulares à direita, de aspecto mais provavelmente constitucional.
Não há sinais de trombose venosa.
IMPRESSÃO:
Exame do encéfalo dentro dos limites da normalidade.
Ausência de estenoses ou dilatações aneurismáticas evidenciáveis ao método.
Ausência de obstrução ao fluxo venoso intracraniano.
TOMOGRAFIA DE CRÂNIO (IDOSO 1)
Método:
Imagens obtidas por tecnologia de múltiplos detectores, sem o uso de contraste endovenoso.
Análise:
Alargamento dos sulcos corticais, fissuras inter-hemisférica e sylvianas, assim como aumento dos ventrículos laterais e III ventrículo. Cisternas da base amplas.
(Discreta) hipoatenuação da substância branca periventricular, mais evidente ao redor dos cornos frontais e átrios ventriculares.
Ateromatose nos segmentos intracranianos das artérias carótidas internas, basilar e vertebrais.
Discreto espessamento do revestimento mucoso das cavidades paranasais. Mastoides normoaeradas nos segmentos avaliados pelo estudo.
Cristalinos não caracterizados.
Impressão:
Sinais de redução volumétrica do encéfalo e de degeneração aterosclerótica dos vasos intracranianos.
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO CRANIO (IDOSO 2)
Método:
Imagens obtidas por tecnologia de múltiplos detectores, sem o uso de contraste endovenoso.
Análise:
#Sistema ventricular de dimensões normais e morfologia preservada.
#Discreta dilatação de aspecto não hipertensivo do sistema ventricular, normal para a faixa etária.
#Dilatação de aspecto não hipertensivo do sistema ventricular, normal para a faixa etária.
Não há desvio de estruturas da linha mediana.
Cisternas e sulcos corticais proeminentes, dentro dos limites normais para o grupo etário.
#Parênquima encefálico com atenuação preservada.
#Hipoatenuação da substância branca periventricular. O restante do parênquima apresenta atenuação preservada.
Sinais de ateromatose carotídea e vértebro-basilar.
Ausência de coleções extra-axiais nos cortes obtidos.
TOMOGRAFIA DE CRÂNIO + ANGIOTOMOGRAFIA ARTERIAL E VENOSA INTRACRANIANA
Método:
Imagens obtidas por aquisição volumétrica multislice antes e após a administração intravenosa do meio de contraste iodado.
Análise:
Sistema ventricular supra e infratentorial de dimensões preservadas.
Sulcos corticais, fissuras cerebrais e cisternas encefálicas de amplitude dentro dos limites normais.
Parênquima encefálico com atenuação preservada.
Ausência de coleções extra-axiais nos cortes obtidos.
À angiotomografia:
Segmento intracraniano das artérias carótidas internas de trajeto habitual e calibre preservado.
Não há placas. Não há evidência de estenoses.
#Padrão fetal na circulação posterior _ (hipoplasia/agenesia de P1 com calibre normal após a confluência da artéria comunicante posterior homolateral).
Segmento intracraniano das artérias vertebrais de trajeto e calibre preservado.
Artéria basilar de trajeto e calibre preservado.
Não há evidências de aneurismas detectáveis pelo método.
Boa contrastação dos seios durais, das principais veias superficiais e profundas e do segmento superior da veia jugular direita. Hipoplasia dos seio transverso e sigmoide esquerdos (variação anatômica).
Não se observam falhas de enchimento intraluminais venosas.
TOMOGRAFIA DE CRÂNIO
ANGIOTOMOGRAFIA ARTERIAL CERVICAL E INTRACRANIANA
Método:Imagens obtidas por aquisição volumétrica multislice antes e após a administração intravenosa do meio de contraste iodado.
Análise:
Sistema ventricular supra e infratentorial de dimensões preservadas.
Sulcos corticais, fissuras cerebrais e cisternas encefálicas de amplitude dentro dos limites normais.
(Zonas hipoatenuantes de limites imprecisos são observadas de maneira esparsa na substância branca periventricular. Este é um achado pouco específico, e pode ser eventualmente encontrado na faixa etária e mais comumente representa microangiopatia e/ou gliose.)
Parênquima encefálico com atenuação preservada.
Ausência de coleções extra-axiais nos cortes obtidos.
Estruturas centro medianas sem desvios em relação à linha média.
À angiotomografia:
Segmentos avaliados do arco aórtico, tronco braquiocefálico e porções proximais das artérias subclávias com trajeto e calibre preservados, com placas ateromatosas calcificadas no arco aórtico sem estenoses significativas.
Artérias carótidas comuns de trajeto e calibre preservado. Nota-se acotovelamento da porção proximal da artéria carótida comum esquerda.
Placa ateromatosa predominantemente fibroadiposa, de contornos irregulares, localizada no aspecto posterior do bulbo e emergência da artéria carótida interna direita, com 2,1 cm de extensão e que determina cerca de 65% de estenose deste vaso.
Artérias vertebrais de trajeto e calibre preservado, notando-se dominância esquerda. Discretas irregularidades nos segmentos V4 das artérias vertebrais, mais evidente à direita.
Ateromatose nos segmentos cavernosos e supraclinoideos das carótidas internas sem determinar estenoses significativas.
Artérias cerebrais anteriores, posteriores e basilar de trajeto, calibre e fluxo conservados.
Irregularidades parietais do segmento M1 da artéria cerebral média direita sem estenoses hemodinamicamente significativas.
Não há evidências de aneurismas detectáveis pelo método.
Boa contrastação dos seios durais, das principais veias superficiais e profundas e do segmento superior da veia jugular direita. Hipoplasia dos seio transverso e sigmoide esquerdos.
Não se observam falhas de enchimento intraluminais venosas.
Achados adicionais:
Espessamento do revestimento mucoso dos seios maxilares e frontal esquerdo, bem como de algumas células etmoidais, por vezes de aspecto lobulado, associado a secreção bolhosa que forma nível líquido, achados que, em contexto clínico compatível, podem representar componente inflamatório agudo/agudizado.
ANGIO
Discreta ateromatose calcificada na crossa aórtica.
Alongamento e tortuosidade dos vasos arteriais cervicais, sendo mais pronunciada a tortuosidade do tronco braquiocefálico, que se insinua para o ápice pulmonar, sem estenose significativa.
Artérias carótidas de trajeto e calibre preservados.
Placas calcificadas na origem da artéria carótida interna esquerda, sem determinar estenose significativa.
Há discreta assimetria das artérias carótidas internas, mais calibrosa à direita.
Mínima lobulação da face anterior do segmento cervical da artéria carótida interna esquerda, no nível atlantodental (provável placa não calcificada).
Mínima ateromatose calcificada no segmento intracraniano da artéria carótida interna direita, sem determinar estenoses significativas.
Artérias vertebrais e basilar tortuosas, apresentando discretas irregularidades parietais esparsas, sem estenoses significativas.
Variações anatômicas caracterizadas por hipoplasia do segmento A1 da artéria cerebral anterior esquerda e bifurcação precoce da artéria cerebral média direita.
Principais artérias intracranianas apresentando trajeto, calibre e contrastação conservados.
Não há evidências de aneurismas detectáveis pelo método.
Boa contrastação dos seios durais, das principais veias superficiais e profundas e do segmento superior das veias jugulares.
Não se observam falhas de enchimento intraluminais venosas.
RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DO CRÂNIO
TÉCNICA:
Exame realizado com sequências multiplanares pesadas em T1, T2, SWIp FLAIR e difusão, SEM/ ANTES E APÓS o uso do gadolínio
ANÁLISE:
Sistema ventricular apresenta morfologia e dimensões normais.
Cisternas basais, fissuras encefálicas e sulcos corticais de aspecto normal para a faixa etária.
Parênquima encefálico com características anatômicas e sinal normal.
Hipocampos, fórnices, corpos mamilares e amigdaloides simétricos, de morfologia e sinal conservados.
Achados adicionais:
Espessamento do revestimento mucoso dos seios esfenoides e de algumas células etmoidais.
Cisto de Tornwaldt na rinofaringe medindo cerca de 1,0 cm.
OPINIÃO:
Ausência de alterações significativas detectáveis pelo método.
RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DE CRÂNIO
ANGIO-RM ARTERIAL E VENOSA INTRACRANIANAS
TÉCNICA:
Exame realizado com sequências T1 antes e após o uso do gadolínio, T2, SWIp , FLAIR e difusão. Realizada técnicas Angio-RM arterial e venosa intracranianas obtidas através das técnicas 3D-TOF e 3D-MPRAGE , reconstruídas com o algoritmo de projeção da intensidade máxima de sinal (MIP).
ANÁLISE:
Sistema ventricular apresenta morfologia e dimensões normais.
Cisternas basais, fissuras encefálicas e sulcos corticais de aspecto normal para a faixa etária.
Parênquima encefálico com características anatômicas e sinal normal.
Não há evidências de lesões isquêmicas agudas ou de hemorragias intracranianas.
Ausência de realces anômalos pós-contraste.
Angio-RM arterial:
Segmentos intracranianos das artérias carótidas internas e das artérias vertebrais de calibre, fluxo, trajeto e contornos preservados.
Artérias cerebrais anteriores, médias e posteriores e artéria basilar de trajeto, calibre e fluxo preservados.
Não há evidências de aneurismas ou estenoses significativas.
Angio-RM venosa:
Calibre e fluxo preservado nos grandes seios venosos durais e no sistema venoso superficial e profundo de drenagem encefálica. Não há sinais de trombose venosa.
Variante da normalidade: assimetria entre o calibre dos seios trasnversos e sigmoides e da porção cranial das veias jugulares internas, mais amplos à direita.
OPINIÃO:
Exame do encéfalo sem alterações significativas.
Não há evidências de aneurismas ou estenoses significativas.
Não há sinais de trombose venosa.