Luisa, Rosa e Erliandro dão andamento às atividades do projeto
Projeto promove a construção de glossário em Libras no IFSP Ilha Solteira
Por: Taís Vitória Martins de Souza
O IFSP Ilha Solteira pretende se tornar cada vez mais um espaço inclusivo para todas as comunidades.Foi organizado pelo Projeto ColetivizARTEdo IFSP-IST, em parceria como o Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e indígenas (NEABI), o Projeto “Tecendo redes insurgentes: Glossário NEABI em Libras”, tendo como Coordenadora a Rosa Amelia Barbosa e como Orientador o Erliandro Felix Silva, ambos servidores do campus. O objetivo é promover formação política, a partir da inclusão digital, utilizando a ciência e a tecnologia como ferramentas sociais, para construir um Glossário das relações Étnico-raciais a partir do NEABI IFSP, na perspectiva do letramento racial de maneira interdisciplinar, nos termos da educação de qualidade e da redução das desigualdades (ODS).
Esse projeto foi contemplado com uma bolsa no valor de R$ 700,00 mensais no período de maio a novembro, sendo realizado um processo seletivo para a escolha do estudante bolsista. A estudante que foicontemplada com a bolsa foi a Luísa Roberta Guimarães do 3º ano do Curso Técnico de Desenho de Construção Civil Integrado ao Ensino Médio. De acordo com a bolsista, participar do projeto tem sido uma experiência bem legal. “É ótimo estudar mais sobre Libras e aprender um pouco mais sobre os temas antirracistas e sobre o NEABI, que é uma das temáticas que serão utilizadas para a criação do Glossário, até porque sempre fui uma pessoa que se interessou muito em aprender mais sobre Libras e tenho como objetivo no futuro atuar como professora nessa área”.
Atualmente, segundo o Orientador Erliandro, o andamento do projeto tem sido voltado para o levantamento dos termos mais utilizados na área étnico-racial junto com a bolsista. Ele conta que “Pretendemos gravar vídeos sobre os termos que farão parte do Glossário e disponibilizar para todo o Instituto Federal, divulgando cada vez mais para que diversas pessoas conheçam o projeto e as pessoas surdas possam utilizar esses conhecimentos, por exemplo, para saber mais sobre cotas, entre outros temas”.