Pesquisar artigos de opinião sobre (epidemias no Brasil). Produzir um texto apontando tudo que você já aprendeu sobre o corona vírus e quais os motivos que nos levam a (obedecer) a quarentena (mínimo 25 linhas).
Apostila, páginas 14 ,15 e 16 . Entregar no retorno das aulas .
a) Explique o que é "verbo".
b) Como se reconhece um verbo na forma infinitiva?
c) Tendo como referência as conjugações de verbos como se reconhece verbos pertencentes a 1ª, 2ª e 3ª conjugação?
d) Qual a característica de cada modo verbal: Indicativo, Subjuntivo e Imperativo?
e) Quais são os tempos e as formas verbais do modo Indicativo?
f) Quais são os tempos e a forma verbal do modo Subjuntivo?
g) Escolha três (03) verbos de conjugações diferentes e faça a conjugação dos mesmos em todos os tempos e formas verbais dos modos Indiciativo e Subjuntivo
h) Qual a diferença entre verbo regular e irregular?
i) Explique a diferença entre frase e oração.
j) Escreva os nomes dos tipos de substantivos relembrados em sala de aula em seguida dê um exemplo para cada um deles.
k) Escreva os tipos de pronomes e escreva exemplos de cada um.
l) Qual a diferença entre Artigos definidos e Indefinidos?
m) Explique o que é adjetivo em seguida escreva 10 exemplos
n) Escreva 15 preposições.
o) Explique a função da conjunção em uma oração, escreva os tipos de conjunções e seus exemplos.
p) Explique o que é morfologia na sequência escreva uma oração e faça a análise morfológica da mesma.
q) Faça a análise gramatical da frase a seguir: Precisamos nos unir para vencermos o coronavírus.
r) Faça a análise sintática das orações abaixo:
1 - Ele gosta de você.
2 - Eu e minha casa serviremos ao Senhor.
3 - Estudaremos muito nesse recesso.
4 - Fique em casa.
5 - Choveu muito semana passada.
Bons estudos!
Leia a notícia a seguir e responda as questões 1 a 8. (Habilidades: Reconhecer os elementos constitutivos da organização de um gênero textual).
1. Quando uma pessoa lê a primeira página de um jornal, encontra, com certeza, várias notícias.
a) Para que serve uma notícia?
b) Além do jornal, quais outros meios de comunicação em que você pode encontrar uma notícia?
2. A notícia que você leu foi publicada num jornal.
a) Em que jornal foi publicada essa notícia?
b) Quem é a autora da notícia?
3. Toda notícia fala sempre a respeito de alguém ou de alguma coisa e informa também o que aconteceu.
a) De quem fala a notícia?
b) O que aconteceu?
4. Uma notícia informa onde aconteceu o fato.
a) Onde aconteceu o fato apresentado pela notícia que você leu?
b) A notícia usa várias palavras para informar ao leitor exatamente o lugar em que aconteceu o fato. Enumere esses lugares começando do geral para chegar ao lugar mais específico:
( ) Rua Álvaro Gomes
( ) São Paulo
( ) Santana
( ) abacateiro de galhos secos
( ) Zona norte
5. A manchete procura também chamar atenção do leitor para o fato.
a) Você acha que essa manchete consegue isso? Por quê?
b) Se você fosse o jornalista que escreveu essa notícia, que outro título você criaria para esta notícia?
6. “Cingapura” é o nome de um conjunto de prédios populares construído pela Prefeitura de São Paulo.
a) Por que a autora da notícia usou essa palavra entre aspas?
b) “Prédios” e “salão de festas” também estão entre aspas. Qual é o sentido que essas palavras normalmente têm e qual o sentido que elas têm no texto?
7. “Numa metrópole como São Paulo não são apenas as pessoas que têm problemas de espaço e habitação. ”Você sabe o que é uma metrópole? Tente explicar.
8. A notícia fala de dois problemas de uma metrópole. Você sabe quais são esses problemas?
Inferir o sentido de uma palavra ou expressão (conotação e denotação).
DENOTAÇÃO E CONOTAÇÃO:
Denotação: emprego da palavra em seu sentido próprio, real.
Conotação: emprego da palavra em seu sentido figurado.
ESCREVA (D) para o sentido denotativo e (C) para o sentido conotativo nas frases abaixo e explique o sentido.
a) ( ) Meu pai é meu espelho.
b) ( ) Quebrei o espelho do banheiro.
c) ( ) Essa menina tem um coração de ouro.
d) ( ) A Praça da Sé fica no coração de São Paulo.
e) ( ) Fez um transplante de coração.
f) ( ) Você é mesmo mau: tem um coração de pedra.
g) ( ) Para vencer a guerra era preciso alcançar o coração do país.
h) ( ) Completou vinte primaveras.
i) ( ) Na primavera os campos florescem.
j) ( ) O leão procurou o gerente da Metro.
VOCÊ SABE O QUE É AMBIGUIDADE?
É aquilo que pode ter mais um sentido ou significado. A ambiguidade pode estar em palavras, frases, expressões ou frases completas.
Exemplo: Eu quebrei um galho hoje.
Eu ajudei alguém hoje. (sentido 1)
Eu quebrei uma parte de uma árvore. (sentido 2)
Imagine que uma gráfica (empresa que faz impressões de livros, apostilas, cartazes ou quaisquer materiais escritos) faz a seguinte propaganda:
COM CERTEZA
VOCÊ TERÁ
UMA BOA IMPRESSÃO
DESTA EMPRESA
A- Quais os dois sentidos possíveis dessa propaganda?
SENTIDO 1: _________________________________________________________________
SENTIDO 2: _________________________________________________________________
B- Imagine que você está passeando na rua e, de repente, escuta um trecho de duas mulheres conversando:
─ Oi, Letícia!
─ Oi, Joana! Eu acabei de ver a Maria com SUA irmã.
Quais os dois sentidos possíveis do trecho dessa conversa?
SENTIDO 1: ___________________________________________________________________
SENTIDO 2: ___________________________________________________________________
Leia o texto abaixo e responda as questões.
A descoberta
Eu era magrinho.
Magrinho, o menor do colégio. Tinha seis anos quando lá entrei, diretamente na segunda série primária. E porque era pequeno (e talvez também porque era filho de uma professora), os mais velhos debochavam de mim.
Uma tarde, eu brincava no pátio, sozinho. Era hora do recreio; a meu redor, todos corriam, jogavam bola, mas eu, distraído, esgaravatava a terra com um graveto.
De repente, achei uma moeda.
Uma moeda de duzentos réis! Que sorte. E logo em seguida achei outra moeda. E outra, e mais outra! Imaginei que tinha descoberto um oculto tesouro, decerto ali enterrado pelos piratas em épocas remotas – quando as ondas do mar vinham quebrar no pátio do colégio . Eu agora cavava furiosamente, gritando, sem poder me conter: Um tesouro! Achei um tesouro!
Não, não era um tesouro. Colocado atrás de mim, um garoto atirava habilidosamente as moedas que eu pensava estar encontrando. É de repente me dei conta: porque estavam todos a meu redor, rindo, rindo a valer. Fiquei furioso. E quando o garoto me pediu o dinheiro, não quis entregá-lo: era meu! Me arrancaram as moedas à força e foram embora, rindo. Fiquei sozinho no pátio, chorando.
Mas eu realmente tinha encontrado um tesouro. Não as moedas: a história. Aquela, dos piratas... Minha imaginação fervilhava: um tesouro.
(Moacyr Scliar)
1) Por que o menino entrou diretamente na segunda série primária?
2) Por dois motivos o menino não percebeu que as moedas eram postas no chão para que ele as achasse. Quais foram os dois motivos?
3) Por que o menino se negou a devolver as moedas mesmo já sabendo que não havia tesouro nenhum?
4) Na sua opinião, as moedas deveriam se devolvidas? Explique.
5) Por que o episódio das moedas acabou sendo um tesouro para o menino?
6) Na sua opinião, com que intenção o autor contou esse episódio de sua infância?
7) Assinale as frases nominais (lembrando que frases nominais não contêm verbos):
a. ( ) Eu era magrinho.
b. ( ) Uma moeda de duzentos réis!
c. ( ) Que sorte!
d. ( ) Minha imaginação fervilhava.
e. ( ) Um tesouro!
f. ( ) Achei um tesouro!
g. ( ) Mas eu realmente tinha encontrado um tesouro.
h. ( ) Fiquei sozinho no pátio, chorando.
LEIA ESTE TRECHO TIRADO DO TEXTO PARA RESPONDER AS QUESTÕES 8, 9 E 10.
“Não, não era um tesouro. Colocado atrás de mim, um garoto atirava habilidosamente as moedas que eu
pensava estar encontrando. É de repente me dei conta: porque estavam todos a meu redor, rindo, rindo a valer. Fiquei furioso. E quando o garoto me pediu o dinheiro, não quis entregá-lo: era meu! Me arrancaram as moedas à força e foram embora, rindo. Fiquei sozinho no pátio, chorando.”
8. Quantos períodos há nesse trecho?
9. Há dois períodos simples nesse trecho. Identifique-os.
10. “ E quando o garoto me pediu o dinheiro, não quis entregá-lo: era meu!” Este período é simples ou composto? Justifique sua resposta.
Registrar a atividade 6 no caderno.
FRASES DENOTATIVAS E CONOTATIVAS
São frases muito usadas tanto na linguagem padrão como na coloquial porém existe uma diferença entre elas mesmo tendo significados iguais pois a conotação se vale de metáforas ou sentido simbólico mas de se entender pois são muito comuns no dia-a-dia. Segue exemplo de uma canção da Rita Lee que exemplifica isso portanto leia atentamente a canção se possível ouça-a também:
Canção “SAÚDE”
Me cansei de lreo lero dá licença mas eu vou sair do sério
Quero mais saúde, me cansei de escutar opiniões
De como ter um mundo melhor mas ninguém sai de cima nesse chove-não-molha
Só sei que agora eu vou é cuidar mais de mim
Como vai, tudo bem apesar contudo todavia mais porém as águas vão rolar
Não vou chorar se por acaso morrer do coração
É sinal que amei demais mas enquanto estou viva cheia de graça
Talvez ainda faça um monte de gente feliz.
ANÁLISE SINTÁTICO – TIPOS DE SUJEITOS
Sujeito simples: Composto por uma só palavra como também um só sujeito mas se vier acompanhado de mais uma essa será um adjunto adnominal pois auxilia um nome e a outra será classificada como núcleo do sujeito por ser a parte mais importante do sujeito. Exemplo: Eu preciso estudar. – A mulher está feliz.
Sujeito composto: Composto por mais de um sujeito não tendo a necessidade de analisar o adjunto como também o núcleo. Exemplo: João e Maria Passeavam na floresta.
Sujeito oculto: Caracteriza-se por não aparecer na oração porém é facilmente reconhecido pela concordância verbal ou pelo auxilio do verbo. Exemplo: Foram dormir tarde na noite passada.
Sujeito indeterminado: Muito confundido com o sujeito anterior entretanto tem como características não aparecer na oração e não ser possível determiná-lo ou reconhecê-lo com precisão. Exemplo: Proibido pisar na grama.
Oração se sujeito: Caracteriza-se por orações que contenham fenômenos da natureza. Exemplo: Trovejou a tarde inteira.
ESCOLA _________________________________________________DATA:_____/_____/_____
PROF:______________________________________________________TURMA:____________
NOME:________________________________________________________________________
Leia:
Lembranças do passado
Nasci na Itália e vim pequena para o Brasil. Meu pai era lavrador e trabalhou duro nas fazendas de café. Ganhava pouco, mas, com muita economia, conseguiu juntar dinheiro e mudamos para a cidade de São Paulo, em 1900. Foi uma emoção viajar naquele trem que soltava fagulhas pela chaminé!
Fomos morar em uma casa pequena, mas o quintal era enorme. Tinha horta; galinheiro; forno de barro para fazer pães e pizzas; duas cabras e um porco.
De tardezinha, a gente brincava na rua. Nem era preciso olhar para os lados, porque não tinha carros naquele tempo. Para ir de um lugar para outro, só a pé, a cavalo ou nos bondes puxados a burros.
Quando escurecia, passava o acendedor de lampiões, carregando uma vara comprida, com fogo na ponta, e, com ela, ia acendendo os bicos de gás dos postes. Quando a eletricidade chegou, muita coisa mudou. Os lampiões a gás foram substituídos pelas lâmpadas elétricas. Chegou o rádio e a família toda ficava ouvindo as notícias e as novelas. Chegou também o cinema, que, naquele tempo, tinha imagem, mas não tinha som. A inauguração dos bondes elétricos foi uma emoção. Todo mundo foi ver. Ele passou descendo a ladeira, e a molecada foi correndo atrás...
No fim de semana, a diversão preferida era o futebol. Foram os ingleses que trouxeram este esporte para o Brasil e todo mundo gostou. Cada bairro tinha seu time e muitos campinhos de futebol. Os rios eram tão limpos que neles a gente nadava e fazia competições de natação.
Os primeiros automóveis foram uma sensação. No começo eram poucos, mas foram aumentando e tomando conta da cidade. Os cheiros e barulhos mudaram.
A cidade foi mudando cada vez mais depressa e a vida da gente também. As novidades foram chegando: panelas de alumínio, geladeira, liquidificador, aspirador de pó, fogão a gás, objetos de plástico, roupas de náilon e, por fim, a melhor das novidades – a televisão. Mas quem era pobre só conseguiu comprar essas coisas depois que elas começaram a ser fabricadas no
Brasil.
São Paulo foi crescendo sem parar. Dizem que é a cidade que mais depressa cresceu em todo o mundo, e isso era motivo de grande orgulho para os paulistas. [...]
Rosicler Martins Rodrigues. Cidades brasileiras: o passado e o presente. São Paulo: Moderna, 1992.
Questão 1 – Identifique o objetivo da autora ao escrever o texto “Lembranças do passado”: a) destacar a necessidade da eletricidade.
b) criticar o crescimento desenfreado da cidade de São Paulo.
c) convencer às pessoas a visitarem a cidade de São Paulo.
d) estabelecer uma comparação entre o passado e o presente da cidade de São Paulo.
Questão 2 – Assinale a passagem em que a autora exprime um sentimento em relação ao fato narrado no texto:
a) “Foi uma emoção viajar naquele trem que soltava fagulhas pela chaminé!”
b) “Quando a eletricidade chegou, muita coisa mudou.”
c) “Chegou o rádio e a família toda ficava ouvindo as notícias e as novelas.”
d) “São Paulo foi crescendo sem parar.”
Questão 3 – No segmento “Meu pai era lavrador e trabalhou duro nas fazendas de café.”, o termo “duro” exprime:
a) o tempo com que o pai da autora trabalhava.
b) o modo com que o pai da autora trabalhava.
c) o lugar em que o pai da autora trabalhava.
d) a intensidade com que o pai da autora trabalhava.
Questão 4 – Na frase “Ganhava pouco, mas, com muita economia, conseguiu juntar dinheiro [...]”, os verbos grifados têm como sujeito:
Questão 5 – No período “Fomos morar em uma casa pequena, mas o quintal era enorme.”, a conjunção “mas” indica:
a) um fato que justifica o outro.
b) um fato que compensa o outro.
c) um fato que complementa o outro.
d) um fato que é consequência do outro.
Questão 6 – Na oração “De tardezinha, a gente brincava na rua.”, o verbo “brincava” aponta para um acontecimento:
a) aparente na infância da autora do texto.
b) contínuo na infância da autora do texto.
c) hipotético na infância da autora do texto.
d) esporádico na infância da autora do texto.
Questão 7 – “Todo mundo foi ver”. A que a autora se refere?
a) aos lampiões a gás serem substituídos pelas lâmpadas elétricas.
b) às notícias e às novelas pelo rádio.
c) ao cinema que tinha imagem, mas ainda não tinha som.
d) à inauguração dos bondes elétricos.
Questão 8 – No segmento “No começo eram poucos, mas foram aumentando e tomando conta da cidade.”, a palavra “poucos” retoma:
a) “Os lampiões a gás”
b) “os bondes elétricos”
c) “os rios”
d) “os automóveis”
Questão 9 – No período “Nem era preciso olhar para os lados, porque não tinha carros naquele tempo.”, o vocábulo “porque” tem o sentido de:
a) porém
b) pois
c) mas também
d) embora
Questão 10 – Em “As novidades foram chegando: panelas de alumínio, geladeira, liquidificador, aspirador de pó [...]”, as vírgulas separam:
a) apostos.
b) orações intercaladas.
c) elementos coordenados.
d) oração coordenadas.
Questão 11 – “Para ir de um lugar para outro, só a pé, a cavalo ou nos bondes puxados a burros”. Explique a ausência da crase antes das palavras que indicam os meios de locomoção:
Questão 12 – Na construção do texto, a autora utiliza uma linguagem:
a) científica
b) literária
c) didática
d) jornalística
ESCOLA ________________________________________DATA:_____/_____/_____
PROF:______________________________________________TURMA:___________
NOME:_______________________________________________________________
Medida Certa
Oi, tô te ligando pra você passar aqui em casa
Hoje à noite, se tiver desocupada
Só se der, só se der
Não, não vai dizer pra ninguém que sinto saudades
Não é verdade
Eu e você, nada a ver
É que meu pente perguntou do seu cabelo
Ouvi reclamações do meu espelho
Querendo saber de você
Que dia ele vai te ver
Eu juro que, pra mim, pouco me importa
Se eu passo toda hora na sua porta
Meu carro que se apaixonou na rota
É, não sou eu
O meu quarto que ficou apaixonado
Travesseiro dependente e viciado em você
Não sou eu
Meu lençol te quer agora e não depois
Minha cama tem a medida certa pra nós dois
É que meu pente perguntou do seu cabelo
Ouvi reclamações do meu espelho
Querendo saber de você
Que dia ele vai te ver(...)
(Trecho da música de https://www.letras.mus.br/jorge-mateus/medida-certa/)
RESPONDA ÀS QUESTÕES QUE TÊM RELAÇÃO COM O TEXTO:
1. No início do texto, há uma redução de formas linguísticas aceitáveis na fala, mas indesejáveis na escrita. Identifique o trecho em que pelo menos uma delas ocorre.
2. Uma redução de palavras na fala como “refri”(de refrigerante), “moto”(de motocicleta) ou “Zé”(de José) e as também analisadas do texto são consideradas variações da linguagem formal ou coloquial? Explique.
3. Reescreva uma passagem (ou mais) do texto em que um objeto assume uma atitude humana:
4. A palavra “pra” no texto está na linguagem formal ou coloquial? Qual a classe gramatical dessa palavra?
5. O rapaz afirma que não é verdade que sente saudade. Podemos dizer que isso é verdade? Justifique a resposta.
6. QUESTÃO PARA CRIATIVIDADE ! Crie uma resposta para o texto dessa canção de forma breve. Aqui você dirá se vai ou não encontrá-lo!
Frase do dia
‘’ E que nunca nos falte a esperança de dias melhores’’.
Revisão e recuperação dos conteúdos que trabalhamos no inicio do ano.
Gêneros textuais e interpretação de textos.
Explicação :Fazer a leitura dos textos é bem simples de identificar toda a estrutura e responder as questões.
Qualquer dúvida envie-email para.
anamaria123.calisto@gmail.com
Atividades não presenciais de Língua Portuguesa – 9º Ano A/B/C/D
(semana de 04 a 08/05/2020) Professora Elaine
Atividade referente às aulas ministradas pelo Centro de Mídias dessa semana
Leia a tirinha para responder as questões de 01 a 06:
1. Qual a expressão no rosto do pai da personagem Mafalda?
a. ( ) Expressão de alegria.
b. ( ) Expressão de preocupação.
c. ( ) Expressão de desânimo.
d. ( ) Expressão de pouco caso.
2. Em que momentos o leitor tem uma visão completa da cena? Justifique sua resposta.
3. Explique o que você entendeu dos balões do terceiro e do quarto quadrinho?
4. Ao olhar para o chão, no quarto quadrinho, o que provavelmente Mafalda pensou?
5. Que relação há entre as falas de Mafalda no segundo e no quinto quadrinho?
6. Que efeito essa relação provoca no leitor? Justifique.
Leia a tirinha para responder as questões de 07 a 06:
7. As tirinhas são gêneros textuais que exploram as linguagens verbal e não verbal. Suas principais características são:
a. ( ) Leitura atraente / produção em quadrinhos / apresentação descritiva.
b. ( ) Leitura atraente / produção injuntiva / posicionamento crítico.
c. ( ) Leitura atraente / produção em quadrinhos / narrativa de fatos.
d. ( ) Leitura atraente / narrativa de fatos / produção injuntiva.
8. No texto, a palavra “inquilino” é utilizada para
a. ( ) caracterizar o morador de um imóvel alugado.
b. ( ) caracterizar o coração da personagem do quadrinho.
c. ( ) caracterizar a importância da devolução do troco.
d. ( ) caracterizar a necessidade que a criança tem de comprar balas.
9. No quadrinho 1, o período “Tome, pensei em ficar com o troco da padaria para
comprar balas, mas não consegui”, a expressão grifada assume função
a. ( ) Injuntiva
b. ( ) Apelativa
c. ( ) Adversativa
d. ( ) Aditiva
10. Em: “Esse que a gente tem aqui dentro”, no último quadrinho, o pronome demonstrativo encontrado na frase refere-se
a. ( ) ao troco.
b. ( ) ao pagamento.
c. ( ) ao inquilino.
d. ( ) ao coração.
Estudo do vocabulário:
11. Com o auxílio de um dicionário, registre o significado das palavras abaixo. Elas apareceram na atividade de hoje.
a) descritivo ou descrição:
b) injuntivo ou injunção:
c) apelativo:
d) adversativa:
e) inquilino:
Frase da Semana:
“Toda conquista começa
com a decisão de tentar.”
Frases do bem
INSERIDO EM: 30-05-20
Atividades não presenciais de Língua Portuguesa – 9º Ano A/B/C/D
Habilidades
* Identificar o conflito gerador do enredo e os elementos que constroem a narrativa.
*. Estabelecer relação causa/consequência entre partes e elementos do texto.
*Identificar a tese de um texto.
*Localizar informações explícitas em um texto.
*Reconhecer o significado da palavra a partir do texto.
A Bola
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. (...)
O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “Legal”. Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
- Como é que liga? – perguntou.
- Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
- Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.
- Não precisa de manual de instrução.
- O que é que ela faz?
- Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
- O quê?
- Controla, chuta...
- Ah, então é uma bola.
- Claro que é uma bola.
- Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
- Você pensou que fosse o quê?
- Nada não...
(Luis Fernando Veríssimo – Comédias para se ler na escola.)
1. [Português] “- Você pensou que fosse o quê? /- Nada não...” Neste final de diálogo, o sinal de reticências é bastante expressivo, pois o leitor deve entender que o pensamento do garoto poderia se expressar com mais esta frase, que ele não quis dizer:
A. ( ) Nunca imaginei que alguém adivinharia o meu desejo.
B. ( ) Estava pensando que depois poderia jogar juntos.
C. ( ) Achei que era um brinquedo mais sofisticado.
D. ( ) É que eu nunca tinha visto uma bola de verdade.
2. [Português] Transformando a expressão “Legal!” para uma linguagem formal teríamos:
A. ( ) “Excelente!”
B. ( ) “Um barato!”
C. ( ) “Bárbaro!”
D. ( ) “É dez!”
3. [Português] No diálogo entre pai e filho, a repetição dos termos liga, manual de instrução, faz e bola é explorada pelo autor para:
A. ( ) destacar o fato de que os dois dão o mesmo valor a essas palavras.
B. ( ) caracterizar o desencontro entre duas visões do mesmo objeto.
C. ( ) intensificar o mistério que o estranho presente representa para ambos.
D. ( ) mostrar que ambos estão envolvidos na mesma investigação.
4. [Português] O tema do texto está presente em:
A. ( ) O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros.
B. ( ) Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai.
C. ( ) O garoto agradeceu, desembrulhou a bola...
D. ( ) O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
5. [Português] O fato incomum, no texto, aparece quando o menino:
A. ( ) começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
B. ( ) demonstrou o que sabia fazer com uma bola.
C. ( ) concluiu que era mesmo uma bola.
D. ( ) não pensou nada em relação ao que era o presente.
Prezado(a) Aluno(a),
Por gentileza, sempre que realizar uma atividade e enviar para o seu respectivo professor, é obrigatório o seguintes dados abaixo;
Nome:
Turma:
Nº:
Duvidas enviar no seguinte e-mail: paivasoarese@gmail.com;
INSERIDO EM: 30-05-20
Atividades não presenciais de Língua Portuguesa – 9º Ano A/B/C/D
Cruzamento
[...] Meu carro corta com esforço a geleia modorrenta em que o ar se transformou nesse verão. Um casal de adolescentes começa a atravessar a rua, de mãos dadas, à minha frente. Fora da faixa. Eles dão uma olhada para o meu carro, de leve, calculando. A garotada faz menção de apressar o passo, o garoto a dissuade com um olhar de esguelha e, talvez, um sutil aperto na mão. Eles seguem seu ritmo, lento, rumo à outra calçada.
[...]
Percebo então que quem atravessou a rua à minha frente não foi um casal de adolescentes, foi a adolescência. E quem freou o carro não fui eu, mas a idade adulta. Pois é assim que a adolescência lida com o mundo. Não capitula, arrisca, peita. “Imagina se eu mudo meu ritmo, o mundo que se acostume a ele!”, e porque os adolescentes têm um anjo protetor dos mais poderosos ou, pelo menos, uma sorte do tamanho de um bonde, acontece de chegarem, quase sempre, sãos e salvos do outro lado da rua.
Já a idade adulta pondera, põe o pé no freio quando convém, faz concessões, dirige afinada com a sinfonia dos outros, dentro dessa outra geleia modorrenta cujo nome, hoje, soa tão adolescente: sistema. E por isso me irrito, porque ali, naquela rua, diminuindo meu ritmo, me percebo velho, adequado, apascentado. Eles vão no ritmo deles, a realidade que se vire, e é assim, distraídos, que mudam o mundo.
(Meio intelectual, meio de esquerda. São Paulo: Editora 34, 2010.)
1. Um conflito corriqueiro entre motorista e pedestre leva o narrador a refletir sobre as fases da vida.
(A) o casal atravessa a rua fora da faixa de pedestres.
(B) um casal de adolescentes atravessa a rua na frente de seu carro em movimento e ele reduz a marcha.
(C) os adolescentes não respeitam os sinais de trânsito.
(D) o narrador percebe que envelheceu.
2. No texto, há uma opinião do narrador em:
(A) “Um casal de adolescentes começa a atravessar a rua [...]”
(B) “[...] os adolescentes têm um anjo protetor dos mais poderosos [...]”
(C) “[...] dão uma olhada para o meu carro[...]”
(D) “Fora da faixa.”
3. É possível identificar o tema do texto, pois nele há um narrador:
(A) adolescente, conforme se percebe na frase “Imagina se eu mudo o meu ritmo, o mundo que se acostume a ele!”
(B) adulto, refletindo sobre a arrogância da juventude.
(C) de faixa etária indefinida, que censure a adolescência.
(D) adulto, refletindo sobre a passagem do tempo e suas próprias limitações.
4. No fragmento “[...] e é assim, distraídos, que mudam o mundo”, o termo em destaque significa:
(A) iludidos.
(B) enganados.
(C) esquecidos.
(D) despreocupados.
HABILIDADES
Identificar a tese de um texto.
Localizar informações explícitas em um texto.
Localizar opinião no texto.