Pegar todos os conteúdos estudados na matéria, pesquisar e anotar no caderno como uma revisão.
a) Crescimento Populacional
b) Povos e culturas
c) Pesquisar a importância de cada continente do Globo Terrestre.
Obs: NÃO ESQUECER O TRABALHO BIMESTRAL (ENTREGAR QUANDO VOLTARMOS)
Transição Demográfica e Índices de Mortalidade e Natalidade.
População Mundial
O mundo atingiu 7,3 bilhões de pessoas em 2015, sendo que 1,2 bilhão foi crescendo apenas nos primeiros 15 anos deste século, de acordo com a ONU, mesmo com as quedas das taxas de crescimento no mundo, o aumento populacional ainda é expressivo, pois nascem a cada ano aproximadamente 80 milhões de pessoas.
A maior parte desse novo contingente humanos vai habitar os países em desenvolvimento na Ásia, na África e na América Latina, com os maiores índices de crescimento demográfico do mundo e as situações socioeconômicas mais precárias.
Nos países desenvolvidos e emergentes, a situação é inversa, pois o baixo crescimento poderá produzir escassez de mão de obra futura e problemas no sistema de providencia social, em função do envelhecimento da população.
Demografia: Entendendo os termos
Em algum momento você pode ter visto em noticiários assuntos relacionados à queda das taxas de natalidade e mortalidade de um país e quanto isso influencia, a longo prazo, em questões políticas, econômicas e sociais dos países. O estuda do crescimento da população humana depende da análise de importantes variáveis: a natalidade, a mortalidade e outros indicadores utilizados pela demografia.
· Taxa de natalidade: Número de nascidos vivos em um ano, calculado a cada mil habitantes. É a relação entre os nascidos anuías e a população total, expressa por mil habitantes
· Taxa de mortalidade: Número de óbitos em um ano a cada mil. É calculada a partir da relação entre óbitos anuías e a população total, expressa por mil habitantes.
· Taxa de mortalidade infantil: Número de óbitos de crianças com menos de um ano de vida, a cada mil nascidas vivas, considerando – se o período de um ano.
Um país ou região com elevada densidade demográfica é considerado bastante povoado. Quando ocorre o contrario, ou seja, baixa densidade demográfica, o país ou região é considerado pouco povoado.
Crescimento da população no século XX
A partir da década de 1950, os países em desenvolvimento passaram a registrar elevadas taxas de crescimento populacional, fenômeno que ficou conhecido como explosão demográfica. Alguns desses países chegaram a dobrar a sua população em menos de três décadas e foram os que mais contribuíram para o crescimento da população mundial no século XX. Atualmente, eles concentram mais de 80% da população do planeta, e esse indicie tende aumentar.
Muitas doenças infecciosas que assolavam principalmente os países em desenvolvimento passaram a ser controladas com campanhas de vacinação em grandes escalas e o uso de antibióticos. Essas práticas se estenderam a várias regiões do mundo, provocando declínio significativo nas taxas de mortalidade, com consequente aumento no ritmo de crescimento da população.
No entanto, com o processo de urbanização em diversos países emergentes, entre eles o Brasil, as taxas de natalidade passaram a declinar, provocando sensível queda nas taxas de crescimento populacional. Se na África, onde a taxa de urbanização ainda é relativamente baixa, o número médio de filhos por mulheres está próximo de cinco, na América Latina e no caribe, onde a urbanização foi intensa, essa taxa média é praticamente metade da africana.
Brasil: crescimento da população
Há pouco mais de um século, o Brasil tinha cerca de 17 milhões de habitantes, o equivalente em 2015 cerca de 40% da população do estado de São Paulo. De acordo com estimativas do IBGE, a população do país era de 205 milhões de habitantes no final de 2015; e o Brasil, o quinto país mais populoso do mundo.
A dinâmica demográfica brasileira ilustra o acelerado crescimento ocorrido a partir de 1940, com a queda das taxas de mortalidade nos países em desenvolvimento em razão das conquistas na medicina e do relativo avanço na área do saneamento básico. Esse processo foi contínuo até 1960, quando o crescimento populacional brasileiro atingiu o ápice, com taxas medias de quase 2,9% ao ano (entre 1950 e 1960). No entanto, com o intenso processo de urbanização a partir da década de 1960, as taxas de crescimento começaram a declinar, ou seja, a natalidade tem diminuído num ritmo superior ao da mortalidade. Em 2015, a taxa de crescimento populacional era de apenas 0,83%.
A urbanização provocou mudanças no modo de vida das mulheres e consequentemente da natalidade. Nas cidades, as mulheres conquistaram maior espaço no mercado de trabalho, optando por ter filhos mais tarde e em menos número para viabilizar sua vida pessoal e o seu desenvolvimento profissional. Além disso, há questões como métodos anticonceptivos, a pílulas anticoncepcionais e a preservativos, oferecidos gratuitamente pelo sistema de saúde, e a noções de planejamento familiar. No caso das mulheres de famílias mais pobres, o trabalho extra domiciliar tornou – se imprescindível para a complementação da renda familiar. A taxa de fecundidade da mulher brasileira caiu de 6,2 filhos, em 1960, para 1,9 ilho, em 2010. E de acordo com a estimativa do IBGE, em 2015 era de 1,7 filho.
Tema: Tipos de migração População Mundial
A migração existe desde o surgimento do homem, que sempre usou de tal artifício para sobreviver, pois o Deslocamento Populacional acontece a séculos pois vários motivos. Hoje atualmente as migrações têm outros motivos, principalmente o econômico.
Os deslocamentos populacionais costumam obedecer a uma lógica relativamente simples. As populações migram para melhorar a qualidade de vida. Migram para fugir de uma guerra, de uma crise econômica, da pobreza, de perseguição política, da seca e de outros cataclismos naturais. Migram para conseguir emprego, para estudar, para ter mais saúde, para continuarem vivas. Sabemos que as melhorias imaginadas pelos migrantes muitas vezes não são alcançadas em sua plenitude e que novos problemas podem passar a fazer parte de seu cotidiano.
Nem sempre eles são bem vindos aos lugares de destino e muitas vezes enfrentam a xenofobia do povo local, a discriminação e em outros.
Os movimentos migratórios são mais intensos nos países com mais desigualdades regionais, naqueles onde poucas áreas muito ricas dividem o espaço com outras muito pobres. Esse quadro é comumente encontrado em países subdesenvolvidos industrializados, que, dependendo do ponto de vista, são também chamados de países em desenvolvimento ou emergentes. Ocorrem também entre países que apresentam níveis de desenvolvimento muito díspares.
As migrações internas do Brasil _como o histórico fluxo de nordestinos para o Sudeste, atraídos pela expansão industrial, ou para a Amazônia, atraídos pelos projetos agropecuários, minerais e industriais, e, mais recentemente, da região Sul para o Centro-Oeste, relacionado à expansão da fronteira agrícola_ são frequentemente abordadas nos exames vestibulares. É preciso lembrar também as migrações africanas, estimuladas pela miséria e pelos conflitos étnicos, os fluxos de hispânicos para os EUA e as migrações em direção aos países mais ricos da União Europeia.
Vamos estudar dois tipos de migrações:
Migração internacional – que ocorre de um país para outro.
Migração interna – que ocorre dentro de um mesmo país, subdividindo-se em:
As Migrações internas também chamadas de migrações inter-regionais - representam as dinâmicas dos fluxos migratórios existentes no interior de um dado território. No caso do Brasil, é possível identificar alguns vetores migratórios que se manifestam desde o período colonial, mas que se intensificaram a partir do início do século XX.
O que se pode notar é que esse processo esteve sempre ligado à dinâmica econômica do país, mas que a composição estrutural também exerceu uma importante influência.
As Migrações externas correspondem a todo fluxo populacional que se desloca do Brasil ou de outras nações em direção a diversos países, especialmente os desenvolvidos. O conceito de migração segundo a ONU (Organização das Nações Unidas) está ligado à mobilidade de pessoas que ocorre no espaço geográfico entre distintos lugares, quando um indivíduo se fixa em determinado território.
A cada ano, muitos brasileiros saem do país em direção às áreas de atração na esperança de encontrar novas oportunidades e perspectivas para alcançar uma melhor qualidade de vida. Geralmente, essas pessoas buscam isso em países desenvolvidos, especialmente nos Estados Unidos, Japão, Canadá e, recentemente, em países vizinhos, tais como Paraguai, Uruguai, Venezuela e outros. Apesar da grande expectativa gerada, muitos se frustram e não conseguem alcançar seus objetivos.
EXERCICIO
1) Depois da leitura do texto População Mundial faça uma pesquisa sobre tema e anote em seu caderno um resumo das suas conclusões e não esquecer de citar as Taxas de natalidade, mortalidade e mortalidade infantil
2) No texto sobre tipos de migração faça uma pesquisa sobre o tema e anote em seu caderno e em seguida responda as perguntas.
a) Você conhece alguém ou já ouviu falar de pessoas que mudaram de um lugar para outro? Essas pessoas são jovens ou idosas?b) Você sabe a diferença entre migrantes, imigrantes e emigrantes?
INSERIDO EM: 04-06-20
Anamorfose São mapas esquemáticos, sem escala cartográfica, representações em que as áreas sofrem deformações matematicamente calculadas, tornando-se diretamente proporcionais a um determinado critério que se está considerando.
Em Geografia usamos essa técnica para representar cartograficamente temas e visualizá-los de forma diferente da habitual. A superfície de cada espaço cartografado vai mudar proporcionalmente segundo uma determinada variável. Os dados estatísticos, normalmente aplicados nessa transformação, são os de população, PIB, exportação de produtos manufaturados, mortalidade, etc.A cartografia por anamorfose é um instrumento interessante para as análises comparativas e é também um documento de comunicação e não uma representação do mundo real
Covid19 Quadro atual no Brasil
País tem 291.579 infectados e 3.483 óbitos suspeitos em investigação. 116.683 pacientes já se recuperaram da doença
Saúde divulgou protocolo para uso de cloroquina nos tratamentos, mas estudos não atestam eficácia da medicação
Responsabilidade sobre efeitos colaterais fica nas mãos dos pacientes
Pasta está sendo conduzido pelo ministro interino general Pazuello
Um dia após o Brasil registrar mais de mil mortes em 24 horas pela covid-19, o Ministério da Saúde divulgou a maior quantidade de resultados de diagnósticos entre um dia e outro desde o início da pandemia: 19.951 casos confirmados, totalizando 291.579 infectados no país.
São 888 novos óbitos confirmados pela pasta entre ontem e hoje. Com isso, chega a 18.859 o número de mortes pelo novo coronavírus. Ainda segundo o ministério, 3.483 óbitos suspeitos ainda estão em investigação e 156.037 casos seguem em acompanhamento. Um total de 116.683 pacientes já se recuperou da doença.