SÁBADO DA 15ª SEMANA COMUM
1ª Leitura: Êxodo 12,37-42
Salmo Responsorial 135 (136) Eterna é a sua misericórdia!
Evangelho Mateus 12,14-21
Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – Naquele tempo, 14os fariseus saíram e fizeram um plano para matar Jesus. 15Ao saber disso, Jesus retirou-se dali. Grandes multidões o seguiram, e ele curou a todos. 16E ordenou-lhes que não dissessem quem ele era, 17para se cumprir o que foi dito pelo profeta Isaías: 18“Eis o meu servo, que escolhi; o meu amado, no qual coloco a minha afeição; porei sobre ele o meu Espírito, e ele anunciará às nações o direito. 19Ele não discutirá nem gritará, e ninguém ouvirá a sua voz nas praças. 20Não quebrará o caniço rachado nem apagará o pavio que ainda fumega, até que faça triunfar o direito. 21Em seu nome as nações depositarão a sua esperança”. – Palavra da salvação.
Na primeira leitura vemos a libertação do povo hebreu do Egito deserto afora. Deus cumpriu sua promessa feita a Moisés. Aliás, Deus é fiel e sempre cumpre suas promessas. O problema somos nós. Quantas promessas não cumpridas! Essa libertação é comemorada ainda hoje pelo povo judeu. Nós comemoramos a Páscoa, que Jesus adaptou dessa páscoa judaica. A Missa possui, de certo modo, os mesmos elementos da páscoa judaica: o cordeiro é Jesus. O pão ázimo e o vinho são a Eucaristia. As ervas amargas são os nossos pecados, dos quais pedimos perdão logo no começo. A libertação do povo mostra que Deus quer-nos livres, a fim de podermos escolher para que lado queremos ir: para o lado de Deus ou para o lado do... você sabe quem.
O Evangelho mostra Jesus como um Deus misericordioso, que não vai apagar a chama que ainda fumega, não vai quebrar o caniço rachado. Há várias maneiras de entender isso, mas eu prefiro entender deste modo: enquanto houver um mínimo de fé no coração de uma pessoa, há chances dela recomeçar vida nova, pedir perdão e recomeçar a vida. Jesus faz de tudo para que aquela chama fraquinha possa se tornar labaredas de amor.