No início nada existia, e Elyhom pairava sobre o nada. As Eras se passavam como se passassem os minutos, pois também não havia o tempo, enquanto Elyhom era eterno e meditava na calmaria do vazio.
Disse Elyhom: _ Eis que criarei luz e vida, terra, água e fogo, e criarei coisas belas e agradáveis aos olhos, e transformarei o nada em algo maravilhoso.
Então o Altíssimo com seu poder aqueceu o infinito de tal forma, e fez surgir a “Luz Primordial” que formou as massas densas do universo, as quais Elyhom as moldou a seu prazer, criando o universo com incontáveis estrelas e corpos celestes, sóis, luas e mundos.
Então Elyhom criou seus filhos, os Deidas, que foram criados divinos, imortais e magníficos, com poderes ilimitados, incríveis e inimagináveis, cada um criado de forma única, um de cada vez, e deu a eles livre arbítrio.
Foram criados para serem os auxiliadores de Elyhom em suas criações, e cada filho receberia uma missão de proteger a ordem do universo, e de todas as suas criações.
A cada Deida presenteou com um reino celeste para comandar.
Primogênito de Elyhom, é o Deida mais poderoso, deus dos raios e trovões e da sabedoria. Tem porte imponente e olhar penetrante, reverenciado como o braço direito do Altíssimo. Criador dos Alanthes, que dele herdaram a força das asas, a lealdade inabalável e o senso de justiça e honra eterna.
Segundo filho de Elyhom, deus da guerra, general dos exércitos celestes. De temperamento ardente e voz que ecoa como trovão de batalha, comanda com disciplina e rigor. Criador dos Volcans, que dele herdaram o sangue quente, a coragem inabalável diante do perigo e a paixão intensa que arde em seus corações.
Terceiro filho de Elyhom, deus da sabedoria, da escrita, do comércio e da eloquência. Mente afiada e voz persuasiva, aprecia o saber acumulado e o bom negócio bem fechado. Criador dos Elfos, que dele herdaram a inteligência aguçada, o amor pelas artes e pela palavra certa, e a longevidade serena.
Quarto filho de Elyhom, deus da metalurgia e da mineração. Também é o Mestre Ferreiro Divino. De mãos firmes e paciência inesgotável, forja com perfeição cada peça que toca. Criador dos Nanianos, que dele herdaram a robustez, a habilidade nas forjas e minas, e o orgulho pelo trabalho bem-feito.
Quinto filho de Elyhom, deus da força bruta, da valentia e da ira, que pune os que quebram juramentos. De músculos rijos e temperamento explosivo, não tolera traições nem covardia. Criador dos Orks, que dele herdaram a força descomunal, a coragem indomável e a fúria que arde diante da injustiça.
Sexta filha de Elyhom, deusa das forças mágicas da natureza, das poções e alquimia, e matriarca das Bruxas e Feiticeiras. De presença serena e olhar penetrante, guarda os segredos das ervas e dos rituais antigos. Criadora das Dríades, que dela herdaram a ligação à natureza e o dom das plantas.
Sétima filha, deusa da graça, da ingenuidade e da boa sorte. De sorriso fácil e presença luminosa, encontra alegria nas pequenas coisas do dia a dia. Criadora dos Halvlins, que dela herdaram o coração leve, o riso fácil, a sorte que os acompanha, o gosto pela boa mesa e companhia, e uma astúcia que os tira dos apuros sem que ninguém perceba.
Oitava filha, deusa da beleza, da sexualidade e da fertilidade. De beleza deslumbrante e presença sedutora, desperta paixão e desejo por onde passa. Criadora das Fadas, que dela herdaram a beleza delicada, o encanto irresistível e a fertilidade abundante que faz florescer tudo o que tocam com sua magia.
Nono filho, deus dos mares. De olhar profundo e temperamento tão mutável quanto as marés, comanda tempestades e correntes com um simples gesto. Criador dos Trithelis, que dele herdaram a afinidade com as águas, a agilidade natante e a beleza serena dos mares e a força indomável das correntes.
Décimo filho, deus da destreza e da força. De músculos rijos e reflexos ágeis, supera qualquer desafio físico com facilidade admirável. Criador dos Simions, que dele herdaram a agilidade extraordinária, a força bruta e a destreza natural para saltar, escalar e superar obstáculos com incrível habilidade.
Décimo primeiro filho, deus da sabedoria e da persistência. De passo firme e olhar calculado, nunca desiste diante das adversidades, avançando sempre com paciência serena. Criador dos Equus, que dele herdaram a resistência incansável, a sabedoria tranquila e a lealdade constante àqueles que conquistam sua confiança.
Décimo segundo filho, deus da ira e da ousadia. De porte robusto e temperamento explosivo, carrega uma força que arrasa tudo o que se opõe ao seu caminho. Criador dos Taurus, que dele herdaram a força bruta, a teimosia indomável e a coragem de investir sem hesitação contra qualquer perigo.
Décimo terceiro filho, deus da coragem e da ferocidade. De presença imponente e rugido que impõe respeito, enfrenta qualquer perigo sem hesitar. Criador dos Felineans, que dele herdaram a agilidade felina e a bravura, e dos Avaris, pequenos e leais, que herdaram sua coragem discreta e fidelidade incondicional.
Décima quarta filha, deusa da justiça. De olhar firme e senso apurado do certo e do errado, julga com equilíbrio, sem se deixar levar pela paixão ou pela pressa. Criadora dos Hienans, que dela herdaram o instinto perspicaz, a lealdade ao clã e um forte senso de ordem e hierarquia.
Décimo quinto filho, deus dos ares. De asas amplas e olhar que enxerga longas distâncias, domina os ventos e as correntes do céu com maestria absoluta. Criador dos Accypiteres, que dele herdaram a visão aguçada, a destreza no voo e o instinto certeiro para caçar em pleno ar.
Décimo sexto filho, deus da amizade e da obediência. De olhar leal e temperamento dócil, nunca abandona aqueles a quem devota afeto, protegendo-os com fidelidade absoluta. Criador dos Canineus, que dele herdaram a lealdade inquebrável, o faro apurado e a devoção incondicional àqueles que consideram seus.
Décimo sétimo filho, deus da fertilidade. De presença gentil e energia inesgotável, multiplica tudo o que toca com sua bênção generosa. Criador dos Leporideons, que dele herdaram a fertilidade abundante, os reflexos ágeis e uma vitalidade contagiante que os torna incansáveis em tudo o que fazem.
Décima oitava filha, deusa da caça e da resistência. De porte robusto e paciência de predadora, rastreia sua presa por dias sem nunca perder o rumo. Criadora dos Ursídeons, que dela herdaram a força bruta, a resistência inabalável e o instinto certeiro de caçadores natos.
Décimo nono filho, deus dos pântanos e dos rios. De pele resistente e paciência predatória, espreita imóvel nas águas turvas até o momento certo de agir. Criador dos Reptilions, que dele herdaram a pele resistente, a paciência silenciosa e o instinto certeiro para emboscar suas presas.
Vigésima filha, deusa dos animais de Theranis. De presença gentil e olhar atento, vela por toda criatura viva com cuidado maternal e constante. É a protetora de todos os animais terrestres, marinhos e de todas as aves, até o menor animal de Theranis, guardando cada um sob sua bênção.
Vigésima primeira filha, deusa das plantas terrestres e aquáticas de Theranis. De presença serena e mãos que fazem brotar vida por onde passam, cuida de cada raiz e semente. Protege as florestas e suas vegetações, os rios, lagos e mares, e tudo que existe de vida na natureza.
Vigésimo segundo filho, deus das idéias e das criações fantásticas. De mente inquieta e imaginação sem limites, dá forma a maravilhas que desafiam a razão. Criador de todas as Criaturas Fantásticas de Theranis, como os Dragões, o Kraken e os Grifos, cada uma única em beleza e poder.
Último filho, o traidor, chamado agora de Zanathas, banido para reger o inferno. De outrora belo e confiável, tornou-se sombrio e cruel após a amarga queda, movido por ódio e vingança eterna. Criador de demônios e monstros, que dele herdaram a malícia e a fome insaciável por poder.
O Altíssimo se agradou de ter criado os Deidas, e decidiu criar outros seres celestiais para servi-lo e adorá-lo e habitarem o seu reino.
Então Elyhom criou os Anjos, seres divinos e imortais, belos, com grandes asas de pura luz e um halo em suas cabeças, dotados de poder e força menores que os dos Deidas. Nem todos foram feitos iguais: uns para o adorarem eternamente, outros para serem guardiões celestiais, mensageiros ou guerreiros — e dessas funções nasceram as diferentes ordens angélicas.
Os Querubins são os mais antigos guardiões celestiais de Theranis, criados por Elyhom para proteger o Reino Celestial e lugares sagrados. Possuem grande poder, sabedoria ancestral e olhos que tudo enxergam. Suas asas de luz impedem que forças malignas alcancem aquilo que foi consagrado ao Altíssimo. Seu dever é eterno.
Os Arcanjos são os grandes mensageiros de Elyhom, criados para transmitir sua vontade aos Deidas e aos Adherins. Existem vinte e quatro Arcanjos, cada um ligado a uma das raças de Theranis. Além de transmitir as mensagens do Altíssimo, auxiliam os Adherins na proteção e orientação espiritual de seus povos.
Os Anjos são seres celestiais imortais criados por Elyhom para servi-lo, adorá-lo e habitar o Reino Celestial. Dotados de beleza, poder e grandes asas de luz, podem atuar como guardiões, mensageiros, guerreiros ou servidores divinos. Quando alguém clama por proteção com verdadeira fé, um Anjo pode ser enviado para tornar-se seu guardião pessoal.
Então Elyhom decidiu criar seres que viriam ser os tutores das raças que criariam em Theranis, e juntou o ar e o fogo para criar os Adheryns, fazendo a todos eles seres sobrenaturais, dando poderes mágicos e capacidade de assumir qualquer forma física.
Embora pareçam imortais por não envelhecerem e não adoecerem, possuem necessidades físicas comuns aos mortais e podem morrer se algum dano físico acontecer a eles enquanto estiverem na forma física.
Djiin-Traic – Espíritos traiçoeiros entre os Djiins. De forma sedutora e sorriso enganador, oferecem desejos mágicos prometendo fortuna e felicidade, mas escondem sempre uma armadilha cruel por trás da promessa. Buscam enganar os desavisados ou puni-los por sua ganância, alimentando-se do desespero e do medo que semeiam em cada vítima incauta.
Djiin-Benig – Espíritos benevolentes entre os Djiins. De forma gentil e presença reconfortante, procuram os perdidos e os aflitos para realizar pedidos mágicos por pura bondade, sem exigir nada em troca. Nutrem-se da gratidão e da felicidade que semeiam, e encontram em cada vida tocada a sua própria recompensa.
Magos – Espíritos benignos e muito poderosos, de forma variável, geralmente assumindo a aparência de sábios anciãos. Extremamente inteligentes, sábios e altruístas, dedicam sua existência à missão de tutorear e cuidar das criações divinas de Elyhom, guiando os povos de Theranis com paciência e sabedoria acumulada ao longo de incontáveis eras.
Moloks – Antigos Magos que se voltaram para a magia maligna, muito poderosos e geralmente assumindo a forma de magos negros. São o completo oposto dos Magos: onde estes cuidam e tutoram, os Moloks corrompem e dominam, usando seu vasto conhecimento arcano para servir à própria ambição e espalhar a escuridão.
Entre os Arcanjos, os mais poderosos mensageiros de Elyhom, vinte e quatro foram escolhidos para serem padroeiros de cada povo de Theranis. Levam as palavras do Altíssimo aos Deidas e Adherins, e protegem seus povos contra ataques espirituais e a influência de Zanathas, enquanto os Adherins cuidam do mundo físico.
Humaniel – Arcanjo padroeiro dos Humanos. De rosto que muda sutilmente a cada olhar, como se refletisse a diversidade do povo que protege, carrega uma paciência quase infinita diante das escolhas humanas. Vela por seu livre-arbítrio sem jamais impô-lo, guiando com sussurros discretos aqueles que buscam o caminho certo.
Alaniel – Arcanjo padroeiro dos Alanthes. De asas que espelham as deles, brancas como as primeiras penas criadas por Zeshua, vela pela justiça e pela honra do seu povo guerreiro. Guarda ao lado deles as sagradas escrituras, e inspira coragem e firmeza àqueles que protegem os fracos e os oprimidos.
Vulcaniel – Arcanjo padroeiro dos Volcans. De presença firme como a rocha vulcânica, acalma o sangue quente e a ira fácil desse povo sem jamais sufocar sua paixão. Vela para que a força e a coragem dos Volcans sirvam à honra, e não à destruição sem propósito nem glória vã.
Elfariel – Arcanjo padroeiro dos Elfos. De porte esguio e olhar sereno, reflete a sabedoria e a longevidade desse povo antigo. Vela pelas artes, pela palavra bem escolhida e pelo saber acumulado ao longo dos séculos, guiando os Elfos a usarem sua inteligência com prudência, e não com soberba.
Naniel – Arcanjo padroeiro dos Nanianos. De mãos que parecem forjadas no mesmo metal que seu povo trabalha, honra a paciência e o orgulho dos Anões em cada peça bem-feita. Vela pelas minas e forjas, protegendo contra a ganância desmedida, e inspira o zelo pelo trabalho bem executado.
Orkiel – Arcanjo padroeiro dos Orks. De olhar severo e postura firme, vela por esse povo dividido entre a força bruta e a redenção. Protege os Orkians em seu caminho pacífico, e não desiste dos Orkus, ainda que impenitentes, guardando sempre uma centelha de esperança por seu arrependimento.
Driadiel – Arcanjo padroeiro das Dríades. De presença serena como a copa das árvores mais antigas, vela pelas cidades erguidas nos galhos e pela união entre as parceiras de cada par. Protege a floresta que sustenta seu povo, e zela pela harmonia entre elas e as demais criações de Theranis.
Halviel – Arcanjo padroeiro dos Halvlins. De sorriso leve e presença acolhedora, protege esse povo pequeno e alegre das ameaças que sua estatura os torna vulneráveis a enfrentar. Vela pela sorte que os acompanha, pela boa mesa e pela companhia, e reforça a astúcia discreta que os tira dos apuros.
Fadiel – Arcanjo padroeiro das Fadas. De porte tão pequeno quanto elas, mas com luz que ilumina toda a clareira ao redor, protege esse povo minúsculo dos perigos de um mundo feito para seres maiores. Vela pela beleza e pela magia sutil das Fadas, guardando sua inocência das trevas.
Tritheliel – Arcanjo padroeiro dos Trithelis. De presença tão fluida quanto as correntes que domina, vela pelos tritões e sereias nas profundezas dos oceanos de Theranis. Protege seu povo das tempestades, dos predadores das águas escuras e dos seres das trevas que rondam o fundo do mar.
Simiel – Arcanjo padroeiro dos Simions. De agilidade que acompanha a deles, salta entre os galhos mais altos para vigiar seu povo de perto. Protege os Simions de predadores e armadilhas, e inspira a esperteza natural e o espírito brincalhão que os acompanha em qualquer desafio da floresta.
Equiel – Arcanjo padroeiro dos Equus. De passo constante e resistência incansável, acompanha esse povo por suas longas jornadas sem nunca perder o rumo. Vela pela lealdade e pela paciência dos Equus, protegendo-os das armadilhas do caminho, e honra a confiança que depositam em quem os guia.
Taurinel – Arcanjo padroeiro dos Taurus. De porte robusto como o povo que protege, contém a fúria explosiva dos Taurus antes que ela se volte contra os próprios seus. Vela pela força bruta e pela teimosia que os define, canalizando-as para a proteção da terra e não para a destruição vã.
Feliniel – Arcanjo padroeiro dos Felineans. De presença tão variada quanto seu povo, vela tanto sobre os grandes felinos ferozes quanto sobre os menores, de índole mansa e leal. Protege cada linhagem à sua maneira, honrando a bravura dos maiores e a lealdade discreta dos pequenos, sem favorecer nenhum sobre o outro.
Hieniel – Arcanjo padroeiro dos Hienans. De risada que ecoa como aviso e não como zombaria, vela pela lealdade ao clã e pelo senso de ordem desse povo. Protege os Hienans das disputas internas por hierarquia, e reforça o instinto perspicaz que os guia diante de ameaças externas.
Accypiel – Arcanjo padroeiro dos Accypiteres. De voo mais alto que o deles, enxerga de longe os perigos que ameaçam esse povo dos ares. Protege os Accypiteres em suas caçadas e travessias pelos céus, e honra a visão aguçada e o instinto certeiro que os torna caçadores exemplares.
Caniel – Arcanjo padroeiro dos Canineus. De lealdade tão firme quanto a deles, acompanha esse povo com a mesma devoção que os Canineus dedicam àqueles que amam. Protege-os contra a traição e o abandono, honra o faro apurado que os guia, e vela pela união de cada matilha.
Leporiel – Arcanjo padroeiro dos Leporideons. De reflexos tão rápidos quanto os deles, protege esse povo através da fuga mais do que da luta, guiando-os para longe do perigo antes que ele chegue. Honra a fertilidade abundante e a vitalidade contagiante que os torna incansáveis em tudo o que fazem.
Ursaniel – Arcanjo padroeiro dos Ursídeons. De paciência tão firme quanto a de um caçador que espera, vela por esse povo forte e resistente em suas longas jornadas de caça. Protege-os contra a fadiga e o desânimo, e honra o instinto certeiro que os torna caçadores natos e incansáveis.
Reptiel – Arcanjo padroeiro dos Reptilions. De paciência tão silenciosa quanto a deles, vigia esse povo das sombras, sem pressa, até o momento certo de agir. Protege-os das armadilhas dos pântanos e dos rios, e honra a pele resistente e o instinto certeiro que os torna emboscadores natos.
Fauniel – Arcanjo padroeiro dos Faunos. De passos tão discretos quanto os deles entre as árvores, protege esse povo tímido e guarda os segredos da mata que só eles conhecem. Vela pela lealdade silenciosa dos Faunos, e renova neles a coragem para confiar em quem merece sua amizade.
Ninfiel – Arcanjo padroeiro das Ninfas. De presença tão efêmera quanto as estações que elas seguem, vela pelas nascentes, flores e ervas que esse povo cuida com tanto carinho. Protege as Ninfas em seus ciclos de florescer e adormecer, e honra o canto e a dança que as define.
Avariel – Arcanjo padroeiro dos Avaris. De curiosidade tão viva quanto a deles, acompanha esse povo em suas viagens por todos os continentes, em busca do dom que cada um carrega. Protege os Avaris em suas trocas com outros povos, e honra a inteligência e a inspiração que os guia.
Giganiel – Arcanjo padroeiro dos Gigantes. De estatura que se ergue tão alta quanto a deles, vela por esse povo isolado nos picos congelados de Mannheim. Protege os Gigantes da solidão e do preconceito por sua origem mestiça, e honra a força descomunal que carregam sem nunca deixá-los esquecer sua origem angelical.