ULTRASSONOGRAFIA ABDOMINAL TOTAL
Fígado de dimensões e contornos normais, com ecogenicidade parenquimatosa usual. Ausência de lesões focais ao presente estudo.
Sistema porta e veias hepáticas com arquitetura preservada.
Ausência de dilatação das vias biliares intra e extra-hepáticas.
Vesícula biliar de capacidade usual, com paredes finas e regulares, sem evidência de lesão parietal ou cálculos no seu interior.
Pâncreas de forma, contornos e dimensões normais, com ecogenicidade homogênea.
Baço de morfologia e volume normais, com ecogenicidade parenquimatosa preservada.
Rins tópicos, de contornos, dimensões e ecogenicidade normais. Não há evidência de dilatação do sistema pielocalicinal ou imagem sugestiva de cálculo.
Aorta abdominal com trajeto e calibre normais.
Bexiga com boa repleção, paredes finas e lisas, com conteúdo anecóico homogêneo.
Ausência de ascite.
IMPRESSÃO
Ultrassonografia do abdome sem alterações significativas.
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ULTRASSONOGRAFIA
ABDOME TOTAL
Fígado e baço de volume, contornos e ecogenicidade normais.
Não há dilatação de vias biliares intra ou extra-hepáticas.
Vesícula biliar normodistendida, de paredes finas, sem cálculos no seu interior, inclusive à mudança do decúbito.
Pâncreas anatômico nas porções visibilizadas.
Grandes vasos retroperitoneais sem alterações.
Rins de volume, contornos e ecogenicidade normais, apresentando boa dissociação parenquimo-sinusal.
Não há dilatação dos sistemas coletores.
Bexiga de paredes finas, sem cálculos ou vegetações em seu interior.
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ULTRASSONOGRAFIA
ABDOME TOTAL
Exame realizado com transdutor de 3,5 a 5,0 MHz, evidenciou:
Fígado com dimensões normais, contornos regulares e ecotextura do parênquima homogênea.
Veia porta com calibre normal.
Vias biliares intra e extra-hepáticas sem dilatações evidentes.
Colédoco com calibre normal.
Vesícula biliar com dimensões normais, paredes finas, sem cálculos em seu interior.
Pâncreas com aspecto anatômico.
Baço com dimensões conservadas, contornos regulares e ecotextura homogênea.
Rins de volume, contornos e ecogenicidade normais, apresentando boa dissociação parênquimo-sinusal. Não há dilatação dos sistemas coletores.
Aorta abdominal com topografia habitual e de calibre normal.
Ausência de líquido livre na cavidade abdominal.
Bexiga de repleção satisfatória, paredes finas e conteúdo anecóico.
ULTRASSONOGRAFIA
ABDOME SUPERIOR
O exame mostra:
Fígado e baço de volume, contornos e ecogenicidade normais.
Não há dilatação de vias biliares.
Vesícula biliar normo-distendida, de paredes finas, sem cálculos no seu interior.
Pâncreas anatômico.
Grandes vasos retroperitoneais sem alterações.
Retroperitônio livre.
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ULTRASSONOGRAFIA
ABDOME SUPERIOR
Exame realizado com transdutor de 3,5 a 5,0 MHz, evidenciou:
Fígado com dimensões normais, contornos regulares e ecotextura do parênquima homogênea
Veia porta com calibre normal.
Vias biliares intra e extra-hepáticas sem dilatações evidentes.
Colédoco com calibre normal.
Vesícula biliar com dimensões normais, paredes finas, sem cálculos em seu interior.
Pâncreas com aspecto anatômico.
Baço com dimensões conservadas, contornos regulares, ecotextura homogênea.
ULTRASSONOGRAFIA DA BOLSA ESCROTAL
Parede escrotal de espessura e ecogenicidade normais.
Testículos com morfologia, contornos e ecotextura normais.
Testículo direito: cm (volume ml).
Testículo esquerdo: cm (volume ml).
Epidídimos tópicos, de morfologia, dimensões e ecotextura normais.
Ausência de líquido na bolsa escrotal significativo.
IMPRESSÃO
Ultrassonografia da bolsa escrotal sem alterações significativas.
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BOLSA ESCROTAL
Testículo Direito:
Mede: cm, com volume de cm³.
Testículo Esquerdo:
Mede: cm, com volume de cm³.
Testículos com textura homogênea e ecogenicidade preservada.
Não foram observados cistos, nódulos sólidos ou calcificações na bolsa escrotal.
Epidídimos de espessura e ecogenicidade conservados.
ID.:
* Exame ecográfico sem alterações significativas.
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ULTRASSONOGRAFIA
TESTÍCULOS
O exame mostra os testículos com forma, dimensões e contornos normais medindo o direito %TD1 x %TD2 x %TD3 cm e o esquerdo %TE1 x %TE2 x %TE3 cm em seus maiores eixos.
Ambos os testículos apresentam a ecotextura homogênea, sem sinais de lesão parenquimatosa focal.
Estrutura peri-testicular, sem alterações.
ELASTOGRAFIA DA MAMA
1- Exame realizado com equipamento _______, com a tecnologia de compressão (Strain elastography), utilizando transdutor linear de alta resolução, com avaliação elastográfica em tempo real.
2- A barra lateral de cores padronizada com a cor azul para áreas rígidas (hard) e a cor vermelha para áreas menos rígidas (soft).
3- A avaliação elastográfica de nódulo em mama 000, localizado às 00hs, distando a 00mm da pele e 00mm do mamilo evidencia:
4- Score elastográfico (Critérios de Tsukuba, Itoh 2006) =
5- Strain Ratio =
6- Length Ratio =
7- Conclusão:
8- Lesão nodular em mama 0000. Categoria 000 US BI-RADS
9- A elastografia por compressão apresenta sinais de alta/baixa rigidez, (em) concordância com a atual categoria do US BI-RADS.
Referências:
Score elastográfico:
Critérios de Tsukuba. Itoh ET AL, 2006. Criterios sugeridos pela WFUMB (Guidelines and recommendations for clinical use of ultrasound elastography: breast. 2015)
Strain ratio: cut off: 4,2 ± 0,9. Itho et al. Clinical application of breast elastography: State of the art. Ricci et al. European Journal of Radiology 2014.
Length ratio: cut off: 1. Barr et al, 2012. WFUMB (Guidelines and recommendations for clinical use of ultrasound elastography: breast. 2015).
ELASTOGRAFIA DA TIREÓIDE
1- Exame realizado com equipamento da ________, com a tecnologia de compressão (Strain elastography), utilizando transdutor linear de alta resolução, com avaliação elastográfica em tempo real.
2- A barra lateral de cores padronizada com a cor azul para áreas rígidas (hard) e a cor vermelha para áreas menos rígidas (soft).
3- A avaliação elastográfica de nódulo tireoidiano localizado no terço _______ do lobo ______ revelou:
4- Score elastográfico =
5- Strain Ratio =
6- Conclusão:
7- Achados acima descritos compatíveis com alta/baixa suspeita de malignidade.
Cantisani et al. 2012 SR ³ 2 (relação da compressão da lesão com o parênquima ao redor) - suspeita de malignidade (S = 97,3%, E = 91,7%, VPP = 87,8% e VPN = 98,2%).
SCORE DE ELASTICIDADE COM MAPA DE CORES (ELASTICITY SCORE WITH COLOR-MAP) Asteria (Thyroid 2008).
ELASTOGRAFIA HEPÁTICA
Exame realizado com equipamento da Philips, utilizando a tecnologia point shear wave.
Foram realizadas 12 medidas válidas no lobo hepático direito, com o paciente em decúbito dorsal horizontal.
Resultados:
Mediana: m/s kPa
Valor médio: m/s / kPa
Desvio padrão: m/s / kPa
IQR: % (valor de referência <30%)
IQR/Mediana: % (valor de referência <30%)
Grau de Fibrose Metavir Velocidade da Shear Wave
F0 (ausência de fibrose) < 1,22 m/s / < 4,5 kPa
F1 (Fibrose Portal e periportal sem septos) 1,22 - 1,37 m/s / 4,5 - 5,7 kPa
F2 (Fibrose Portal e periportal com raros septos) 1,37 - 2,0 m/s / 5,7 - 12,0 kPa
F3 (Fibrose Portal e periportal com numerosos septos) 2,0 - 2,64 m/s / 12,0 - 21,0 kPa
F4 (Cirrose) > 2,64 m/s / > 21 kPa
Giovanna Ferraioli et al, 2014.
Conclusão:
Achados acima descritos apresentam relação com o grau ____ de estadiamento de fibrose segundo a classificação de Metavir.
Notas sonográficas:
Feito complemento com estudo Doppler da veia porta que apresentou fluxo hepatopetal fásico usual, com pico de velocidade dentro dos padrões de normalidade ( cm/s).
ELASTOGRAFIA PROSTÁTICA
1- Exame realizado com equipamento da _________, utilizando a tecnologia de compressão (Strain elastography), por via endoretal, utilizando transdutor endocavitário de alta resolução com avaliação elastográfica em tempo real.
2- A barra lateral de cores foi padronizada com a cor azul para áreas rígidas (hard) e a cor vermelha para áreas menos rígidas (soft).
3- Foram realizadas varreduras da próstata em toda sua extensão, através de cortes transversais, da base ao ápice, não sendo detectadas áreas de rigidez aumentada no elastograma.
4- Foram realizadas varreduras da próstata em toda sua extensão, através de cortes transversais, da base ao ápice, sendo detectadas alterações no elastograma, com identificação de áreas de maior rigidez (azuis), localizadas na base lateral direita, restritas à zona periférica.
5- Conclusão:
6- Achados acima descritos compatíveis com a normalidade.
7- Achados acima descritos compatíveis com aumento da rigidez prostática na zona periférica da base lateral direita, com (ou sem) correspondência com a imagem ultrassonográfica convencional.
ULTRASSONOGRAFIA
GESTACIONAL
O exame mostra:
Útero em AVF, aumentado de volume, gravídico, contendo saco gestacional tópico, medindo %SACOGEST cm, de contornos lisos e regulares.
No interior do saco gestacional observa-se embrião, com batimentos cardíacos e movimentos identificáveis, cujo CCN mede %CCN mm, compatível com gestação de semanas de evolução.
Regiões anexiais sem alterações.
Fundo de saco posterior livre.
ULTRASSONOGRAFIA MAMÁRIA
Indicação: XX Rotina
Análise:
Pele e tela subcutânea sem alterações.
Parênquima mamário de ecotextura característica.
Não há evidências de imagens nodulares sólidas ou císticas.
Linfonodos axilares de aspecto habitual.
CONCLUSÃO: Ultrassonografia mamária dentro dos padrões da normalidade.
Categoria 1 pelo ACR BI-RADS®
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ULTRASSONOGRAFIA DAS MAMAS
Parênquima mamário com ecotextura de fundo (homogênea adiposa / fibroglandular ou heterogênea), sem sinais de nódulos sólidos ou cistos em ambas as mamas.
Grupos musculares e tecido adiposo adjacentes sem alterações sonográficas.
Prolongamento axilar livre bilateralmente.
Feito correlação com mamografia de ... e ultrassonografia de ...
Não foram disponibilizados exames anteriores para comparação.
IMPRESSÃO: Ausência de anormalidades sonográficas.
Bi-Rads categoria 1.
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ULTRASSONOGRAFIA DA MAMA
ESQUERDA / DIREITA
Indicação:
Análise:
Parênquima mamário de ecotextura característica.
Nódulo sólido, hipoecogênico, oval e circunscrito, com maior eixo paralelo à pele medindo XX cm no QQQ ( XX h) da mama XX esquerda, XX direita, distando XX cm da pele e XX cm da papila, correspondendo ao nódulo descrito na mamografia.
Nódulos ovais, hipoecogênicos, circunscritos e com maior eixo paralelo à pele assim distribuídos:
Mama direita
N1: no QQQ da mama XXX (às XX h), medindo XX cm e distando XX cm da pele e XX cm da papila.
N2: no QQQ da mama XXX (às XX h), medindo XX cm e distando XX cm da pele e XX cm da papila.
Mama esquerda
N1: no QQQ da mama XXX (às XX h), medindo XX cm e distando XX cm da pele e XX cm da papila.
N2: no QQQ da mama XXX (às XX h), medindo XX cm e distando XX cm da pele e XX cm da papila.
Prolongamentos axilares sem particularidades.
Conclusão:
ACR BI-RADS®:
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ULTRASSONOGRAFIA DA MAMA (1)
ESQUERDA / DIREITA
Análise:
Parênquima mamário de ecotextura característica.
Nódulo oval, circunscrito paralelo à pele medindo cm, distando cm da papila e localizado no QSL da mama direita / esquerda.
Múltiplos nódulos ovais, circunscritos e paralelos à pele assim localizados:
Mama direita
-12h medindo cm, distando cm da papila
-12h medindo cm, distando cm da papila
Mama esquerda
-12h medindo cm, distando cm da papila
-12h medindo cm, distando cm da papila
Múltiplos cistos de paredes finas em ambas as mamas, medindo até 0, cm na mama direita e 0, cm à esquerda.
Raros e esparsos cistos de aspecto simples em ambas as mamas menores do que 1,0 cm.
Prolongamentos axilares sem particularidades.
Conclusão:
ACR BI-RADS®:
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ULTRASSONOGRAFIA DAS MAMAS (B1)
Indicação: Rastreamento.
Análise:
Parênquima mamário de ecotextura característica.
Não há evidências de imagens nodulares sólidas ou císticas.
Não se observam linfonodomegalias axilares.
Conclusão:
Ultrassonografia mamária dentro dos padrões da normalidade
ACR BI-RADS®: 1
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ULTRASSONOGRAFIA DA MAMA (B2)
ESQUERDA / DIREITA
Indicação:
Análise:
Parênquima mamário de ecotextura característica.
Cisto simples no QQQ (às XX h) da mama XX direita XX esquerda, medindo XX cm.
Cistos simples, esparsos, na mama XX direita XX esquerda, medindo até XX cm no QQQ.
Cistos simples e bilaterais, medindo os maiores XX cm no QQQ da mama direita e XX cm no QQQ da mama esquerda.
O cisto acima descrito corresponde ao nódulo descrito na mamografia.
Não há evidências de imagens nodulares sólidas.
Não se observam linfonodomegalias.
Conclusão:
ACR BI-RADS®: 2
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ULTRASSONOGRAFIA DA MAMA DIRECIONADO
ESQUERDA / DIREITA
Indicação:
Exame direcionado para o nódulo descrito na mamografia de
Exame direcionado para controle de nódulo
Análise:
Cisto simples medindo XX cm no QQQ ( XX h) da mama XX direita XX esquerda.
Cisto de conteúdo espesso medindo XX cm no QQQ ( XX h) da mama XX direita XX esquerda.
Nódulo sólido, hipoecogênico, oval e circunscrito, com maior eixo paralelo à pele medindo XX cm no QQQ ( XX h) da mama XX esquerda, XX direita, distando XX cm da pele e XX cm da papila, correspondendo ao nódulo descrito na mamografia.
A assimetria focal descrita no QQQ da mama XX direita XX esquerda no estudo de XX/XX não teve correlação na presente ultrassonografia.
Conclusão:
ACR BI-RADS®:
Recomendação:
Manter rastreamento mamográfico.
Controle mamográfico e ultrassonográfico em 6 meses da mama XX direita XX esquerda.
Sugere-se controle ultrassonográfico em 6 meses da mama XX direita XX esquerda.
Sugere-se controle ultrassonográfico em 12 meses da mama XX direita XX esquerda.
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ULTRASSONOGRAFIA DA AXILA
ESQUERDA / DIREITA
Linfonodos com margens circunscritas, hilo presente e cortical fina na axila direita / esquerda, medindo até XX cm.
Linfonodos globosos com margens mal definidas, dimensões aumentadas, espessamento cortical XX focal, XX difuso, XX e obliteração do hilo gorduroso, na axila direita / esquerda, medindo até XX cm.
CONCLUSÃO:
Linfonodos de aspecto habitual na axila direita.
Linfonodos de aspecto habitual na axila esquerda.
ACR BI-RADS®: 2
Por este motivo, optou-se pela não realização da PAAF.
CONCLUSÃO:
Linfonodos com alteração morfológica na axila direita.
Linfonodos com alteração morfológica na axila esquerda.
ACR BI-RADS®: 4
Sugere-se correlação com PAAF na ausência de contra-indicação clínica.
Obs: Agendada PAAF da axila em nosso serviço.
BIÓPSIA
PAAF ORIENTADA POR ULTRASSONOGRAFIA DA TIREOIDE
1 O exame mostra:
2
3 Realizado PAAF do nódulo descrito, orientada por ultrassonografia com coleta de material para citopatologia.
4 Exame pós-punção sem alterações.
5 Obs: Material com paciente para encaminhamento ao laboratório.
ULTRASSONOGRAFIA
PARÓTIDAS
O exame mostra:
Glândulas parótidas com volume, contornos e ecogenicidade normais, e medindo:
Parótida direita: %PD1 x %PD2 cm.
Parótida esquerda: %PE1 x %PE2 cm.
ULTRASSOM DE PARTES MOLES
Relatório:
Ao rastreamento ultrassonográfico com transdutor de alta resolução, direcionado para a região de queixa clínica do paciente (região dorsal súpero lateral esquerda), caracterizou-se:
Caracterização de formação nodular, hipoecogênica, com traves ecogênicas, de contorno regular, limites bem definidos, orientação mais larga que alta, localizada na região dorsal lateral esquerda, medindo cerca de cm. Os aspecto de imagem pode corresponder a lipoma e suas variantes anatomopatológicas.
Pele de aspecto conservado.
Musculatura própria da região estudada sem anormalidades.
Não foram identificadas massas císticas nesta região.
ULTRASSONOGRAFIA PÉLVICA VIA ABDOMINAL
Bexiga com boa repleção, paredes finas e regulares, conteúdo anecoico homogêneo.
Útero em AVF, de morfologia, contornos e dimensões normais, ecotextura miometrial preservada, medindo x x cm (volume ml), sem evidência de nódulos ou massas.
Endométrio centrado, com ecogenicidade normal e espessura de mm.
Ovário direito de localização, morfologia e contornos normais, medindo x x cm (volume ml).
Ovário esquerdo de localização, morfologia e contornos normais, medindo x x cm (volume ml).
IMPRESSÃO
Ultrassonografia pélvica sem alterações significativas.
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ULTRASSONOGRAFIA DO ABDOME INFERIOR FEMININO
Bexiga de paredes livres, forma e dimensões normais, sem ecos em seu interior.
Útero em AVF, contornos regulares, medindo cm.
Volume uterino: cm³.
Colo uterino normal.
Miométrio homogêneo, sem sinais de lesões focais.
Endométrio central, regular, medindo mm de espessura, sem conteúdo anômalo.
Ovário direito de topografia, dimensões e ecotextura normais.
Mede cm e volume de cm³.
Ovário esquerdo de topografia, dimensões e ecotextura normais.
Mede cm e volume de cm³.
Ausência de líquido livre na pelve.
ID.:
* Exame ecográfico sem alterações significativas.
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ULTRASSONOGRAFIA
PÉLVICA
Exame realizado com transdutor de 3,5 a 5,0 MHz, evidenciou:
Útero em anteversoflexão – medioversoflexão – retroversoflexão, de forma e contorno normais, medindo cerca de xxxx mm (LxAPxT).
Eco endometrial, centrado, homogêneo, medindo cerca de mm de espessura.
Ovários com topografia e contornos normais.
Ovário direito medindo cerca de xxxx mm (Vol.: cm³).
Ovário esquerdo medindo cerca de xxxx mm (Vol.: cm³).
Ausência de líquido livre em fundo de saco posterior.
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ULTRASSONOGRAFIA
PÉLVICA
O exame mostra:
Bexiga com paredes finas e regulares, sem defeitos de repleção.
Útero em AVF, de volume, contornos e ecogenicidade normais, medindo %L(L) x %T(T) x %AP(AP)cm.
Eco endometrial fino e centrado.
Ovários de volume e contornos normais, medindo:
O.D. - %OD1 x %OD2 x %OD3 cm (volume = %VOL1 cc).
O.E. - %OE1 x %OE2 x %OE3 cm (volume = %VOL2 cc).
Fundo de saco posterior livre.
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ULTRASSONOGRAFIA PÉLVICA
Útero em anteversoflexão, forma e volume normais, contornos regulares, medindo aproximadamente %U cm nos diâmetros longitudinal, antero-posterior e transversal, respectivamente, textura homogênea.
Eco endometrial centrado e homogêneo, medindo %EE mm.
Ovário Direito com forma, dimensão, contornos e textura normais, medindo %OD cm.
Ovário Esquerdo com forma, dimensão, contornos e textura normais, medindo %OE cm.
Ausência de processos expansivos em topografia de anexos e coleções líquidas patológicas em fundo de saco.
"A ultrassonografia é um exame complementar, a decisão terapêutica é de responsabilidade do médico assistente."
ULTRASSONOGRAFIA PÉLVICA TRANSVAGINAL
Análise:
Bexiga em baixa repleção.
Útero em AVF, de volume, contorno e ecogenicidade usuais, medindo cm (volume = cm³).
Endométrio centrado e regular, medindo mm de espessura.
Ovários com volume e contornos normais, sem evidência de cistos patológicos e medindo:
O.D. - cm (volume = cm³).
O.E. - cm (volume = cm³).
Ausência de líquido livre no fundo de saco posterior.
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ULTRASSONOGRAFIA PÉLVICA
Útero em anteversoflexão, forma e volume normais, contornos regulares, medindo aproximadamente %U cm nos diâmetros longitudinal, antero-posterior e transversal, respectivamente, textura homogênea.
Eco endometrial centrado e homogêneo, medindo %EE mm).
Ovário Direito com forma, dimensão, contornos e textura normais, medindo %OD cm.
Ovário Esquerdo com forma, dimensão, contornos e textura normais, medindo %OE cm).
Ausência de processos expansivos em topografia de anexos e coleções líquidas patológicas em fundo de saco.
"A ultrassonografia é um exame complementar, a decisão terapêutica é de responsabilidade do médico assistente."
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ULTRASSONOGRAFIA
PÉLVICA TRANSVAGINAL
O exame mostra:
Bexiga com paredes finas e regulares, sem defeito de repleção.
Útero em AVF, de volume, contornos e ecogenicidade normais, medindo %L (L) x %T (T) x %AP (AP)cm.
Eco endometrial fino, centrado e homogêneo, de padrão proliferativo.
Eco endometrial centrado e espessado, de padrão secretor,...
Ovários com volume e contornos normais, sem evidência de cistos patológicos e medindo:
O.D. - %OD1 x %OD2 x %OD3 cm (volume = %VOL1 cc).
O.E. - %OE1 x %OE2 x %OE3 cm (volume = %VOL2 cc).
Fundo de saco posterior livre.
Mínima quantidade de líquido livre em fundo de saco posterior.
Pequena quantidade de líquido livre em fundo de saco posterior.
Moderada quantidade de líquido livre em fundo de saco posterior.
Acentuada quantidade de líquido livre em fundo de saco posterior.
Ovários não visibilizados, com ausência de massa em suas topografias.
Ovário direito não visibilizado, com ausência de massa em sua topografia.
Ovário esquerdo não visibilizado, com ausência de massa em sua topografia.
Ovário direito de aspecto normal, medindo x x cm (volume = cc).
Ovário esquerdo de aspecto normal, medindo x x cm (volume = cc).
Eco endometrial centrado e homogêneo, medindo cm.
Eco endometrial centrado e homogêneo, medindo cm, de padrão proliferativo.
Eco endometrial centrado e homogêneo, medindo cm, de padrão secretor.
Útero em AVF, de dimensões normais, medindo (L) x (T) x (AP) cm, apresentando nódulo miomatoso hipoecóico ........, em parede corporal .........., medindo cerca de cm .
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ULTRASSONOGRAFIA
PÉLVICA TRANSVAGINAL
Bexiga vazia, não sendo objeto direto deste estudo.
Útero em AVF, de volume, contorno e ecogenicidade usual, medindo %L(L) x %T(T) x %AP(AP) cm (volume = %VOL1 cm³).
Eco endometrial centrado e regular (de padrão proliferativo / trifásico / secretor), medindo cerca de %END mm de espessura.
Ovários tópicos, com volume e contornos normais, (contendo folículos de aspecto sonográfico habitual). Não há evidência de cistos patológicos.
Os ovários medem:
O.D. - %OD1 x %OD2 x %OD3 cm (volume = %VOL2 cm³).
O.E. - %OE1 x %OE2 x %OE3 cm (volume = %VOL3 cm³).
Ausência de líquido livre no fundo de saco posterior.
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ULTRASSONOGRAFIA
TRANSVAGINAL
Exame realizado com transdutor de 5,0 a 7,0 MHz, evidenciou:
Útero em anteversoflexão – medioversoflexão – retroversoflexão, de forma e contorno normais, medindo cerca de xxxx mm (LxAPxT).
Eco endometrial, centrado, homogêneo, medindo cerca de mm de espessura.
Ovários com topografia e contornos normais.
Ovário direito medindo cerca de xxxx mm (Vol.: cm³).
Ovário esquerdo medindo cerca de xxxx mm (Vol.: cm³).
Ausência de líquido livre em fundo de saco posterior.
1A – Útero em anteversoflexão – medioversoflexão – retroversoflexão, de contorno regular, medindo cerca de xxxx mm (LxAPxT), apresentando ecotextura heterogênea, devido a presença de nódulos hipoecóicos, de aspecto miomatoso, localizados:
1B - Útero em anteversoflexão – medioversoflexão – retroversoflexão, de contorno regular, medindo cerca de xxxx mm (LxAPxT), apresentando ecotextura heterogênea, devido a presença de nódulo hipoecóico, de aspecto miomatoso, _________, localizado na parede _____.
1C - Útero em anteversoflexão – medioversoflexão – retroversoflexão, de contorno regular, medindo cerca de xxxx mm (LxAPxT), apresentando ecotextura difusamente heterogênea, sem configurar nódulos.
1D - Útero em anteversoflexão – medioversoflexão – retroversoflexão , de contorno regular, medindo cerca de xxxx mm (LxAPxT), apresentando espessamento da zona juncional posterior associada a ecotextura heterogênea, sem configurar nódulos, alterações estas que podem estar relacionados a adenomiose.
1N – Presença de cistos de Naboth.
1H – Útero não visibilizado. Relato de histerectomia prévia.
2A - Eco endometrial, centrado, homogêneo, de espessura aumentada, medindo cerca de mm.
2B - Eco endometrial, centrado, heterogêneo, medindo cerca de mm de espessura.
2P - Eco endometrial, centrado, heterogêneo, medindo cerca de mm de espessura, contendo imagem nodular ecogênica, medindo cerca de mm, sugestivo de pólipo.
2PP - Eco endometrial, centrado, heterogêneo, medindo cerca de mm de espessura, contendo imagens nodulares ecogênicas, medindo cerca de mm, sugestivos de pólipos.
2D - Eco endometrial, heterogêneo e irregular, medindo cerca de mm de espessura, contendo focos anecóicos de permeio. A critério clínico, prosseguir investigação diagnóstica com estudo específico.
DIU – Eco endometrial, medindo cerca de XXX mm de espessura, contendo dispositivo intrauterino (DIU), distando cerca de XXX mm da serosa do fundo uterino.
5A – Ovários não visibilizados.
5B – Ovário direito/esquerdo não visibilizado.
5C – Ovários não visibilizados, não sendo observadas formações expansivas detectáveis ao método nas regiões anexiais.
CISTO – contendo imagem anecóica, de aspecto cístico, medindo cerca de mm.
FOLÍCULO - contendo imagem anecóica, de aspecto folicular simples, medindo cerca de mm.
CISTO HEMÁTICO – contendo imagem hipoecogênica, de aspecto reticular, medindo cerca de mm. (Cisto hemático? Endometrioma?)
CORPO LÚTEO – contendo imagem hipoecogênica, com vascularização periférica, medindo cerca de mm, sugestiva de corpo lúteo.
HIDROSSALPINGE - Observa-se, também, estrutura tubular anecóica, com calibre estimado em XX mm, contornando a porção lateral do anexo direito / esquerdo. Hidrossalpinge?
6A – Presença de pequena quantidade de líquido livre em fundo de saco posterior.
7- A critério clínico, correlacionar com a Ressonância Magnética / Tomografia Computadorizada.
ULTRASSONOGRAFIA
PRÓSTATA
Exame realizado com transdutor de 3,5 a 5,0 MHz; evidenciou:
Bexiga de paredes com espessura normal, conteúdo anecóico, sem cálculos ou vegetações em seu interior.
Próstata com volume , contorno , ecotextura , medindo xxxx mm (LxAPxT).
Peso prostático estimado em g.
Vesículas seminais sem alterações ecográficas.
Resíduo vesical pós-miccional fisiológico.
4A- Vesículas seminais discretamente aumentadas de volume.
5A - Resíduo vesical pós-miccional estimado em xxxx ml.
11A - Bexiga de repleção satisfatória, paredes finas e conteúdo anecóico, apresentando elevação do seu assoalho pelo aumento do volume prostático. (Apenas paciente do sexo masculino)
11D - Bexiga sob repleção satisfatória, paredes finas e regulares, contendo múltiplos focos ecogênicos esparsos de permeio, compatíveis com debris.
11E - Bexiga de repleção satisfatória, conteúdo anecóico, apresentando paredes espessadas e trabeculadas, sem cálculos ou vegetações em seu interior.
11P - Bexiga sob repleção parcial, conteúdo anecóico e sem aparentes alterações morfológicas.
ULTRASSONOGRAFIA
PRÓSTATA TRANSRETAL
O exame mostra:
Bexiga de paredes finas, sem cálculos ou vegetações em seu interior.
Próstata de volume, contornos e ecogenicidade normais, medindo %PROST1 x %PROST2 x %PROST3 cm, com peso estimado em %PESO gramas.
Vesículas seminais sem alterações.
Resíduo vesical pós-miccional desprezível.
ULTRASSONOGRAFIA PROSTÁTICA VIA TRANSRETAL
BEXIGA:
Em baixa repleção, de contornos regulares, sem septos ou projeções detectáveis para o seu interior.
PRÓSTATA:
Morfologia preservada, de contornos regulares e bem definidos, com ecotextura heterogênea.
Medidas: XXX cm, nos seus maiores diâmetros, correspondendo a um peso aproximado de XX g.
Zona periférica regular e homogênea, sem definição de áreas focais nodulares dominantes.
Glândula interna (zona central e zona de transição) com ecotextura heterogênea, sem anormalidades focais suspeitas.
Cápsula prostática íntegra.
VESÍCULAS SEMINAIS:
Morfologia preservada, contornos regulares, ecotextura homogênea, dimensões normais e simétricas.
IMPRESSÃO: Peso prostático aproximado em <> g.
ULTRASSONOGRAFIA DOS RINS E VIAS URINÁRIAS
Rins com volume, contornos e ecogenicidade normais, apresentando boa dissociação parênquima-sinusal, sem evidências de massas ou cálculos ao método.
Não há dilatação dos sistemas coletores.
Rim direito: cm (volume ml).
Rim esquerdo: cm (volume ml).
Bexiga de paredes finas, sem evidência de cálculos ou vegetações no seu interior.
IMPRESSÃO
Ultrassonografia de rins e vias urinárias sem alterações significativas.
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ULTRASSONOGRAFIA
VIAS URINÁRIAS
Exame foi realizado com transdutor de 3,5 a 5,0 MHz, evidenciou:
Rins de volume, contornos e ecogenicidade normais, apresentando boa dissociação parênquimo-sinusal, o direito medindo cerca de xxxx mm e o esquerdo cerca de xxxx mm (LxAPxT).
Não há sinais de dilatação dos sistemas coletores.
Bexiga sob repleção satisfatória, paredes finas e regulares e conteúdo anecóico.
5A - Resíduo vesical pós-miccional estimado em XX ml.
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ULTRASSONOGRAFIA
APARELHO URINÁRIO
O exame mostra:
Rins com volume, contornos e ecogenicidade normais apresentando boa dissociação parenquimo-sinusal.
O rim direito mede %RD1 x %RD2 cm, e o esquerdo %RE1 x %RE2 cm, nos diâmetros longitudinal e antero-posterior, respectivamente.
Não há dilatação dos sistemas coletores.
Bexiga de paredes finas, sem evidência de cálculos ou vegetações no seu interior.
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ULTRASSONOGRAFIA DO APARELHO URINÁRIO
RIM DIREITO:
Mede cm em seu maior eixo e parênquima de cm.
Eutópico, com volume, forma e contornos normais.
Regiões córtico-medulares com espessura e ecogenicidade usuais.
Ausência de hidronefrose.
Não foram observadas imagens sugestivas de cálculos.
*Imagem hiperecogênica,com sombra acústica posterior, situado no ***, medindo *** mm.
*Aumento difuso da ecogenicidade do parênquima renal, exacerbando a diferenciação córtico-medular.
RIM ESQUERDO:
Mede cm em seu maior eixo e parênquima de cm.
Eutópico, com volume, forma e contornos normais.
Regiões córtico-medulares com espessura e ecogenicidade usuais.
Ausência de hidronefrose.
Não foram observadas imagens sugestivas de cálculos.
*Imagem hiperecogênica,com sombra acústica posterior, situado no ***, medindo *** mm.
*Aumento difuso da ecogenicidade do parênquima renal, exacerbando a diferenciação córtico-medular.
BEXIGA:
Volume inicial de ...ml.
Parede normoespessa, com superfície interna lisa, sem evidências de divertículos ou de nódulos.
* Espessamento parietal difuso, medindo mm (normal até 3,0 mm), com superfície interna levemente irregular.
Resíduo urinário pós-miccional de ...ml (normal até 10% do valor inicial).
ID.:
* Exame ecográfico sem alterações significativas.
* Aumento difuso da ecogenicidade dos parênquimas renais, exacerbando a diferenciação córtico-medular (Constitucional? Lesão cortical difusa?).
Rim com aumento da ecogenicidade e perda da mobilidade renal com as incursões respiratórias, configurando sinais sugestivos de infecção/inflamação regional, na dependência clínica/ laboratorial.
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ULTRASSONOGRAFIA
APARELHO URINÁRIO
Rins tópicos, com volume, contornos e ecogenicidade normais, observando-se boa dissociação parenquimossinusal.
O rim direito mede %RD1 x %RD2 x %RD3 cm (volume de %VOL1 cm³) e o esquerdo %RE1 x %RE2 x %RE3 cm (volume de %VOL2 cm³).
Camadas corticais de espessura e ecogenicidade conservadas.
Não há sinais de cálculos urinários detectáveis ao método.
Não foram observadas áreas de dilatação do sistema pielocalicinal.
Bexiga de paredes finas, sem evidência de cálculos ou vegetações no seu interior.
ULTRASSONOGRAFIA
REGIÃO CERVICAL
Tireóide tópica, centrada e móvel à deglutição, apresentando lobos e istmo de morfologia, diâmetros e ecogenicidade preservadas.
Glândulas parótidas e submandibulares de morfologia, dimensões e ecogenicidade habitual.
Linfonodos cervicais de aspecto sonográfico habitual, não se evidenciando sinais de linfonodomegalia.
Região submentoniana, fúrcula esternal, triângulos cervicais posteriores e espaços supraclaviculares anatômicos.
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ULTRASSOM DA REGIÃO CERVICAL
Glândula Tireoide com ecotextura e ecogenicidade usuais, com fluxo preservado ao estudo color doppler.
Lobo tireoidiano direito mede: cm, com volume de cm³.
Lobo tireoidiano esquerdo mede: cm, com volume de cm³.
Istmo: cm.
Volume total da glândula: cm³.
Glândulas Parótidas de contornos, volume e textura normais, com fluxo preservado ao estudo color doppler.
Glândulas Submandibulares sem alterações ecográficas. Ausência de sinais de ectasia ductal.
Glândulas submandibulares de volume, textura e ecogenicidade preservadas.
Linfonodos cervicais de características ecográficas usuais.
Não foram observadas lesões expansivas ou coleções na região apontada pela paciente.
Nota-se linfonodos hipoecogênicos, com centro ecogênico, sem degeneração cístico-necrótica, dispersos na cadeia cervical, sendo o maior à direita medindo cm e à esquerda medindo cm, ambos no nível III.
ID:
* Exame ecográfico sem alterações significativas nas estruturas avaliadas.
ULTRASSONOGRAFIA DA REGIÃO INGUINAL
Pele e tecido celular subcutâneo sem alterações apreciáveis.
Ausência de herniações apreciáveis de conteúdo abdominal através das regiões inguinais, mesmo após as manobras de Valsalva.
Linfonodos inguinais com morfologia habitual.
ULTRASSONOGRAFIA DA TIREOIDE
Tireoide tópica, de morfologia habitual e contornos regulares, parênquima com textura e ecogenicidade habituais, sem evidência de nódulos ou massas.
Lobo direito: cm (volume: ml).
Lobo esquerdo: cm (volume: ml).
Istmo sem particularidades.
Ausência de linfonodomegalias cervicais nas cadeias júgulo-carotídeas.
IMPRESSÃO
Ultrassonografia da tireoide sem alterações significativas.
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ULTRASSONOGRAFIA
TIREOIDE
Exame realizado com transdutor de 8,0 a 10,0 MHz, evidenciou:
Tireóide tópica, de contorno regular, móvel à deglutição e com ecotextura homogênea.
Lobo direito medindo cerca de xxxx mm (LxAPxT).
Lobo esquerdo medindo cerca de xxxx mm (LxAPxT).
Istmo sem alterações ecográficas, medindo cerca de xxxx mm (LxAP).
Traquéia centrada.
1A – Tireóide tópica, de dimensões normais, contorno algo lobulado, ecotextura heterogênea, devido a presença dos seguintes achados:
1B – Tireóide tópica, de dimensões normais, contorno regular, móvel à deglutição e com ecotextura heterogênea, sem configurar nódulos.
1C – Tireóide tópica, aumentada de volume, contorno lobulado, ecotextura heterogênea devido a presença de nódulos.
1D - Lobos tireoidianos com forma, dimensões e contornos usuais, apresentando ecotextura marcadamente heterogênea à custa de incontáveis e diminutos focos hipoecogênicos e delgadas traves hiperecogênicas de permeio. Ao mapeamento Doppler, se observa aumento difuso da vascularização em ambos os lobos. Este aspecto é usualmente observado em casos de tireoidite.
1N - Tireóide tópica, de dimensões normais, contorno regular, ecotextura heterogênea, devido a presença de imagem nodular ________, de contornos _________, localizada no terço superior / médio / inferior do lobo ______
1H - Tireóide tópica, reduzida de volume, contorno irregular, ecotextura heterogênea contendo diminutos pseudonódulos esparsos, bilateralmente. Aspecto sugestivo de tireoidopatia crônica (Tireoidite de Hashimoto?).
CC– Presença de cisto colóide medindo cerca de mm, localizado no terço ________ do lobo ______.
6 – Volume glandular estimado em cm³.
7 – Ausência de sinais sugestivos de neovascularização ao doppler.
ULTRASSONOGRAFIA
TRANSFONTANELA
O estudo ecográfico da cavidade craniana através da fontanela bregmatica denotou parênquima cerebral de morfologia, contornos e ecotextura parenquimatosa normais.
Sulcos e fissuras cerebrais de aspecto habituais.
Espaço subdural e subaracnóideo virtuais.
Sistema ventricular de situação, morfologia e dimensões normais.
Não ha sinais de calcificações patológicas ou hipertensão intra-craniana.
CONCLUSÃO: Aspecto ecográfico do crânio normal.
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ULTRASSONOGRAFIA
TRANSFONTANELA
Parênquima cerebral homogêneo e com ecogenicidade normal.
Núcleos caudados e tálamos simétricos.
Sistema ventricular de morfologia e dimensões normais.
Não há desvio da linha média.
Fossa posterior de aspecto anatômico.
Não há sinais ecográficos de hemorragia intracraniana
ULTRASSONOGRAFIA DO ABDOME TOTAL (FAST)
Estudo direcionado para pesquisa de líquido livre peritoneal
Realizado USG de abdome na sala de emergência para avaliação de trauma abdominal fechado que mostrou ausência de líquido livre na cavidade peritoneal. Exame realizado em caráter de emergência. A critério clínico sugere-se controle ultrassonográfico ou tomográfico.
Realizado USG de abdome na sala de emergência para avaliação de trauma abdominal fechado.
# Presença de derrame pleural #direito #esquerdo #bilateral.
# Presença de derrame pericárdico.
# Presença de líquido livre no espaço hepatorrenal com _cm de espessura.
# Presença de líquido livre no espaço esplenorrenal com _cm de espessura.
# Presença de líquido livre na pelve com _cm de espessura.
Exame realizado em caráter de emergência. A critério clínico sugere-se controle ultrassonográfico ou tomográfico.
ULTRASSONOGRAFIA DA PAREDE ABDOMINAL
RELATÓRIO:
Pele e tecido subcutâneo com espessura e ecogenicidade normais.
Músculos reto abdominal e oblíquos com trofismo e arquitetura fibrilar preservados.
Não se observam formações sólidas ou coleções líquidas nas áreas avaliadas.
Ausência de hérnias da parede abdominal anterior ou diastase do reto abdominal.
Medidas da espessura do plano adiposo sob mínima compressão:
QSD: # cm. QSE: # cm.
QID: # cm. QIE: # cm.
OPINIÃO: Estudo ultrassonográfico sem evidentes anormalidades apreciáveis ao método.
ULTRASSONOGRAFIA DE PÊNIS
RELATÓRIO:
Pele e subcutâneo conservados.
Corpos cavernosos e esponjosos anatômicos, com morfologia habitual.
Túnica albugínea e fáscia de Buck sem espessamentos.
Não há sinais de calcificações patológicas.
OPINIÃO: Exame dentro dos limites da normalidade.
GLÂNDULAS SALIVARES
ULTRASSONOGRAFIA DE GLÂNDULAS SALIVARES
RELATÓRIO:
Glândulas submandibulares, parótidas e sublinguais com dimensões normais, contornos regulares e textura homogênea.
Não há sinais de dilatação ductal nas glândulas salivares citadas.
Não foram identificadas anormalidades morfológicas em linfonodos cervicais.
OPINIÃO: Exame dentro dos limites da normalidade.
ULTRASSONOGRAFIA TESTICULAR
RELATÓRIO:
Testículos com dimensões normais, contornos regulares e ecotextura homogênea.
Ausência de nodulações sólidas testiculares.
Testículo direito mede : x x cm (volume: cm³).
Testículo esquerdo mede : x x cm (volume: cm³)
Volume testicular normal em adultos: 7 - 23 cm³.
Epidídimos de espessura e ecotextura normais.
Funículos espermáticos com morfologia e dimensões normais.
Não foi evidenciado aumento anômalo de líquido entre as camadas dos envoltórios testiculares.
Ausência de dilatação venosa dos plexos pampiniformes.
OPINIÃO: Estudo ultrassonográfico sem anormalidades detectáveis ao método.