TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO PESCOÇO

 

O estudo realizado com tomógrafo multi-slice de 16 canais, através de aquisição volumétrica dos dados com 1 mm de colimação, antes e após a administração do meio de contraste venoso, que foram pós-processados, obtendo-se imagens axiais e reconstruções multiplanares, demonstrou:

 

O estudo realizado com tomógrafo multi-slice de 16 canais, através de aquisição volumétrica dos dados com 1,0 mm de colimação, após a administração do meio de contraste venoso, que foram pós-processados, obtendo-se imagens axiais e reconstruções multiplanares, demonstrou:

 

O estudo realizado com tomógrafo multi-slice de 16 canais, através de aquisição volumétrica dos dados com 1,0mm de colimação, sem a administração do meio de contraste venoso devido aos antecedentes alérgicos relatados, que foram pós-processados, obtendo-se imagens axiais e reconstruções e multiplanares, demonstrou:

 

O estudo realizado com tomógrafo multi-slice de 16 canais, através de aquisição volumétrica dos dados com 0,5 mm de colimação, sem administração do meio de contraste venoso por solicitação da paciente, e após manobras dinâmicas de fonação e Valsalva ,que foram pós-processados, obtendo-se imagens axiais e reconstruções multiplanares, demonstrou:

 

 

Estruturas aero-digestivas sem alterações apreciáveis.

Glândulas submandibulares e parótidas de dimensões e densidade normais, impregnando-se de forma usual pelo meio de contraste.

Glândula tireoide apresentando densidade e impregnação pelo meio de contraste levemente heterogêneas, notando-se focos cálcicos de permeio ao lobo esquerdo, que se encontra levemente proeminente.

Observa-se tortuosidade das carótidas comuns e interna esquerda. Calcificações ateromatosas nos bulbos carotídeos.

Veias jugulares internas de curso e calibre preservados.

Planos musculares e gordurosos sem anormalidades evidentes.

Não se evidenciam linfonodomegalias nas cadeias cervicais estudadas.

 

 

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO PESCOÇO

 

 

O estudo realizado com tomógrafo multi-slice de 16 canais, através de aquisição volumétrica dos dados com 1,0 mm de colimação, após a administração do meio de contraste venoso, que foram pós-processados, obtendo-se imagens axiais e reconstruções multiplanares, demonstrou:

Aumento volumétrico da glândula submandibular direita, a qual apresenta impregnação heterogênea do meio de contraste, notadamente em sua metade lateral.

Destacam-se, também, linfonodos com dimensões normais e limítrofes nas cadeias cervicais bilateralmente, destacando-se o maior no nível III à direita, medindo aproximadamente 12 x 10 mm.

Glândulas parótidas e submandibular esquerda sem anormalidades evidentes.

Tireóide com impregnação heterogênea pelo meio de contraste, destacando-se lesões hipodensas esparsas principalmente pelo lobo direito, uma das maiores no polo inferior deste lado, medindo       14 x 10 mm.

Estruturas aero-digestivas sem alterações.

Artérias carótidas comuns de calibre preservado, notando-se ateromas parietais com densidade mista na topografia dos bulbos carotídeos.

Veias jugulares sem anormalidades.

Observam-se áreas hipodensas nas regiões occipitais, a maior à esquerda, observando-se alargamento do prolongamento posterior do ventrículo lateral deste lado, podendo estar relacionado a alterações sequelares de eventos vasculares.

Notam-se, também, opacidades irregulares nos ápices pulmonares, devendo estar relacionado a alterações residuais.

 

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO PESCOÇO

 

 

O estudo realizado com tomógrafo multi-slice de 16 canais, através de aquisição volumétrica dos dados com 1 mm de colimação, sem a administração do meio de contraste venoso, devido aos antecedentes alérgicos referidos pela paciente, que foram pós-processados, obtendo-se imagens axiais e reconstruções multiplanares, demonstrou:

Estruturas aero-digestivas sem alterações apreciáveis.

Glândulas submandibulares e parótidas de dimensões e densidade usuais.

Glândula tireoide com dimensões aumentadas, notando-se discreta insinuação do lobo esquerdo junto ao intróito torácico, apresentando densidade difusamente heterogênea, notando-se ainda focos cálcicos no lobo direito.

Carótidas comuns e veias jugulares internas de curso e calibre normais.

Linfonodos com dimensões normais e proeminentes no nível V à direita, o maior medindo cerca de 14 x 12mm e região supraclavicular deste lado, medindo cerca de 12 x 10mm.

Planos músculo-adiposos com densidade usual.

 

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO PESCOÇO

 

 

O estudo realizado com tomógrafo multi-slice de 16 canais, através de aquisição volumétrica dos dados com 1,0mm de colimação, sem a administração do meio de contraste venoso devido aos antecedentes alérgicos relatados, que foram pós-processados, obtendo-se imagens axiais e reconstruções e multiplanares, demonstrou:

Estruturas aerodigestivas sem alterações apreciáveis.

Coluna aérea laringo-faringo traqueal com boa amplitude.

Glândula tireoide com dimensões reduzidas e contorno irregular, provavelmente relacionado a tireoidite crônica, em associação aos dados clínicos.

Glândulas submandibulares com dimensões e densidade normais.

Glândulas parótidas assimétricas, a direita apresentando dimensões reduzidas e menor densidade em relação à contralateral, com sinais de lipossubstituição parcial. Correlacionar com os dados clínicos.

Calcificações ateromatosas nos bulbos carotídeos mais evidentes à esquerda.

Veias jugulares internas de curso e calibre normais.

Não há evidência de massas ou linfonodomegalias nas cadeias cervicais estudadas.

Planos musculares e gordurosos anatômicos.

 

 

NOTA: Sinais de discopatia degenerativa e osteoartrose em C5-C6.

 

 TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO PESCOÇO

Achados:

Formação ovalada sólido-cística, não calcificada, apresentando conteúdo hipodenso de permeio e realce periférico pelo meio de contraste, medindo cerca de 3,0 x 2,2 x 1,6 cm (LxAPxT), localizada no espaço retromandibular esquerdo, posteroinferiormente ao ângulo da mandíbula, mantendo íntimo contato com o músculo esternocleidomastoideo, bem como a porção profunda da parótida ipsilateral. Tais achados são compatíveis com processo inflamatório / infeccioso agudo, podendo corresponder a coleção/abscesso cervical, dentre as hipóteses diagnósticas, no contexto clínico apropriado. A critério clínico, correlacionar com estudo ultrassonográfico com Doppler. 

Nota-se, ainda, discreto aumento do volume das partes moles adjacentes a lesão supracitada. 

Não há evidência de linfonodomegalias cervicais.

Demais planos adiposos e musculares preservados.

Faringe sem sinais de lesão expansiva.

Laringe de aspecto anatômico.

Glândulas parótidas com dimensões preservadas. 

Glândulas salivares submandibulares sem sinais de lesão.

Não identificamos alteração tomográfica na projeção da língua ou do assoalho da boca.

Espaços parafaríngeos preservados.

Não há sinais de lesão nas fossas pterigopalatinas ou fossas infratemporais.

Tireóide com dimensões normais e parênquima homogêneo.



TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO PESCOÇO

 

 

O estudo realizado com tomógrafo multi-slice de 16 canais, através de aquisição volumétrica dos dados com 0,5 mm de colimação, sem administração do meio de contraste venoso por solicitação da paciente, e após manobras dinâmicas de fonação e Valsalva ,que foram pós-processados, obtendo-se imagens axiais e reconstruções multiplanares, demonstrou:

 

 

Estruturas aero-digestivas sem alterações.

Tireoide globosa, com densidade heterogênea, apresentando pequenas imagens ovaladas hipodensas em ambos os lobos. A critério clínico, correlacionar com ultrassonografia.

Glândulas submandibulares e parótidas de dimensões e densidade normais, notando-se diminuta imagem arredondada, hiperdensa, medindo cerca de 0,2 cm, localizada       junto à glândula submandibular esquerda, podendo corresponder a pequeno cálculo.

Carótidas comuns e veias jugulares internas de curso e calibre normais.

Planos musculares e gordurosos sem anormalidades.

Linfonodos de dimensões habituais nas cadeias submandibulares.

Ausência de linfonodomegalias ou massas cervicais.

Pregas vocais simétricas e de contornos regulares.

Vestíbulo laríngeo e recessos piriformes sem alterações apreciáveis.

Fossas infratemporais e cavum de aspecto anatômico.

 

NOTA: Velamento de algumas células etmoidais à esquerda.

 

 

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO PESCOÇO

 

O estudo realizado com tomógrafo multi-slice de 16 canais, através de aquisição volumétrica dos dados com 0,5 mm de colimação, antes e após a administração do meio de contraste venoso, que foram pós-processados, obtendo-se imagens axiais e reconstruções multiplanares, demonstrou:

 

Estruturas aero-digestivas sem alterações.

Sinais de lobectomia tireoidiana esquerda.

O lobo direito da tireoide apresenta-se aumentado de volume e com realce heterogêneo pelo meio de contraste, melhor avaliado através de dados ultrassonográficos, notando-se insinuação do seu pólo inferior ao mediastino, por trás do tronco braquicefálico, que é deslocado anteriormente.

Glândulas submandibulares e parótidas de dimensões e densidade normais.

Carótidas comuns de calibre preservado, apresentando placas ateromatosas, algumas calcificadas.

Veias jugulares internas de curso e calibre normais.

Planos musculares e gordurosos sem anormalidades.

Ausência de linfonodomegalias ou massas cervicais.

 

 

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO PESCOÇO

 

O estudo tomográfico realizado através de aquisição volumétrica dos dados em aparelho multi-slice de 16 canais com 1 mm de colimação, após a administração do meio de contraste venoso, que foram pós-processados, obtendo-se imagens axiais e reconstruções multiplanares, demonstrou:

 

A análise comparativa com exame anterior datado de 03/10/2014 mostra redução das dimensões do tecido irregular nas paredes lateral esquerda e posterior da orofaringe, persistindo a captação de contraste, associado a redução da amplitude coluna aérea correspondente.

Houve surgimento de espessamento das paredes da hipofaringe e da laringe superior, com obliteração dos seios piriformes, podendo estar relacionado a alteração pós-radioterápica.

Segue de aspecto semelhante a lesão nodular com realce heterogêneo pelo meio de contraste e focos cálcicos de permeio no pólo inferior do lobo direito tireoidiano, medindo cerca de 18 x 16 mm.

Nota-se pequena redução das dimensões das glândulas submandibulares, também podendo estar relacionado a alterações actínicas.

Calcificações nos bulbos carotídeos, notadamente à esquerda, já descritas no exame prévio.

Demais aspectos do exame sem alterações evolutivas significativas.

Não houve surgimento de linfonodomegalias cervicais.

 

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO PESCOÇO

 

O estudo realizado com tomógrafo multi-slice de 16 canais, através de aquisição volumétrica dos dados com 0,5mm de colimação, antes e após a administração do meio de contraste venoso, que foram pós-processados, obtendo-se imagens axiais e reconstruções multiplanares, demonstrou:

 

Discreta proeminência das partes moles da parede lateral esquerda da faringe, no plano retropalatal, condicionando leve irregularidade do contorno luminal da orofaringe nesta topografia, sem evidência de realce anômalo pelo meio de contraste, de aspecto inespecífico. Correlacionar com estudo direto.

Restante da coluna aérea faringo-laringo-traqueal com amplitude preservada.

Demais estruturas aero-digestivas sem alterações apreciáveis.

Tireoide e glândulas submandibulares e parótidas de dimensões e densidade usuais.

Carótidas comuns e veias jugulares internas de curso e calibre preservados, notando-se placas ateromatosas nos sifões carotídeos.

Planos músculo-adiposos sem anormalidades apreciáveis.

Não há evidência de massas ou linfonodomegalias nas cadeias cervicais.

Correlacionar com os dados clínicos.

 

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO PESCOÇO

 

Estudo de controle realizado com tomógrafo multi-slice de 16 canais, através de aquisição volumétrica dos dados com 1,0 mm de colimação, após a administração do meio de contraste venoso, que foram pós-processados, obtendo-se imagens axiais e reconstruções multiplanares.

 

Análise comparativa com exame anterior datado de 29/04/2015, disponível em nosso arquivo digital, mostra que segue de aspecto semelhante a mínima irregularidade em partes moles da base da língua, observando-se maior amplitude da coluna aérea direita, podendo corresponder a alterações pós-terapêuticas.

Demais estruturas aerodigestivas sem alterações apreciáveis.

Tireoide não individualizada.

Também segue de aspecto semelhante a leve redução das dimensões das glândulas submandibulares e parótidas, relacionado a alterações actínicas.

Carótidas comuns e veias jugulares internas de curso e calibre normais.

Ausência de linfonodomegalias ou massas cervicais.

Discreto espessamento mucoso no assoalho dos seios maxilares, já descrito no exame prévio.

 

 

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO PESCOÇO

 

Estudo de controle realizado com tomógrafo multi-slice de 16 canais, através de aquisição volumétrica dos dados com 1,0 mm de colimação, após a administração do meio de contraste venoso, que foram pós-processados, obtendo-se imagens axiais e reconstruções multiplanares.

 

Análise comparativa com exame anterior datado de 29/04/2015, disponível em nosso arquivo digital, mostra que segue de aspecto semelhante a mínima irregularidade em partes moles da base da língua, observando-se maior amplitude da coluna aérea direita, podendo corresponder a alterações pós-terapêuticas.

Demais estruturas aerodigestivas sem alterações apreciáveis.

Tireoide não individualizada.

Também segue de aspecto semelhante a leve redução das dimensões das glândulas submandibulares e parótidas, relacionado a alterações actínicas.

Carótidas comuns e veias jugulares internas de curso e calibre normais.

Ausência de linfonodomegalias ou massas cervicais.

Discreto espessamento mucoso no assoalho dos seios maxilares, já descrito no exame prévio.

 

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO PESCOÇO

 

O estudo realizado com tomógrafo multi-slice de 16 canais, através de aquisição volumétrica dos dados com 1,0 mm de colimação, sem a administração do meio de contraste venoso, conforme solicitação do médico assistente, que foram pós-processados, obtendo-se imagens axiais e reconstruções multiplanares, demonstrou:

Estruturas aero digestivas sem anormalidades.

Glândulas tireoide de dimensões reduzidas, com densidade heterogênea, destacando-se pequenas imagens hipodensas em ambos os lobos tireoidianos.

Glândulas submandibulares e parótidas com dimensões e densidade preservadas.

Não identificamos linfonodomegalias cervicais.

Artérias carótidas comuns de calibre normal, destacando-se calcificações ateromatosas notadamente na topografia dos bulbos.

Veias jugulares com trajeto e calibre normais.

Grupamentos musculares e planos adiposos sem anormalidades evidentes.

 

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO PESCOÇO

 

 

O estudo realizado com tomógrafo multi-slice de 16 canais, através de aquisição volumétrica dos dados com 1,0 mm de colimação, após a administração do meio de contraste venoso, que foram pós-processados, obtendo-se imagens axiais e reconstruções multiplanares, demonstrou:

Não há evidência de linfonodomegalias cervicais, observando-se linfonodo com dimensões dentro da normalidade, situado na região 1-B à esquerda, medindo 10 x 6mm.

Notam-se, ainda, linfonodos com dimensões normais na região submentoneana bilateralmente (cadeia cervical 1-A).

Sinais de tireoidectomia parcial à direita.

Tecido tireoideano remanescente com impregnação homogênea pelo meio de contraste.

Glândulas submandibulares e parótidas com dimensões e impregnação pelo contraste normais.

Artérias carótidas comuns e veias jugulares com trajeto e calibre normais, destacando-se apenas tênues calcificações parietais nos bulbos carotídeos.

Grupamentos musculares e planos adiposos cervicais sem alterações expressivas ao método.

 

 

IMPRESSÃO: A análise comparativa com o exame anterior realizado em 12/01/2015 mostra que não mais se observam os linfonodos proeminentes e limítrofes nas cadeias cervicais bilateralmente, notando-se apenas alguns linfonodos com dimensões normais no presente exame.

Os demais aspectos seguem sem alterações evolutivas significativas.

 

 

NOTA: Acentuado espessamento mucoso no seio esfenoidal esquerdo, notando-se, ainda, velamento de parte das células etmoidais deste lado.

 

 

 

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO PESCOÇO

 

O estudo realizado com tomógrafo multi-slice de 16 canais, através de aquisição volumétrica dos dados com 1 mm de colimação, após a administração do meio de contraste venoso, que foram pós-processados, obtendo-se imagens axiais e reconstruções multiplanares, demonstrou:

 

Espessamento e hipodensidade dos tecidos moles que revestem a hipofaringe e toda a extensão da laringe, sem captação evidente do meio de contraste, provavelmente relacionado a alterações pós-actínicas, determinando distorção da coluna aérea em correspondência, com redução do calibre da mesma ao nível da glote.

Esclerose da cartilagem aritenoide esquerda, bem como da borda anterior da cricoide ipsilateral.

Observa-se pertuito de traqueostomia.

Demais estruturas aero-digestivas sem anormalidades evidentes.

Ausência de linfonodomegalias cervicais.

Glândulas submandibulares, parótidas e tireoide com dimensões e impregnação pelo meio de contraste normais.

Artérias carótidas e veias jugulares com trajeto e calibre usual.

Os demais planos adiposos e grupamentos musculares cervicais encontram-se sem anormalidades detectáveis ao método.

 

IMPRESSÃO: A análise comparativa com exame de PET-CT realizado em 08/04/2015 mostra que encontra-se discretamente menos evidente o edema mucoso pós-actínico descrito na laringe e hipofaringe, com menor distorção da coluna aérea. É um pouco mais evidente a esclerose da cartilagem aritenoide esquerda, também possivelmente relacionada ao tratamento. Os demais aspectos seguem sem alterações evolutivas expressivas.

 

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO PESCOÇO E SEIOS DA FACE

 

O estudo realizado com tomógrafo multi-slice de 16 canais, através de aquisição volumétrica dos dados com 1 mm de colimação, antes e após a administração do meio de contraste venoso, que foram pós-processados, obtendo-se imagens axiais e reconstruções multiplanares, demonstrou:

Sinais de uncinectomia esquerda, bem como de turbinectomia completa superior e média deste lado e parcial superior e média direitas.

Nota-se ainda, ampla ressecção do septo nasal, bem como das células etmoidais bilateralmente e do assoalho dos seios frontais.

Há também, sinais de manipulação cirúrgica das paredes anterior e posterior do seio frontal esquerdo.

Destaca-se tecido com densidade de partes moles, discretamente captante do meio de contraste, situado na topografia da transição fronto-etmoidal esquerda e preenchendo parcialmente o seio frontal deste lado, podendo estar relacionado a lesão residual.

Velamento das células etmoidais remanescentes.

Observa-se ainda acentuado espessamento da mucosa nos seios maxilares e esfenoidais, sobretudo do lado esquerdo.

Cavum sem anormalidades evidentes.

Demais estruturas aero-digestivas sem alterações.

Tireóide com volume normal apresentando impregnação discretamente heterogênea pelo meio de contraste.

Glândulas submandibulares e parótidas com dimensões e impregnação pelo meio de contraste normais.

Não identificamos linfonodomegalias cervicais.

Artérias carótidas comuns e veias jugulares com trajeto e calibre preservados, notando-se apenas ateromas parietais calcificados nos sifões carotídeos.

Grupamentos musculares e planos adiposos sem alterações expressivas.

 

IMPRESSÃO: A análise comparativa com exame anterior realizada em 23/03/2015, este sem a utilização do meio de contraste venoso, mostra sinais de nova ressecção das cavidades nasais e paranasais, conforme descrito acima, com redução do tecido com densidade de partes moles, que ocupava o etmoide à esquerda e os seios frontais.

Nota-se discreta piora das condições de aeração do seio maxilar esquerdo e de forma mais evidente dos seios maxilar direito e esfenoidais.

 

 

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO PESCOÇO

 

 

O estudo realizado com tomógrafo multi-slice de 16 canais, através de aquisição volumétrica dos dados com 1,0 mm de colimação, antes e após a administração do meio de contraste venoso, que foram pós-processados, obtendo-se imagens axiais e reconstruções multiplanares, demonstrou:

Pequena imagem ovalada, com densidade de partes moles, captante de contraste, localizada adjacente ao polo inferior do lobo direito da tireoide, medindo cerca de 1,5 x 0,7 cm, compatível com a suspeita clínica de adenoma de paratireoide.

Glândula tireoide com morfologia, dimensões e densidade normais.

Glândulas parótidas e submandibulares simétricas, de configuração e dimensões normais.

Estruturas aerodigestivas sem alterações.

Coluna aérea faringo-laringo-traqueal de amplitude preservada.

Não há evidência de linfonodomegalias nas cadeias cervicais estudadas.

Calcificação parietal ateromatosa não-obstrutiva no bulbo carotídeo esquerdo.

Demais vasos cervicais sem alterações evidentes.

Grupos musculares e planos adiposos preservados.

 

IMPRESSÃO: Pequena imagem ovalada, compatível com indicação clínica de adenoma de paratireoide, situada nas partes moles cervicais adjacentes ao polo inferior do lobo direito da tireoide.

 

NOTA: Espessamento mucoso, com formação de nível líquido, determinando velamento parcial dos                           seios maxilares.

 

 

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO PESCOÇO

 

O estudo realizado com tomógrafo multi-slice  de 16 canais, através de aquisição volumétrica dos dados com 1mm de colimação, após a administração do meio de contraste venoso, que foram pós-processados, obtendo-se imagens axiais e reconstruções multiplanares, demonstrou:

 

Estruturas aero-digestivas sem alterações.

Tireoide e glândulas submandibulares e parótidas de dimensões e densidade normais.

Placas ateromatosas não obstrutivas nos bulbos carotídeos bilateralmente

Notam-se, também, calcificações ateromatosas no arco aórtico, troncos supra-aórticos, sifões carotídeos e sistema vértebro-basilar.

Veias jugulares bem opacificadas.

Planos musculares e gordurosos sem anormalidades.

Ausência de linfonodomegalias ou massas cervicais.

Partes moles da face sem alterações detectáveis ao método.

 

 

IMPRESSÃO:         A análise comparativa com o exame anterior, datado de 06/11/2014, mostra que não houve alterações evolutivas significativas.

 

 

 

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO PESCOÇO

 

O estudo realizado com tomógrafo multi-slice de 16 canais, através de aquisição volumétrica dos dados com 1mm de colimação, após a administração do meio de contraste venoso, que foram pós-processados, obtendo-se imagens axiais e reconstruções multiplanares, demonstrou:

 

Estruturas aero-digestivas sem alterações apreciáveis.

Tireóide, glândulas parótidas e submandibulares de morfologia e densidade usuais.

Carótidas comuns e veias jugulares internas de curso e calibre preservados.

Planos músculo adiposos sem anormalidades.

Não há evidência de linfonodomegalias nas cadeias cervicais estudadas.

 

IMPRESSÃO: A análise comparativa com exame prévio de 03/05/2014, não evidencia alterações evolutivas apreciáveis.

 

NOTA:      Artefatos metálicos provenientes da arcada dentária bilateralmente, prejudicando a adequada

avaliação de estruturas circunjacentes.

 

 

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO PESCOÇO

 

 

O estudo realizado com tomógrafo multi-slice de 16 canais, através de aquisição volumétrica dos dados com 1mm de colimação, sem a administração do meio de contraste venoso, conforme solicitação do médico assistente, que foram pós-processados, obtendo-se imagens axiais e reconstruções multiplanares, demonstrou:

Estruturas aerodigestivas sem alterações apreciáveis.

Glândulas submandibulares e parótidas de dimensões e densidade normais.

Glândula tireoide de dimensões preservadas, notando-se parênquima finamente heterogêneo, a custa do lobo direito.  A critério clínico, correlacionar com estudo ultrassonográfico.

Carótidas comuns e veias jugulares internas de curso e calibre preservados.

Não evidenciamos linfonodomegalias nas cadeias cervicais estudadas.

Planos musculares simétricos, com densidade preservada.

Tecido subcutâneo íntegro.

 

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO PESCOÇO

 

O estudo realizado com tomógrafo multi-slice de 16 canais, através de aquisição volumétrica dos dados com 0,5 mm de colimação, após a administração do meio de contraste venoso, que foram pós-processados, obtendo-se imagens axiais e reconstruções multiplanares, demonstrou:

 

Estruturas aero-digestivas sem alterações apreciáveis.

Pregas vocais simétricas e de contornos regulares.

Vestíbulo laringeo e ogiva infraglótica sem alterações.

Valéculas, recessos piriformes e pregas ariepiglóticas sem anormalidades.

Gorduras pré e para-epiglóticas com transparência normal.

Espaços mastigadores e parafaringeos preservados.

Tireóide e glândulas submandibulares e parótidas de dimensões e densidade normais.

Carótidas comuns e veias jugulares internas de curso e calibre normais.

Ausência de linfonodomegalias ou massas cervicais.

Planos musculares e gordurosos sem anormalidades.

Estrutura óssea da base do crânio, apófises pterigóides e estilóides íntegras.

 

NOTA: Espessamento mucoso dos seios maxilares, esfenoidal esquerdo e frontal direito, e velamento de algumas células etmoidais bilateralmente.

 

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO PESCOÇO

 

O estudo realizado com tomógrafo multi-slice de 16 canais, através de aquisição volumétrica dos dados com 1 mm de colimação, antes e após a administração do meio de contraste venoso, que foram pós-processados, obtendo-se imagens axiais e reconstruções multiplanares, demonstrou:

 

Volumosa lesão de aspecto infiltrativo e limites mal definidos, captante de contraste, comprometendo de forma extensa a hemilíngua esquerda, medindo aproximadamente 5,3 x 3,0 cm nos diâmetros axiais, estimados no plano dos ângulos mandibulares.

O componente póstero-inferior da lesão oblitera a coluna aérea do orofaringe à esquerda, e aparentemente toca a borda anterior e superior da epiglote.

Destaca-se ainda que um pequeno componente da lesão se insinua à hemilíngua direita, ao nível de seu terço médio (vide imagens-chave).

Linfonodos proeminentes e linfonodomegalia, todos com necrose central, situados no nível II B e transição IIB/III à esquerda, medindo a linfonodomegalia cerca de 1,8 x 1,5 cm, de aspecto bastante suspeito para envolvimento secundário.

Obliteração da valécula esquerda por secreção espessa.

Demais estruturas aero-digestivas sem anormalidades expressivas.

Tireóide e glândulas parótidas e submandibulares sem alterações expressivas ao método.

Artérias carótidas comuns discretamente ateromatosas, com calibre preservado.

Veias jugulares internas assimétricas, a direita com calibre preservado e a esquerda com calibre difusamente reduzido, sofrendo ainda compressão e deslocamento medial pela linfonodomegalia descrita acima.
        Grupamentos musculares e planos gordurosos sem anormalidades.

 

NOTA: Pequenos cistos de retenção no seio maxilar esquerdo.

 

 

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO PESCOÇO

 

 

O estudo realizado com tomógrafo multi-slice, através de aquisição volumétrica dos dados com 1mm de colimação, sem a administração do meio de contraste venoso, conforme determinação da paciente, que foram pós-processados, obtendo-se imagens axiais e reconstruções multiplanares, demonstrou:

 

Volumosa formação expansiva com densidade de partes moles, de limites mal definidos, com epicentro na região supraclavicular esquerda, estendendo-se à cadeia jugular interna, bem como ao mediastino superior deste mesmo lado, contendo área espontaneamente densa de permeio (calcificação? sangramento?), sem plano de clivagem definido com a carótida, jugular e vasos subclávios deste lado. A lesão mede cerca de 91 x 58 x 56 mm (L x T x AP).

Cabe ressaltar que a não administração do meio de contraste venoso impossibilita a avaliação de perviedade das estruturas vasculares envolvidas.

Pequeno deslocamento da laringe e porção superior da traqueia para a direita, devido à compressão pela referida massa.

Também não se observa plano de clivagem entre a lesão e o esôfago na transição cérvico-torácica.

Linfonodos e pequena linfonodomegalia na cadeia supraclavicular direita, esta última medindo 17 x 10 mm.

Demais estruturas aero-digestivas e demais cadeias nodais estudadas sem alterações.

 

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO PESCOÇO

 

 

O estudo tomográfico realizado através de aquisição volumétrica dos dados em aparelho multi-slice de 16 canais, com 1,0 mm de colimação, sem a administração do meio de contraste venoso, que foram pós-processados, obtendo-se imagens axiais e reconstruções multiplanares, demonstrou:

Estruturas aero-digestivas sem alterações apreciáveis.

Observa-se aumento volumétrico das parótidas, que se encontram um pouco mais hipodensas do que o usual, podendo corresponder a processo inflamatório/infeccioso, na dependência da correlação clínica/laboratorial.

Nota-se, ainda, densificação dos planos adiposos dos espaços parafaríngeo e carotídeo, observando-se infiltração das partes moles anteriores ao músculo esternocleidomastoideo até ao nível da tireóide.

Glândulas submandibulares levemente proeminentes, com densidade preservada.

Tireóide com dimensões e densidade normais.

Carótidas comuns e veias jugulares internas de curso e calibre normais.

Linfonodos com dimensões normais e proeminentes nas cadeias cervicais, sem configurar linfonodomegalias.

Planos musculares sem anormalidades ao método.

 

 

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DOS SEIOS DA FACE E PESCOÇO

 

O estudo realizado com tomógrafo multi-slice de 16 canais, através de aquisição volumétrica dos dados com 1,0 mm de colimação, sem a administração do meio de contraste venoso, devido ao histórico alérgico e por solicitação dos responsáveis pela paciente, que foram pós-processados, obtendo-se imagens axiais e reconstruções multiplanares, demonstrou:

Importante aumento da glândula parótida direita, inclusive de sua porção profunda, sem lesões focais evidentes ao estudo sem contraste.

Há, também, aumento das dimensões da glândula submandibular esquerda, se comparada a glândula submandibular oposta, principalmente em seu diâmetro transverso.

Tireoide com dimensões e densidade normais.

Destaca-se, ainda, aumento amigdaliano bilateral, um pouco maior à direita, condicionando redução da amplitude da coluna aérea do orofaringe.

Tecidos moles adenoideanos sem anormalidades expressivas.

Observam-se linfonodos e linfonodomegalias nas diversas cadeias cervicais, com destaque para aquelas situadas no nível III, medindo à esquerda cerca de 18 x 13 mm e à direita 23 x 15 mm.

Nota, ainda, expressiva densificação dos planos adiposos profundos do pescoço estendendo-se até o plano do intróito torácico.

Não identificamos linfonodomegalias na porção visualizada do mediastino superior.

Pequeno espessamento mucoso nos seios maxilares, com aspecto lobulado, sugerindo associação com cistos de retenção.

Há, também, pequeno espessamento mucoso no seio esfenoidal esquerdo, destacando-se opacidade circunscrita no seu assoalho, também indicativo de cisto de retenção.

Velamento de algumas células etmoidais bilateralmente.

Aeração do colo do corneto médio direito.

Desvio do septo nasal para a esquerda, com formação de esporão ósseo deste lado.

Infundíbulos etmoidais, recessos frontais e esfeno-etmoidais pérvios.

Estrutura óssea perissinusal íntegra.

 

 

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO PESCOÇO

 

 

O estudo realizado com tomógrafo multi-slice de 16 canais, através de aquisição volumétrica dos dados com 0,5mm de colimação, antes e após a administração do meio de contraste venoso, que foram pós-processados, obtendo-se imagens axiais e reconstruções multiplanares, demonstrou:

 

Linfonodomegalias e conglomerados linfonodais em praticamente todos os níveis cervicais à esquerda, sendo o conglomerado mais volumoso aquele que engloba os níveis II, III e IV, medindo no plano axial cerca de 59 x 28 mm.

Os conglomerados determinam compressão extrínseca sobre a veia jugular esquerda, que encontra-se parcialmente colabada.

Linfonodos cervicais com dimensões dentro da normalidade nos níveis I, II e III à direita, bem como na fossa supraclavicular deste lado, captantes de contraste, sem configurar linfonodomegalias.

Sinais de tireoidectomia, notando-se imagem sugestiva de tecido tireoidiano remanescente na loja cirúrgica bilateralmente.

Glândulas submandibulares e parótida direita com aspecto preservado.

Tecido com densidade de partes moles, captante de contraste, situado de permeio à porção superior da glândula parótida esquerda, de aspecto pouco específico (infiltração linfomatosa?).

Edema mucoso difuso das estruturas laríngeas, sugestivo de alteração pós-actínica.

Carótidas e veia jugular direita sem anormalidades evidentes.

Densificação do tecido celular subcutâneo que reveste o pescoço, notadamente à esquerda, que pode estar relacionado a alterações pós-terapêuticas.

 

IMPRESSÃO: A análise comparativa com os exames anteriores, datados de 09/02/2015 (TC) e 25/02/2015 (PET-CT), mostra que houve redução das dimensões das linfonodomegalias e dos conglomerados linfonodais descritos nos níveis cervicais à esquerda, o maior conglomerado envolvendo os níveis II, III e IV, medindo no estudo atual cerca de           59 x 28 mm (medida anterior: 73 x 50 mm).

Houve consequente melhora discreta da compressão sobre a veia jugular deste lado.

Nota-se ainda redução nas dimensões dos linfonodos descritos nas cadeias cervicais à direita e na fossa supraclavicular deste lado.

Destaca-se no estudo atual tecido com densidade de partes moles de permeio à glândula parótida esquerda, pouco específico.

Os demais aspectos seguem sem alterações evolutivas significativas

 

 

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO PESCOÇO

 

O estudo realizado com tomógrafo multi-slice de 16 canais, através de aquisição volumétrica dos dados com 1,0 mm de colimação, após a administração do meio de contraste venoso, que foram pós-processados, obtendo-se imagens axiais e reconstruções multiplanares, demonstrou:

 

Estruturas aero-digestivas sem anormalidades evidentes.

Coluna aérea faringo-laringo-traqueal preservada.

Glândulas parótidas, submandibulares e tireoide com dimensões e impregnação pelo meio de contraste normais.

Não evidenciamos linfonodomegalias cervicais, notando-se pequenos linfonodos de dimensões usuais, mais evidentes nas cadeias II-A e III.

Planos musculares com densidade normal.

Estruturas vasculares com calibre preservado.

 

IMPRESSÃO: A análise comparativa com o exame de PET-CT, datado de 21/01/2015, não mostra alterações evolutivas significativas, não sendo evidenciado surgimento de linfonodomegalias suspeitas.

 

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO PESCOÇO

 

O estudo realizado com tomógrafo multi-slice de 16 canais, através de aquisição volumétrica dos dados com 1,0 mm de colimação, após a administração do meio de contraste venoso, que foram pós-processados, obtendo-se imagens axiais e reconstruções multiplanares, demonstrou:

 

Estruturas aero-digestivas sem alterações.

Glândula tireoide não visibilizada.

Glândulas submandibulares e parótidas de dimensões e densidade normais.

Carótidas comuns e veias jugulares internas de curso e calibre normais.

Planos musculares e gordurosos sem anormalidades evidentes.

Não há evidência de linfonodomegalias cervicais.

 

IMPRESSÃO: A análise comparativa com o exame anterior, datado de 15/09/2012, mostra que não mais se observa a glândula tireoidea.

Não observamos surgimento de linfonodomegalias cervicais.

Os demais aspectos seguem sem alterações evolutivas significativas.

 

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO PESCOÇO

 

O estudo realizado com tomógrafo multi-slice de 16 canais, através de aquisição volumétrica dos dados com 1,0 mm de colimação, após a administração do meio de contraste venoso, que foram pós-processados, obtendo-se imagens axiais e reconstruções multiplanares, demonstrou:

 

Lesão ovalada heterogênea na fossa supraclavicular esquerda, em situação anterior, determinando abaulamento do tecido subcutâneo em correspondência, com realce intenso e irregular pelo meio de contraste, apresentando área de degeneração necrótica de permeio, associada à densificação dos planos gordurosos circunjacentes, medindo cerca de 2,7 x 2,6 cm no plano axial. O aspecto sugere linfonodomegalia/conglomerado nodal, com alta suspeição para acometimento secundário.

Notam-se ainda vários linfonodos proeminentes arredondados e captantes de contraste na fossa supraclavicular esquerda (nível V-B), circunjacentes à lesão acima descrita, também suspeitos.

Há outros linfonodos de pequenas dimensões dispersos nas demais cadeias cervicais bilateralmente, estes com aspecto menos específico.

Estruturas aero-digestivas sem alterações.

Coluna aérea laringo-faringo-traqueal com amplitude preservada.

Tireóide e glândulas submandibulares e parótidas de dimensões e densidade normais.

Carótidas comuns e veias jugulares internas de curso e calibre normais.

Demais planos musculares e gordurosos sem anormalidades.


TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO PESCOÇO - EXAME REALIZADO EM CARÁTER DE URGÊNCIA

  

Técnica: 

Realizadas aquisições volumétricas da região cervical, em tomografia computadorizada multislice, antes e depois da administração intravenosa de contraste. 

  

Relatório:

Glândulas tireóide, parótidas e submandibulares homogêneas.

Epiglote centrada. Espaço pré-epiglótico com coeficiente de atenuação normal.

Pregas ariepiglótica simétricas e regulares com seios piriformes simétricos e normoaerados.

Tonsilas palatinas hipertrofiadas, sendo mais evidente à direita e com realce levemente heterogêneo ao meio de contraste.

Espaços vasculares, parafaríngeos e mastigadores sem alterações.

Naso e orofaringe com amplitude preservada.

Retrofaringe sem evidências de formações expansivas.

Espaços paralaríngeos regulares. Cordas vocais regulares e simétricas.

Cartilagem cricoide e aritenoide de aspecto normais.

Região infraglótica sem alterações.

Linfonodos proeminentes em alguns níveis cervicais, além de linfonodomegalias nas cadeias IIa, bilateralmente, medindo 2,1 x 1,6 cm à direita e 2,0 x 1,3 cm à esquerda.

Planos musculares anatômicos. 


Impressão radiológica:

- Tonsilas palatinas hipertrofiadas, sendo mais evidente à direita e com realce levemente heterogêneo ao meio de contraste , podendo estar relacionado a alteração inflamatória, na dependência de correlação clínica e laboratorial, porém sem coleções identificadas no presente estudo.

- Linfonodos proeminentes em alguns níveis cervicais, além de linfonodomegalias nas cadeias IIa, bilateralmente.

- Demais aspectos descritos no corpo deste relatório.


TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO PESCOÇO - EXAME REALIZADO EM CARÁTER DE URGÊNCIA

Técnica: Realizadas aquisições volumétricas da região cervical, em tomografia computadorizada multislice, antes e depois da administração intravenosa de contraste. 

Relatório:

Glândulas parótidas e submandibulares homogêneas.

Epiglote centrada. Espaço pré-epiglótico com coeficiente de atenuação normal.

Pregas ariepiglótica simétricas e regulares com seios piriformes simétricos e normoaerados.

Espaços vasculares, parafaríngeos e mastigadores sem alterações.

Aumento volumétrico das tonsilas palatinas, as quais apresentam aspecto estriado de realce pelo meio de contraste iodado, compatível com alterações de natureza inflamatória, determinando redução luminal da orofaringe. Entretanto, não foram evidenciadas imagens compatíveis com coleções de permeio às tonsilas palatinas, detectáveis por este método. 

Retrofaringe sem evidências de formações expansivas.

Espaços paralaríngeos regulares. Cordas vocais regulares e simétricas.

Cartilagem cricoide e aritenoide de aspecto normais.

Região infraglótica sem alterações.

Tireoide sem alterações ao método.

Linfonodos proeminentes em alguns níveis cervicais, porém mantendo a sua morfologia habitual e sem configurar linfonodomegalias.

Planos musculares anatômicos. 


Impressão adiológica:

- Achados sugestivos de processo inflamatório envolvendo as tonsilas palatinas, sem coleções delimitadas ao método.

- Linfonodos proeminentes em alguns níveis cervicais, porém mantendo a sua morfologia habitual e sem configurar linfonodomegalias, reacionais.

- Demais aspectos descritos no corpo deste relatório.