Em Rosária, um dos reinos mais sensíveis à magia dentro de Auradon, os primeiros sinais da Corrupção surgiram de forma quase imperceptível, começando pela vegetação ao redor do reino, que passou a murchar e perder vida sem explicação aparente. A origem desse fenômeno foi associada à Torre de Hollowgrave, onde, segundo o que se acredita, a Corrupção teria começado a se manifestar ou ter sido liberada, se espalhando como uma presença viva e instável. O reino entrou em alerta quando a área ao redor da torre começou a ser completamente tomada por essa força desconhecida, levando a Rainha Aurora e o Rei Philip a convocarem estudantes para investigar o que estava acontecendo. Antes deles, outros grupos já haviam sido enviados, mas nenhum retornou em condições normais, alguns nunca voltaram e outros voltaram gravemente traumatizados e feridos, incapazes de explicar claramente o que haviam enfrentado. Quando os estudantes finalmente chegaram à torre, eles encontraram diretamente a Corrupção em sua forma mais agressiva, uma massa viva que reagia como se tivesse consciência própria, atacando brutalmente o grupo e causando ferimentos graves, quebrando ossos e deixando-os incapacitados. Nesse momento crítico, Malévola interveio e conseguiu salvá-los, retirando-os do local e levando-os de volta ao castelo de Rosária. Com a situação fora de controle e a Corrupção começando a se espalhar rapidamente pelo reino, destruindo tudo em seu caminho e avançando contra a população, Malévola ergueu uma barreira mágica ao redor do castelo para proteger Aurora, Philip e os sobreviventes, enquanto os moradores lutavam para se abrigar do caos crescente. Mesmo com a proteção, a Corrupção continuava a pressionar o reino, enfraquecendo a magia ao redor e tornando cada vez mais difícil manter a barreira ativa, obrigando Malévola a dividir sua força entre conter a invasão e curar parcialmente os estudantes feridos. Em meio ao caos, ela conseguiu recuperar um fragmento da Corrupção, que foi congelado temporariamente para análise, e entregou esse fragmento aos estudantes sobreviventes com a missão de levá-lo até Auradon, onde o Rei Adam e a Rainha Bela poderiam investigar sua natureza e entender melhor aquela ameaça. No entanto, devido à intensidade da Corrupção e ao enfraquecimento geral da magia no local, Malévola não conseguiu abrir um portal seguro para evacuar junto com o reino, permanecendo presa no esforço de sustentar a barreira enquanto Rosária continuava sendo consumida. Agora, com o fragmento em posse de Auradon, o que se sabe é que a Corrupção não apenas destruiu Rosária, mas também começou a se expandir em direção a Maldônia, indicando que essa força desconhecida continua avançando e que novos reinos ainda estão sob ameaça.
Em Rosária, um dos reinos mais sensíveis à magia dentro de Auradon, os primeiros sinais da Corrupção surgiram de forma quase imperceptível, começando pela vegetação ao redor do reino, que passou a murchar e perder vida sem explicação aparente. A origem desse fenômeno foi associada à Torre de Hollowgrave, onde, segundo o que se acredita, a Corrupção teria começado a se manifestar ou ter sido liberada, se espalhando como uma presença viva e instável. O reino entrou em alerta quando a área ao redor da torre começou a ser completamente tomada por essa força desconhecida, levando a Rainha Aurora e o Rei Philip a convocarem estudantes para investigar o que estava acontecendo. Antes deles, outros grupos já haviam sido enviados, mas nenhum retornou em condições normais, alguns nunca voltaram e outros voltaram gravemente traumatizados e feridos, incapazes de explicar claramente o que haviam enfrentado. Quando os estudantes finalmente chegaram à torre, eles encontraram diretamente a Corrupção em sua forma mais agressiva, uma massa viva que reagia como se tivesse consciência própria, atacando brutalmente o grupo e causando ferimentos graves, quebrando ossos e deixando-os incapacitados. Nesse momento crítico, Malévola interveio e conseguiu salvá-los, retirando-os do local e levando-os de volta ao castelo de Rosária. Com a situação fora de controle e a Corrupção começando a se espalhar rapidamente pelo reino, destruindo tudo em seu caminho e avançando contra a população, Malévola ergueu uma barreira mágica ao redor do castelo para proteger Aurora, Philip e os sobreviventes, enquanto os moradores lutavam para se abrigar do caos crescente. Mesmo com a proteção, a Corrupção continuava a pressionar o reino, enfraquecendo a magia ao redor e tornando cada vez mais difícil manter a barreira ativa, obrigando Malévola a dividir sua força entre conter a invasão e curar parcialmente os estudantes feridos. Em meio ao caos, ela conseguiu recuperar um fragmento da Corrupção, que foi congelado temporariamente para análise, e entregou esse fragmento aos estudantes sobreviventes com a missão de levá-lo até Auradon, onde o Rei Adam e a Rainha Bela poderiam investigar sua natureza e entender melhor aquela ameaça. No entanto, devido à intensidade da Corrupção e ao enfraquecimento geral da magia no local, Malévola não conseguiu abrir um portal seguro para evacuar junto com o reino, permanecendo presa no esforço de sustentar a barreira enquanto Rosária continuava sendo consumida. Agora, com o fragmento em posse de Auradon, o que se sabe é que a Corrupção não apenas destruiu Rosária, mas também começou a se expandir em direção a Maldônia, indicando que essa força desconhecida continua avançando e que novos reinos ainda estão sob ameaça.