Tori: Salve Mamutinhes! Aqui quem fala é Victoria.
Gabi: E aqui quem fala é a Gabi, mas não a Gabi professora da física e do rock, a gabi da produção, porque hoje estamos invadindo o mamucast!
Tori: Hoje teremos um encontro de GIGANTES! Se você sempre fica na dúvida se perguntando o porquê do nosso símbolo ser um mamute ou nos chamarmos Mamutes na Ciência, vem com a gente que esse episódio é para você! Hoje o mamutinho cientista vai conversar com o mamutinho esportista sobre a importância das atléticas na vida universitária! Trazendo toda emoção e aquele sentimento de pertencimento, a Atlética IX de Novembro da Escola de Engenharia de Lorena é a convidada para esse episódio.
Pedro: Fala galera, aqui é o Nesquik, vocês me conhecem como “Nesca” pela página da atlética, eu sou atualmente capitão da equipe de Marketing da Associação Atlética 9 de novembro que representa o nosso ‘mamutão’ aí, o mamute de Lorena, o nosso grande orgulho orgulho de ser mamute. Eu tô no terceiro ano de engenharia química, sou 019 (entrou na faculdade em 2019) e tenho 20 anos e tô muito feliz de tá representando a minha entidade que tanto gosto, que tanto faz a vida dos nossos universitários mudarem e ter essa oportunidade de conversar aqui com os mamutinhos na ciência, muito obrigado gente, pelo convite.
Tori: Antes de falar da Atlética de Lorena em si, é muito importante que a gente entenda o que é uma atlética e como elas surgiram!
Surgimento das atléticas universitárias
Gabi: Se você pensa que as competições universitárias são coisas mais recentes, está muito enganade! O primeiro embate esportivo dentro de uma universidade não foi para jogar futebol, mas sim uma partida de remo entre Harvard e Yale em 1852 no rio Winnipesaukee nos EUA, iniciando a rivalidade entre as duas universidades, que se tornou a maior do EUA. Para vocês terem uma ideia, em 1952 não existia basquete e o futebol americano como a gente conhece hoje também não existia. A partir de 1964 essa competição se tornou anual, parando em alguns anos por causa de eventos históricos, como a Segunda Guerra. A última competição (até o dia de gravação do episódio) foi realizada nos dias 07 e 08 de junho de 2019 e vencida por Yale.
Existe uma longa tradição de esportes entre universidades, e os primeiros registros de esporte educacional são de 1916 de quando as Universidades do Rio de Janeiro disputavam com as do estado de São Paulo. Entretanto, no fim do século 19 já havia indícios de competições universitárias realizadas de maneira isolada no colégio Mackenzie, em São Paulo, e na Faculdade Politécnica de Medicina e Cirurgia e Escola Politécnica do Rio, no Rio de Janeiro.
A tradição foi levada para frente e a partir da década de 30 temos o surgimento de associações e novos jogos:
1933: Federação Atlética dos Estudante (FAE), hoje Federação de Esportes Universitários do Rio de Janeiro (FEURJ);
1934: Federação Universitária Paulista de Esportes (Fupe)
1935: Olimpíada Universitária Brasileira, com participação de outros estados como Bahia, Minas Gerais e Paraná;
1939: Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU).
Tori: A CBDU foi criada com o intuito de estabelecer algumas normas para o esporte universitário. Atualmente os jogos universitários mais famosos são: TUSCA (Taça Universitária de São Carlos) e InterUNESP.
Nesquik, eu estou sabendo que a USP também tem vários campeonatos, como o interUSP e a Copa USP. Como eles funcionam e como se entra em uma campeonato?
Pedro: Na realidade o interUSP e a Copa Usp são campeonato de formatos diferentes, a Copa Usp é um campeonato que ocorre durante o primeiro semestre, do comecinho de semestre até o final, são todos os jogos disputados no CEPEUSP - Centro de Práticas Esportivas da USP - onde ficam os ginásios, toda uma estrutura esportiva bem avançada, muito bem feito. O CEPEUSP, tem uma excelente quadra poliesportiva, tanto que você pode usar para vôlei, basquete, futsal, handebol, tem muitos campos de futebol, senão me engano 4. Geralmente, são jogos de final de semana, então você viaja para São Paulo - no caso da gente que é de Lorena, quem é de lá só vai pro CEPEUSP jogar.
O interUSP é uma campeonato que a gente não participa, a gente gostaria muito, é um dos campeonatos que a gente respeita bastante, se tivéssemos oportunidade poderíamos avaliar com certeza a nossa entrada nele. É um campeonato que é como se fosse o caipirusp, que é o nosso principal campeonato no caso, ele acontece em algum feriado, poderia até falar no final de semana, mas geralmente são em feriados para caber mais dias. São três, quatro dias, as vezes são 2 como foi o caipirusp de 2019, foram dois dias: sábado e domingo.
Como não fazemos parte (do interUSP), por exemplo, se a gente quisesse entrar teria todo um processo burocrático para conseguirmos uma entrada num campeonato que não participamos.
Tori: Todo ano muda a cidade também, a atlética tem algum pezinho por trás das cidades que são escolhidas anualmente? Como funciona isso?
Pedro: Como eu disse, pra uma atlética entrar em um campeonato que ela não participa rola toda uma apresentação e depois a CO, a comissão organizadora, que no caso são as atléticas que montam aquele campeonato decidem se ela vai entrar ou não. A CO toma decisões grandes, nesse caso, só que também existe um outro grupo que a gente chama de CE que é a comissão especial, por exemplo, eu sou CE do caipirusp, eu sou diretor geral esportivo do caipirusp na gestão de 2021. Cada um tem um papel na CE, eu como diretor geral esportivo, organizo a parte esportiva de tabelas de jogos e tal e a CE no total, que é o presidente, o secretário, o dge, o marketing e o tesoureiro, - são as cinco pessoas - votam para outras coisas e têm outros papéis, um deles é justamente a escolha da cidade.
A escolha da cidade é junto com alguma empresa que presta serviços pro caipirusp. A gente quer fazer o caipi em 2022 se todo mundo tiver vacinado e vamos fazer em alguma cidade do interior, beleza. A gente vai lá e contrata uma empresa, essa empresa vai ajudar a gente na parte esportiva também, na arbitragem, conseguir ginásio e, nessa parte de conseguir ginásio, conseguir lugar para fazer as festas também, que são grandes atrativos, a gente sabe, dos jogos universitários. Eles acabam tendo contato com diversas prefeituras e prefeitos para conseguir fazer licitações para a gente conseguir participar, aí você entra com essa empresa e ela faz todo esse trâmite, no final a gente só acaba decidindo mesmo. A gente decide ao fim do processo quais são as cidades sede, no caso a cidade sede, como em 2019 por exemplo, foi Batatais ali perto de Franca.
Tori: Agora, voltando para Lorena, conta um pouquinho da história da atlética da EEL.
Pedro: A Associação Atlética 9 de Novembro foi fundada, como o próprio nome já diz, no dia 9 de novembro de 2006 no intuito de desenvolver os alunos da faculdade tanto para o mercado de trabalho quanto para um desenvolvimento esportivo. A gente sabe que numa escola de engenharia não podemos chegar fazendo estágio, um dos grandes agregadores de conhecimento e práticas, você tem que terminar o ciclo básico, o que demora um pouquinho. Então, tem outras formas de se conseguir conhecimento das coisas, fora da sala de aula, claro, e uma delas é entidade, e não existia ainda um entidade que cuidasse da parte esportiva, uma atlética.
O primeiro objetivo é desenvolver o esporte, porque o esporte é muito importante na vida de universitário, primeiramente para alívio de estresse, aquela hora que você sai da aula 17h40, cansado, tá na aula desde às 8 horas da manhã, claro que você quer chegar em casa e descansar um pouco, mas é muito importante também cuidar do seu corpo assim como se cuida da mente, “Corpo são, mente sã”, todo mundo já ouvi essa frase pelo menos uma vez na vida. Então, a atlética vem com esse intuito de tanto criar competição, como criar qualidade de vida nos estudantes da EEL, é muito importante.
Eu joguei futsal a vida inteira, sempre priorizei cuidar da vida acadêmica, foram escolhas que eu fiz, mas nunca deixei de praticar esporte porque eu sempre senti que era um momento que eu conseguia me desligar de tudo, é um momento muito importante. Inclusive, quando eu tinha problemas mais fortes pessoais, fora da sala de aula, às vezes quando eu tava em quadra parecia que eu tudo por uma hora e meia, 2 horas ali de treino e quando você tá jogando um campeonato, uma partida competitiva, você esquece. É como uma transformação mesmo, você se torna quase que uma outra pessoa. Eu tenho um negócio, que em jogos importantes minha perna treme, mas não é um tremer de medo é um tremer de estar tão focado naquilo que eu tô fazendo que a minha perna esquerda começa a tremer.
A atlética foi criada não só com esse intuito de competição mas também de qualidade de vida, existem modalidades na atlética da EEL que não são de campeonato, na verdade até vão pros campeonatos, mas que não valem pontos na tabela geral, é o que a gente chama de “for fun”. É para diversão mesmo.
Eu já fui diretor de futsal, hoje eu não sou mais, eu sou diretor do futevôlei. Futevôlei é uma modalidade na nossa atlética que é totalmente voltada para sua diversão, a gente joga o Eduni mas não vale pontos. A gente se juntava toda sexta-feira, meio-dia na caixa de areia da faculdade para treinar futevôlei, que é um esporte criado aqui nas cidades de praia e que é uma delícia, e essa história da Atlética, foi criada justamente nesse intuito de aliviar estresse, tirar a cabeça do universitário um pouco daquelas contas maluca que a gente ver do primeiro ao quinto ou sexto ano.
Tori: Eu praticava rugby na facul, quarta e sexta com aquele sol nas costas, mas era tipo “vamos lá praticar!”. E é um compromisso com o seu time, não é um jogo individual, tem uma galera que você tem que animar.
Pedro: É bem isso que você falou, o esporte é um grande molde do que é a vida em certos pontos. O esporte coletivo é você estar fazendo um trabalho alí, eu por exemplo sou goleiro, em quadra eu sou o único que faz a função, não tem dois de mim, mas ainda assim eu não trabalho para mim, óbvio que eu treino para me melhorar para jogar melhor, só que não é necessariamente para mim, é para o time inteiro, é você cuidar daquele time. Você assume o compromisso de, no caso do futsal, segunda e quarta estar treinando, querendo melhorar e melhorar como um conjunto.
A nossa missão do MVV é poder impactar e transformar vidas através do esporte, principalmente as vidas dos estudantes de Lorena e eu acho que a nossa missão é a nossa principal fonte de sentimento de realização. Você falou que toma sol nas costas por causa do time de rugby e a gente fica muito feliz de saber que você se doa pelo seu time porque se sente numa família, acredito que como eu, como qualquer outra pessoa, você chegou na faculdade sem conhecer muita gente e criou uma família.
Gabi: De onde vem o mamute? E o que é um DM?
Pedro: O DM é o diretor de modalidade, ele tem o trabalho de cuidar do time. É como se ele fosse presidente de uma mini entidade onde ele é entidade inteira. Ele cuida do marketing, cuida do financeiro, paga o técnico, ele que busca um técnico, renova um técnico. Quando, por exemplo, a gente vai para a Copa USP viajar para São Paulo, ele corre atrás de transporte para São Paulo, ele realmente faz tudo do time. Ele não é o capitão, é diferente, no futsal, por exemplo, o capitão é o Vitor. Eu já fui DM, hoje em dia é o Eric e o Adenilson, pode ser mais de um e, eles são realmente os diretores da modalidade, eles têm o papel de resolver todos os problemas e burocracias que o time precisar e aparecer.
Gabi: Que responsa!
Pedro: E o mamute na realidade surgiu do time de rugby, o símbolo da atlética não era o mamute, não tinha um símbolo na realidade, e aí escolheram o mamute decorrente do mamute do rugby. A equipe de rugby já existia e eles usavam o mamute justamente por ser um símbolo de força e resistência, porque é muito que o rugby é: um esporte de resistência, de estratégia e de força e, por isso, eles colocaram o mamute como símbolo, que é justamente esse símbolo de persistência e força de vontade, não necessariamente de força bruta mas de saber usar a força que você tem.
Gabi: Qual o papel das atléticas hoje e como a tecnologia influencia nesse papel?
Pedro: A tecnologia vem evoluindo muito no esporte, assim como em qualquer outra área que a gente pode falar no cotidiano do ser humano. Como exemplos profissionais, a gente tem o var no futebol, a tecnologia de desafio no vôlei e no tênis. A tecnologia, querendo ou não, é presente em tudo na nossa vida hoje em dia.
Em relação ao papel da tecnologia no esporte universitário, ela é bem voltada, se tornou voltada agora no período de pandemia. A gente no futsal tinha treinos presenciais e quando a pandemia veio, foi bem no ano que a gente trocou de técnico, tinha acabado de trocar a comissão técnica da equipe de futsal. A gente queria muito aprender com o novo técnico. Ele começou a dar treinos táticos e físicos à distância, então, ele tem um aplicativo em que consegue mostrar a quadra e é como se fosse uma prancheta virtual, mesmo. Ele mostra jogadas, ele consegue programar os jogadores para ir onde ele quer, dá orientações de onde você tem que pisar, onde ir, onde se posicionar tanto na defesa quanto no ataque, e isso é um baita avanço. Há 30 anos a gente não teria isso e estaríamos há 2 anos parados, sem saber o que é futsal, sem estudar, porque os esportes apesar de universitários - e inclusive os profissionais - são coisas que é preciso estudar, você não consegue apenas chegar e jogar, é preciso saber onde você vai fazer uma coisa, o que você não pode fazer, tanto de regra quanto de realmente...
...de “cacoete”, que a gente chama, que é o que “você manja”. Não é nem malandragem, mas é experiência! “Ah não! O cara tá vindo ali pela direita então eu vou nele, eu vou marcar ele, porque senão ele vai sair correndo sozinho”.
Então, a tecnologia ajuda muito, a gente estaria literalmente há um ano sem esporte, sem ver o que a gente tem que estudar. Eu acho que, inclusive, o papel da atlética hoje em dia passa muito isso, passa muito além de tudo que eu falei antes de espírito coletivo, de certas responsabilidades que você tem não só com você mesmo mas como os outros, como comprometimento e outras coisas, também traz esse lado. Eu acho que hoje em dia o esporte universitário de seriedade mesmo, quando se trata de uma modalidade competitiva, por exemplo, você tem que estudar não só o que você vai fazer mas o que seu adversário já faz. Você vai jogar um jogo contra a escola de educação física, você tem que dar uma olhada em como eles jogam, independentemente de tudo tem que conhecer o seu adversário, e isso a tecnologia ajuda e as atléticas vêm evoluindo muito nisso, existem rivalidades e estudos que andam juntos, os treinos andam todos juntos, e isso é bem legal! Eu gosto muito de ver isso, porque querendo ou não, na vida a gente que faz faculdade só estuda praticamente, e até no momento de descontração tem estudo. Isso mostra que estudar não é necessariamente um momento de seriedade, mas também pode ser de descontração.
Inclusive, eu trouxe um depoimento de uma ex atleticana, a Carol, Ramunno como a gente conhece. Ela se formou em 2018, mas faz parte do Conselho da Atlética, que é o conjunto de pessoas que já foram da entidade que ajudam, que orientam a gente que está fazendo trabalho hoje. O depoimento é muito legal, ela sempre foi uma pessoa muito ligada à atlética e eu vou ler aqui para vocês. O nome do depoimento “atlética igual a uma tatuagem no coração no meu coração”:
“Meu nome é Carolina Ramunno, mais conhecida na faculdade como Ramunno. Entrei na faculdade em 2013 e me formei em Engenharia Química em 2018. Os meus anos na faculdade foram totalmente preenchidos pela atlética e me orgulho muito disso. 6/6 anos jogando e 4/6 anos como membro da Atlética!! Vocês vão entender …
A minha história com o esporte começou antes da faculdade. Sempre fui e sempre serei completamente apaixonada pelo poder transformador do esporte na vida das pessoas. Eu já vi o esporte em geral: mudar comportamentos agressivos e introvertidos, fazer pessoas conhecerem outros países, fazer pessoas acreditarem que são capazes de superar seus limites… entre outras admiradas revoluções. Já joguei em clube, federação, campeonato estadual, campeonato internacional…. Já joguei futebol, futsal, vôlei, hand, basquete, andei de skate, corri… e não me canso de aprender e me aventurar nesse universo. No esporte todo mundo é igual e ao mesmo tempo diferente… apesar de todos serem iguais perante às regras e valores, cada um tem um único e exclusivo papel seja dentro da estratégia de jogo seja na equipe. Essa é a magia que promove a transformação independentemente do esporte praticado, seja ele individual ou coletivo, mais popular ou mais elitizado.
Entrei para a Atlética em 2013 como bixete da entidade: lembro como se fosse hoje um dos dias mais felizes da minha faculdade!! Logo depois assumi o cargo de DM do Futsal feminino em um momento de grande desafio para o engajamento e estruturação do time. Em 2014 migrei para o cargo de DGM (Diretora Geral de Modalidades) buscando suportar e acompanhar de uma forma mais ampla os times da faculdade. Em 2015 assumi o cargo de Parcerias com o objetivo de expandir a atuação da atlética não só para a cidade de Lorena (parcerias municipais) como também para onde acreditávamos ser possível. E em meu último ano (muitos falam que é o mais intenso) em 2016, fiz parte da equipe de RH. Com certeza um dos meus maiores desafios pessoais, porque pude evoluir muito na questão da empatia em relação às outras pessoas: entender as dificuldades e limitações, respeitar as individualidades de cada membro e como cada um poderia e deveria agregar a gestão. Cada ano com uma gestão diferente, pessoas diferentes, perfis diferentes, objetivos diferentes … me possibilitando aprender, crescer e me desenvolver assim como em qualquer esporte!
Colecionei momentos inesquecíveis, maravilhosos e muito emocionantes na Atlética. Sempre que penso e falo da atlética (seja com quem for) meus olhos se enchem de lágrimas, meu coração acelera e fico toda arrepiada. Isso vem de dentro, é um sentimento que simplesmente não tem explicação. A Atlética desperta em todos que já estiveram ali dentro um sentimento de protagonismo, de pertencimento, de força, de coragem e de raça que vai muito além de tudo que eu já tinha vivido. E depois de vivê-lo dentro de mim tão intensamente eu descobri que esse é o famoso Orgulho de Ser Mamute tão falado! O papel da atlética é transformador para as pessoas, para os times, para a faculdade e para a cidade de Lorena. Sou eternamente grata à Atlética por todos os ensinamentos práticos da vida real, por me preparar para o mercado, por me tornar uma profissional de “casca” com coragem e força para enfrentar os desafios e dificuldades!
Por tudo isso: a Atlética é uma tatuagem que eu tenho no coração e que ficará ali para sempre!
Com muito orgulho de ser Mamute, Ramunno.”
Ela é muito identificada com a atlética, participa muito, é uma pessoa muito especial para a gestão. Eu não cheguei a trabalhar com ela, a gente é 2019 e ela formou em 2018, eu pouco vi a Ramunno para ser sincero, mas ainda assim ela é uma pessoa que você sente que ela vivia aquilo intensamente, até hoje vive, e que aquilo realmente agregou na vida dela. Já conversei muito com ela por causa da Atlética no WhatsApp. Ela sempre me fala o quanto isso mudou a vida profissional dela, porque realmente, como qualquer outra entidade, ela cria aquilo de responsabilidade, comprometimento também, só que eu acho que atlética trás, no caso dela, no meu caso e das outras pessoas que conheço dentro da entidade, é que…
… eu fiz até um TCC sobre isso quando eu fiz marketing! Que é ter o poder de acreditar no trabalho que você faz, você acreditar realmente no trabalho que você faz, o torna mais produtivo, e ela realmente acredita, assim como todos nós acreditamos que a gente realmente consegue, como eu disse na missão, transformar e impactar nas vidas dos estudantes de Lorena através do esporte, o que é muito gratificante!
[1] Globo Universidade - Saiba Como Surgiram os Primeiros Jogos Universitários no Brasil (2012). Acesso em 02/07/21 http://redeglobo.globo.com/globouniversidade/noticia/2012/12/saiba-como-surgiram-os-primeiros-jogos-universitarios-no-brasil.html
[3] A Brief History of the National Collegiate Athletic Association's Role in Regulating Intercollegiate Athletics - Rodney K. Smith
https://scholarship.law.marquette.edu/cgi/viewcontent.cgi?article=1393&context=sportslaw
[5] Harvard-Yale Regatta - 150 Years of Tradition
https://gocrimson.com/sports/2020/5/9/harvard-yale-regatta-150-years-of-tradition.aspx?id=3628
[6] 154th Harvard-Yale Regatta closes out the 2019 Collegiate Season
Pra aprender:
Produção: O Podcast Admirável Líder Novo - que surgiu como o TCC da Aluna Sarah Mesquita e traz ex alunes que estão atuando em várias áreas do mercado para falar sobre liderança, autoconhecimento, etc (Isa)
Atlética: 2 livros: Onze anéis: A alma do sucesso por Phil Jackson e Transformando suor em ouro, do Bernardinho
Pra descontrair
Produção: O anime Haikyū!!
Halftime show do Super Bowl - Youtube
Atlética: Série da Netflix - The Last Dance
Jogos Olímpicos de Tóquio
Playlist da Atlética EEL no Deezer
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