Identificação da paciente:
-> Mulher
-> 60 anos
Problemas:
-> Fadiga quando realizava maiores esforços
-> mucosa descorada
-> fezes as vezes duras e às vezes líquidas, com raios de sangue
-> tinha medo de fazer colostomia
Exames:
-> hemograma
-> sangue oculto nas fezes
-> endoscopia digestiva alta
-> colonoscopia
RESULTADOS:
Hb: 5,7 g/dl
Hemácia hipocrômica
Endoscopia: normal
Colonoscopia pólico
Biópsia: neoplasia maligna de cólon
Paciente encaminhada para o CACON
QUESTÕES
O que é pólipo, seus tipos e como se desenvolvem?
DEFINIÇÃO:
consistem em protuberâncias no lúmen acima da mucosa colônica adjacente.
EXAMES:
Os pólipos do cólon são detectáveis durante o exame de colonoscopia e geralmente são assintomáticos, mas podem ulcerar e sangrar, causar tenesmo se estiverem no reto e, quando muito grandes, produzir obstrução intestinal
IMPORTÂNCIA DE RETIRAR:
podem ser malignas
TIPOS:
podem ser neoplásicos (por exemplo, adenomas) ou não neoplásicos (por exemplo, pólipos inflamatórios).
Os pólipos colorretais podem ser classificados pela sua histologia e morfologia. Outra informação importante é seu tamanho estimado na colonoscopia, apresentando maior risco para neoplasia quando são maiores ou iguais a 1 cm. Essas classificações são importantes para a decisão terapêutica na colonoscopia e para o seguimento do paciente.
-não neo-plásicos
temos 3 tipos fundamentais: os pólipos inflamatórios, os hamartomas e os hiperplásicos. Quando aos neoplásicos, os pólipos podem ser separados em: adenomatosos e serrilhados.
-pólipos inflamatórios ou pseudopólipos são constituídos de componentes estromais, epiteliais e células inflamatórias com ilhas de formato irregular de mucosa colônica intacta residual, fruto ulceração
-pólipos hamartomatosos são pólipos geralmente benignos constituídos por elementos de tecido normalmente encontrados naquele local,mas que crescem em uma massa desorganizada, podendo ser necessária sua excisão pelo potencial crescimento e desenvolvimento de sintomas.
pólipos hiperplásicos
geralmente são encontrados no retossigmode e são menores que 5 mm, não apresentando risco de malignidade. Ao exame endoscópico, apresentam pequenos nodulos.
-pólipos serrilhados são um grupo heterogêneo de pólipos com potencial de malignidade variável. São mais comuns no cólon direito e apresentam uma associação com o adenocarcinoma.
-pólipos adenomatosos apresentam displasia e risco de evolução para adenocarcinoma. Acredita-se que eles sejam originários de uma falha em uma ou algumas etapas do processo normal de proliferação celular e de morte celular (apoptose).
Os adenomas são os pólipos neoplásicos mais prevalentes no cólon.
O aumento da idade é um fator de risco para o desenvolvimento
O que é o câncer de cólon, qual sua epidemiologia e fator de risco?
OQUE É + EPIDEMIOLOGIA
O câncer colorretal (CCR) compreende uma gama de tumores malignos que afetam o intestino grosso e o reto.
No Brasil, de acordo com informações da Organização Mundial de Saúde (OMS), o CCR é a terceira maior causa de câncer, sendo o terceiro tumor maligno mais frequente em homens e o segundo em mulheres.
Em relação à mortalidade, no Brasil o CCR é a quarta causa de morte por câncer em homens, e à terceira causa em mulheres. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), no Brasil a incidência do CCR varia conforme a região analisada, com maior proporção nas regiões sul e sudeste, com incidência de 19-21 casos/100.000 indivíduos, e menor nas regiões centro-oeste, nordeste e norte. Sabe-se que a incidência de CCR aumenta com a idade, sobretudo em maiores de 50 anos, sendo 90% dos casos ocorrendo acima dessa faixa etária.
É possível dividir esse câncer em três tipos: esporádico, que representa 75% dos casos, origem familiar que corresponde a 20% dos casos e os demais estão relacionados com síndromes hereditárias e doença inflamatória intestinal.
FATORES DE RISCO:
DUAS TEORIAS:
Sequência adenoma-carcinoma:
Essa via corresponde a 80% dos CCR esporádicos. Nós temos duas cópias do gene supressor de tumor Polipose adenomatosa coli (APC) que é um regulador negativo de uma proteina multifuncional,componente da via de sinalização, chamado b-catenina. Algumas pessoas já nascem com uma cópia do gene APC mutada ou inativada. No entanto, os adenomas só se desenvolvem quando há a mutação ou ativação das duas cópias do gene. A fisiopatologia do CCR se inicia quando ocorre uma mutação da APC, fazendo com ele perca a sua função. Normalmente esse gene promove a degradação da b-catenina, entretanto, como o APC está inativo, ocorre acúmulo da b-catenina. Esse componente da via de sinalização, em grande quantidade se transloca para o núcleo celular e ativa a transcrição de genes, como os que codificam Myc e Ciclina, responsáveis pela proliferação celular. Esse processo pode ser acompanhado por mutações adicionais, como mutações de ativação do gene KRAS, que também promovem o crescimento celular e evitam a sua apoptose; mutações que codificam os genes SMAD2 e SMAD4, efetores da sinalização do fator TGF-ẞ que está envolvido na inibição do ciclo celular e em outros genes como DCC e caderina-E. Mutações de TP53 também ocorrem em fases tardias da progressão do tumor, ele é um gene supressor de tumor que está mutado em 70-80% dos cânceres do cólon. Em suma, fatores que levam à mutação em genes que regulam a proliferação celular estão alterados, fazendo surgir os adenomas com displasias celulares.
Via de instabilidade de microssatélites:
Essa via está associada ao aparecimento do câncer colorretal hereditário não polipose. Em pacientes que tem perdas de genes relacionados ao reparo do DNA, existem mutações que se acumulam em repetições microssatélites, uma condição chamada de instabilidade microssatélite. Essas mutações geram irregularidades em genes envolvidos na regulação do crescimento celular, como TGF-ẞ tipo II e a proteína pró apoptótica BAX. Mutações no oncogene BRAF e silenciamento de alguns genes devido à hipermetilação da ilha CpG também são comuns. Assim, ocorre o crescimento celular descontrolado e a sobrevivência de células geneticamente anormais.
Correlacionar a fisiopatologia com os sinais e sintomas (manifestações clínicas).
O câncer de cólon, também conhecido como câncer colorretal, pode apresentar uma variedade de sintomas e sinais, embora muitas vezes seja assintomático nas fases iniciais. Alguns dos sintomas e sinais comuns incluem:
1. Sangramento retal: Isso pode ser notado nas fezes ou no papel higiênico após evacuar.
2. Mudanças nos hábitos intestinais: Isso pode incluir diarreia persistente, constipação frequente ou alterações no formato das fezes.
3. Dor abdominal: Dor abdominal persistente, cólicas ou desconforto podem ocorrer.
4. Perda de peso inexplicada: Perder peso sem uma razão aparente pode ser um sinal de preocupação.
5. Fadiga: Sentir-se cansado frequentemente, mesmo após descansar, é um sintoma comum.
6. Sensação de que o intestino não está completamente vazio após evacuar.
7. Anemia: Pode ocorrer devido ao sangramento crônico, levando a uma diminuição nos níveis de hemoglobina no sangue.
8. Massa abdominal palpável: Em casos avançados, uma massa ou inchaço pode ser sentida no abdômen.
É importante lembrar que esses sintomas não são exclusivos do câncer de cólon e podem ser causados por outras condições. No entanto, se você apresentar algum desses sintomas persistentes, é fundamental procurar um médico para avaliação e diagnóstico adequado. A detecção precoce é crucial para o tratamento eficaz do câncer de cólon.
Como é realizado o diagnóstico, prevenção e o estadiamento dos cânceres de cólon?
Critérios de Amsterdã
Pelo menos três parentes com câncer de cólon e todos os seguintes:
Uma das pessoas afetadas é um parente em primeiro grau das outras duas pessoas afetadas.
Duas gerações sucessivas afetadas.
Pelo menos um caso de câncer de cólon diagnosticado antes dos 50 anos.
Exclusão de polipose adenomatosa familial.
Critérios de Amsterdã modificado
Mesmos critérios de Amsterdã, exceto que o câncer deve ser associado com CCNPH (cólon, endométrio, intestino delgado, ureter e pelve renal) em vez de especificamente câncer de cólon.
Critérios de Bethesda
Um dos seguintes critérios deve ser encontrado:
Câncer colorretal diagnosticado antes dos 50 anos de idade.
Tumores colorretais sincrônicos ou metacrônicos e outros relacionados com o CCNPH (inclui estômago, bexiga, ureter, pelve renal, trato biliar, cerébro [glioblastomal], adenomas de glândulas sebáceas, ceratoacantomas e carcinomas de intestino delgado), sem considerar a idade Câncer colorretal com elevada instabilidade de microssatélites diagnosticado antes dos 60 anos.
História familiar de um ou mais parentes de primeiro grau com câncer colorretal ou outros tumores relacionados com CCNPH. Um dos diagnósticos sendo feito antes dos 50 anos (inclui adenomas que podem ter sido diagnosticados antes dos 40 anos de idade).
Câncer colorretal com dois ou mais parentes com câncer colorretal ou outros tumores relacionados com CCNPH, sem considerar a idade.
Diferencie quimioterapia de radioterapia.
A quimioterapia envolve a utilização de fármacos para destruir células cancerosas. Embora um fármaco ideal destruísse as células cancerosas sem danificar as normais, a maioria dos fármacos não são seletivos assim. Em vez disso, os fármacos são concebidos para infligir mais lesões às células cancerosas do que às células normais, geralmente ao usar fármacos que afetam a habilidade de uma célula de crescer. O crescimento descontrolado e rápido é característico de células cancerosas. Porém, como as células normais também precisam crescer e algumas crescem muito rapidamente (como aquelas na medula óssea e do revestimento da boca e intestino), todos os fármacos quimioterápicos afetam as células normais e causam efeitos colaterais.
A quimioterapia é usada para curar o câncer. Ela também pode diminuir o risco de o câncer retornar, retardar o crescimento de um câncer ou encolher tumores que estão causando dor ou outros problemas.
Embora um único medicamento quimioterápico possa ser eficaz contra certos tipos de câncer, muitas vezes os médicos dão vários medicamentos quimioterápicos ao mesmo tempo (quimioterapia combinada).
Na tentativa de aumentar os efeitos destruidores de tumor dos medicamentos contra o câncer, a dose pode ser aumentada. Às vezes, o período de repouso entre os ciclos de quimioterapia pode ser reduzido. A quimioterapia em alta dose, com períodos de repouso curtos, é rotineiramente usada em muitos cânceres como leucemias, linfomas, câncer de pulmão, câncer de pâncreas, cânceres do sistema digestivo, câncer de mama e outros.
A quimioterapia em dose alta é às vezes usada para tratar pessoas com um câncer que reapareceu após a quimioterapia em dose padrão, principalmente para pessoas com mieloma, linfoma e leucemia. No entanto, a quimioterapia com altas doses pode causar lesões com risco de morte na medula óssea. Por isso, a quimioterapia de altas doses é frequentemente combinada com estratégias para proteger a medula óssea (terapia de resgate). No resgate da medula óssea, as células da medula óssea são colhidas antes da quimioterapia e retornadas à pessoa após a quimioterapia. Em alguns casos, essas células podem ser isoladas da corrente sanguínea em vez da medula óssea, e podem ser reinfundidas na pessoa após a quimioterapia, para restaurar a função da medula óssea.
Radioterapia é um tratamento do câncer que usa feixes de radiação para destruir células cancerosas e encolher tumores malignos.
Médicos usam radiação para tratar muitos tipos de câncer, incluindo cânceres de cabeça, pescoço, cérebro e mama
A radiação pode não destruir todas as células cancerosas e pode destruir algumas células normais, o que pode causar certos efeitos colaterais
Os médicos podem tratar câncer com radiação e outro tipo de tratamento, como quimioterapia
Radioterapia pode aumentar seu risco de ter outros cânceres no futuro
Radioterapia mata todos os tipos de células no corpo, não apenas as células cancerosas. A radiação tem que ser muito cuidadosamente focada para que atinja principalmente células cancerosas e não tecido saudável.
A maioria das radioterapias usa uma máquina que envia um feixe de radiação para a parte do corpo que tem câncer. Existem dois tipos de feixes de radiação:
Raios gama
Feixes de prótons
Feixes de prótons podem ser focados com maior precisão do que os raios gama. Seja qual for o feixe usado, a maioria das pessoas recebe radioterapia todos os dias durante seis a oito semanas.
Médicos frequentemente usam RM, TC e ultrassom durante a radioterapia para poder focar o feixe de radiação no tumor com maior precisão
Outra maneira de os médicos evitarem lesar tecido saudável é focar o feixe de radiação no câncer de lados diferentes do corpo e em ângulos diferentes. Assim, o feixe sempre atinge o câncer, mas o tecido saudável não é atingido todas as vezes.
Outros tipos de radioterapia incluem:
Uma substância radioativa que os médicos injetam na veia e que viaja pelo sangue até as células cancerosas
Pequenas bolotas (sementes) radioativas que os médicos botam dentro do tumor canceroso
Quais tratamentos podem ser realizados para os cânceres de cólon? (Aprofundar sobre a bolsa de colostomia).
O tratamento do câncer de cólon depende de vários fatores, incluindo o estágio da doença, a localização do tumor, a saúde geral do paciente e outras considerações individuais. Os principais tipos de tratamento para o câncer de cólon incluem:
Cirurgia: A cirurgia é frequentemente o tratamento principal para o câncer de cólon. O objetivo é remover o tumor cancerígeno e, muitas vezes, uma porção do cólon saudável circundante. Em alguns casos, pode ser necessária a remoção de parte do reto ou até mesmo do ânus. Em estágios iniciais, a cirurgia pode ser curativa, enquanto em estágios avançados, pode ser usada para aliviar sintomas e melhorar a qualidade de vida.
Quimioterapia: A quimioterapia envolve o uso de medicamentos que atacam e destroem as células cancerosas. Pode ser administrada antes da cirurgia para reduzir o tamanho do tumor (neoadjuvante), após a cirurgia para matar quaisquer células cancerosas remanescentes (adjuvante) ou como tratamento principal em estágios avançados da doença.
Radioterapia: A radioterapia usa radiações de alta energia para direcionar e destruir as células cancerosas. É frequentemente usada em combinação com a cirurgia ou a quimioterapia, especialmente para o câncer retal, mas também pode ser usada em outros casos.
Terapia Alvo: Alguns cânceres de cólon têm características específicas em suas células que podem ser direcionadas por medicamentos chamados terapias-alvo. Esses medicamentos visam componentes específicos nas células cancerosas para inibir seu crescimento.
Imunoterapia: A imunoterapia é uma abordagem de tratamento que estimula o sistema imunológico do corpo a reconhecer e atacar as células cancerosas. Ela tem sido usada em cânceres de cólon com determinadas características.
Terapia Combinada: Em alguns casos, uma combinação de tratamentos, como cirurgia seguida de quimioterapia e/ou radioterapia, é necessária para tratar o câncer de cólon.
Cuidados Paliativos: Para pacientes em estágios avançados da doença, os cuidados paliativos são importantes para controlar sintomas, melhorar a qualidade de vida e fornecer suporte emocional e psicológico.
O tratamento específico dependerá da avaliação do médico especializado e do planejamento individualizado para cada paciente. É fundamental discutir todas as opções de tratamento, seus benefícios e riscos com a equipe médica para tomar decisões informadas. A abordagem terapêutica ideal pode variar de acordo com a situação clínica e as características do câncer de cólon de cada paciente.
Uma bolsa de colostomia é um dispositivo médico usado por pessoas que passaram por cirurgia no cólon ou reto e agora têm uma abertura no abdômen chamada estoma. Essa abertura é criada cirurgicamente para permitir que as fezes e os gases saiam do corpo quando o cólon ou o reto não podem mais desempenhar sua função normal de eliminar resíduos. As bolsas de colostomia são projetadas para coletar as fezes e os gases, proporcionando conforto e higiene aos pacientes.
A bolsa de colostomia é composta por três partes principais:
Placa de Base ou Placa de Apoio: Esta é a parte da bolsa que adere à pele ao redor do estoma. É geralmente feita de materiais hipoalergênicos para evitar irritações na pele.
Bolsa Coletora: Esta é a parte da bolsa onde as fezes e os gases são coletados. As bolsas coletoras podem variar em tamanho e estilo, dependendo das necessidades do paciente. Alguns tipos têm sistemas de esvaziamento práticos, enquanto outros são projetados para uso único e descarte.
Clipe ou Sistema de Vedação: Para esvaziar a bolsa coletora, muitas bolsas de colostomia têm um sistema de vedação ou um clipe que pode ser aberto e fechado facilmente.
É importante que os pacientes com bolsas de colostomia recebam orientações e treinamento adequados de profissionais de saúde, como enfermeiros especializados em estomaterapia, para aprender a cuidar da bolsa, evitar complicações, e manter a pele ao redor do estoma saudável.
Uma bolsa de colostomia pode ser temporária ou permanente, dependendo da razão da cirurgia e da condição médica do paciente. Para muitas pessoas, a adaptação a uma bolsa de colostomia é uma parte importante de sua recuperação e manutenção da qualidade de vida após a cirurgia abdominal. Existem também grupos de apoio e recursos disponíveis para ajudar as pessoas a lidar com os desafios emocionais e práticos associados ao uso de uma bolsa de colostomia.
Quais os principais locais de metástase dos cânceres de cólon?
Os cânceres de cólon têm a capacidade de se espalhar para outras partes do corpo através de um processo chamado metástase. Os locais mais comuns de metástase para o câncer de cólon incluem:
Fígado: A metástase hepática é uma das formas mais comuns de disseminação do câncer de cólon. Isso ocorre porque o sangue do cólon drena diretamente para o fígado, permitindo que as células cancerosas entrem facilmente nesse órgão.
Pulmões: O câncer de cólon também pode se espalhar para os pulmões. Isso geralmente ocorre por meio da corrente sanguínea, quando as células cancerosas entram na circulação e se alojam nos pulmões.
Linfonodos: Os gânglios linfáticos são uma parte importante do sistema linfático, que ajuda a combater infecções e transporta fluidos pelo corpo. O câncer de cólon pode se espalhar para os gânglios linfáticos próximos ao cólon antes de atingir outros órgãos.
Peritônio: O peritônio é uma membrana que reveste a cavidade abdominal e os órgãos internos. O câncer de cólon pode se disseminar para o peritônio, causando carcinomatose peritoneal.
Ossos: Embora menos comum do que as metástases para fígado, pulmões e linfonodos, o câncer de cólon também pode se espalhar para os ossos, especialmente para a coluna vertebral, pélvis e costelas.
Cérebro: A metástase para o cérebro é rara, mas pode ocorrer em estágios avançados da doença.
Ovários: Em mulheres, o câncer de cólon pode se espalhar para os ovários.
É importante notar que a presença de metástases em outros órgãos muitas vezes indica um estágio avançado do câncer de cólon. A detecção precoce e o tratamento adequado são fundamentais para melhorar as perspectivas de sobrevivência. Os dados e informações acima estão de acordo com minha base de conhecimento até setembro de 2021. Recomenda-se consultar um profissional de saúde para obter informações atualizadas e específicas sobre o câncer de cólon.
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