A pré-eclâmpsia é caracterizada por hipertensão, proteinúria significativa e excessiva resposta inflamatória sistêmica materna. Estudos em pacientes e modelos experimentais mostraram que as mudanças no número ou função das células imunes dos sistemas adaptativos e inatos contribuem para o desenvolvimento e a patogênese da pré-eclâmpsia .
A pré-eclâmpsia pode causar o desprendimento da placenta e/ou o bebê pode nascer precocemente, aumentando o risco de ter problemas logo após o nascimento.
As mãos, dedos das mãos, pescoço e/ou pés da mulher podem inchar e, se a pré-eclâmpsia for grave e não for tratada, ela pode ter convulsões (eclâmpsia) ou danos aos órgãos.
Dependendo da gravidade da pré-eclâmpsia, o tratamento talvez inclua atividade modificada (repouso), internamento hospitalar, medicamentos para baixar a pressão arterial ou fazer o parto do bebê.
O sulfato de magnésio é dado pela veia para prevenir ou impedir as convulsões.
Complicações da gravidez, como pré-eclâmpsia e eclâmpsia, são problemas que ocorrem apenas durante a gravidez. Elas podem afetar a mulher, o feto ou ambos e surgir várias vezes durante a gravidez. No entanto, a maioria das complicações da gravidez pode ser tratada.
Aproximadamente 3% a 7% das gestantes apresentam pré-eclâmpsia. Na pré-eclâmpsia, um aumento da pressão arterial é acompanhado de proteína na urina (proteinúria). A pré-eclâmpsia pode causar convulsões (eclâmpsia) súbitas. A eclâmpsia ocorre em menos de 1% das mulheres com pré-eclâmpsia grave. Se não for tratada rapidamente, a eclâmpsia geralmente é fatal.
A pré-eclâmpsia (com ou sem eclâmpsia) surge após a vigésima semana de gravidez e, geralmente, antes do final da primeira semana após o parto. Um quarto dos casos ocorrem após o parto, geralmente dentro dos primeiros quatro dias, mas por vezes até seis semanas após o parto.
A pré-eclâmpsia é um novo diagnóstico de hipertensão arterial ou da piora de hipertensão arterial preexistente, que é acompanhada de um excesso de proteína na urina e que surge após a 20ª semana de gravidez. Eclâmpsia são convulsões que ocorrem em mulheres com pré-eclâmpsia e que não apresentam outra causa.
A pré-eclâmpsia pode causar o desprendimento da placenta e/ou o bebê pode nascer precocemente, aumentando o risco de ter problemas logo após o nascimento.
As mãos, dedos das mãos, pescoço e/ou pés da mulher podem inchar e, se a pré-eclâmpsia for grave e não for tratada, ela pode ter convulsões (eclâmpsia) ou danos aos órgãos.
Dependendo da gravidade da pré-eclâmpsia, o tratamento talvez inclua atividade modificada (repouso), internamento hospitalar, medicamentos para baixar a pressão arterial ou fazer o parto do bebê.
O sulfato de magnésio é dado pela veia para prevenir ou impedir as convulsões.
Complicações da gravidez, como pré-eclâmpsia e eclâmpsia, são problemas que ocorrem apenas durante a gravidez. Elas podem afetar a mulher, o feto ou ambos e surgir várias vezes durante a gravidez. No entanto, a maioria das complicações da gravidez pode ser tratada.
Aproximadamente 3% a 7% das gestantes apresentam pré-eclâmpsia. Na pré-eclâmpsia, um aumento da pressão arterial é acompanhado de proteína na urina (proteinúria). A pré-eclâmpsia pode causar convulsões (eclâmpsia) súbitas. A eclâmpsia ocorre em menos de 1% das mulheres com pré-eclâmpsia grave. Se não for tratada rapidamente, a eclâmpsia geralmente é fatal.
A pré-eclâmpsia (com ou sem eclâmpsia) surge após a vigésima semana de gravidez e, geralmente, antes do final da primeira semana após o parto. Um quarto dos casos ocorrem após o parto, geralmente dentro dos primeiros quatro dias, mas por vezes até seis semanas após o parto.
Você sabia que...
Pré-eclâmpsia e eclâmpsia podem surgir após o parto.
Síndrome de HELLP
A síndrome HELLP surge em uma ou duas em cada dez mulheres com pré‑eclâmpsia grave ou eclâmpsia. A síndrome de HELLP consiste em:
Hemolysis [hemólise] (a destruição das células vermelhas do sangue)
Elevated levels of [níveis elevados] liver enzymes [de enzimas hepáticas], indicando danos ao fígado
Um número baixo de plaquetas, o que diminui a capacidade de coagulação do sangue e aumenta o risco de sangramento durante e após o parto
A maioria das gestantes com a síndrome HELLP tem hipertensão arterial e proteína na urina, mas algumas não têm nem uma nem outra.
Causas de pré-eclâmpsia e eclâmpsia
A causa da pré-eclâmpsia é desconhecida. Porém, isso ocorre com mais frequência em mulheres que
Estão grávidas pela primeira vez
Já têm hipertensão arterial ou uma doença vascular
Já têm diabetes ou ele surge durante a gravidez (diabetes gestacional)
Têm menos de 17 ou mais de 35 anos
Têm parentes que tiveram pré-eclâmpsia
Tiveram pré-eclâmpsia em uma gravidez anterior
Estão grávidas de dois ou mais fetos (multípara)
For obeso(a)
Têm um distúrbio de coagulação como, por exemplo, a síndrome do anticorpo antifosfolipídeo
Sintomas de pré-eclâmpsia e eclâmpsia
Algumas mulheres com pré-eclâmpsia não têm nenhum sintoma. Em outras, a pré-eclâmpsia causa a retenção de líquidos (edema), sobretudo nas mãos, nos dedos das mãos, no pescoço, no rosto e ao redor dos olhos e nos pés. Às vezes, os anéis não servem mais. É possível que a mulher ganhe peso em excesso rapidamente, às vezes mais de 2,5 kg por semana.
Pequenos pontos vermelhos (petéquias) podem aparecer na pele, indicando que houve sangramento na pele.
Se for grave, a pré-eclâmpsia pode danificar os órgãos, tais como o cérebro, os rins, os pulmões, o coração ou o fígado. Os sintomas de pré-eclâmpsia grave incluem:
Dores de cabeça intensas
Visão distorcida
Confusão
Reflexos hiperativos
Dor na parte superior direita do abdômen (sobre o fígado)
Náusea e/ou vômito
Dificuldade em respirar
Diminuição da urina
Hipertensão arterial muito elevada
Acidente vascular cerebral (raramente)
Se a síndrome de HELLP ocorrer, ela pode causar sintomas semelhantes. A síndrome de HELLP pode surgir antes de os sintomas da pré-eclâmpsia se manifestarem.
Se uma gestante tiver uma nova dor de cabeça que não desaparece nem diminui com o uso do paracetamol ou seus anéis não couberem mais nos dedos, ela deve entrar em contato com o médico.