A fermentação dos alimentos é uma técnica muito antiga usada para a preservação destes em épocas que não se tinha métodos modernos como a geladeira ou o refrigerados - é tão antiga quanto a secagem, salga ou conservar em gordura e, também tão usada quanto. Mas, a fermentação também altera os alimentos tornando-os muito mais benéficos para nosso organismo.
Quando pensamos em alimentos fermentados temos que lembrar dos pães e bolos feitos com massa azeda, chucrute e picles diversos, a kombucha e o kefir, o iogurte e todos os derivados de soja fermentada oriundos da culinária nipônica como o shoyu, por exemplo.
A fermentação potencializa a qualidade nutritiva dos ingredientes, os preserva (mesmo fora da geladeira) e permite seu uso durante mais tempo, cria novos sabores, texturas e, melhor ainda, nos acrescenta uma série de enzimas digestivas, bactérias benéficas e vitaminas pois, todo alimento fermentado tem função pré e probiótica.
Na atualidade temos muitas maneiras de conservar o alimento para uso prolongado - o uso de conservantes na indústria alimentar tem essa justificativa - porém, antiga ou não, a fermentação ainda é uma das melhores maneiras de o fazer.
Um dos melhores benefícios dos alimentos fermentados é que estes promovem o reequilíbrio da flora intestinal, bastante prejudicada pelo excesso de antibióticos que existem como resíduo em todas as fontes alimentares.