As matrizes de referência são conjuntos de critérios ou descrições usadas para avaliar o desempenho ou o conhecimento de um estudante ou de uma turma. Elas podem incluir habilidades, conhecimentos ou competências específicas que os estudantes devem ter atingido em determinado momento de sua formação. As matrizes de referência são usadas para orientar a avaliação dos estudantes, estabelecer metas para a aprendizagem e avaliar o desempenho das escolas.
Em uma avaliação de nível de proficiência, descritores são critérios ou características definidas para medir ou avaliar a habilidade ou competência de uma pessoa. Eles descrevem as habilidades, conhecimentos ou atitudes que se espera que uma pessoa tenha ao atingir determinado nível de proficiência. Descritores ajudam a definir claramente os objetivos de uma avaliação e a medir de maneira objetiva o desempenho de uma pessoa. Eles podem incluir exemplos de tarefas, habilidades ou conhecimentos que se espera que uma pessoa tenha ao atingir determinado nível de proficiência. Descritores são importantes para garantir que uma avaliação seja precisa e equitativa, permitindo que os avaliadores e os avaliados compreendam claramente o que se espera deles.
Um distrator é algo que desvia a atenção de uma tarefa ou objetivo. Pode ser um pensamento, objeto, pessoa ou situação que tira a concentração e impede a realização efetiva de uma tarefa. Distratores podem ser internos, como pensamentos ou preocupações, ou externos, como barulhos ou interrupções. Eles podem afetar negativamente a produtividade e o desempenho, especialmente em ambientes de trabalho ou estudo. Por isso, é importante identificar e gerenciar distratores, seja por meio de técnicas de concentração, organização ou eliminação de fontes externas de distração.
Em análise de nível de proficiência, distratores são itens ou elementos incluídos em uma avaliação que não são relevantes para a habilidade ou competência que se deseja medir. Eles podem ser usados para testar a capacidade de uma pessoa de ignorar informações irrelevantes e se concentrar nas informações relevantes. Distratores podem incluir informações incorretas, opções sem sentido ou informações que possam parecer tentadoras, mas que não são realmente relacionadas à habilidade ou competência em questão. A inclusão de distratores em uma avaliação pode tornar mais precisa a medição do nível de proficiência, mas também pode tornar a avaliação mais difícil e desafiadora.
Exemplos de descritores:
Conhecimento de gramática e vocabulário em língua estrangeira.
Habilidade em resolução de problemas matemáticos.
Compreensão de conceitos científicos básicos.
Capacidade de ler e interpretar mapas e gráficos.
Habilidade em escrever textos coerentes e coesos.
Exemplos de distratores:
Informações irrelevantes ou incorretas incluídas em questões de língua estrangeira.
Opções de resposta aparentemente corretas, mas sem sentido, em questões matemáticas.
Distrações visuais ou auditivas incluídas em questões científicas.
Opções de resposta baseadas em informações geográficas erradas em questões de interpretação de mapas.
Frases ou palavras irrelevantes incluídas em questões de escrita.
Há vários responsáveis pelo bom desempenho dos estudantes na escola pública, incluindo:
Professores: são os principais responsáveis por ministrar aulas e garantir que os estudantes aprendam os conteúdos programáticos.
Coordenadores Pedagógicos: são responsáveis por acompanhar o trabalho dos professores, garantir a qualidade do ensino e desenvolver planos de ação para melhorar o desempenho dos estudantes.
Diretores de escola: são responsáveis por liderar a escola, garantir o cumprimento das normas e diretrizes e assegurar o bom funcionamento do ambiente escolar.
Famílias: são responsáveis por apoiar os estudantes no processo de aprendizagem, incentivá-los e acompanhar o seu desempenho escolar.
Governo: é responsável por fornecer recursos financeiros e infraestrutura adequados para a educação, além de estabelecer políticas educacionais que garantam o acesso à educação de qualidade.
Em resumo, o bom desempenho dos estudantes na escola pública depende da colaboração e do comprometimento de todos os envolvidos no processo educativo.
Sim, os demais funcionários da escola também têm uma função importante no desempenho dos estudantes. Aqui estão algumas das maneiras pelas quais os funcionários da escola contribuem para o bom desempenho dos estudantes:
Secretários escolares: mantêm o controle administrativo da escola, garantindo o funcionamento da secretaria, a organização dos documentos e o atendimento aos pais e estudantes.
Merendeiras: preparam e servem refeições saudáveis e nutritivas para os estudantes, o que pode impactar positivamente no seu desempenho escolar.
Porteiros: mantêm a segurança do ambiente escolar, garantindo a tranquilidade dos estudantes e a integridade do prédio.
Em suma, todos os funcionários da escola desempenham um papel importante na criação de um ambiente seguro, organizado e acolhedor que é essencial para o desempenho bem-sucedido dos estudantes.
Fluxo de trabalho do coordenador pedagógico:
Planejamento:
Reunião com os professores para discutir objetivos e metas de aprendizagem para o semestre ou ano letivo.
Definir critérios de avaliação e as ferramentas a serem utilizadas.
Elaborar plano de formação para os professores, visando aperfeiçoamento e atualização.
Formação:
Realização de oficinas e treinamentos para os professores, baseados no plano de formação.
Disponibilização de recursos pedagógicos e tecnológicos para auxiliar na implementação das metodologias de ensino.
Avaliação:
Acompanhamento das avaliações realizadas pelos professores, verificando a qualidade e a consistência dos critérios de avaliação.
Análise dos resultados das avaliações para identificar pontos de melhoria.
Feedback para professores sobre o desempenho de seus alunos.
Acompanhamento:
Monitoramento da evolução dos alunos, verificando se estão atingindo as metas de aprendizagem.
Reuniões regulares com professores para discutir os resultados das avaliações e identificar possíveis soluções para melhorias.
Encorajamento e suporte aos professores para aprimorar suas práticas pedagógicas.
A medida do nível de proficiência levando em consideração os distratores pode ser feita de diversas formas, aqui estão algumas opções:
Observação direta: O professor pode observar as ações dos estudantes durante a realização da tarefa e registrar as informações relacionadas aos distratores, como tempo gasto em atividades não relacionadas, quantidade de erros cometidos, dificuldade de concentração, entre outros.
Entrevistas: O professor e o coordenador pedagógico podem entrevistar os estudantes após a realização da tarefa, perguntando sobre suas estratégias, pensamentos e dificuldades durante a realização da tarefa. Isso pode fornecer informações valiosas sobre o raciocínio desenvolvido pelos estudantes.
Questionários: O professor e o coordenador pedagógico podem aplicar questionários aos estudantes, com perguntas relacionadas aos distratores, como a capacidade de concentração, o grau de dificuldade da tarefa, entre outros.
Análise de desempenho: O coordenador pedagógico em parceria com o professor pode analisar as notas e os relatórios de desempenho dos estudantes, buscando identificar padrões relacionados aos distratores.
A combinação de diferentes técnicas pode ser mais eficaz para medir o nível de proficiência dos estudantes, levando em consideração os distratores. Além disso, é importante que a avaliação seja realizada de forma frequente e que os resultados sejam utilizados para aprimorar o ensino e a aprendizagem.
A análise de notas e relatórios de desempenho dos estudantes é uma etapa importante na avaliação do nível de proficiência dos estudantes. O coordenador pedagógico e o professor podem trabalhar juntos para identificar padrões relacionados aos distratores e planejar outras ações para melhorar o desempenho dos estudantes.
Para traçar metas objetivas para a melhoria do IDEB, é importante seguir os seguintes passos:
Análise dos dados do IDEB atuais: é necessário conhecer os dados atuais do IDEB, identificar pontos fortes e fracos e avaliar o desempenho em relação ao longo prazo.
Definição de objetivos: definir objetivos claros e específicos para a melhoria do IDEB, considerando as necessidades e desafios da escola.
Elaboração de plano de ação: estabelecer estratégias e ações concretas para alcançar as metas, considerando aspectos como formação de professores, gestão escolar, infraestrutura e recursos didáticos.
Monitoramento e avaliação: monitorar regularmente o progresso da escola e avaliar os resultados alcançados, fazendo ajustes no plano de ação se necessário.
Envolvimento da comunidade escolar: envolver os professores, alunos, pais e demais funcionários na definição das metas e na implementação do plano de ação, promovendo a participação e o comprometimento de todos com a melhoria do IDEB.
Um exemplo de monitoramento da aprendizagem é a realização de avaliações periódicas, como provas e trabalhos escritos, para avaliar o desempenho dos estudantes em relação aos objetivos de aprendizagem estabelecidos. Além disso, é importante analisar os resultados dessas avaliações e identificar os pontos fortes e fracos dos estudantes, para que se possa traçar planos de ação e melhorias no ensino. Outra forma de monitoramento é a observação sistemática da participação e envolvimento dos estudantes nas aulas, bem como o acompanhamento da evolução de habilidades específicas, como leitura e escrita.
Algumas ferramentas que podem ser utilizadas para o monitoramento da aprendizagem incluem:
Provas e trabalhos escritos: avaliações formais que permitem medir o conhecimento adquirido pelos estudantes.
Observação direta: um professor ou coordenador pedagógico pode observar as aulas e a participação dos estudantes para avaliar o seu progresso.
Relatórios de desempenho: relatórios individuais que mostram o progresso de cada estudante em relação aos objetivos de aprendizagem estabelecidos.
Sistemas de gestão de aprendizagem (LMS): plataformas on-line que permitem aos professores monitorar o progresso dos estudantes, fornecer feedback e avaliar o desempenho.
Entrevistas individuais com os estudantes: conversas informais que permitem obter uma visão mais profunda sobre o progresso e as dificuldades dos estudantes.
Análise de dados: análise estatística dos resultados das avaliações e outros indicadores de desempenho para identificar pontos fortes e fracos.
Sim, há várias ferramentas tecnológicas que podem ser utilizadas para o registro e monitoramento da aprendizagem, incluindo:
Aplicativos de gestão escolar,
Sistemas de gestão de aprendizagem,
Ferramentas de análise de dados,
Questionários e avaliações online,
Plataformas de ensino à distância,
Softwares de gerenciamento de projetos educacionais. Essas ferramentas podem ajudar a coletar, armazenar e analisar dados para avaliar o progresso dos alunos e o desempenho da escola.
Ferramentas do Google Workspace, como o Google Drive, Google Forms e Google Sheets, podem ser utilizadas para o registro e monitoramento do progresso de aprendizagem dos estudantes. Por exemplo:
Crie um formulário no Google Forms para coletar informações sobre o desempenho dos estudantes em avaliações periódicas.
Armazene as informações coletadas no Google Sheets para análise e comparação de dados.
Utilize gráficos e tabelas para visualizar as tendências de desempenho e identificar pontos fortes e fracos dos estudantes.
Compartilhe o acompanhamento com os professores e outros envolvidos na educação para colaborar na identificação de soluções e estratégias de melhoria.
Obs.: É importante lembrar que, para aplicar essas soluções, é necessário conhecimento em uso da ferramenta e habilidades em análise de dados.
As métricas importantes para a análise e sistematização de dados incluem a frequência de participação, aproveitamento escolar, desempenho em avaliações, progressão de aprendizado, desempenho comparativo com outras turmas ou escolas, e feedback dos estudantes e professores. Além disso, é importante considerar a qualidade e a consistência dos dados coletados para garantir a confiabilidade das métricas.
Exemplos de métricas para análise e sistematização de dados incluem:
Taxa de aprovação
Índice de absenteísmo
Nível de desempenho em provas ou avaliações
Progresso ao longo do tempo
Desempenho comparativo com outras escolas ou grupos de estudantes
Engajamento dos estudantes e professores
Feedback de estudantes e pais
Participação em atividades extracurriculares
Número de estudantes com necessidades especiais atendidas.
Algumas outras métricas que podem ser utilizadas para análise de dados de aprendizagem incluem:
Níveis de compreensão e habilidade em diferentes matérias ou assuntos
Taxa de presença e participação dos estudantes nas aulas e atividades
Desempenho em avaliações escritas e orais
Feedback dos professores e estudantes
Desempenho em relação às metas estabelecidas
Comparação de desempenho com turmas semelhantes de outras escolas ou regiões.
O PDCA é um modelo cíclico de gerenciamento de processos que se concentra em quatro etapas: Planejamento (Plan), Execução (Do), Verificação (Check) e Ação corretiva (Act).
Planejamento: é onde se definem as metas e objetivos a serem alcançados, identificação de possíveis obstáculos e definição de ações para superá-los.
Execução: é onde se implementam as ações planejadas.
Verificação: é onde se avalia se as ações foram bem-sucedidas e se os objetivos foram alcançados.
Ação corretiva: é onde se toma medidas para corrigir qualquer desvio ou problema identificado na etapa de verificação, de forma a melhorar o processo.
Este ciclo é repetido continuamente, permitindo a constante melhoria dos processos.
Plano de Ação de Monitoramento das Aprendizagens com base no PDCA:
Planejamento:
Identificar quais habilidades e conhecimentos precisam ser monitorados.
Definir métricas de avaliação para cada habilidade ou conhecimento.
Estabelecer uma rotina de monitoramento.
Selecionar ferramentas e tecnologias para coleta e análise de dados.
Execução:
Realizar avaliações periódicas com os estudantes.
Coletar e registrar dados de avaliação.
Utilizar ferramentas tecnológicas para sistematização e análise de dados.
Verificação:
Analisar os dados coletados.
Verificar o desempenho dos estudantes em cada habilidade ou conhecimento avaliado.
Verificar se as métricas de avaliação foram atingidas.
Ação corretiva:
Identificar pontos fracos no processo de monitoramento.
Definir ações para melhorar o desempenho dos estudantes.
Realizar treinamentos para os professores.
Implementar ações corretivas no processo de monitoramento.
Padronização:
Documentar o processo de monitoramento e as ações corretivas.
Padronizar o processo de monitoramento e a coleta de dados.
Monitorar regularmente o desempenho dos estudantes para avaliar a efetividade das ações corretivas.
O QEDU é uma fonte confiável para consulta do IDEB. O IDEB é calculado e divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), que é vinculado ao Ministério da Educação (MEC). O QEDU é uma plataforma do INEP que oferece informações sobre o desempenho da educação básica no Brasil, incluindo o IDEB, dados demográficos e outras informações relevantes.
O website do QEDU é o qedu.org.br.
Descritores do Tema I. Espaço e Forma
D1 – Identificar a localização /movimentação de objeto em mapas, croquis e outras representações
gráficas.
D2 – Identificar propriedades comuns e diferenças entre poliedros e corpos redondos, relacionando
figuras tridimensionais com suas planificações.
D3 – Identificar propriedades comuns e diferenças entre figuras bidimensionais pelo número de
lados, pelos tipos de ângulos.
D4 – Identificar quadriláteros observando as relações entre seus lados (paralelos, congruentes,
perpendiculares).
D5 – Reconhecer a conservação ou modificação de medidas dos lados, do perímetro, da área em
ampliação e /ou redução de figuras poligonais usando malhas quadriculadas.
Descritores do Tema II. Grandezas e Medidas
D6 – Estimar a medida de grandezas utilizando unidades de medida convencionais ou não.
D7 – Resolver problemas significativos utilizando unidades de medida padronizadas como
km/m/cm/mm, kg/g/mg, l/ml.
D8 – Estabelecer relações entre unidades de medida de tempo.
D9 – Estabelecer relações entre o horário de início e término e /ou o intervalo da duração de um
evento ou acontecimento.
D10 – Num problema, estabelecer trocas entre cédulas e moedas do sistema monetário brasileiro,
em função de seus valores.
D11 – Resolver problema envolvendo o cálculo do perímetro de figuras planas, desenhadas em
malhas quadriculadas.
D12 – Resolver problema envolvendo o cálculo ou estimativa de áreas de figuras planas,
desenhadas em malhas quadriculadas.
Descritores do Tema III. Números e Operações /Álgebra e Funções
D13 – Reconhecer e utilizar características do sistema de numeração decimal, tais como
agrupamentos e trocas na base 10 e princípio do valor posicional.
D14 – Identificar a localização de números naturais na reta numérica.
D15 – Reconhecer a decomposição de números naturais nas suas diversas ordens.
D16 – Reconhecer a composição e a decomposição de números naturais em sua forma polinomial.
D17 – Calcular o resultado de uma adição ou subtração de números naturais.
D18 – Calcular o resultado de uma multiplicação ou divisão de números naturais.
D19 –Resolver problema com números naturais, envolvendo diferentes significados da adição ou
subtração: juntar, alteração de um estado inicial (positiva ou negativa), comparação e mais de uma
transformação (positiva ou negativa).
D20 – Resolver problema com números naturais, envolvendo diferentes significados da
multiplicação ou divisão: multiplicação comparativa, idéia de proporcionalidade, configuração
retangular e combinatória.
D21 – Identificar diferentes representações de um mesmo número racional.
D22 – Identificar a localização de números racionais representados na forma decimal na reta
numérica.
D23 – Resolver problema utilizando a escrita decimal de cédulas e moedas do sistema monetário
brasileiro.
D24 – Identificar fração como representação que pode estar associada a diferentes significados.
D25 – Resolver problema com números racionais expressos na forma decimal envolvendo
diferentes significados da adição ou subtração.
D26 – Resolver problema envolvendo noções de porcentagem (25%, 50%, 100%).
Descritores do Tema IV. Tratamento da Informação
D27 – Ler informações e dados apresentados em tabelas.
D28 – Ler informações e dados apresentados em gráficos (particularmente em gráficos de
colunas).
Descritores do Tema I. Espaço e Forma
D1 – Identificar a localização/movimentação de objeto, em mapas, croquis e outras representações
gráficas.
D2 – Identificar propriedades comuns e diferenças entre figuras bidimensionais e tridimensionais,
relacionando-as com suas planificações.
D3 – Identificar propriedades de triângulos pela comparação de medidas de lados e ângulos.
D4 – Identificar relação entre quadriláteros, por meio de suas propriedades.
D5 – Reconhecer a conservação ou modificação de medidas dos lados, do perímetro, da área em
ampliação e/ou redução de figuras poligonais usando malhas quadriculadas.
D6 – Reconhecer ângulos como mudança de direção ou giros, identificando ângulos retos e nãoretos.
D7 – Reconhecer que as imagens de uma figura construída por uma transformação homotética são
semelhantes, identificando propriedades e/ou medidas que se modificam ou não se alteram.
D8 – Resolver problema utilizando a propriedade dos polígonos (soma de seus ângulos internos,
número de diagonais, cálculo da medida de cada ângulo interno nos polígonos regulares).
D9 – Interpretar informações apresentadas por meio de coordenadas cartesianas.
D10 – Utilizar relações métricas do triângulo retângulo para resolver problemas significativos.
D11 – Reconhecer círculo/circunferência, seus elementos e algumas de suas relações.
Descritores do Tema II. Grandezas e Medidas
D12 – Resolver problema envolvendo o cálculo de perímetro de figuras planas.
D13 – Resolver problema envolvendo o cálculo de área de figuras planas.
D14 – Resolver problema envolvendo noções de volume.
D15 – Resolver problema envolvendo relações entre diferentes unidades de medida.
Descritores do Tema III. Números e Operações /Álgebra e Funções
D16 – Identificar a localização de números inteiros na reta numérica.
D17 – Identificar a localização de números racionais na reta numérica.
D18 – Efetuar cálculos com números inteiros envolvendo as operações (adição, subtração,
multiplicação, divisão e potenciação).
D19 – Resolver problema com números naturais envolvendo diferentes significados das operações
(adição, subtração, multiplicação, divisão e potenciação).
D20 – Resolver problema com números inteiros envolvendo as operações (adição, subtração,
multiplicação, divisão e potenciação).
D21 – Reconhecer as diferentes representações de um número racional.
D22 – Identificar fração como representação que pode estar associada a diferentes significados.
D23 – Identificar frações equivalentes.
D24 – Reconhecer as representações decimais dos números racionais como uma extensão do
sistema de numeração decimal identificando a existência de “ordens” como décimos, centésimos e
milésimos.
D25 – Efetuar cálculos que envolvam operações com números racionais (adição, subtração,
multiplicação, divisão e potenciação).
D26 – Resolver problema com números racionais que envolvam as operações (adição, subtração,
multiplicação, divisão e potenciação).
D27 – Efetuar cálculos simples com valores aproximados de radicais.
D28 – Resolver problema que envolva porcentagem.
D29 – Resolver problema que envolva variações proporcionais, diretas ou inversas entre
grandezas.
D30 – Calcular o valor numérico de uma expressão algébrica.
D31 – Resolver problema que envolva equação de segundo grau.
D32 – Identificar a expressão algébrica que expressa uma regularidade observada em seqüências
de números ou figuras (padrões).
D33 – Identificar uma equação ou uma inequação de primeiro grau que expressa um problema.
D34 – Identificar um sistema de equações do primeiro grau que expressa um problema.
D35 – Identificar a relação entre as representações algébrica e geométrica de um sistema de
equações de primeiro grau.
Descritores do Tema IV. Tratamento da Informação
D36 – Resolver problema envolvendo informações apresentadas em tabelas e/ou gráficos.
D37 – Associar informações apresentadas em listas e/ou tabelas simples aos gráficos que as
representam e vice-versa.
Descritores do Tópico I. Procedimentos de Leitura
D1 – Localizar informações explícitas em um texto.
D3 – Inferir o sentido de uma palavra ou expressão.
D4 – Inferir uma informação implícita em um texto.
D6 – Identificar o tema de um texto.
D11 – Distinguir um fato da opinião relativa a esse fato.
Descritores do Tópico II. Implicações do Suporte, do Gênero e /ou do Enunciador na
Compreensão do Texto
D5 – Interpretar texto com auxílio de material gráfico diverso (propagandas, quadrinhos, foto, etc.).
D9 – Identificar a finalidade de textos de diferentes gêneros.
Descritores do Tópico III. Relação entre Textos
D15 – Reconhecer diferentes formas de tratar uma informação na comparação de textos que
tratam do mesmo tema, em função das condições em que ele foi produzido e daquelas em que
será recebido.
Descritores do Tópico IV. Coerência e Coesão no Processamento do Texto
D2 – Estabelecer relações entre partes de um texto, identificando repetições ou substituições que
contribuem para a continuidade de um texto.
D7 – Identificar o conflito gerador do enredo e os elementos que constroem a narrativa.
D8 – Estabelecer relação causa /conseqüência entre partes e elementos do texto.
D12 – Estabelecer relações lógico-discursivas presentes no texto, marcadas por conjunções,
advérbios, etc.
Descritores do Tópico V. Relações entre Recursos Expressivos e Efeitos de Sentido
D13 – Identificar efeitos de ironia ou humor em textos variados.
D14 –Identificar o efeito de sentido decorrente do uso da pontuação e de outras notações.
Descritores do Tópico VI. Variação Lingüística
D10 – Identificar as marcas lingüísticas que evidenciam o locutor e o interlocutor de um texto.
Descritores do Tópico I. Procedimentos de Leitura
D1 – Localizar informações explícitas em um texto.
D3 – Inferir o sentido de uma palavra ou expressão.
D4 – Inferir uma informação implícita em um texto.
D6 – Identificar o tema de um texto.
D14 – Distinguir um fato da opinião relativa a esse fato.
Descritores do Tópico II. Implicações do Suporte, do Gênero e /ou do Enunciador na
Compreensão do Texto
D5 – Interpretar texto com auxílio de material gráfico diverso (propagandas, quadrinhos, foto, etc.).
D12 – Identificar a finalidade de textos de diferentes gêneros.
Descritores do Tópico III. Relação entre Textos
D20 – Reconhecer diferentes formas de tratar uma informação na comparação de textos que
tratam do mesmo tema, em função das condições em que ele foi produzido e daquelas em que
será recebido.
D21 – Reconhecer posições distintas entre duas ou mais opiniões relativas ao mesmo fato ou ao
mesmo tema.
Descritores do Tópico IV. Coerência e Coesão no Processamento do Texto
D2 – Estabelecer relações entre partes de um texto, identificando repetições ou substituições que
contribuem para a continuidade de um texto.
D7 – Identificar a tese de um texto.
D8 – Estabelecer relação entre a tese e os argumentos oferecidos para sustentá-la.
D9 – Diferenciar as partes principais das secundárias em um texto.
D10 – Identificar o conflito gerador do enredo e os elementos que constroem a narrativa.
D11 – Estabelecer relação causa/conseqüência entre partes e elementos do texto.
D15 – Estabelecer relações lógico-discursivas presentes no texto, marcadas por conjunções,
advérbios, etc.
Descritores do Tópico V. Relações entre Recursos Expressivos e Efeitos de Sentido
D16 – Identificar efeitos de ironia ou humor em textos variados.
D17 – Reconhecer o efeito de sentido decorrente do uso da pontuação e de outras notações.
D18 – Reconhecer o efeito de sentido decorrente da escolha de uma determinada palavra ou
expressão.
D19 – Reconhecer o efeito de sentido decorrente da exploração de recursos ortográficos e/ou
morfossintáticos.
Descritores do Tópico VI. Variação Lingüística
D13 – Identificar as marcas lingüísticas que evidenciam o locutor e o interlocutor de um texto.
Aqui estão algumas referências bibliográficas e recursos online que você pode consultar para obter mais informações sobre avaliação de nível de proficiência e seus componentes, como descritores e distratores:
Referências bibliográficas:
"Avaliação de Competências Linguísticas: uma abordagem pautada na teoria da avaliação" de Tânia Lopes Lima
"Avaliação da aprendizagem de línguas estrangeiras: teoria e prática" de Adriana Buckenmeyer Büttenbender e Silvia Beatriz Roque Simões
"Avaliação da aprendizagem de línguas estrangeiras: perspectivas teóricas e metodológicas" de Aline da Silva Magalhães
Estes livros fornecem informações detalhadas sobre a avaliação de nível de proficiência, incluindo descritores e distratores.
Site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP): http://www.inep.gov.br/
Portal de Educação do Ministério da Educação (MEC): http://portal.mec.gov.br/educacao
Site do Conselho Nacional de Avaliação da Educação Superior (CONAES): http://www.conaes.org.br/
Site da Associação Brasileira de Avaliação Educacional (ABRACE): http://abrace.org.br/
Acesso em 31/01/2023
Esses recursos poderão ajudá-lo a obter informações adicionais sobre avaliação de nível de proficiência, bem como sobre práticas recomendadas e normas para avaliações educacionais no Brasil.