Maria Manuel Mota
Maria Manuel Mota nasceu em Vila Nova de Gaia a 27 de Abril de 1971.
Licenciada em Biologia e mestre em Imunologia pela Universidade do Porto.
Em 1998 obteve o grau de doutor (PhD) em Parasitologia Molecular pela University College London (Reino Unido).
Entre 1999 e 2001 desenvolveu investigação enquanto pós- doutoranda no Laboratório do Prof. Vitor Nussenzweig da New York University Medical School e lecionou na mesma escola médica.
Em 2002, liderou o grupo de investigação do Laboratório de Biologia Celular da Malária no Instituto Gulbenkian de Ciência em Oeiras, tendo-se tornado em 2005 líder da Unidade de Malária do Instituto de Medicina
Com mais de 100 artigos publicados em revistas científicas e quatro patentes, já recebeu dezenas de prémios nacionais e internacionais – entre os quais, o Prémio Pessoa (2013), Prémio Pfizer (2017) e o Prémio Sanofi-Institut Pasteur (2018)
Maria Mota é ainda fundadora da Associação Viver a Ciência, uma organização sem fins lucrativos que pretende promover a Ciência de qualidade feita em Portugal.
A bióloga coordenou a criação dos primeiros kits de diagnóstico portugueses e pôs o instituto que lidera a fazer “um retrato” da pandemia em Portugal.
Em entrevista, a especialista em malária conta como isso a assusta, porque um cientista tem medo das ideias acabarem e ela ainda tem - se não houver percalços de maior - 40 anos de corrida pela frente.
Ana Mendes, nº3
Maria Valente, nº14
Página Elaborada por:
David Caseiro