Elvira Maria Correia Fortunato nasceu a 22 de julho de 1964, em Almada. Atualmente é uma cientista, investigadora e professora catedrática portuguesa que se especializou na área de engenharias dos materiais, na Universidade Nova de Lisboa, em 1987.
Além disso, ela concluiu o seu doutoramento em microeletrónica e Optoeletrónica. No seu curso ela focou-se no desenvolvimento de transístores de papel, ecrãs, memórias, baterias, entre outros, utilizando o papel como material base. É uma pioneira internacionalmente reconhecida devido à sua investigação europeia sobre electrónica transparente utilizando materiais sustentáveis e tecnologias amigas do ambiente.
Além do seu impactante trabalho acadêmico e científico, Elvira tem exercido um papel importante na política científica, servindo como Ministra da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Portugal desde março de 2022. Além das suas contribuições científicas, Elvira Fortunato é também reconhecida pelo seu papel como mentora de jovens cientistas e pela promoção da ciência em Portugal e no estrangeiro. Ela recebeu diversos prêmios e distinções, incluindo o prestigioso Prémio Pessoa em Portugal, que reconhece indivíduos com contribuições excecionais para a cultura e ciência portuguesas.
O impacto do trabalho de Elvira Fortunato estende-se para além das fronteiras da ciência, influenciando políticas de inovação e sustentabilidade. Ela é regularmente convidada para falar em conferências internacionais e a participar em iniciativas globais focadas na ciência e tecnologia como ferramentas para resolver desafios sociais e ambientais.
A sua carreira é marcada por diversas distinções e prêmios internacionais como o Prémio “Medalha Blaise Pascal” em 2016 e o Prémio “Pessoa 2020”, em 2021, refletindo o seu papel como líder feminina em um campo predominantemente masculino e a sua contribuição para o avanço da ciência e tecnologia em Portugal e no mundo.
Em suma, Elvira Fortunato é uma figura inspiradora cujas inovações no campo da eletrónica de papel não só destacam o potencial de novos materiais e tecnologias para um futuro sustentável, mas também reforçam o papel vital da ciência e inovação na sociedade moderna.
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Diogo Gaspar