Hélia Correia nasceu em Lisboa, fevereiro de 1949 é uma escritora e tradutora portuguesa, tendo sido laureada ao longo da sua carreira literária.
Hélia Correia nasceu em Lisboa em fevereiro de 1949, e cresceu em Mafra, terra da família materna, na qual frequentou o ensino primário e liceal. Finalizou os estudos liceais em Lisboa, cidade onde também viria a frequentar a Faculdade de Letras. Licenciou-se em Filologia Românica, tendo concluído, mais tarde, uma pós-graduação em Teatro da Antiguidade Clássica. É professora de Língua Portuguesa do ensino secundário. Foi também responsável por diversas traduções.
Começou a publicar poesia em páginas literárias de jornais (Diário de Lisboa, República e A Capital), revistas (Vértice) e antologias em 1968.Em 1981, estreou-se na novelística com O Separar das Águas; em 1982, foi a vez d'O Número dos Vivos. A novela Montedermo, encenada pelo grupo de teatro O Bando, acabou por dar à autora um certo destaque. Enfoque esse que reflete, desde muito cedo, o gosto da autora pelo teatro e pela Grécia clássica.
Destacam-se ainda, na sua produção literária, os romances Casa Eterna e Soma. Já em poesia, há que salientar A Pequena Morte/Esse Eterno Canto.
Em 2010, Hélia Correia publicou o romance biográfico Adoecer, em que aborda a história de amor entre Elisabeth Siddal e o poeta e pintor pré-rafaelita Dante Gabriel Rossetti. Em 2012 publica a obra A Terceira Miséria, que foi duplamente premiado na modalidade de Poesia.
Foi galardoada com o Prémio Camões em 2015.
Em 2017 foi distinguida pela Asociación de Escritoras e Escritores en Lingua Galega como Escritora Galega Universal.
Ganhou o Prémio Literário Guerra Junqueiro, atribuído na edição de 2021 do Festival Internacional de Literatura de Freixo de Espada à Cinta.
Voltou a ser distinguida nos Prémios do P.E.N. Clube Português de 2021, na categoria Poesia, com o livro Acidentes.
Página Editada por : João Marques, 12A