Esse texto é muito usado por ateus para provar que a bíblia não está correta, pois diz que Deus criou 2 luzeiros, e obviamente é observado que a lua não contém brilho próprio. Mas veremos se é realmente isso que a bíblia diz.
primeiramente percebe-se que a descrição de gênesis capitulo 1 foi uma descrição como se o observador estivesse aqui na terra, moisés no caso, o texto não quis se referir a Lua ter uma luz própria. O texto estava simplesmente fazendo uma comparação do luzeiro de dia e do luzeiro de noite (gênesis 1:14). Exemplo: O luzeiro de dia seria o Sol e de noite a Lua. Mas como se a luz não é da Lua? Exatamente! o texto não fala de onde vem a luz, mas o reflexo da luz de noite seria obviamente da Lua e a vinda da luz seria do próprio sol. é a mesma coisa uma lanterna focar no espelho e o espelho pegar aquela luz e refletir em alguém o espelho seria basicamente um luzeiro artificial.
outra coisa também é que a lua ela é um luminar, de acordo com o próprio Google que diz: luminar - que dá lume, que espalha luz; luminal. 2° ASTRONOMIA - denominação do sol e da Lua, os astros que mais se destacam sob a perspectiva da Terra. põe a própria Lua como um luminar...
e o significado de Luzeiro? o Google apresenta dessa forma: luzeiro, aquilo que irradia Luz, 2° intensa claridade; clarão, brilho. > veja ali brilho. Lua de noite brilha mesmo a Luz não sendo dela...
o Dicio - (Dicionário Online de Português) coloca o termo até mesmo "sábios" como luzeiros, e obviamente nem contém Luz.
então é visível que a bíblia nesse texto não diz que a Lua tem sua própria luz, mas o mais interessante é que a bíblia na verdade fala ao contrario, diz que a Lua NÃO contém luz própria, observe esse texto: (jó 25:5 - nem mesmo a lua tem brilho, e as estrelas não são puras aos seus olhos...) esse texto deixa muito claro.
Fonte de luz; farol; corpo celeste do qual a terra recebe luz.
O relato de Gênesis conta que, durante o quarto “dia” criativo, Deus fez com que houvesse luzeiros “na expansão dos céus”. (Gên 1:14, 19) Isto não indica que ali veio à existência a própria luz (hebr.: ʼohr), visto que se mostra que ela já existia antes. (Gên 1:3) Nem quer isso dizer que o sol, a lua e as estrelas foram criados neste ponto. O versículo inicial da Bíblia declara: “No princípio Deus criou os céus e a terra.” (Gên 1:1) De modo que os céus, com seus corpos celestes, inclusive o sol, existiram por um período indeterminado antes dos processos e dos eventos declarados como ocorrendo durante os seis períodos criativos descritos nos versículos seguintes do primeiro capítulo de Gênesis.
Deve-se notar que, ao passo que Gênesis 1:1 declara que Deus, no princípio, “criou” (hebr.: ba·ráʼ) os céus e a terra, os versículos 16 e 17 de Gên 1 declaram que, durante o quarto “dia” criativo, “Deus passou a fazer [hebr., uma forma de ʽa·sáh] os dois grandes luzeiros, o luzeiro maior para dominar o dia e o luzeiro menor para dominar a noite, e também as estrelas. Assim, Deus os pôs na expansão dos céus para iluminarem a terra”. A palavra hebraica ʽa·sáh, freqüentemente traduzida “fazer”, pode significar simplesmente estabelecer (2Sa 7:11), designar (De 15:1), formar (Je 18:4) ou preparar (Gên 21:8).
Assim, o registro declara aqui o que os já existentes sol, lua e estrelas se tornaram então com relação ao planeta Terra. No primeiro “dia”, a luz (hebr.: ʼohr) evidentemente penetrou aos poucos nas camadas de nuvens que ainda envolviam a terra e se teria tornado visível ao observador terrestre, se tivesse havido um. (Gên 1:3) No quarto “dia”, as coisas mudaram. A declaração de que Deus “os pôs na expansão dos céus” naquele dia expressa que Deus fez com que as fontes de luz (hebr.: ma·ʼóhr), a saber, o sol, a lua e as estrelas, se tornassem discerníveis na expansão. O objetivo deles era “fazerem separação entre o dia e a noite” e “servir de sinais, e para épocas, e para dias, e para anos”. Além de serem sinais da existência e majestade de Deus, os movimentos desses luzeiros habilitam o homem a marcar com exatidão as estações, os dias e os anos. — Gên 1:14-18; Sal 74:16; 148:3.
A mesma palavra hebraica (ma·ʼóhr) é usada com referência ao equipamento iluminador no tabernáculo, que empregava óleo aceso como meio para produzir iluminação. (Êx 25:6; 27:20; 35:8, 14, 28; Le 24:2; Núm 4:9) Em Provérbios 15:30, é usada figurativamente na expressão “luminosidade dos olhos”. O Egito é profeticamente advertido de que se retirará toda a luz por Jeová escurecer e encobrir todos “os luzeiros [uma forma de ma·ʼóhr] de luz [ʼohr] nos céus”. — Ez 32:2, 7, 8.
obrigado pela atenção!
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