Observação: não tratarei de assuntos religiosos e bíblicos, mas o motivo da existência do mal levando em conta o fato da existência de um ser superior, duma mente inteligente. Assuntos abordados aqui são tirados de meus próprios argumentos ou de pensamentos filosóficos de próprios filósofos e também conclusões lógicas.
A presença do mal, dor e sofrimento no mundo é o argumento mais persistente contra a crença em Deus. Normalmente, é formulado assim:
Um Deus todo poderosos saberia que o mal existe.
Um Deus todo-amoroso desejaria impedir do mal existir.
Um Deus todo poderoso poderia impedir o mal de existir.
Mas o mal existe
Dado que a quarta preposição é claramente inegável, pode-se inferir que um dos outros 3 devem ser falsos, portanto, não pode existir um Deus todo poderoso e amoroso.
Certamente esse raciocínio pode ser um "xeque-mate" (só que não)
É perfeitamente possível que Deus criasse um mundo que contivesse o mal.
Resumindo dessa maneira:
Um mundo que contenha seres significativamente livres e que livremente fazem mais bem que o mal é mais valiosos. Mas, tenha um mundo onde não contenha criaturas livres para nada.
Deus pode criar criaturas livres mas ele não pode causar ou determinar que elas façam apenas o que é certo. Pois, se fizesse somente o certo, não seriam criaturas livres. Não fariam livremente o que é correto.
portanto, para criar seres com bem moral ele deve criar criaturas capazes de moral ruim. Ele não pode criá-las com a liberdade de realizar o mal e, ao mesmo tempo impedí-las de fazê-lo.
Imagine uma viga de madeira que se torna suave como a grama quando for usada como arma e o ar se recusasse a obedecer, se tentasse criar nele ondas sonoras que carregam mentiras e insultos. Mas tal mundo seria aquele em que ações erradas seriam impossíveis, e, portanto, o livre-arbítrio seria nulo. Se esse principio fosse levado à sua conclusão lógica até mesmo maus pensamentos seriam impossíveis e a matéria cerebral que usamos para pensar iria se recusar a fazer esta tarefa quando tentássemos enquadrá-los.
infelizmente, algumas das criaturas livres que Deus criou usaram sua liberdade para exercer o mal, e esta é a fonte da maldade moral. O fato de que muitos exercem sua liberdade para o mal, algumas vezes não contradiz a existência dum Deus todo poderoso e amoroso. Pois simplesmente ele poderia ter prevenido a ocorrência da moral ruim apenas eliminando a possibilidade de boa moral."
assim, mesmo que Deus é todo poderoso, é possível que não tivesse em sua decisão em criar um mundo contendo boa moral, mas nenhuma moral ruim e, portanto, não há inconsistência lógica envolvida, quando Deus, apesar de totalmente bom, cria um mundo de criaturas livres que optaram por fazer o mal.
veja também o filósofo e matemático Gottfried Wilhelm Leibniz ao falar da existência de Deus num mundo mal. (PDF em português abaixo)
Você pode fazer quaisquer escolha. Deus não criou ou mal, mas o mal VEIO a existência. Pense em nada, absolutamente nada. E põe algo naquele nada, uma matéria por exemplo. Portanto, quem pensou não foi Deus, mas você, e aquilo que você pensou, ou seja, a matéria num nada, vai criar um local e terá o chamado vácuo. Ou seja, não é Deus quem cria o local onde está, vácuo, e o que você pensou. Deus criou a matéria e aquele lugar onde ele criou veio a existência. Mesma coisa o mal! Deus não criou o mal, mas ele veio a existência através de sua criação. Ele não tem como criar um ser com raciocínio, livre arbítrio, menor que ele, e no mesmo tempo não ter como fazer tais coisas.
"Então por que não conseguimos ficar debaixo da água por mais de 40 minutos e voar? Simplesmente temos uma limitação." (itálico é uma pergunta de outra pessoa)
Bom, você consegue fazer o que quiser, mas tem que tentar duma forma fazer aquilo que você quer. Pode voar, é só criar uma assa ou outras coisas que consegue. Pode nadar, é só ter uma bomba de oxigênio.
Deus criou os humanos perfeitos, sem dor e livres... O mal veio a existência, não foi ele quem criou. Ele criou perfeito, mas a perfeição foi para a imperfeição. O pecado baixou a glória das pessoas impondo uma emoção do mal. Pegue uma planta e fale coisas horríveis para ela, faça o mal. E você vai ver ela murchando. Pegue outra planta e fala amor a ela, fale coisas boas. E você verá ela saudável.
Quando falo de perfeição (não estou necessariamente me referindo ao sentido absoluto, pois perfeição nem é uma palavra que seja cientifica.)
Não pense que a dor que sentimos hoje provaria talvez um Deus ruim, ainda se fosse o caso. Mas um Deus que ainda está dando oportunidade para as pessoas, e escolher as mais guerreiras, aquelas que suportam os obstáculos e assim concluem a prova para estar com o todo poderoso no futuro, numa uma vida eterna. O amor é a disciplina, a correção que a pessoa leva ao lidar com o próprio mal. O rico vivendo bem sempre quer mais, e leva a imperfeição, idolatria ao gosto do prazer do dinheiro e até mesmo sendo desumilde.
O pobre se contenta com o que tem e ainda com o seu amor da o pouco para ajudar os outros. . .
O sofrer é uma prova de obstáculos para ver quem realmente é digno de algo. Você(s) deveria(m) agradecer já que fala tanto do mal, mas na verdade está vivendo uma mordomia. A pessoa afirmar que Deus é mal, ela está provando que ele existe. Pois veja bem:
O bem e o mal.
As pessoas querem definir o que é o mal.
Como você vai falar que algo é mal? Por exemplo o assassinato, a raiva e a destruição, se sem Deus não tem definição do mal? O mal não existe sem Deus. Quem vai decidir se algo é ruim ou não? As pessoas tem pensamentos diferentes, e são imperfeitas . . . O mal não passa a ser o que cada pessoa quer que seja. Sem Deus, não há o bem e nem o mal.
Algumas pessoas podem argumentar que o mal é o que faz ao próximo. Então por que o gato que come o rato não faze o mal? Já que os animais fazem o mal, não seria razoável prender-los também?
Pense você no espaço, sem nada a não ser uma pessoa do lado de você, e essa pessoa te machuca. Será que ela fez o mal? Como ela fez o mal, sabendo que sem alguém superior não ha uma definição a não ser cultural? Quem vai decidir se aquilo é o certo ou não? nós vemos no próprio campo da psicologia a consciência que a pessoa tem. Mesmo ela fazendo aquilo, ela "sente" seu interior pesado. Deus estabeleceu essa consciência nos ser racionais.
Então o ateísmo simplesmente quer falar que algo é mal sem saber o mal. Isso tem que estar em algum lugar. E que lugar? Num livro. . .
Eu posso gostar de sorvete e você não. Ou seja, o mal não passa de uma decisão imperfeita e pessoal. Se uma pessoa roubar sua mochila, ela não faria o errado.
Repetindo o raciocínio anterior. Como você vai falar que assassinato é o mal. Como você vai falar que a raiva é o mal. Como você vai falar que terremotos e destruição é o mal. Se sem Deus não tem definição de mal? O mal não existe sem Deus. Quem vai decidir se algo é ruim ou não? As pessoas tem pensamentos diferentes e são imperfeitas. . . O mal não passa a ser o que cada pessoa quer que seja. Sem Deus, não há o bem e nem o mal. Pense você no espaço, sem nada, Absolutamente nada... com outra pessoa do lado de você. E essa pessoa te bate. Será que ela fez o mal? Como ela fez o mal, se não há um ponto do que é o mal e o bem? Quem vai decidir se aquilo é o certo ou não? Talvez argumente que é a sociedade... Ainda assim não prova um certo e errado objetivos. Talvez argumente que o certo e errado é aquele que faz mal a si, ao seu ego. Se esse for o caso, qual o motivo de não prender gatos que comem ratos, cobras que comem outras cobras? Matar outras pessoas...
O que é o mal e o bem?
As leis herméticas respondem. A 4° lei hermética diz - O Princípio de Polaridade: “Tudo é Duplo; tudo tem pólos; tudo tem o seu oposto; o igual e o desigual são a mesma coisa; os opostos são idênticos em natureza, mas diferentes em grau; os extremos se tocam; todas as verdades são meias-verdades; todos os paradoxos podem ser reconciliados”.
Na quarta lei hermética, entendemos que vivemos em um mundo polarizado. Tudo tem uma dualidade: o quente e o frio, o claro e o escuro, esquerda e direita, bem e mal... Quando associamos o princípio da polaridade com o da vibração, porém, compreendemos que as dualidades são duas faces da mesma moeda - em graus diferentes. O escuro não é nada além da luz ausente; a saúde é ausência de doença. A dualidade é, também, a unidade.
Por exemplo: Amor e ódio. São simplesmente manifestações de uma mesma coisa, só que, diferentes graus de um sentimento.
O quente e o frio: São iguais na natureza, mas diferentes em graus.
O ódio pode virar amor, a destruição pode virar construção…
Tudo que é da mesma natureza pode ser reconciliado. Pois os extremos se tocam.
Deus e o Diabo, são, pois, os pólos da mesma coisa, e o Hermetista entende a arte de transmutar o Diabo em Deus, por meio da aplicação do Princípio de Polaridade.