Pink – Split
Label:Baby Records (2) – BAB 13-13
Format:Vinyl, LP, Album
Country: Portugal
Released:1983
Genre: Electronic
Style:Italo-Disco, Synth-pop
A1 Escrachem' Superstition 5:26
A2 Stand By Every Breath 5:14
A3 Duel 5:03
B1 Hypnotized 5:26
B2 Sally's Living In My Car 5:18
B3 B-Project 4:50
Distributed By – Rádio Triunfo, Lda.
Written-By – L. Ninzatti* (tracks: A3 to B2), N. Massaro* (tracks: A3 to B2), S. Pulga* (tracks: A3 to B2)
Este disco dos Pink Project – Split (1983) é daqueles discos que só fazem sentido dentro da febre Italo‑Disco do início dos anos 80 — cheio de colagens, citações musicais, truques de estúdio e aquela estética futurista que a Baby Records adorava. E a edição portuguesa, distribuída pela Rádio Triunfo, segue exatamente essa linha: prensagem nacional, capa vibrante, e aquele charme meio “alternativo” das importações italianas adaptadas ao mercado PT.
Género: Electronic Estilo: Italo‑Disco / Synth‑pop Distribuição: Rádio Triunfo, Lda. Compositores principais: Ninzatti, Massaro, Pulga (A3–B2)
Pink Project era um projeto italiano criado por Stefano Pulga, Luciano Ninzatti e Nico Massaro, conhecido por misturar temas populares com batidas eletrónicas — quase como um “mashup” antes de o termo existir. Ficaram famosos por cruzar “Mammagamma” (Alan Parsons Project) com “Why Me” (Planet P), e por transformar referências pop/rock em faixas de dança com sintetizadores gordos, sequenciadores e aquele brilho característico da Baby Records.
O álbum Split mantém essa fórmula: faixas longas, cheias de camadas, com arranjos que alternam entre o lado mais atmosférico do synth‑pop e a energia dançável do Italo‑Disco.
A1 – Escrachem' Superstition (5:26)
Título curioso, típico das brincadeiras linguísticas do grupo. Groove forte, sintetizadores densos, e aquele toque “cinemático” que Pink Project adorava.
A2 – Stand By Every Breath (5:14)
Uma faixa mais melódica, com progressões que lembram o lado mais pop do Italo‑Disco.
A3 – Duel (5:03)
Aqui já se nota a assinatura dos três compositores principais. Sequências rápidas, atmosfera futurista, e um refrão instrumental marcante.
B1 – Hypnotized (5:26)
Nome perfeito: é repetitiva, envolvente, quase hipnótica. Uma das faixas mais fortes do disco.
B2 – Sally's Living In My Car (5:18)
Título deliciosamente kitsch, som muito Baby Records. Synths brilhantes e ritmo constante.
B3 – B‑Project (4:50)
Fecho instrumental com aquele sabor “tema de videojogo 8‑bit deluxe”. Uma espécie de assinatura final do grupo.
A prensagem PT segue o padrão da época:
Vinil leve, típico das tiragens nacionais
Rótulo Baby Records com layout simples
Capa com impressão ligeiramente fosca
Distribuição pela Rádio Triunfo, que na altura trazia para Portugal muita música italiana (Durium, Baby Records, etc.)
Para colecionadores, estas edições portuguesas têm sempre um charme especial: tiragens pequenas, variações subtis na arte, e aquele toque “local” que as distingue das versões italianas.