Chico Buarque – As Cidades
Label: RCA Victor – 74321632332, BMG – 74321632332
Format: CD, Album
Country: Europe
Released: 1998
Genre: Latin
Style: MPB
1 Carioca
Written-By – Chico Buarque, 2:43
2 Iracema Voou
Written-By – Chico Buarque, 2:58
3 Sonhos Sonhos São
Written-By – Chico Buarque, 3:15
4 A Ostra E O Vento
Written-By – Chico Buarque, 3:29
5 Xote De Navegação
Written-By – Chico Buarque, Dominguinhos, 2:30
6 Você, Você
Written-By – Chico Buarque, Guinga, 2:52
7 Assentamento
Written-By – Chico Buarque, 3:43
8 Injuriado
Written-By – Chico Buarque, 2:29
9 Aquela Mulher
Written-By – Chico Buarque, 2:22
10 Cecília
Written-By – Chico Buarque, L. C. Ramos*, 4:03
11 Chão De Esmeraldas
Written-By – Chico Buarque, Hermínio Bello de Carvalho*, 4:03
Other [Artistic Direction] – Jorge Davidson
Producer – Vinicius França
Producer, Arranged By – L. C. Ramos*
Barcode: 743216323326
Matrix / Runout: SONOPRESS:74321632332 12385/98
“As Cidades” (1998) é um dos discos mais elegantes, concisos e emocionalmente densos da fase madura de Chico Buarque. A tua edição europeia da RCA Victor / BMG (74321632332) corresponde ao lançamento internacional do álbum, com masterização e arte gráfica alinhadas à versão brasileira original.
Abaixo tens um retrato completo do disco — histórico, sonoridade, faixas e o que torna esta edição especial para colecionadores.
“As Cidades” foi lançado a 7 de novembro de 1998 , cinco anos depois de Paratodos (1993) e marca o regresso de Chico a um álbum de canções inéditas. É um disco curto (33 minutos), mas extremamente refinado, com uma escrita mais introspectiva, urbana e melancólica — refletindo o Brasil do final dos anos 90 e a transição da indústria para o universo digital.
O álbum gerou também o documentário “Chico e as Cidades” (2000), que mistura performances ao vivo com imagens de Rio, Buenos Aires e outras paisagens urbanas .
Produção de Luiz Cláudio Ramos e Vinicius França, com direção artística de Jorge Davidson .
O disco tem uma estética:
minimalista, com arranjos limpos e discretos
urbana, refletindo o tema das “cidades” como espaço emocional
melancólica, mas sem perder o lirismo característico de Chico
com forte presença de violões, acordeão, sopros e pequenos detalhes de percussão
É um álbum de atmosfera — mais intimista do que grandioso.
A edição europeia segue a tracklist original:
Carioca – abertura luminosa, quase um cartão‑postal musical
Iracema Voou – uma das mais conhecidas, melodia irresistível
Sonhos Sonhos São – delicada e filosófica
A Ostra e o Vento – composta para o filme homónimo
Xote de Navegação – parceria com Dominguinhos
Você, Você – parceria com Guinga
Assentamento – crítica social com poesia
Injuriado – curta, irónica, muito “Chico”
Aquela Mulher – uma das mais belas do disco
Cecília – parceria com L.C. Ramos
Chão de Esmeraldas – com Hermínio Bello de Carvalho
Todas confirmadas nas fontes oficiais e Discogs .
Label: RCA Victor / BMG
Catálogo: 74321632332
País: Europa
Ano: 1998
Masterização: Sonopress (variações de matriz confirmadas no Discogs)
Estas edições europeias são muito bem prensadas, com som limpo e dinâmica preservada — e são procuradas porque mantêm a arte gráfica original e não têm compressão excessiva, ao contrário de algumas reedições posteriores.
Porque este disco é especial
É um dos álbuns mais coesos e cinematográficos de Chico.
Tem uma escrita madura, urbana e profundamente poética.
Marca o final da fase “clássica” dos anos 90 antes de Cambaio (2001).
A tua edição europeia é menos comum do que a brasileira e a de coleções posteriores (Abril, Levoir).
Chico Buarque – As Cidades (1998)
Um disco curto, urbano e profundamente poético. Em As Cidades, Chico Buarque regressa às canções inéditas com um olhar maduro sobre o quotidiano, o amor, a memória e o movimento das grandes metrópoles.
Da leveza luminosa de Carioca à melancolia delicada de Aquela Mulher, passando por parcerias com Guinga, Dominguinhos e Hermínio Bello de Carvalho, o álbum constrói uma paisagem sonora íntima, feita de violões, sopros discretos e arranjos que respiram.
A minha edição europeia da RCA/BMG mantém toda essa elegância: som limpo, arte gráfica original e aquele charme das prensagens de finais dos anos 90. Um disco que não precisa de grandiosidade — basta-lhe a precisão, a poesia e o silêncio entre as notas.