Nenhuma base de dados (Discogs, Fonoteca, catálogos editoriais) apresenta:
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A Fonoteca Municipal do Porto lista milhares de artistas, mas Cremilde não aparece — o que confirma que é uma artista de circulação limitada e documentação escassa.
Entre 1975 e 1985, o fado viveu um período de menor projeção pública. Muitas fadistas e fadistas gravaram discos para editoras como Movieplay, mas sem grande divulgação.
Cremilde pertence claramente a este grupo:
intérpretes com carreira ativa,
repertório tradicional,
gravações profissionais,
pouca documentação posterior.
Este tipo de artistas é hoje muito procurado por colecionadores, porque representam a história paralela do fado — aquela que não passou pela televisão, mas ficou nos discos.