Maria João & Orquestra Jazz De Matosinhos – Amoras E Framboesas
Label: Universal Music – 602527626673
Format: CD, Album, Stereo
Country:Portugal
Released: 2011
Genre: Jazz
Style: Contemporary Jazz
1 Skylark 5:36
2 Torrente 6:36
3 Canto De Ossanha 5:11
4 Lígia 4:37
5 Há Gente Aqui 4:58
6 Flor 5:35
7 Spring Can Really Hang You Up The Most 5:44
8 The Surrey With The Fringe On Top 3:06
9 Beatriz 7:13
Recorded At – Boom Studios
Recorded At – Estúdios Vale De Lobos
Mastered At – Sterling Sound
Phonographic Copyright ℗ – Universal Music Portugal, S.A.
Copyright © – Universal Music Portugal, S.A.
Arranged By – Carlos Azevedo, Paulo Perfeito, Pedro Guedes (3), Telmo Marques
Design – Jonas Grancha
Double Bass – Demian Cabaud
Drums – André Sousa Machado
Electronics – André Nascimento, João Farinha
Executive-Producer – ONC - Produções Culturais
Guitar – André Fernandes
Marimba – Jeffrey Davis
Mastered By – Steve Fallone
Music Director – Pedro Guedes (3)
Photography By – Simon Frederick
Piano – Carlos Azevedo
Producer – Maria João, Pedro Guedes
Recorded By – João Bessa, Mário Barreiros
Trombone – Daniel Dias, Gonçalo Dias, Michaël Joussein, Paulo Perfeito, Álvaro Pinto
Trumpet – Gileno Santana, José Silva, Ricardo Formoso, Rogério Ribeiro, Susana Santos Silva
Vocals – Maria João
Woodwind – José Luis Rego, José Pedro Coelho, João Pedro Brandão, Mário Santos, Rui Teixeira
http://www.mariajoao.org/
https://www.ojm.pt/
Made in the E.U.
Barcode: 6 02527 62667 3
Há discos que não são apenas música, são mundos inteiros. Amoras e Framboesas, editado pela Universal Music em 2011 (ref. 602527626673), é um desses casos raros em que a voz de Maria João encontra uma orquestra com identidade própria: a Orquestra Jazz de Matosinhos, uma das formações mais criativas e consistentes do jazz português contemporâneo.
Este álbum em CD, Stereo, é uma viagem profundamente moderna dentro do Contemporary Jazz, onde a improvisação convive com arranjos meticulosos, texturas inesperadas e aquele toque irreverente que Maria João domina como ninguém. A OJM responde com uma paleta sonora rica, cheia de cor, dinâmica e subtileza, um verdadeiro diálogo entre voz e orquestra.
É um registo que marca um momento importante para o jazz feito em Portugal: ambicioso, inventivo e com uma produção que lhe dá o brilho que merece. Para quem coleciona música nacional com valor artístico duradouro, este disco é obrigatório.