JEANINE MAFRA MIGLIORINI¹
MÁRCIA CRISTINA ZANATA MAIO²
Ambientes infantis são especialmente complexos de se projetar, possuem exigências que os espaços gerais não possuem. Entre essas condicionantes, um espaço infantil de qualidade preza pelas cores do ambiente. Como encontrar a cor correta é a dúvida que este artigo se propõe a discutir, através de revisão bibliográfica. Para essa compreensão são abordadas as características da cor que podem ser definidoras desse processo, as funções do espaço e as diferenças entre os espaços gerais e os infantis, como entender e apropriar-se dessas características, suas exigências e qualificações, para enfim traçar um contexto que auxilie a escolha das cores dos ambientes infantis.
Ambientes infantis; Estímulos positivos; Comportamento; Função do espaço.
¹ Mestre em Gestão do Território, Pós-graduada em História, Arte e Cultura, Licenciada em Artes Visuais pela Universidade Estadual de Ponta Grossa – UEPG, Bacharel em Arquitetura e Urbanismo pela PUC-PR, pós-graduada em Docência no Ensino Superior: Tecnologias Educacionais e Inovação e pós-graduanda em Projeto de Interiores pelo Centro Universitário Cesumar - UniCesumar.
² Especialista em Moda e Negócio (2019) UniCesumar; Especialista em Docência no Ensino Superior (2018) UniCesumar; Especialista em TED – Educação à Distância e Tecnologias Educacionais (2018) UniCesumar; Especialista em Finanças (2010) Instituto Paranaense de Ensino; Graduada em Design de Moda (2016) UniCesumar; Graduada em Negócios Imobiliários (2017) UniCesumar; Graduada em Administração pelo Centro Universitário Campos de Andrade (2005).
O uso das cores na arquitetura de interiores é tema vasto, que não esgota as possibilidades, isso porque, as cores possuem diversas teorias, interpretações, discussões acerca do gosto pessoal, da objetividade, da luz, entre outras características. É válido enfatizar que apesar de tantas nuances acerca do tema, é possível sim, tratá-lo de maneira científica, analisar objetivamente seu uso e influências sobre as pessoas.
Os avanços tecnológicos permitem que se crie uma infinidade de tons de cores, fazendo com que as escolhas se tornem mais complexas, o que se deve analisar em situações como essa são, por exemplo: a finalidade do espaço, o usuário, a intenção cinestésica. São escolhas objetivas que conduzem a um caminho mais seguro e confiável, pois uma das questões mais abordadas sobre o uso das cores em ambientes é sobre o ‘enjoar daquela cor’.
Quando se fala em cores nos ambientes muito facilmente remetemos aos ambientes destinados às crianças, que possuem o estigma de serem coloridos, preferencialmente usando-se as cores primárias, ou então que quartos de bebês devem ter tons pastel. Cientificamente falando, será que essas são realmente as cores indicadas para esses ambientes? Será que existem cores mais propícias a esses espaços? O quanto essas escolhas podem influenciar o comportamento do usuário? É em busca dessas respostas que este artigo se desenvolve, buscando compreender o uso apropriado das cores em ambientes destinados a crianças.
Propõe-se uma revisão bibliográfica, na qual será realizada uma trajetória que passa pela compreensão da influência das cores sobre as pessoas, a diferença entre os espaços gerais e aqueles destinados às crianças, e com isso quais as necessidades dos espaços infantis, para encontrar o caminho para as cores indicadas, para que esses espaços tenham seu objetivo cumprido e que sejam usados de forma eficiente e agradável.
Quando abordamos o tema cores, muitas são as impressões, as sensações, e até mesmo os preconceitos que nos vêm à mente. É assunto muito relevante para as pesquisas, pois nossos comportamentos são influenciados por elas.
Segundo Pedrosa (2008) a cor não existe materialmente, ela é a sensação provocada pela ação da luz sobre o olho; essas sensações dividem-se em três grupos: cores-luz, cores-pigmento e cores-pigmento transparentes. Cada grupo possui suas peculiaridades. Enquanto a cor-luz é o facho luminoso de luz branca, e sua ausência é o escuro, as cores-pigmento somadas são o preto e sua ausência é o branco, essas se concretizam nos objetos, nas coisas. Mas só podemos ver a cor-pigmento se sobre ela incidir a cor-luz. Desde a Antiguidade há a preocupação de compreender o fenômeno e suas implicâncias nas artes, na física, na psicologia (PEDROSA, 2010).
É através da psicologia que se pretende compreender a sua influência, sem deixar de lado as demais áreas, que complementam este entendimento. As cores escolhidas conscientemente utilizam critérios objetivos e subjetivos para a sua seleção, uma vez que esses dados se complementam para justificar as tonalidades. Conforme reforça Barros (2006), a cor apresenta a conotação técnica – quando abordada através da física óptica e da química dos pigmentos, e um caráter subjetivo – envolvendo a percepção fisiológica e psicológica. Estas variáveis criam uma insegurança em relação ao controle dos efeitos visuais.
Johann Wofgang Goethe, teatrólogo e poeta alemão, desenvolveu uma complexa teoria da cor, em 1810. Nela ele aborda aspectos físicos, como o contraste, a cor das sombras e o efeito da iluminação sobre os objetos, e indicou que as cores podem se relacionar a aspectos emocionais; é o primeiro momento que essa afirmação aparece (FRASER, 2007). Goethe pesquisava como a natureza humana responde à cor, e como a preferência das cores pode se relacionar ao caráter individual.
A questão é debatida ainda nos nossos tempos, de acordo com Fraser (2007), Max Luscher, médico suíço, grande autoridade na psicologia das cores, desenvolveu um teste baseado em cartões coloridos, nos quais o paciente ordena a sua preferência, e através dessas escolhas psiquiatras e psicólogos determinam aspectos da personalidade da pessoa.
Essas questões subjetivas estão também relacionadas a diversos fatores comprovados, como a cultura, o contexto que a cor está e também as experiências pessoais com as cores (AMARAL, 2015).
O Instituto da Cor e da Imagem da Universidade de Derby estuda aspectos que interferem na forma de leitura de imagens, desde obras de arte até embalagens, e nesses estudos destaca-se que forma, layout e tipo de letra são, frequentemente, observados primeiro, mas é a cor que mais influencia os observadores e consumidores (FRASER, 2007).
Os estudos se aprofundam na compreensão de como somos influenciados pelas cores.
Estudando a percepção sensorial, Wundt, ao mesmo tempo que Helmholtz, definiu a distinção entre sensação, simples resultado da estimulação de um órgão sensorial, e percepção, tomada de consciência de objetos ou acontecimentos exteriores. Na análise experimental dos processos superiores (memória, natureza das imagens mentais, imaginação, faculdade de compreender, sugestibilidade, sentimento estético, sentimentos morais etc.), considerou os fatos psicológicos como unidades firmemente estruturadas e não como simples justaposição de elementos (PEDROSA, 2010, p. 102).
Fraser (2007) afirma que as cores podem afetar nossas emoções, e questiona se isso ocorre como resultado dos significados levados pelos signos ou se existe uma ligação mais profunda entre cores e estados mentais.
Esses apontamentos deixam claro que é bastante complexa a compreensão acerca das sensações e estímulos que as cores causam. Os estudos são variados e mesmo divergentes em diversos pontos. É ponto passivo que as cores influenciam as pessoas, que causam sensações e mesmo alterações físicas quando em contato com elas. E também que se utilizam quadros que apontam as percepções gerais das pessoas, eles servem de referência para todos os que trabalham com as cores, os arquitetos, designers, artistas, publicitários e tantos outros.
O espaço é objeto de estudo da geografia, da arquitetura, da astronomia e outras ciências. Para algumas delas além de objeto de estudo é a base do trabalho, como nos projetos arquitetônicos e de interiores. Por isso é interessante compreender a formação deste espaço, que além de físico vem carregado de outros significados e simbolismo. Todos esses fatores influenciam na definição de um projeto de interiores, por isso é necessária sua compreensão.
Segundo Silva (2018), o espaço é relacional, concomitantemente causa e efeito das relações sociais que nele ocorrem. Logo ele não é pré-determinado, estático ou finalizado, é sempre um processo se desenvolvendo. Considerando isso compreende-se que as relações, os acontecimentos que ocorrem nos espaços fazem parte de sua compreensão. Pode-se então apresentar que uma das variáveis neste entendimento é a função do espaço, o que nele ocorre, quais as relações e quais os atores envolvidos nessas práticas. Tratando-se de espaços infantis essa discussão amplia-se, pois as preocupações com os usos implicam em diferenças com relação aos espaços de uso geral. Quando um ambiente é utilizado predominantemente por crianças deve-se atentar para a escala do mobiliário, para a segurança, e outros fatores, que incluem as cores.
Considera-se ainda que o espaço é multissensorial, nossa percepção vai além da visão, envolve todos os sentidos.
Toda experiência comovente com arquitetura é multissensorial; as características de espaço, matéria escala são medidas igualmente por nossos olhos, ouvidos, nariz, pele, língua, esqueleto e músculos. A arquitetura reforça a experiência existencial, nossa sensação de pertencer ao mundo, e essa é essencialmente uma experiência de reforço da identidade pessoal. Em vez da mera visão, ou dos 5 sentidos clássicos, a arquitetura envolve diversas esferas da experiência sensorial que interagem e fundem entre si (PALLASMAA, 2011, p. 39).
Além dessa questão é interessante ressaltar que a arquitetura, o planejamento do espaço, transmite uma série de emoções que fazem parte de nossa vida e cotidiano. Esses sentimentos são reconhecidos como conteúdo psicológico da arquitetura (COLIN, 2000). Como as cores fazem parte desta composição do espaço, corroboram essa afirmação apoiando-se em Gurgel (2005), afirmando que as cores mexem com nosso subconsciente, restaurando em nossa memória sensações que influenciam nosso estado de espírito, nosso humor.
Juntando-se vários dos elementos que compõem um espaço, que se unem para formar um conjunto, e como afirmam as leis da Gestalt: a soma das partes é diferente do todo (GOMES FILHO, 2015), e compreendendo que as formas de percepção deste espaço também são muito amplas devemos compreender, de forma sucinta, que se percebe o espaço de maneira individual, única; nossas memórias, vivências e repertório influenciam diretamente neste âmbito. Entretanto, alguns fatores têm seu lado objetivo e com isso integram as decisões racionais acerca da composição do espaço. Entre os elementos que tem parte de sua compreensão de forma objetiva está a cor, que se pretende compreender neste artigo.
Os ambientes destinados predominantemente às crianças precisam ser adaptados às necessidades de seus principais usuários. Muito se observa sobre esse espaço,
Deve ter luz abundante e, se possível, sol... A imaginação infantil é de uma extraordinária riqueza, a pedagogia recomenda deixá-la crescer livremente, mas dentro de um ‘campo’, que há de favorecer e não entorpecer o crescimento emocional da criança... São objetivos desse tipo de decoração: a) promover a formação de hábitos favoráveis ao desenvolvimento físico e mental; b) despertar e proporcionar boas condições de sociabilidade; c) interessar a criança por exercícios físicos adequados à sua idade; d) insinuar na criança o aprendizado do repouso; e) desenvolver a memória, a imaginação, a atenção e as tendências artísticas, despertar o amor aos livros; f) favorecer os hábitos de higiene e ordem; g) preparar o caminho para jogos e brinquedos pelos quais a criança se dará a conhecer, e através dos quais podemos também evitar que ela adquira maus hábitos (MANCUSO, 2008, p. 41).
Percebe-se que a responsabilidade com um ambiente infantil é imensa, e diversos são os objetivos a serem alcançados. Cada um dos elementos citados deve ter sua ênfase destacada a partir da função do espaço, enquanto o repouso deve ser estimulado no quarto, as áreas dedicadas ao aprendizado devem proporcionar o desenvolvimento mental, e assim por diante.
Entre os espaços predominantemente infantis podemos citar: quartos, salas de aula, brinquedotecas, espaços dentro das bibliotecas, casas de festa infantil, espaços de aprendizagem de música, dança, esportes e outras modalidades. Esses ambientes podem ser destinados na sua totalidade às crianças, ou integrarem espaços mais amplos com o público em geral. Então quando se fala de ambientes destinados aos menores não se aborda exclusivamente ambientes fechados, exclusivos. Sendo assim, os projetos têm que considerar que o ambiente está inserido em um contexto maior, e que deve integrar este todo.
Reforçando este pensamento os espaços infantis devem ser planejados com criatividade, instigar a aprendizagem, ofertar vasto repertório de escolhas. Por isso são espaços com diversidade de materiais, que permitam a exploração, a promoção da autonomia, acessíveis, seguros, que estimulem a comunicação; para isso deve ser pensada sua iluminação, acústica e conforto térmico, além das cores pensadas com equilíbrio para auxiliar na execução das atividades (REDE MARISTA, 2010).
Após a compreensão do espaço e suas necessidades, aborda-se o uso das cores, entendendo que é um dos fatores determinantes para que o espaço cumpra as funções a que se propõe.
As cores possuem uma leitura universal quanto às sensações que causam, alguns diferenciais podem ocorrer em função da cultura local, mas outras reações são ligadas à resposta do corpo, como o aumento da circulação sanguínea diante de cores quentes e a diminuição com as cores frias. Essas reações se aplicam a adultos e crianças, entretanto as crianças são mais suscetíveis, uma vez que não possuem experiência e bagagem para criarem filtros diante dos ambientes, e cores que possam interferir negativamente (BASTOS, 2015).
Cores podem
contribuir de forma benéfica na vida das crianças, uma vez que as cores sugerem diferentes significados, de acordo com a maneira como forem utilizadas [...] Devido à influência da cor no meio onde vivemos, torna-se importante estudar formas de proporcionar às pessoas a utilização de cores, buscando composições harmoniosas, equilibradas visualmente, que colaborem juntamente com outros elementos do projeto do ambiente (LUFT, 2011, p. 288).
A utilização de cores é muito ampla, neste momento a difusão das cores é imensa, todos são bombardeados por uma quantidade de imagens coloridas, velozes, intensas, como não ocorria tempos atrás (MANCUSO, 2008). Esta questão influencia sobremaneira na escolha das cores dos ambientes, pois o contato que se tem com elas vai além do espaço projetado, e por isso a atenção deve ser redobrada. Mesmo porque ao projetar o ambiente a escolha das cores vai muito além das paredes, temos o mobiliário, os revestimentos, os objetos.
Gurgel (2007) aponta as funções das cores nos ambientes: criar diferentes atmosferas, influenciar nosso estado de espírito, alterar visualmente as proporções de um ambiente, aquecer ou esfriar um ambiente e criar centros de interesse. Em outro momento Gurgel retoma que não basta a escolha das cores para a eficiência de um ambiente, é necessário pensar nas quantidades dessa cor, nas texturas nas quais são aplicadas, iluminação natural e artificial e a função e objetivos do espaço. Com esses fatores coordenados pode-se afirmar que o conjunto, o resultado foi eficiente.
Assim como separamos os adultos das crianças para compreender essa aplicação das cores, devemos separar as crianças em grupos etários, uma vez que cada idade possui suas necessidades. Os estímulos para os bebês devem ser diferentes dos de uma criança de seis anos, e isso é válido para qualquer ambiente destinado a eles: escola, quarto, brinquedoteca. Quando o espaço é de uso geral mais uma vez o equilíbrio e a coerência devem ser o caminho para um bom resultado (GURGEL, 2007).
Para se fazer a escolha são seguidos critérios, inicialmente apoiando-se em estudos que descrevem as sensações de cada uma das cores, enquanto o amarelo é vida, auxilia na concentração, é alegre, o azul é calmo, tranquilo, mas pode ser deprimente, e assim seguem as sensações de diversas cores. Este é o início do processo, e algumas etapas que devem continuar.
Ponderando que além da escolha das cores, a partir de suas sensações, e da quantidade utilizada deve-se considerar o esquema de cores que irá compor o espaço. Estes esquemas também influenciam, pois quando se analisa um espaço é como um todo, todas as cores, e não de maneira isolada. A percepção deve ser a de quem entra no espaço e vê sua panorâmica.
São diversos os esquemas, ou os grupos de cores utilizados na decoração de interiores, entre eles destacamos: quentes ou frias; grau de saturação; cores primárias, secundárias e terciárias; análogas, complementares, complementares decompostas; esquemas harmônicos, contrastantes ou neutros; monocromáticos, triádicos (GURGEL, 2007).
Afinal, a decisão quanto a cor de um ambiente infantil é complexa, envolve um conjunto de fatores, a desconsideração de um deles pode destruir um bom projeto. Não existe resposta pronta, nem tabela para decidir facilmente, são variáveis que devem ser analisadas para organizar o contexto geral e assim fazer as definições.
Quando se debate sobre um tema complexo a expectativa é que alguns caminhos elucidem as questões a que se propôs o trabalho. Em se tratando das cores as discussões levam a algumas conclusões, mas acima de tudo geram novos questionamentos, abrem-se novas possibilidades de pesquisa.
A definição das cores, uma vez que envolve muitas variáveis, não permite que se chegue a uma única resposta, uma possibilidade objetiva de definição de uma cor, uma tabela pronta para ser consultada. Tendo em vista que devemos considerar a iluminação, a função, a idade e tantos outros elementos, entende-se que o necessário é compreender este caminho de definição, que ele seja bem desenvolvido, para dar suporte a uma definição de cor consciente.
A escolha das cores para ambientes infantis deve ser tratada com cautela, uma vez que é complexa e deve passar por um processo que vai além da opção por essa ou aquela cor. Inicia com a definição do objetivo e função do espaço, passando pelo perfil de seus usuários, para então iniciar-se o delineamento de um cenário complexo e abrangente, em que as variáveis podem levar ao sucesso ou fracasso do projeto.
AMARAL, Inês, GUEDES, Maria G.,GAMA, Maria. O espaço do lazer infantil, suas cores, formas e texturas. VIII World Congresso on Communication and Arts. Salvador: abril 2015.
BARROS, Lilian R. M. B.. A cor no processo criativo. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2006.
BASTOS, Diana N.D.A.. Dormitório infantil: a influência das cores no desenvolvimento comportamental de uma criança com autismo. Especialize: Rio Branco, 2015.
COLIN, Silvio. Uma Introdução à Arquitetura. Rio de Janeiro: Editora UAPÊ, 2000.
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GURGEL, Miriam. Projetando ESPAÇOS: Design de Interiores. São Paulo: Senac São Paulo, 2007.
LUFT, Maria Gabriela Cherem. Um estudo de cores em Josef Albers para um
ambiente infantil. Faculdade de Tecnologia SENAC, 2011.
MANCUSO, Clarice. Arquitetura de interiores e decoração: a arte de viver bem. Porto Alegre: Sulina, 2008.
PALLASMAA, Juhani. Os olhos da pele: A arquitetura e os sentidos. Porto Alegre, Bookman, 2011.
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