Ocorrências:
Norte (Acre, Amazonas, Pará, Rondônia)
Nordeste (Bahia, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte)
Sudeste (Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo)
Domínios Fitogeográficos
Amazônia, Mata Atlântica
Campus Leonel Brizola.
Foto: Christian Ribeiro
Foto: Lioudimila A. Matlakhova
Foto: David Pessanha Siqueira
Foto: Lioudimila A. Matlakhova
Suas sementes são muito apreciada pelos macacos, cujos mais novos ficam com as mãos presas, o que gerou o famoso ditado: “Macaco velho não põe a mão em cumbuca”
Suas castanhas são comestíveis e saborosas, substituindo com vantagens a castanha-do-pará in natura ou em receitas (clique aqui). Entretanto, em função da altura das árvores, são de difícil acesso e as sementes que caem são prontamente carregadas por pássaros, macacos e outros (clique aqui). Embora sejam ricas em lipídios, proteínas, fibras, nutrientes especiais, especialmente o Selênio, e conter compostos antioxidantes, amostras de algumas procedências apresentaram teores elevados de chumbo, considerados tóxicos conforme limites descritos para sementes de oleaginosas (clique aqui).
Seus frutos são muito utilizados como recipiente doméstico na decoração.
A árvore apresenta madeira de boa qualidade, com alta resistência ao ataque de organismos xilófagos, com aplainamento moderadamente fácil (clique aqui)
Apresenta potencial melífero.
Pesquisas na UENF:
Fenologia:
Coordenadora: Profa. Ângela Pierre Vitória (LCA)
Equipe: Ramon Rodrigues Pereira, Lauryn Rodrigues Pereira, Amanda Lúcia Pereira Machado da Silva, Douglas Rodrigues Ribeiro
A determinação das fenofases foi realizada por análise visual mensal, sempre no início da segunda quinzena de cada mês. Para tanto, a copa da árvore foi repartida em quadrantes, para facilitar a qualificação e quantificação. Foram avaliados 10 indivíduos adultos. A espécie mostra-se sempre verde (cobertura da copa apresenta-se acima de 80% em alguns períodos do ano).