É uma espécie pantropical.
O Algodoeiro da praia floresce e frutifica o ano inteiro, suas flores ocorrem isoladas ou em inflorescências terminais. Abrem pela manhã e caem ao longo do dia, avermelhando-se no processo de senescência.
As flores apresentam androceu com por numerosos estames, cujos filetes acham-se soldados, formando um tubo estaminal. O estilete é terminal, envolvido pelo tubo estaminal, o qual é ultrapassado por cinco estigmas papilosos, de coloração púrpura (Rocha e Neves, 2000).
Ocorrências:
Norte (Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins)
Nordeste (Alagoas, Bahia, Maranhão, Paraíba, Piauí)
Centro-Oeste (Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso)
Sudeste (Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo)
Sul (Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina)
Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
Algodoeiro da praia no campus de Macaé.
Foto: Christian Ribeiro
Algodoeiro da praia florido, e em detalhe, a flor avermelhada, após a queda.
Foto: Deborah G. Barroso
Detalhe do tubo estaminal, envolvendo o estilete.
Foto: Deborah G. Barroso
O extrato etanólico das flores de Hibiscus tiliaceus L. apresentam propriedades antioxidantes e antimutagênicas (Maganha, 2009).
O extrato aquoso da madeira apresença ação espermicida, por ingestão oral (clique aqui).
Devido ao seu potencial invasor, é desaconselhável o seu uso em projetos de restauração ecológica e reflorestamento.