Ocorrências:
Norte (Acre, Amazonas, Pará, Rondônia)
Nordeste (Alagoas, Bahia, Ceará, Pernambuco, Piauí)
Centro-Oeste (Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso)
Sudeste (Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo)
Sul (Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina)
Plantio de Guapuruvu no Campus da UENF pelos bolsistas do projeto de extensão Árvores da UENF.
O guapuruvu foi descrito pelo missionário e botânico brasileiro José Mariano da Conceição Veloso (Frei Vellozo), em 1825 como Cassia parahyba. (Clique aqui)
As flores são visitadas e polinizadas por diversas espécies de abelhas: europeia, mirim, jataís, irapuá e mamangavas. (Clique aqui)
A madeira do guapuruvu é pouco resistente, mas presta-se à confecção de embarcações tipo canoas, pela leveza e facilidade de entalhe. (Clique Aqui)
Guapuruvu é o simbolo da Vale do Paraíba e da cidade de Florianópolis, capital de Santa Catarina. (Clique Aqui)
O extrato aquoso de suas folhas é capaz de inibir a atividade de venenos de cobra (Clique aqui). Já a casca é usada como cicatrizante e anti-inflamatório natural. (Clique Aqui)
Segundo a lenda indígena, o Guapuruvu é uma árvore sagrada que protege a floresta dos espíritos malignos. Já na cultura popular, acredita-se que o Guapuruvu traz sorte e prosperidade para quem o planta em casa. (Clique Aqui)
A fibra presente nos frutos do Guapuruvu, conhecida como bainha, também possui aplicações na indústria têxtil, sendo utilizada na produção de cordas, redes e tecidos rústicos. Essa fibra é resistente e de ótima qualidade, proporcionando durabilidade e versatilidade aos produtos fabricados. (Clique Aqui)