Ocorrências:
Norte (Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins)
Nordeste (Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe)
Centro-oeste (Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso)
Sudeste (Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo)
Sul (Paraná)
Possíveis Ocorrências:
Norte (Amapá)
Nordeste (Maranhão)
Centro-oeste (Mato Grosso)
Sul (Rio Grande do Sul, Santa Catarina)
Fotos: Christian Ribeiro e Yara Pereira
Na Índia é considerada a Árvore Sagrada, por sua folhagem sempre verde, pela resistência de sua madeira, por seus benefícios profiláticos e terapêuticos (clique aqui)
Nim é um dos principais componentes das medicinas Siddha, Ayurvédica e Unani, sendo particularmente usado no tratamento de doenças de pele. As folhas de nim são usadas para tratar eczema, psoríase e outras doenças. O óleo de nim é empregado para tratar os cabelos, para melhorar a função hepática, desintoxicar o sangue e equilibrar os níveis de açúcar no organismo.
Produtos feitos à base de nim têm sido usados na Índia há mais de dois mil anos, pelos adeptos de Siddha e Ayurvédica, para fins medicinais, notadamente como anti-helmíntico, antifúngico, antidiabético, antibacteriano, antiviral, contraceptivo e sedativo.
Suas folhas, frutos, sementes, casca e madeira têm diversas aplicações, tanto como fonte de materiais usados pela medicina, veterinária, cosmética, como na produção de adubos e no controlo de pragas.
As pesquisas já realizadas são ainda insuficientes para avaliar os benefícios da planta. Em adultos, o uso do nim durante períodos curtos é seguro, mas o uso a longo prazo pode ser prejudicial aos rins ou ao fígado. Para crianças pequenas, o óleo de nim é tóxico e pode levar à morte. O nim também pode causar aborto, infertilidade e baixo nível de açúcar no sangue.
Devido ao seu potencial invasor, é desaconselhável o seu uso em projetos de restauração ecológica e reflorestamento.