Ocorrências:
Norte (Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Roraima, Tocantins)
Nordeste (Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe)
Centro-Oeste (Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso)
Sudeste (Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo)
Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa, Pantanal
Cajueiro campus Carlos Alberto Dias.
Foto: Yara Pereira
Cajueiro campus Leonel Brizola.
Foto: Christian Ribeiro
Foto: Yara Pereira
O que chamamos de “caju” divide-se em duas partes: o fruto, que é a castanha, e o pseudofruto, formado pelo pedúnculo floral suculento, piriforme, amarelo, rosado ou vermelho.
O pseudofruto é rico em vitamina C e Fe. muito utilizado pra fabricação de sucos e doces. A partir dele também é produzida a cajuína, Patrimônio Cultural do Piauí e símbolo da cidade de Teresina.
No Nordeste brasileiro é utilizado na medicina popular para aliviar dor de dente, como antiinflamatório para gengiva e garganta, bronquites, artrites, cólicas intestinais, icterícia, contra diabetes, asma e também como afrodisíaco. (clique aqui)
O extrato hidroalcóolico da casca do cajueiro apresenta atividade antimicrobiana sobre as linhagens de Staphylococcus aureus de origem humana hospitalar resistentes (MRSA) e sensíveis a meticilina (MSSA) (clique aqui), sendo alternativa terapêutica de baixo custo e de fácil acesso a população, uma vez que já está difundido seu uso na medicina popular.
A castanha de caju é rica em fibras, proteínas, minerais vitaminas, carboidratos, e vários tipos de aminoácidos.