Nordeste (Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Alagoas e Ceará)
Sudeste (Rio de Janeiro)
Centro Oeste ( Goiás, Mato grosso)
Baobá no Horto Municipal de Campos dos Goytacazes.
Foto: Savyo Carvalho
Foto: Yara Pereira Gonçalves e Christian da Cunha Ribeiro
Foto: Yara Pereira Gonçalves e Christian da Cunha Ribeiro
Foto: Yara Pereira Gonçalves e Christian da Cunha Ribeiro
É uma árvore formada por uma ramificação peculiar de galhos e ramos. As folhas do Baobá são geralmente compostas, porém, os exemplares mais jovens apresentam folhas simples. O seu tronco, além de apresentar resistência ao fogo, é um considerável reservatório natural de água, concentrando até 120.000 litros de água, em determinados períodos de chuva. Árvore de grande porte (medindo até 30 metros de altura e 7 de circunferência). Apresenta capacidade de resistir a longos períodos de seca.
Na África numa aldeia da Senegâmbia, os nativos aproveitaram uma árvore com o tronco oco, para transformar o local em espaço, onde em assembleias, discutiam os interesses da tribo (clique aqui)
Suas folhas servem como ingrediente principal de uma sopa chamada “miyar kuka”, muito comum entre os hauçás. (clique aqui)
As folhas de baobá podem servir como uma fonte significativa de proteínas e minerais. As folhas jovens e frescas têm um teor de proteínas de 4%, e são ricas em vitaminas A e C, sendo ainda excelente fonte de cálcio, ferro, potássio, magnésio, manganês, molibdênio, fósforo e zinco. (clique aqui)
Trazidas da África essas árvores são consideradas sagradas e têm significado importante para as nações de candomblé. (clique aqui)
O fruto também é um importante recurso nutricional, além de ser utilizado no tratamento contra diabetes. (clique aqui)
O óleo das sementes contem as vitaminas A, C, E e D3 , todas importantes na prevenção do envelhecimento, promovendo a regeneração celular. (clique aqui)
Sabe-se que a madeira do Baobá é utilizada com excelência para fabricar instrumentos musicais. (Clique aqui)