Foto: Raquel Santiago
Ocorrências:
Nordeste (Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí)
Mata Atlântica
Mudas de oiti no estacionamento, atrás do CBB, em 1998.
Foto: José Geraldo de Araujo Carneiro
Foto: Yara Pereira
Foto: Yara Pereira
Árvores de oiti no estacionamento atrás do CBB, em 2019. Encontram-se cerca de 250 indivíduos adultos no campus Leonel Brizola.
Foto: Christian Ribeiro
Frutos comestíveis, com amêndoas ricas em óleo. O fruto é doce, possui um alto teor de umidade, baixo teor de gordura, altos teores de fibras, pectina, cinzas, ferro (clique aqui) e substâncias com ação antioxidante (clique aqui)
Sua madeira é resistente, utilizada na construção civil, estacas, postes, dormentes, entre outros (clique aqui)
É muito usada na arborização urbana por sua copa frondosa, que dá ótima sombra, o que impacta positivamente o meio urbano no período de verão.
A polpa seca de seus frutos pode ser manipulada como incremento de numerosos itens alimentícios.
A polpa apresenta também forte potencial para processos fermentativos e meios de cultura. (Clique aqui)
Pesquisas na UENF
Fenologia:
Coordenação: Profa. Ângela Pierre Vitória (LCA).
Equipe: Ramon Rodrigues Pereira, Lauryn Rodrigues Pereira, Amanda Lúcia Pereira Machado da Silva, Douglas Rodrigues Ribeiro
A determinação das fenofases foi realizada por análise visual mensal, sempre no início da segunda quinzena de cada mês. Para tanto, a copa da árvore foi repartida em quadrantes, para facilitar a qualificação e quantificação. Foram avaliados 10 indivíduos adultos. A espécie mostra-se sempre verde (cobertura da copa apresenta-se acima de 80% em alguns períodos do ano).