A aroeira é uma espécie que encontramos em todos os campi da UENF, com sua linda e abundante frutificação.
Ocorrências confirmadas:
Nordeste (Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Sergipe)
Centro-Oeste (Mato Grosso do Sul)
Sudeste (Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo)
Sul (Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina)
Cerrado, Mata Atlântica, Pampa
Pesquisa conduzida no LTA/CCTA demosntrou que o extrato aquoso da aroeira pimenteira possui propriedades antioxidantes, contribuindo para o retardamento da oxidaçao lipídica em alimentos (clique aqui).
Também em trabalhos do LTA, morangos revestidos com óleo essencial de aroeira pimenteira, tiveram aumento de 100% no tempo de armazenamento, comprovando sua atividade antimicrobiana e antifúngica.
O óleo essencial de S. terebinthifolius é rico em sesquiterpenos e pode ser uma fonte promissora de compostos ativos para estratégias terapêuticas e / ou preventivas inovadoras contra o câncer (clique aqui).
Suas sementes lhe conferem o nome de aroeira pimenteira, sendo utilizada em vários pratos, misturadas ou não às pimentas do reino preta, branca e verde. Decora e confere sabor delicado e aromático, não apresentanto características picantes.
Entre os usos etnofarmacológicos, encontram-se: anti-inflamatória, antiespasmódica, diurética, antileucorreica, emenagoga, adstringente, cicatrizante, balsâmica e bactericida. Com a resina azulada da casca os jesuítas preparavam o “balsamo das missões” de uso corrente entre a população cabocla (clique aqui)
Seus frutos vistosos são empregados na Flórida para decoração de Natal, o que lhe conferiu a denominação de Christmas-berry
O uso na alimentação traz benefícios como: ação antioxidante; elevado percentual de vitamina C e Ca, melhoria na circulação, prevenção de Alzheimer; potencial de emagrecimento; e redução de coágulos no sangue (clique aqui)