A Malpighia punicifolia L. pode apresentar copa aberta ou compacta. Campus Macaé.
Foto: Yara Pereira
A Malpighia punicifolia L apresenta porte arbustivo, de 2,5 – 3,0 metros de altura, desenvolvendo-se bem tanto em climas tropicais como em climas subtropicais. De formato redondo, oval ou achatado, os frutos da aceroleira são carnosos e suculentos, podendo ou não conter sementes. Tais frutos, podem pesar de 3 a 16g. As flores da espécie encontram-se dispostas em pequenos cachos, cuja coloração varia entre a cor branca e diferentes tonalidades de rosa. A polinização dos grãos de pólen da aceroleira é realizada por insetos polinizadores nativos, mais precisamente abelhas do gênero Centris spp.
Ocorrências:
Norte (Amazonas, Pará)
Nordeste (Bahia)
Centro-Oeste (Goiás)
Sudeste (Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo)
Sul (Paraná)
Campus UENF.
Foto: Christian Ribeiro
As folhas L possuem formato oval ou elíptico. São simples, inteiras e opostas.
Foto: Deborah Guerra Barroso
Quando maduros, os frutos da Malpighia punicifolia L apresentam coloração vermelho-púrpura.
Foto: Cláudia Sales Marinho
A casca do caule é rugosa e em algumas ocasiões, possui coloração marrom.
Foto: Deborah Barroso
A acerola destaca-se como fonte nutricional com elevado conteúdo de vitamina C. (clique aqui)
Resíduo do processamento de acerola podem ser utilizados como ingrediente alternativo nas dietas de codornas europeias, até o nível de 12% de inclusão, resultando em boa conversão alimentar e ganho de peso em aves (clique aqui)
Suas sementes trituradas são capazes de adsorver metais pesados em águas contaminadas (clique aqui)
O suco da acerola apresenta atividade antioxidante superiores a sucos de frutas particularmente ricas em polifenóis como suco de morango, uva e maçã (cliqie aqui)
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