Sim — depois da morte, o conteúdo de um blog no Blogspot (Blogger) normalmente continua ativo, a menos que alguém tome alguma ação para removê-lo ou a própria plataforma o exclua por algum motivo específico.
O que geralmente acontece. O blog permanece no ar mesmo que o dono tenha falecido. O Blogger não desativa automaticamente contas por falta de uso. As postagens continuam acessíveis ao público normalmente.
Quando o blog pode sair do ar. O conteúdo só deixa de existir se: 1) Um familiar ou responsável solicitar a remoção. Google pode aceitar pedidos legais com documentação. 2) A conta for encerrada manualmente. Por herdeiros com acesso ao e-mail/senha. 3) Violação de políticas. Se o blog infringir regras do Google, pode ser removido. 4) Inatividade extrema e mudança de política. Isso é raro, mas possível no longo prazo.
O Google oferece o recurso chamado de Gerenciador de Conta Inativa (Inactive Account Manager), onde a pessoa pode definir o que acontece com sua conta após um período sem uso.
Manter um blog como memorial é algo muito comum e pode ser uma forma bonita de preservar a história e a memória da pessoa.
1. Não é necessário fazer nada imediato. O Blogger normalmente não apaga o conteúdo automaticamente, então o blog pode continuar no ar por anos.
2. Faça uma cópia de segurança (muito recomendado). Mesmo que o blog continue ativo, é prudente salvar tudo. No painel do Blogger: Configurações / Gerenciar blog / Fazer backup do conteúdo. Isso gera um arquivo que pode ser guardado pela família.
3. Transformar em memorial com uma mensagem fixa. Você pode adicionar um aviso respeitoso no topo, como: “Este blog permanece online como homenagem e memória de [Nome], falecido em [ano].” Isso ajuda visitantes a entenderem o contexto.
4. Definir um responsável pela conta. Se alguém da família tiver acesso ao e-mail do dono, pode: Atualizar informações / Moderar comentários / Evitar invasões ou abandono. Caso não tenham acesso, o Google não fornece login, mas aceita pedidos legais em alguns casos.
5. Cuidado com comentários e spam. Blogs antigos podem receber spam. Sugestão: Desativar comentários ou Moderar antes de publicar.
Alternativa mais segura: arquivar fora do Blogger. Para preservar permanentemente, pode-se também: Salvar em PDF / Copiar para outro site / Criar um domínio memorial próprio
Quando uma pessoa tem muito conteúdo no Blogger, Google Sites e Google Drive, o ideal é organizar isso com antecedência para que: nada seja perdido / sua família ou pessoas de confiança possam preservar / o material possa virar memorial ou acervo / não fique inacessível por falta de acesso.
Blogger (Blogspot) — O blog normalmente continua no ar. Pode ficar disponível por muitos anos.
Google Sites — Também permanece publicado enquanto a conta existir.
Google Drive — Os arquivos continuam armazenados, mas ninguém consegue acessar sem autorização ou senha. Ou seja: fica tudo lá, mas pode virar um “cofre trancado”.
O Google tem uma ferramenta oficial para isso: Gerenciador de Conta Inativa (Inactive Account Manager). Ela permite que você defina: após quanto tempo de inatividade sua conta será considerada inativa / quem será avisado / quem poderá baixar seus arquivos / se sua conta será apagada ou não.
O que você pode fazer com ela — Você pode escolher até 10 pessoas de confiança para receber acesso a dados como: Drive / Gmail / Fotos / Blogger / Sites. E ainda escrever uma mensagem automática.
Como configurar (passo a passo). 1) Vá para sua conta Google: myaccount.google.com; 2) Procure por: Dados e privacidade; 3) Role até: Fazer um plano para sua conta digital; 4) Clique em: Gerenciador de Conta Inativa; 5) Defina: Tempo de inatividade (3, 6, 12 meses etc.), Contatos de confiança, Quais dados eles poderão acessar.
1. Escolher uma pessoa para preservar seu acervo — Alguém que possa: manter o blog como memorial / salvar arquivos do Drive / organizar o conteúdo.
2. Fazer backups periódicos — Blogger: Exportar o blog inteiro — Google Sites: Copiar ou salvar versões — Drive: Baixar pastas importantes ou usar Google Takeout.
3. Criar uma “pasta de legado” no Drive — Com: textos importantes / fotos organizadas / instruções para a família / material que deve permanecer público.
4. Escrever um pequeno documento de orientação — Algo como: “Gostaria que meu blog permanecesse online como memorial. Meus arquivos acadêmicos podem ser preservados e compartilhados.”
Essa é uma das partes mais delicadas da “herança digital”. Os livros publicados no Kindle (Amazon KDP) têm regras bem diferentes do Blogger ou do Google, porque envolvem direitos autorais e contratos comerciais.
Depois da morte, os livros no Kindle continuam à venda? Sim, normalmente continuam. Se você falece e ninguém informa a Amazon, os livros: permanecem publicados / continuam disponíveis na loja Kindle / continuam gerando royalties. Ou seja: a obra não desaparece automaticamente.
E o dinheiro das vendas? Aqui está o ponto importante: A Amazon continua pagando royalties... / mas apenas para a conta cadastrada. Depois da morte, os herdeiros podem ter dificuldade se: não tiverem acesso ao login / não conseguirem movimentar a conta bancária / não regularizarem legalmente.
Os direitos autorais passam para os herdeiros? Sim. No Brasil, os direitos autorais de uma obra passam para os herdeiros e duram: 70 anos após a morte do autor. Então legalmente, sua família tem direito a: continuar vendendo / atualizar edições / retirar da loja / negociar traduções ou reedições
A conta KDP pode ser transferida? A Amazon não permite simplesmente “passar a conta” como se fosse um e-mail. Mas os herdeiros podem solicitar: encerramento da conta / pagamento de valores pendentes / controle da obra mediante documentação legal.
O que a Amazon exige em caso de falecimento? Normalmente pedem: certidão de óbito / comprovação de herdeiro ou inventariante / documentos legais do espólio. Tudo é tratado pelo suporte do KDP.
Para autores com muitos livros, o ideal é deixar organizado:
1. Um responsável literário (herdeiro ou pessoa de confiança) — Alguém que saiba: onde está a conta KDP / como atualizar livros / como receber pagamentos.
2. Documento com instruções — Exemplo: “Meus livros devem continuar publicados”
ou “Devem ser retirados do catálogo”.
3. Dados essenciais guardados — Você pode deixar registrado: e-mail da conta KDP / banco vinculado / lista de livros publicados / ISBNs (se houver).
4. Criar uma editora ou CNPJ (opcional) — Alguns autores fazem isso para facilitar a sucessão: conta KDP em nome de empresa / continuidade mais simples
Kindle comprado ≠ Kindle publicado — Só para não confundir: Livros que você compra na Amazon não podem ser herdados oficialmente (licença pessoal). Livros que você publica (KDP) — são sua propriedade intelectual e entram no inventário.
Depois da morte, conteúdos publicados em plataformas como Blogspot (Blogger) e Google Sites normalmente continuam ativos, pois o Google não desativa automaticamente contas por falta de uso. Assim, blogs e sites podem permanecer no ar por muitos anos, funcionando inclusive como memorial, a menos que alguém solicite remoção ou haja violação de políticas.
O material armazenado no Google Drive também permanece guardado, mas pode se tornar inacessível se ninguém tiver autorização ou senha para entrar na conta. Por isso, sem planejamento, arquivos importantes podem ficar “presos” mesmo existindo, dificultando o acesso por familiares ou responsáveis.
A melhor forma de organizar esse legado digital é usar o recurso oficial do Google chamado Gerenciador de Conta Inativa. Com ele, você pode definir após quanto tempo de inatividade a conta será considerada inativa, escolher pessoas de confiança para receber acesso a determinados dados e até decidir se a conta será apagada ou preservada.
Além disso, recomenda-se fazer backups periódicos do blog, sites e pastas importantes do Drive, criar uma pasta de legado com documentos essenciais e deixar instruções claras para a família sobre o que deve ser mantido público, preservado como memorial ou arquivado de forma privada.
No caso dos livros publicados no Kindle (Amazon KDP), eles normalmente continuam à venda e gerando royalties, mas os herdeiros precisam regularizar legalmente a situação para acessar pagamentos ou administrar a conta. Os direitos autorais passam para a família por 70 anos após a morte do autor, sendo importante deixar dados organizados e orientações sobre continuidade ou retirada das obras.
Fonte de Consulta
ChatGPT