Hoje nós vivemos em um mundo interconectado, em que tudo muda numa velocidade extrema. Mas até que ponto nós conseguimos manter uma vida saudável tendo tanto contato com informação? E, se em adultos isso gera problemas, o que será que pode acontecer com as crianças, que são criadas atualmente com a informação na ponta do dedo? Quais são os ponto contra, já que os benefícios todos conhecem tão bem?
Quando falaram pra gente que nesse período da faculdade teríamos que “desenvolver um projeto com base em um problema real em saúde” ficamos sem chão. São tantos problemas, tantas possibilidades, mas que problema real teria uma possibilidade real de solução que não levasse meses de pesquisa (incluindo pesquisa clínica) e que pudesse trazer melhoria para a vida das pessoas? Pensamos em diversas coisas até que começamos a filtrar o assunto e chegamos no Vício em Tecnologia na Infância, que é um problema que tem solução e que pode ser tratado e, principalmente, evitado.
Hoje existem muitas informações a respeito dos temas que vamos tratar aqui no site e em alguns lugares tem até bibliografia. Mas nós não encontramos uma abordagem que realmente ajudaria os responsáveis pela criação e educação da criança a entender como as coisas funcionam no mesmo lugar. Quando se faz a pesquisa, se acaba tendo que ir ponto a ponto, descobrindo o que são os problemas e destrinchando os temas, sintomas, soluções… Isso torna a pesquisa cansativa e aumenta a ansiedade dos responsáveis por uma solução, o que acaba dando margem para sites que tem um conteúdo vago e que acabam não direcionando a pesquisa de forma correta.
Por isso, cá estamos! Estamos trazendo o máximo possível de informação para que os responsáveis aprendam como as coisas funcionam e com isso, poder tratar o vício em tecnologia existente ou evitar que se instale. Preparado para entrar no corpo humano a nível molecular? Então, boa leitura!!!